LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL - INGLÊS

LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL - INGLÊS

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Este livro é público - está autorizada a sua reprodução total ou parcial.

Governo do Estado do Paraná Roberto Requião

Secretaria de Estado da Educação Mauricio Requião de Mello e Silva

Diretoria Geral Ricardo Fernandes Bezerra

Superintendência da Educação Yvelise Freitas de Souza Arco-Verde

Departamento de Ensino Médio Mary Lane Hutner

Coordenação do Livro Didático Público Jairo Marçal

Depósito legal na Fundação Biblioteca Nacional, conforme Decreto Federal n.1825/1907, de 20 de Dezembro de 1907.

É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte.

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Avenida Água Verde, 2140 - Telefone: (0XX) 41 3340-1500 e-mail: dem@seed.pr.gov.br 80240-900 CURITIBA - PARANÁ

Catalogação no Centro de Editoração, Documentação e Informação Técnica da SEED-PR

Língua Estrangeira Moderna - Espanhol e Inglês / vários autores. – Curitiba: SEED-PR, 2006. – p. 256

ISBN: 85-85380-37-3

1. Língua estrangeira moderna. 2. Ensino médio. 3. Ensino de língua espanhola. 4. Ensino de língua inglesa. 5. Língua espanhola. 6. Língua inglesa. I. Folhas. I. Material de apoio pedagógico. I. Material de apoio teórico. IV. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação. V. Título.

CDU 806.0+802.0+373.5

2ª. Edição IMPRESSO NO BRASIL

Autoras – Língua Espanhola

Eleci Schröder Donin

Maristella Gabardo Tânia Lazier Gabardo

Autoras – Língua Inglesa

Adriana Ribeiro Siqueira Witzel

Ana Karina Sartori Ramos Denise Pereira Valle

Equipe técnico-pedagógica – Língua Espanhola

Tânia Lazier Gabardo

Marcia Cristina Lanzarini Jaqueline Moletta

Equipe técnico-pedagógica – Língua Inglesa

Cleci Carneiro Malucelli

Soraia Ayub Simas

Nilva Conceição Miranda Pollyanny dos Reis

Assessora do Departamento de Ensino Médio Agnes Cordeiro de Carvalho

Coordenadora Administrativa do Livro Didático Público Edna Amancio de Souza

Equipe Administrativa

Mariema Ribeiro Sueli Tereza Szymanek

Técnicos Administrativos Alexandre Oliveira Cristovam Viviane Machado

Consultor – Língua Espanhola Sebastião Lourenço dos Santos – UTP

Consultor – Língua Inglesa Fábio Marcello Sorgon – UTP

Consultor de direitos autorais Alex Sander Hostyn Branchier

Leitura crítica – Língua Espanhola Greice da Silva Castela - UNIOESTE

Leitura crítica – Língua Inglesa Sandra Maria Coelho de Souza Moser - UEM

Revisão Textual Renata de Oliveira

Projeto Gráfico e Capa Eder Lima / Ícone Audiovisual Ltda

Editoração Eletrônica Ícone Audiovisual Ltda 2007

Carta do Secretário

Este Livro Didático Público chega às escolas da rede como resultado do trabalho coletivo de nossos educadores. Foi elaborado para atender à carência histórica de material didático no Ensino Médio, como uma iniciativa sem precedentes de valorização da prática pedagógica e dos saberes da professora e do professor, para criar um livro público, acessível, uma fonte densa e credenciada de acesso ao conhecimento.

A motivação dominante dessa experiência democrática teve origem na leitura justa das necessidades e anseios de nossos estudantes. Caminhamos fortalecidos pelo compromisso com a qualidade da educação pública e pelo reconhecimento do direito fundamental de todos os cidadãos de acesso à cultura, à informação e ao conhecimento.

editorial absurdamente concentrado e elitista

Nesta caminhada, aprendemos e ensinamos que o livro didático não é mercadoria e o conhecimento produzido pela humanidade não pode ser apropriado particularmente, mediante exibição de títulos privados, leis de papel mal-escritas, feitas para proteger os vendilhões de um mercado

Desafiados a abrir uma trilha própria para o estudo e a pesquisa, entregamos a vocês, professores e estudantes do Paraná, este material de ensino-aprendizagem, para suas consultas, reflexões e formação contínua. Comemoramos com vocês esta feliz e acertada realização, propondo, com este Livro Didático Público, a socialização do conhecimento e dos saberes.

