A economia da natureza - Ricklefs (5ª Edição)

A economia da natureza - Ricklefs (5ª Edição)

(Parte 1 de 12)

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etalhado1

.-Iif:~(tS podem ser.tão pequenos

•••••• 105 individuais ou tão grandes eira, 2

"~"n a atureza de várias •••• tes,4

" •• .ais e os microorganismos .1II1B11les papéis nos sistemas de um organismo na o seu papel funcional, 9 essos ecológicos têm escalas "~I"IDO e espaço, 1

•••• ~15 são governados por princípios ,,~~(tS,13

••••• o mundo natural através da "~pe~~lntação,14 e importante

mundo natural têm se "~e11leum foco da Ecologia, 19 biente Físico

•• 1iiII.IIInI •••..iedades favoráveis à ••••••.•.• is c ntêm substâncias rogênio afeta _. nllaS ecológicos, 26

•••••••• _~nnações biológicas

stão intimamente

A disponibilidade de nutrientes inorgânicos influencia a abundância de vida, 30

A luz é a fonte primária de energia para a biosfera, 31

O ambiente térmico proporciona diversas vias de ganho e perda de calor, 34

Os organismos precisam lidar com extremos de temperatura, 37

Os organismos utilizam muitos estímulos físicos para perceber o ambiente, 39

ECÓLOGOS NO CAMPO Mantendo-se fresco em ilhas tropicais, 37

PRATICANDO ECOLOGIA O Ambiente Físico Futuro, 43

CAPíTUlO 3 Adaptação aos Ambientes Aquáticos e Terrestres, 46

A disponibilidade de água depende da estrutura física do solo, 47

As plantas obtêm água do solo pelo potencial osmótico das células de suas raízes, 48

As forças geradas pela transpiração ajudam a transportar a água das raízes até as folhas, 50

As adaptações aos ambientes áridos controlam a perda de água das folhas, 50

As plantas obtêm nutrientes minerais da água do solo, 50

A fotossíntese varia com os níveis de luz, 52

As plantas modificam a fotossíntese em ambientes com alta carência de água, 53

Os saldos de sal e água passam de mão em mão, 5

Os animais excretam o excesso de nitrogênio na forma de pequenas moléculas orgânicas, 59

Os mecanismos de conservação de água são importantes em ambientes quentes, 60 w.biocistron.blogspot.com xviii CONTEÚDO DETALHADO

Os organismos mantêm um ambiente interno constante, 60

Os grandes animais transportam oxigênio para seus tecidos através de sistemas circulatórios, 62

A circulação contracorrente aumenta a transferência de calor e de substâncias entre fluidos, 63

Cada organismo funciona melhor sob um intervalo restrito de condições, 64

Os efeitos do agrupamento de nutrientes no solo sobre o crescimento das plantas, 52

PRATICANDO ECOLOGIA Adaptações e Conservação, 67

CAPíTULO 4 As Variações no Ambiente Físico, 68

"Os padrões globais de temperatura e precipitação , são estabelecidos pela energia da radiação solar, 69

As correntes oceânicas redistribuem o calor e a umidade, 72

A variação sazonal do clima é causada pelo movimento do zênite solar, 74

A temperatura e os ventos são responsáveis pelos ciclos sazonais dos lagos temperados, 75

O clima sustenta f1utuações irregulares, 7

Características topográficas e geológicas provocam variações locais no clima, 81

O clima e a rocha matriz subjacente determinam a diversificação dos solos, 83

Um registro climático de meio milhão de anos, 80 O que veio primeiro, o solo ou a floresta?, 86

PRATICANDO ECOLOGIA A Variação no Tempo e no Espaço, 8

CAPíTULO 5 Comunidades Biológicas: O Conceito de Bioma, 91

O clima é o grande determinante da distribuição da vegetação, 93

As variações na topografia e nos solos influenciam as distribuições locais da vegetação, 94

A forma e a função são adaptadas para combinar com o ambiente, 94

O clima define as fronteiras dos biomas terrestres, 97

Os diagramas climáticos de Walter distinguem os grandes biomas terrestres, 9

As zonas climáticas temperadas têm temperaturas anuais médias entre 5°C e 20°C, 9

As zonas climáticas polares e boreais têm temperaturas médias abaixo de 5°C, 105

As zonas climáticas equatoriais e tropicais têm temperaturas médias acima de 20°C, 106

