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(Parte 1 de 5)

CORTCZ 6DITORO

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Severino, Antônio Joaquim, 1941-

Metodologia do trabalho científico —

Antônio Joaquim Severino. — 21. ed. rev. e ampl. — São Paulo : Gortez, 2000.

Bibliografia.

1. Metodologia. 2. Métodos de estudo. 3. Pesquisa. 4. Trabalhos científicos — Redação.

índices para catálogo sistemático:

21a Edição Revista e Ampliada

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Antônio Joaquim Severino

Capa: Cesar Landucci Preparação de originais: Agnaldo A. Oliveira

Revisão: Carmem Teresa da Costa Composição: Dany Editora Ltda. Coordenação Editorial: Danilo A. Q. Morales

Nenhuma parte desta obra pode ser reproduzida ou duplicada sem autorização expressa do autor e do editor.

© Antônio Joaquim Severino

Direitos para esta edição

CORTEZ EDITORA Rua Bartira, 317 — Perdizes

Impresso no Brasil - fevereiro de 2000

Prefácio à 21a e d iç ã o1
P refácio15
Introdução19

Capítulo I

UNIVERSIDADE23
1. Os instrumentos de trabalho24
2. A exploração dos instrumentos de trabalho28
3. A disciplina do estudo30
Conclusão32

Capítulo I

P E S S O A L35
1. A prática da documentação36
2. A documentação temática37
3. A documentação bibliográfica38
4. A documentação geral40
5. Documentação em folhas de diversos tamanhos40
6. Vocabulário técnico-lingüístico' . . 42

Capítulo I

DIRETRIZES PARA A LEITURA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE T E X T O S................................................. 47

2. A análise tex tu a l51
3. A análise tem ática53
4. A análise interpretativa56
5. A problematização58
6. A síntese pessoal58
C on clu são59

1. Delimitação da unidade de leitura .................................................... 51

DIRETRIZES PARA A REALIZAÇÃO DE UM SEMINÁRIO63
1. Objetivos> . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
2. O texto-roteiro didático64

Capítulo IV

coordenador64

2.1. Material a ser apresentado previamente pelo

seminário;............ ....................... 6
3. O texto-roteiro interpretativo6
4. O texto-roteiro de questões68
5. Orientação para a preparação do seminário69
6. Esquema geral de desenvolvimento do seminário70
Conclusão70

2.2. Material a ser apresentado no dia da realização do

Capítulo V

MONOGRAFIA CIENTÍFICA73
1. As etapas da elaboração74
1.1. Determinação do tema-problema-tese do trabalho74
1.2. Levantamento da bibliografia76
1.3. Leitura e documentação78
1.3.1. O plano provisório do trabalho78
1.3.2. A leitura de documentação79
1.3.3. A docum entação
1.4. A construção lógica do trabalho81
1.5. A redação do texto84
2.1. A apresentação gráfica geral do trabalho86
2.2. A forma gráfica do texto89
2.2.1. Textos datilografados89
2.2.2. Textos digitados90
2.3. As citaçõ es106
2.4. As notas de rodapé109
2.5. Referências no corpo do texto112
2.6. A técnica bibliográfica113
2.6.1. Observações referentes à indicação do autor116
2.6.2. Observações quanto ao título dos escritos119
2.6.3. Observações quanto à edição do documento122
2.6.4. Observações quanto ao local de publicação122
2.6.5. Observações quanto à editora123
2.6.6. Observações quanto à data123

2. Aspectos técnicos da redação............................................................... 86

p á g in a s124

2.6.7. Observações quanto à indicação do número de 2.6.8. Observações gerais sobre alguns casos especiais . 124

registrados em fontes eletrônicas125
3. Formas de trabalhos científicos128
3.1. Trabalho científico e m onografia128
3.2. Os trabalhos d id á tico s\........................ 129
3.3. O resumo de textos130
3.4. A resenha bibliográfica131

2.6.9. Referenciação bibliográfica de documentos

A INTERNET COMO FONTE DE PESQUISA133
1. A pesquisa científica na Internet138
2. O correio eletrônico139

Capítulo VI

Capítulo VII

OBSERVAÇÕES METODOLÓGICAS REFERENTES AOS TRABALHOS DE PÓS-GRADUAÇÃO .....................................143

pós-graduação145
1.1. Características qualitativas145
1.2. Ciência, pesquisa e pós-graduação149
1.3. A tese de doutorado150
1.4. A dissertação de mestrado151
1.5. O ensaio teó rico152
1.6. Caráter monográfico e coerência do texto153
2. O processo de orientação154
3. O projeto de pesquisa157
3.1. Quanto ao título do projeto160