Apropriem-se deste livro público, transformem e multipliquem as suas leituras.

Mauricio Requião de Mello e Silva Secretário de Estado da Educação

Aos Estudantes

Agir no sentido mais geral do termo significa tomar iniciativa, iniciar, imprimir movimento a alguma coisa. Por constituírem um initium, por serem recém-chegados e iniciadores, em virtude do fato de terem nascido, os homens tomam iniciativa, são impelidos a agir. (...) O fato de que o homem é capaz de agir significa que se pode esperar dele o inesperado, que ele é capaz de realizar o infinitamente improvável. E isto, por sua vez, só é possível porque cada homem é singular, de sorte que, a cada nascimento, vem ao mundo algo singularmente novo. Desse alguém que é singular pode-se dizer, com certeza, que antes dele não havia ninguém. Se a ação, como início, corresponde ao fato do nascimento, se é a efetivação da condição humana da natalidade, o discurso corresponde ao fato da distinção e é a efetivação da condição humana da pluralidade, isto é, do viver como ser distinto e singular entre iguais.

Hannah Arendt A condição humana

Este é o seu livro didático público. Ele participará de sua trajetória pelo Ensino Médio e deverá ser um importante recurso para a sua formação.

Se fosse apenas um simples livro já seria valioso, pois, os livros registram e perpetuam nossas conquistas, conhecimentos, descobertas, sonhos. Os livros, documentam as mudanças históricas, são arquivos dos acertos e dos erros, materializam palavras em textos que exprimem, questionam e projetam a própria humanidade.

Mas este é um livro didático e isto o caracteriza como um livro de ensinar e aprender. Pelo menos esta é a idéia mais comum que se tem a respeito de um livro didático. Porém, este livro é diferente. Ele foi escrito a partir de um conceito inovador de ensinar e de aprender. Com ele, como apoio didático, seu professor e você farão muito mais do que “seguir o livro”. Vocês ultrapassarão o livro. Serão convidados a interagir com ele e desafiados a estudar além do que ele traz em suas páginas.

Neste livro há uma preocupação em escrever textos que valorizem o conhecimento científico, filosófico e artístico, bem como a dimensão histórica das disciplinas de maneira contextualizada, ou seja, numa linguagem que aproxime esses saberes da sua realidade. É um livro diferente porque não tem a pretensão de esgotar conteúdos, mas discutir a realidade em diferentes perspectivas de análise; não quer apresentar dogmas, mas questionar para compreender. Além disso, os conteúdos abordados são alguns recortes possíveis dos conteúdos mais amplos que estruturam e identificam as disciplinas escolares. O conjunto desses elementos que constituem o processo de escrita deste livro denomina cada um dos textos que o compõem de “Folhas”.

Em cada Folhas vocês, estudantes, e seus professores poderão construir, reconstruir e atualizar conhecimentos das disciplinas e, nas veredas das outras disciplinas, entender melhor os conteúdos sobre os quais se debruçam em cada momento do aprendizado. Essa relação entre as disciplinas, que está em aprimoramento, assim como deve ser todo o processo de conhecimento, mostra que os saberes específicos de cada uma delas se aproximam, e navegam por todas, ainda que com concepções e recortes diferentes.

Outro aspecto diferenciador deste livro é a presença, ao longo do texto, de atividades que configuram a construção do conhecimento por meio do diálogo e da pesquisa, rompendo com a tradição de separar o espaço de aprendizado do espaço de fixação que, aliás, raramente é um espaço de discussão, pois, estando separado do discurso, desarticula o pensamento.