O conceito de bioma deve ser modificado para os sistemas aquáticos, 109

PRATICANDO ECOLOGIA Deslocando as Fronteiras dos Biomas, 115

Especialização edáfica, 94 Convivendo com diferentes recursos, 96 Os biomas e as fo/mas animais, 98 Caracterizando o clima, 98

PARTE I Os Ecossistemas

CAPíTULO 6 Energia no Ecossistema, 117

" Alfred J. Lotka desenvolveu o primeiro \ conceito termodinâmico de ecossistema, 118

A produção primária é a assimilação de energia e produção de matéria orgânica pela fotossíntese, 120

Apenas 5% a 20% da energia passam de um nível trófico para outro, 124 •

A energia atravessa os ecossistemas em velocidades diferentes, 127

A bioenergética de ecossistemas sintetiza o movimento da energia através dos ecossistemas, 128

A produção primária pode ser medida pelas tTOCas gasosas ou pelo crescimento das plantas, 120

PRATICANDO ECOLOGIA Qual é o Tamanho das Cadeias Alimentares?, 131 w.biocistron.blogspot.com

Vias dos Elementos _i5tema, 133

*_Iionnlilção da energia e a reciclagem _1!I!_~os estão intimamente

".das.,134

~'!ImI!iiI5i!;t,emaspodem ser modelados com_I gii-iri"•• de compartimentos •••• dos.,134 proporciona um modelo físico de "diI~m de elementos no ecossistema, 135 de carbono está intimamente "õunado ao fluxo de energia através IIIIiEÍe1ra" 137

"_'OJ!:~~nio assume muitos estados de llliã;;ã-o no seu ciclo nos

_1Iiii!!itelmas,141

~~o do fósforo é quimicamente •••• mplicado, 144 fre existe em muitas formas "alias e reduzidas, 145

_[T(]~rganismos assumem diversos nos ciclos dos elementos, 145

••.•~,J NO CAMPO arusou o declínio abrupto do di.óxido de carbono "'~Il'ri·co durante oDevoniano?, l40 o 8 A Regeneração de Nutrientes nos •• sternas Terrestres e Aquáticos, 150

"'.I:1;o,eração de nutrientes em ecossistemasI!!rrestres ocorre principalmente solo, 151 idade dos detritos vegetais influencia de regeneração de nutrientes, 152 micorrizas são associações mutualistas fungos e raízes de plantas, 153 dima afeta as taxas de regeneração nutrientes, 155 ecossistemas aquáticos, os nutrientes são nerados lentamente nas camadas profundas água e sedimentos, 158 estratificação térmica impede a mistura .cal nos ecossistemas aquáticos, 160

\ CONTEÚDO DETALHADO xix

Os nutrientes freqüentemente limitam a produção nos oceanos, 161

A depleção de oxigênio facilita a regeneração de alguns nutrientes em águas profundas, 162

A concentração de fósforo controla as condições tróficas dos lagos, 163

Um intenso aporte de nutrientes externos e internos torna os estuários e brejos altamente produtivos, 164

O aquecimento global vai acelerar a decomposição da matéria orgânica n05 5010s das florestas boreais?, 157

Pode oferro limitar a produtividade marinha?, 161

PRATICANDO ECOLOGIA urríentes e Produtividade no Entorno de Chaminés Hidrotérmicas de Mar Profundo, 166

IPARTE 1 Os Organismos

CAPiTULO 9 Adaptação à Vida em Ambientes Variantes, 168

A adaptação resulta da seleção natural sobre os atributos que afetam o ajustamento evolutivo, 170

O fenótipo é a expressão do genótipo na forma e função de cada organismo, 171

Cada tipo de organismo tem um espaço de atividade definido pelas condições do ambiente, 171

Os organismos podem selecionar micro-habitats, 172

A aclimatação é uma mudança reversível na estrutura em resposta à mudança ambiental, 173

As respostas do desenvolvimento são mudanças irreversíveis em face das variações persistentes no ambiente, 175

A migração, o armazenamento e a dormência capacitam os organismos a sobreviver em condições extremas, 177

Os animais forrageiam de um modo que maximize seus ajustamentos, 179 w.biocistron.blogspot.com x CONTEÚDO DETALHADO