1. Qualidade e formas dos trabalhos exigidos nos cursos de

da p esq u isa161
3.3. A formulação das hipóteses161

3.2. Determinação e delimitação do tema e do problema

3.6. Estabelecimento do cronograma de pesquisa162
3.7. Indicação da bibliografia163
4. Observações técnicas específicas164
5. Outras exigências acadêmicas173
5.2. Os relatórios técnicos de pesquisa174
5.3. O m em o rial174
6. Atividades científicas extra-acadêmicas177
7. As exigências éticas da pesquisa180

5.1. Resumos técnicos de trabalhos científicos 173

Capítulo VIII

CIENTÍFICO183
1. A demonstração184
2. O raciocínio186
2.1. A formação dos conceitos187
2.2. A formação dos juízos190
2.3. A elaboração dos raciocínios191
3. Processos lógicos de estudo193
pesquisa197
1. As revistas científicas brasileiras198
2. Dicionários especializados245
3. As bibliografias especializadas256

Revistas, dicionários especializados, bibliografias e metodologia de 4. A metodologia da pesquisa nas diversas áreas científicas . 258

BIBLIOGRAFIA COMENTADA262
ÍNDICE DE ASSUNTOS *273

abstrata: embora tendo como horizonte um projeto que possa até ser utópico, esta discussão se dará com base na retomada das mediações histórico-sociais nas quais se tece a nossa própria realidade humana.

O projeto educacional é assim, necessariamente, um projeto político e pressupõe necessariamente um projeto antropológico. E por isso que não bastará à universidade dar capacitação científica e formação política, se ela não inserir estas dimensões numa dimensão mais ampla que é a da construção do próprio sentido da existência histórica da nação. Em termos muito mais concretos, isto significa que à educação cabe, em última análise, a construção da identidade autêntica do homem brasileiro.

Ora, diante de questões desta monta, aspectos didáticos do ensino perdem muito da sua relevância. Mas é neste contexto que se deve equacionar o lugar da metodologia como propedêutica didática. Além de não haver nenhuma incompatibilidade entre estas tarefas, a metodologia é um instrumental extremamente útil e seguro para a gestação de uma postura amadurecida frente aos problemas científicos, políticos e filosóficos que nossa educação universitária enfrenta. Entendo que não é possível aos estudantes adquirirem sua competência científica, técnica ou profis sional, sem disciplinada vida de estudos; e sem esta competência, não se concebe a compreensão do sentido político da própria formação nem a significação antropológica da educação. Tudo isto pressupõe grande amadurecimento que não se consegue por osmose, nem por meditação existencial ou por meios espontaneístas; pelo contrário, será uma dolorosa conquista, fruto de cansativo e persistente trabalho. E, muitas vezes, a crítica apressada a instrumentação metodológica e didática, em nome da prioridade dos objetivos educacionais, pode esconder ingênua ou maquia velicamente uma intenção cruel: a de negar aos dominados o acesso aos instrumentos e recursos para sua libertação. Por isso, a propedêutica didática tem, também ela, uma significação eminentemente política.

O Autor São Paulo, fevereiro de 1985.

Este livro objetiva apresentar àqueles que se iniciam à vida científica universitária alguns subsídios para as várias tarefas com que se defrontarão durante o desenvolvimento de seu trabalho intelectual.

Trata-se, pois, de uma iniciação metodológica ao trabalho intelectual a ser desencadeado desde o limiar da freqüentação universitária. São apresentadas normas bastante práticas para o estudo, visando tomá-lo cientificamente organizado, o que garan tirá, sem dúvida, resultados compensadores. São instrumentos operacionais, sejam eles técnicos ou lógicos, mediante os quais os estudantes podem conseguir maior aprofundamento na ciência, nas artes ou na filosofia, o que, afinal, é o objetivo intrínseco do ensino e da aprendizagem universitária.

Trabalho científico foi tomado, neste texto, em dois sentidos.

De modo geral, chamou-se trabalho científico "o conjunto de processos de estudo, de pesquisa e de reflexão que caracterizam a vida intelectual do universitário"; de modo restrito e mais técnico, trabalho científico foi considerado, especialmente no quinto capítulo, a própria "monografia científica, texto que relata disser- tivamente os resultados de uma pesquisa numa determinada área". Este livro não trata, pois, da investigação científica entendida como pesquisa experimental, de laboratório ou de campo: não é um texto de Metodologia da Pesquisa Científica e muito menos um texto de Lógica da Ciência. Por certo, alguns elementos técnicos ou lógicos são também usados nesses domínios, mas intencional mente os objetivos deste texto se limitam à esfera do trabalho científico enquanto conjunto de atividades intelectuais realizadas como exigências do curso superior, apresentando diretrizes para a criação de hábitos de estudo que sustentem validamente as posturas que constituem o trabalho científico.