Este livro também é diferente porque seu processo de elaboração e distribuição foi concretizado integralmente na esfera pública: os Folhas que o compõem foram escritos por professores da rede estadual de ensino, que trabalharam em interação constante com os professores do Departamento de Ensino Médio, que também escreveram Folhas para o livro, e com a consultoria dos professores da rede de ensino superior que acreditaram nesse projeto.

Agora o livro está pronto. Você o tem nas mãos e ele é prova do valor e da capacidade de realização de uma política comprometida com o público. Use-o com intensidade, participe, procure respostas e arrisque-se a elaborar novas perguntas.

A qualidade de sua formação começa aí, na sua sala de aula, no trabalho coletivo que envolve você, seus colegas e seus professores.

Presentación ...............................................................................1 Conteúdo Estruturante: Discurso

1 – ¿Español o castellano?12
2 – ¿Latinoamericano o brasileño? ¿ Cómo te sientes?2
3 – ¿Coges un autobús o agarrás/tomás un colectivo?40
4 – ¿Ves lo qué veo?54
5 – El arte de la gastronomía6
6 – Derechos humanos y responsabilidad social80
7 – Las dos Españas96
8 – “Un país se construye con hombres y libros”110
9 – El artista y el otro134

Sumário Espanhol

Presentación

Caro alumno, al abrir este libro vas a encontrar algo más que solamente pequeñas reglitas y guías de cómo comunicarte con los que hablan español, o castellano. Al abrir este libro recibirás muestras de lengua, que es la representación máxima del ser humano, pues expresa todo lo que lo compone e, incluso, sus intenciones..

La palabra, el arte, la música, el baile, la fiesta de domingo, todo esto nos hace lo que somos y nos forma como seres únicos, pero colectivos a la vez. ¿Habría sentido entonces en hablar de lengua sin hablar de cultura? Somos la transformación individual de todo lo que nos cerca, la cultura del día a día nos define y la alta cultura nos hace inmortales. La forma como uno se expresa y reacciona al mundo es más que una simple respuesta a todo, es un posicionamiento real. Cada frase que pronunciamos es una forma de ponernos socialmente en un contexto. Cada frase hace parte de nuestro discurso social.

Como estamos tratando de una legua extranjera, es necesario conocer las opciones y el porqué de su uso. Y eso no aprendemos conjugando el verbo ser. Ese no es el objetivo de este proyecto. Ese tipo de estudio debe siempre ser el medio para atingir algo: leer un texto, comprender algo, comunicarse; pero nunca el fin de proceso. Aprender un idioma, pasa por aprender sus reglas pero no es sólo eso, sino las expresiones culturales, modos de expresarse, etc.

Estudiar estas unidades no será la misma cosa que abrir una gramática. Aquí hay vida y el arte de vivir de la gente. Para garantizar que entres en el universo de la lengua española e interactúes con los textos que se presentan en este libro, si se hace necesario, sea porque algo es muy diferente o incomprendido, el profesor te subsidiará con conocimientos, sean ellos lingüísticos, discursivos, culturales o socio-pragmáticos.

La lengua no puede ser presa y contada en simples páginas, es una cuestión de probarla.

¡Probémola!

12 Discurso Ensino Médio

eguro que ya has oído afirmaciones como:

Castellano es un dialecto del español. Castellano es la lengua que se habla en Argentina. Español es la lengua que se habla en España, castellano la que se habla en América.

1Colégio Estadual Francisco Zardo - Curitiba - PR

Escudo de EspañaEscudo de Castilla ¿Sabrías decir cuáles son verdaderas?

14 Discurso

Ensino Médio

Para que podamos aclarar esta cuestión, es necesario que volvamos en el tiempo, a una época que, seguro, ya has estudiado, pero que vamos a recordar un poco.

¿Te acuerdas cómo era constituída la Península Ibérica a fines de la Edad Media?

