Dissolução - Semelhante dissolve semelhante

Dissolução - Semelhante dissolve semelhante

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Serviço Público Federal Ministério da Educação

Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e

Geografia- FAENG

Engenharia de Produção - Bacharelado

RELATÓRIO DE QUÍMICA GERAL

TÍTULO: Dissolução “ semelhante dissolve semelhante”

Acadêmica: Thatiane de Medeiros de Amorim

CAMPO GRANDE – MS 2017

RELATÓRIO DE QUÍMICA GERAL

TÍTULO: Dissolução “ semelhante dissolve semelhante”

Aluna: Thatiane de Medeiros de Amorim

Professor: Rodrigo Pereira Cavalcante

Relatório referente à aula prática de Química Geral realizada no dia 07-07- 2017 no Instituto de Química da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

CAMPO GRANDE – MS 2017

  1. INTRODUÇÃO

O conceito de solubilidade, de forma geral é a capacidade de uma substância tem de se dissolver em outra. E solução é uma mistura de soluto mais solvente, em uma única fase podendo assim ser classificada como homogênea. Considerando essa classificação, temos as ramificações, onde às soluções serão classificadas em: saturadas, insaturadas e supersaturadas.

A solução é chamada saturada quando contém uma quantidade de soluto igual à solubilidade a uma dada temperatura. Na solução saturada o soluto dissolvido e o não dissolvido estão em equilíbrio dinâmico entre si. Insaturada quando contém uma quantidade de soluto inferior à solubilidade a uma dada temperatura e supersaturada quando a solução que contém uma quantidade de soluto superior a solubilidade a uma dada temperatura. A solução supersaturada é instável, e a mínima perturbação do sistema faz com que o excesso de soluto dissolvido precipite, tornando-se uma solução saturada com presença de corpo de fundo. Em geral podem-se obter soluções supersaturadas aquecendo uma solução saturada que tenha parte do soluto não dissolvido. (CARLOS, CAROLINE, FERNANDO, JOCEANE e LUIZA, 2010)

Neste trabalho tem como objetivo relatar testes de solubilidade de algumas substancias esclarecendo os fenômenos que fazem ser possível o experimento.

  1. OBJETIVOS

Substancias solúveis seguindo o conceito de que semelhante dissolve semelhante, destacando suas reações químicas. Explicar o fator que permite as substancias serem solúveis ou não.

  1. MATERIAIS EMÉTODOS

3.1 Materiais

3.1.1 – Vidrarias ( Becker, tubo de ensaio, Pepita)

3.1.2 – Almofariz com pistilo

3.1.3 – Balança analítica

3.1.4 – Bico de Bunsen

3.1.5 – Conta gotas

3.1.6 – Espátula e colher

3.1.7 – Estante para tubo de ensaio

3.1.8 – Pinça de madeira

3.1.9 – Pisseta

3.1.10 – Proveta graduada

3.1.11 – Tripé

3.1.12 – Água (H2O)

3.1.13 – Acetona (CH3COCH3)

3.1.14 – Hexano (C6H14)

3.1.15 – Metanol (CH3OH)

3.1.16 – Etanol (C2H6O)

3.1.17 – Propano (C3H8)

3.1.18 – Iso. Propano (C3H8O)

3.1.19 – Butanol (C4H10O)

3.1.20 – Sec. Butano

3.1.21 – T. Butanol (C4H10O)

3.1.22 – Pentano (C5H12O)

3.1.23 – Sacarose (C12H22O11)

3.1.24 – Etileno Glicol (C2H6O2)

3.1.25 – Solução saturada de Iodo (I-3)

3.1.26 – Ácido Salicílico (C7H6O3)

3.1.27 – Repolho roxo

3.1.28 - Água com gás (H2O + CO2)

3.2 Método

Neste relatório foram elaborados 4 (quatro) experimentos sendo eles:

I – A mistura de Agua ou Acetona ou Hexano com outras substâncias para averiguar se são ou não solúveis.

II – A mistura da solução saturada de iodo com hexano

III – A mistura do ácido salicílico com água e etanol.

IV – A mistura de água com gás e uma solução de repolho roxo.

Experimento I.

Utilizamos 30 tubos de ensaio, separados 10 em cada estante para tubo de ensaio, que nomearemos estante um, dois e três para melhor compreensão.