Nesse sentido e com esse espírito, o primeiro capítulo apresenta algumas orientações que visam fornecer ao estudante uma visão global de como deve organizar sua vida de estudos' na universidade.

Trata da organização do próprio trabalho de maneira bem disci plinada para que dele se possa tirar maior proveito. Sugerido o instrumental geral que deverá ser usado como base do trabalho, chama-se a atenção para a necessidade e a importância da utilização de revistas, bibliografias e dicionários especializados para o estudo científico. O capítulo termina com um esquema das formas mais dinâmicas de se acompanhar o processo didático aula-estudo pessoal.

O proveito a se tirar do estudo deve ter sua continuidade garantida pela prática da documentação, técnica privilegiada de manipulação inteligente do instrumental de trabalho. A leitura da documentação tem finalidade mais restrita: visa tão-somente extrair de determinado texto apenas elementos relevantes para a elaboração de algum trabalho de pesquisa ou o estudo de assuntos prede terminados, como aqueles expostos em aula. De qualquer maneira, a leitura de documentação é sempre guiada por alguns temas diretores bem definidos. O segundo capítulo trata da leitura de documentação em vista do estudo em geral; para o caso da elaboração de uma monografia, a técnica da documentação será retomada no quinto capítulo, quando se tratará da terceira etapa da elaboração do trabalho científico.

O aprofundamento do estudo científico pressupõe ainda out forma de leitura: a leitura analítica, objeto do terceiro capítulo. Trata-se da abordagem para a análise e interpretação de textos. Apresenta-se então um modelo para o estudo mais rigoroso de um texto, em que se fornecem subsídios técnicos e lógicos para tornar mais acessível a apreensão do próprio conteúdo dos textos. A leitura, cientificamente conduzida, é instrumento fundamental para a aprendizagem no ensino superior, uma vez que todas as demais atividades, inclusive as aulas, a pressupõem. O texto é entendido como portador de uma mensagem codificada e trans mitida pelo autor ao leitor. A leitura é uma atividade de decd- dificação desta mensagem. Tal trabalho é feito pela leitura analítica;

A leitura analítica aborda 0 texto visando a sua compreensão exaustiva, a apreensão da mensagem como um todo. Deve ser feita, pois, quando se tem em vista a tomada de conhecimento de todo o conteúdo do texto. Serve, portanto, para o estudo pessoal, para a preparação de seminários, para a elaboração de relatórios, de roteiros de estudo, de resenhas e de resumos.

Enquanto a leitura de documentação é seletiva, a leitura analítica é globalizante, utilizando-se da análise apenas para chegar à síntese.

No quarto capítulo são apresentadas algumas sugestões para a preparação, elaboração e execução do seminário, entendido, neste texto, como método de estudo em grupo e atividade de classe específica aos cursos universitários. Nesse sentido, o seminário pressupõe e desenvolve tanto a leitura analítica como a leitura de documentação, alimentando também a reflexão e criando con textos e problemas sobre os quais versarão futuras pesquisas do universitário.

De fato, a pesquisa e a reflexão são os objetivos finais da vida científica universitária: se isso se concretiza quase que só na pós-graduação, não se pode perder de vista que a graduação deve ser irrefutavelmente e apesar de todos os fatos em contrário, uma rigorosa iniciação à pesquisa e à reflexão. Por isso, o quinto capítulo trata detalhadamente da elaboração da monografia científica. Estas diretrizes devem presidir, desde já, a elaboração dos trabalhos didáticos para o aproveitamento escolar. É uma questão de criar hábitos seguros e, quanto a isso, não se deve transigir. Ao uni versitário cabe adquirir disciplina rigorosa para a expressão codi ficada de seu pensamento, qualquer que seja sua área de estudo.

Para garantir ao aluno uma primeira iniciação ao manuseio dos recursos eletrônicos na busca de dados para seus trabalhos de pesquisa, serão apresentadas algumas diretrizes quanto ao acesso à Internet e aos demais equipamentos da informática e da multimídia, inclusive orientação para o registro documental dos dados aí colhidos.

Os trabalhos exigidos nos cursos de pós-graduação mereceram referência especial no sexto capítulo, porque, além de seguirem as exigências comuns a todas as formas de trabalhos científicos, devem seguir mais algumas que lhes são específicas, tanto do ponto de vista técnico como do ponto de vista da profundidade e do rigor científico que os caracterizam.

Toda atividade desenvolvida no contexto da vida de estudos universitários deve fundar-se numa disciplina lógica rigorosa. Por isso, este livro se encerra com o sétimo capítulo abordando alguns aspectos lógicos do pensamento humano que atuam como forma lógica subjacente ao discurso lingüístico. Foram tomados para esta ex posição apenas alguns elementos de lógica que são realmente utilizados quando pela prática cotidiana do trabalho intelectual.