Te ayudamos: como toda Europa, se constituía por reinos. Cada uno de ellos con sus gobernantes, leyes, cultura y lengua propias. Lee los textos que siguen:

Inicialmente povoada por iberos, celtas e ligueres, a península Ibérica sofreu a invasão dos visigodos, no final do Império Romano, e dos árabes, no século VIII. A formação dos Estados nacionais da região está vinculada à Guerra da Reconquista dos territórios tomados pelos muçulmanos, na baixa Idade Média. A religião islâmica foi levada para a península Ibérica, onde já existia o cristianismo, pela invasão árabe, iniciada em 711. Devido ao avanço muçulmano, os cristãos só conseguiram manter reinos independentes no norte da península. Seria daí que partiria o movimento da reconquista, a partir do século XV. Durante esse processo, organizaram-se os reinos de Leão, Navarra, Castela e Aragão. Os dois últimos, além de anexarem os demais reinos, uniram-se em 1469, por meio do casamento de seus monarcas, Fernando de Aragão e Isabel de Castela, os chamados ‘reis católicos’.

(VICENTINO, C.DORIGO, G , 2003)

Los ideales políticos renacentistas, que animaban a los monarcas a engrandecer y extender sus dominios (...) se realizó con la unión matrimonial (1469) de los herederos de las coronas de Castilla- León y de Aragón-Cataluña, Isabel y Fernando, los Reyes Católicos, título que les fue ortogado por el papa Alejandro VI em 1494. Esto constituyó el punto de arranque de la España moderna, pues marcó el impulso final hacia la unión territorial peninsular. La “Unidad Nacional” se completó con la conquista del reino islámico de Granada(1492), de las Canarias en 1496 – islas habitadas por un pueblo de cultura prehistórica, los guanches, cuya conquista había comenzado años antes- y con la incorporación del reino de Navarra en 1512-1515.

(TAMAMES; QUESADA: 2001)

Isabel y Fernando, los Reyes Católicos (Foto de folleto de la exposición Los Reyes Católicos y la Monarquia de España – museo del siglo XIX – Valencia)

A lo largo de la Reconquista, el dialecto de

Castilla, el castellano, se fue expandiendo. Y cuando los reyes católicos Isabel, reina de Castilla, y Fernando, rey de Aragón, se casaron y propiciaron la unión de sus reinos y todavía conquistaron los reinos de Navarra y Granada, el castellano se convirtió en la lengua oficial del Imperio, pues, un pueblo necesita una lengua para identificarlo como tal.

¿Concuerdas con eso?

No es verdad que ¿cuándo escuchamos a alguien hablar, por su lenguaje podemos deducir de dónde proviene e, incluso, hacer una serie de suposiciones sobre ella?

cambia la vegetaciónAsí, el lenguaje tampoco es igual, pues en

Seguro que no es solamente la lengua lo que define a un pueblo como tal, pero es uno de los factores fundamentales. La lengua, incluso cuando es común a más de una nación, traerá características muy propias de cada comunidad de hablantes. Por ejemplo, el portugués hablado en Brasil y el hablado en Portugal son la misma lengua, pero tienen características distintas. Nadie va a confundir un hablante luso con un hablante brasileño, pues si el idioma portugués fue traído e impuesto en Brasil como lengua oficial (¿Te has dado cuenta de que los portugueses también se sirvieron del mismo método que todos los conquistadores – impusieron su lengua al pueblo que habían conquistado?) cuando llegó acá, sufrió influencia de los que aquí vivían. Necesitó un léxico más grande para nombrar las cosas que no existían en Portugal en la época del descubrimiento. Con el tiempo se fue modificando frente a los pueblos que llegaron y que incorporaron palabras de su lengua y costumbres de su cultura que necesitaban ser nombradas en portugués. Además, el lenguaje es como el agua de un río: es siempre agua, pero en cada momento, en cada curva es distinta,cambia el lecho, cambian los tipos de peces, el uso, los hablantes están siempre creando palabras nuevas para nombrar cosas nuevas y poniendo en desuso palabras que nombran cosas que no se utilizan más o que han recibido nuevos nombres e, incluso, apropiándose de palabras de otras lenguas por algun motivo, o porque nombran cosas que no hay en su cultura, o porque les parece interesante apoderarse de palabras de una lengua de prestigio.

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