Em cada tubo de ensaio da estante um colocamos 5 gotas de H2O com o auxílio de um conta gotas. Agora nomearemos os tubos de ensaio como 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. No tubo um misturamos 5 gotas de Metanol, no tubo 2 misturamos 5 gotas de Etanol, no tubo 3 misturamos 5 gostas de propano, no tubo 4 misturamos 5 gotas de iso. propano, no tubo 5 misturamos 5 gotas de butanol, no tubo 6 misturamos 5 gotas de sec. butano, no tubo 7 misturamos 5 gotas de t. butanol, no tubo 8 misturamos 5 gotas de pentano, no tubo 9 misturamos 5 gotas de etileno glicol, no tubo 10 misturamos 1grama de sacarose.

Estante para tubo de ensaio um:

Tubo de ensaio

Substancias

T. 01

5 gotas de H2O + 5 gotas de Metanol

T. 02

5 gotas de H2O + 5 gotas de Etanol

T. 03

5 gotas de H2O + 5 gotas de Propano

T. 04

5 gotas de H2O + 5 gotas de Iso. Propano

T. 05

5 gotas de H2O + 5 gotas de Butanol

T. 06

5 gotas de H2O + 5 gotas de Sec. Butano

T. 07

5 gotas de H2O + 5 gotas de T. Butanol

T. 08

5 gotas de H2O + 5 gotas de Pentano

T. 09

5 gotas de H2O + 5 gotas de Etileno Glicol

T. 10

5 gotas de H2O + 1 grama de Sacarose

Em cada tubo de ensaio da estante dois colocamos 5 gotas de Acetona com o auxílio de um conta gotas. Agora nomeando os tubos de ensaio da estante dois como 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20 colocamos as mesmas substancias dos tubos de ensaio 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 respectivamente

Estante para tubo de ensaio dois:

Tubo de ensaio

Substancias

T. 11

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Metanol

T. 12

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Etanol

T. 13

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Propano

T. 14

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Iso. Propano

T. 15

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Butanol

T. 16

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Sec. Butano

T. 17

5 gotas de Acetona + 5 gotas de T. Butanol

T. 18

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Pentano

T. 19

5 gotas de Acetona + 5 gotas de Etileno Glicol

T. 20

5 gotas de Acetona + 1 grama de Sacarose

Em cada tubo de ensaio da estante 3 colocamos 5 gotas de Hexano com o auxilia de um conta gotas. Agora nomeando o tubo de ensaio da estante três como 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29 e 30 e misturando o tubo de ensaio 21 com metanol, tubo de ensaio 22 com Etanol, tubo de ensaio 23 com propanol, tubos de ensaio 24 com isso. Propano, tubo de ensaio 25 com butanol, tubo de ensaio 26 com sec. Butanol, tubo de ensaio 27 com t. butanol, tubo de ensaio 28 com pentano, tubo de ensaio 29 com etileno glicol e tubo de ensaio 30 com sacarose. Todas as substancia obtinha um conta gotas próprio para que não houvesse poluição da substancia.

Estante para tubo de ensaio três:

Tubo de ensaio

Substancia

T. 21

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Metanol

T. 22

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Etanol

T. 23

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Propano

T. 24

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Iso. Propano

T. 25

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Butanol

T. 26

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Sec. Butano

T. 27

5 gotas de Hexano + 5 gotas de T. Butanol

T. 28

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Pentano

T. 29

5 gotas de Hexano + 5 gotas de Etileno Glicol

T. 30

5 gotas de Hexano + 1 grama de Sacarose

Experimento II.

Em um tubo de ensaio foi colocado 5 ml da solução saturada de iodo I3- ( I2(g) + I- (aq)) medida em uma proveta graduada, em outro proveta graduada medido 2 ml de hexano e colocamos no mesmo tubo de ensaio que estava o iodo saturado. Tapamos o tubo de ensaio e o sacodimos.

Misturas de I3- + hexano.

Fonte: autor

Misturas de I3- + hexano.

Fonte: autor

Experimento III.

Em um béquer colocamos 20 ml de H2O.

Com o auxílio da balança analítica e uma colher, foi pesado 0,5 g de ácido salicílico diretamente em um béquer, respeitando a diferença do peso do béquer, neste mesmo béquer foi adicionado 5 ml de etanol com o auxílio de uma pipeta.

Após as duas etapas finalizadas, transportamos as 20ml de água do béquer para o outro onde continha o ácido salicílico e etanol.

1º passo: separação de 20 ml de H2O em um béquer e no outro 0,5g de ácido salicílico e 5 ml de etanol.

Fonte: autor

Após a mistura da água com o ácido e o etanol.

Fonte: autor

Experimento IV.

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