Temperatura e seleção de mia-o-habitat pela carriça-do-cactD, 172

Forrageamento Mimo pelos estorninhos, 180 Experimento com jorrageamenlo sensível-a o-risco, 181

PRATICANDO ECOLOGIA A Tolerância a Ambientes Variáveis, 183

A laxa de resposta fenotípica, 177 Forrageamento especialmente particionado por aves oceânicas, 180

Suprimenlos de alimentos variáveis ejorrageamento sensível-ao-risco, 181

Escolha ótima de presa no chapil1l-grande, 182

CAPíTULO 10 Histórias de Vida e Ajustamento Evolutivo, 185

As negociações na alocação de recursos proporcionam uma base para a compreensão das histórias de vida, 187

A plasticidade fenotípica permite ao indivíduo se adaptar às mudanças ambientais, 188

As histórias de vida variam ao longo de um continuum lento-rápido, 192

Uma história de vida representa-a melhor solução para as demandas conflitantes sobre o organismo, 193

As histórias de vida equilibram as demandas entre a reprodução atual e as reproduções futuras, 194

Os organismos semelparideiros são aqueles que se reproduzem uma vez e depois morrem, 197

A senescência é um declínio das funções fisiológicas com o aumento da idade, 199

Um experimenlo de transposição recíproca, 190 O custo do investimento parentaí nofalcão-europeu, 193

PRATICANDO ECOLOGIA A HislóJia de Vida Surpreende, 201

Limites metabólicos, 188

Ecótip05 e l10mws de reação, 190

A plasticidade jenotípica e os mecanismos contrastantes de crescimento e reprodução em animais eplanlas, 192 A alometria e as conseqüências do lamanho do corpo para as histótiU5 de 0.QCJ.) lS3

Histórias de vida de anuais e de perenes, 195

CAPíTULO 1 Sexo e Evolução, 203

11I A reprodução sexuada mistura o material genético \ de dois indivíduos, 205

A reprodução sexuada tem um custo, 205

O sexo é mantido pelas vantagens de produzir filhotes geneticamente variados, 206

Os indivíduos podem ter a função feminina, a masculina ou ambas, 209

A razão sexual dos filhotes é modificada pela evolução para maximizar o ajustamento individual, 211

Os sistemas de acasalamento descrevem o padrão de acoplamento entre machos e fêmeas numa população, 212

A seleção sexual pode resultar em combate macho-macho e elaborada ornamentação masculina, 215

ECÓLOGOS NO CAMPO Os parasitas e o sexo 110S caracóis-de-água-doce, 207

PRATICANDO ECOLOGIA Ginodióico: O Tomilho ao Longo do Tempo, 219

MAl NA REO

Determinação ambiental do sexo, 205 Hermafrodilismo seqiiencial, 211 A condição feminina e a razão sexual dos filhotes, 211 Estratégias reprodutivas masculinas alternalivas, 215 A origem da escolha da fêmea, 216

CAPíTULO 12 Família, Sociedade e Evolução, 221

" A territorialidade e as hierarquias de

Idominância organizam a interação social nas populações, 2

Os indivíduos têm vantagens e desvantagens ao viver em grupo, 224

A seleção natural equilibra os custos e os benefícios dos comportamentos sociais, 225

A seleção de parentesco favorece comportamentos altruístas em relação aos parentes, 225

A cooperação entre indivíduos em famílias extensas implica a operação de uma seleção de parentesco, 227

As análises da Teoria dos Jogos ilustram as ~\'\~\\\~õ.\\~'i>Ôõ. cooperação entre môrviôuos não-aparentados, 229 w.biocistron.blogspot.com nitores e seus filhotes podem entrar conflito sobre os níveis de investimento tal,230 iedades de insetos eussociais surgem ísmo fraternal e da dominância tal, 231 los cooperativos sempre atos de altmísmo?, 227

_IJI(:ANDO ECOLOGIA "as Zangadas, 233

15NA REDE comportamento antagonista ritualilado reduz a illcidência de luta, 224 rupos sociais como centros de injonnação, 225 -inais de alerta como comportamentos altruístas, 227 jogo do altruísmo reciproco, 230

E IV As Populações lO 13 Estruturas Populacionais, 235 distribuições geográficas das populações - determinadas pelos habitats ecologicamente adequados, 236

distribuição dos indivíduos dentro das ulações reflete a heterogeneidade de itats e as interações sociais, 238 populações existem em paisagens terogêneas, 239

O tamanho da população pode ser estimado por diversas técnicas, 244

O movimento dos indivíduos mantém a coerência espacial das populações, 246

ÓLOG05 NO CAMPO rseala de variação na abundância de corais ( no recruremento na Grande Baneira de Recifes, 241 ~ma distribuição livre ideal numa população de lnboratório, 243

TICANDO ECOLOGIA Propágulos e Correntes, 247

Um teste estatístico para a distribuição não-randômiea, 239 Uma descrição matemática da dispersão, 246

CONTEÚDO DETALHADO xxi

CAPíTULO 14 Crescimento e Regulação Populacional, 250

As populações crescem por multiplicação mais do que por adição, 251

A velocidade de crescimento de uma população depende de sua estrutura etária, 254

Uma tábua-de-vida resume a sobrevivência e a fecundidade estratificadas por idade, 256

A taxa intrínseca de crescimento pode ser estimada a partir da tábua-de-vida,259

O tamanho da população é regulado por fatores dependentes da densidade, 265

ECÓLOG05 NO CAMPO

Construindo tábuas-de-vida para populações naturais, 258 A dependência de densidade nas populações dos "cervos-de-caiuia-branca", 266

PRATICANDO ECOLOGIA Dependência de Densidade egahva, 269

MAl ' NA

O ejeito das taxas de mortalidade e natalidade na esrrutum elária e na taxa de crescimento populacional,256 Análise defator-chave, 262 A dependência de densidade em culturas de laboratórios de pulgas-de-água, 265 Dependência de densidade positiva, 267

REDE Living Graphs: Crescimento Geomét1ico e e------J Exponencial, 252

Living Graphs: Interahvos de Tábua-de-vida, 260 Living Graphs: fi Equação Logística, 264

CAPíTULO 15 Dinâmicas Temporal e Espacial das Populações, 272

• A flutuação é a regra para as populações \ naturais, 274

A variação temporal afeta a estrutura etária das populações, 276

Os ciclos populacionais resultam de retardos de tempo na resposta das populações às suas próprias densidades, 276

As metapopulações são subpopulações discretas conectadas pelos movimentos dos indivíduos, 280 w.biocistron.blogspot.com xi. CONTEÚDO DETALHADO

Eventos fortuitos podem levar pequenas populações à extinção, 283

Os relardos de tempo e as oscilações em populações de mosca-varejeira, 279

As melapopulações em manchas de campo ao longo do Rio Reno, 282

PRATICANDOECOLOGIA As Populações e o Projeto de Reservas Naturais, 286

AIS i

RaslTeando a variação ambientai, 276 Extinção eslocástica com laxas variáveis de crescimento populacional, 285

CAPíTULO 16 Genética d População e Evolução, 288

A fonte da variação genética é a mutação e a recombinação, 289

Os genótipos de todos os indivíduos formam o patrimônio genético de uma população, 291

A lei de Hardy-Weinberg governa as freqüências

dos alelos e dos genótipos nas grandes populações em equilíbrio, 291

A maioria das populações naturais se desvia do equilíbrio de Hardy-Weinberg, 292

A seleção natural pode ser estabilizadora, direcional ou disruptiva, 297

As mudanças evolutivas nas freqüências dos alelos têm sido documentadas em populações naturais, 300

Os ecólogos podem tirar conclusões úteis dos estudos da genética de população, 301

PRATICANDO ECOLOGIA A Genética de População e as Taxas de Evolução, 303

ECÓLOGOS NO CAMPO A depressão do endocruzarnento e o aborto seletivo nas pwntas, 295

A seleção e a variação na freqüência das mariposas melãnicas, 300 iJAI EDE

Elrolução do tamanho corporal nos iguanas marinhos de Galápagos, 291

Modelando a seleção conlra um gene recessivo deletério, 299 As taxas de evolução nas populações, 300

A seleção sobre os atribulos que apresenlam variação contínua, 300

PARTEV Interações Entre Espécies

CAPrTUlO 17 Predação e Herbivoria, 304

'" Os predadores têm adaptações para explorar Isuas presas, 306

As presas têm adaptações para escapar de seus predadores, 309

Os parasitas têm adaptações para assegurar sua dispersão entre os hospedeiros, 312

Os sistemas parasita-hospedeiro incluem adaptações para virulência e resistência, 313

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