Não se encontram neste texto todas as estruturações sistemáticas tanto da lógica formal clássica quanto da moderna lógica simbólica, estruturações que, dado seu rigor e profundidade, não se prestam à iniciação didática aos estudos superiores, exigindo já toda uma preparação mais prática ao raciocínio humano.

Uma bibliografia final comentada foi acrescentada para que os leitores possam tomar conhecimento de outras obras congêneres que, de vários pontos de vista, trazem diversificada contribuição ao trabalho didático-científico.

Dado o seu caráter instrumental, este livro deve ser paulati namente abordado, em função das progressivas solicitações e continuamente retomado até que se adquira, com as várias normias, a familiaridade indispensável para que sua aplicação se torne espontânea, eficaz e agradável.

Capítulo I

Ao dar início a essa nova etapa de sua formação escolar, a etapa do ensino superior, o estudante dar-se-á conta de que se encontra diante de exigências específicas para a continuidade de sua vida de estudos. Novas posturas diante de novas tarefas ser-lhe-ão logo solicitadas. Daí a necessidade de assumir pronta mente essa nova situação e de tomar medidas apropriadas para enfrentá-la. E claro que o processo pedagógico-didático continua, assim como a aprendizagem que dele decorre. No conjunto, porém, as suas posturas de estudo devem mudar radicalmente, embora explorando tudo o que de correto aprendeu em seus estudos anteriores.

Em primeiro lugar, é preciso que o estudante se conscientize de que doravante o resultado do processo depende fundamental mente dele mesmo. Seja pelo seu próprio desenvolvimento psíquico e intelectual, seja pela própria natureza do processo educacional desse nível, as condições de aprendizagem transformam-se no sentido de exigir do estudante maior autonomia na efetivação da aprendizagem, maior independência em relação aos subsídios da estrutura do ensino e dos recursos institucionais que ainda con tinuam sendo oferecidos. O aprofundamento da vida científica, passa a exigir do estudante uma postura de auto-atividade didática que sèra, sem dúvida, crítica e rigorosa. Todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade cria dora.

Em segundo lugar, convencido da especificidade dessa situa ção, deve o estudante empenhar-se num projeto de trabalho al tamente individualizado, apoiado no domínio e na manipulação de uma série de instrumentos que devem estar contínua e per manentemente ao alcance de suas mãos. E com o auxílio desses instrumentos que o estudante se organiza na sua vida de estudo e disciplina sua vida científica. Este material didático e científico serve de base para o estudo pessoal e para a complementação dos elementos adquiridos no decurso do processo coletivo de aprendizagem em sala de aula. Dado o novo estilo de trabalho a ser inaugurado pela vida universitária, a assimilação de conteúdos já não pode ser feita de maneira passiva e mecânica como costuma ocorrer, muitas vezes, nos ciclos anteriores. Já não basta a presença física às aulas e o cumprimento forçado de tarefas mecânicas: é preciso dispor de um material de trabalho específico à sua área e explorá-lo adequadamente.

1. OS INSTRUMENTOS DE TRABALHO

A formação universitária acarreta quase sempre atividades práticas, de laboratório ou de campo, culminando no fornecimento de algumas habilidades profissionais próprias de cada área. Na turalmente, as várias áreas exigem, umas mais, outras menos, essa prática profissional. Contudo, antes de aí chegar, faz-se necessário um embasamento teórico pelo qual responde, fundamentalmente, o ensino superior. Essa fundamentação teórica das ciências, das artes e das técnicas é justificativa essencial desse nível de ensino. E é por aí que se inicia a tarefa de aprendizagem na universidade.

A assimilação desses elementos é feita através do ensino em classe propriamente dito, nas aulas, mas é garantida pelo estudo pessoal de cada estudante. E é por isso que precisa ele dispor dos devidos instrumentos de trabalho que, em nosso meio. _são fundamentalmente bibliográficos

Ao dar início a sua vida universitária, o estudante precisa começar a formar sua biblioteca pessoal, adquirindo paulatina mente, mas de maneira bem sistemática, os livros fundamentais para o desenvolvimento de seu estudo. Essa biblioteca deve ser especializada e qualificada. As obras de referência geral, os textos clássicos esgotados, são encontrados nas bibliotecas das universi dades, das várias faculdades ou de outras instituições. E, no momento oportuno, essas bibliotecas devem ser devidamente ex ploradas pelo estudante. O estudante precisa munir-se de textosJ básicos para o estudo de sua área específica, tais como um dicionário, um texto introdutório, um texto de história, algum possível tratado \ mais amplo, algumas revistas especializadas, todas obras específicas j à sua área de estudo e a áreas afins. Posteriormente, à medida que o curso for avançando, deve adquirir os textos monográficos 1 e especializados referentes à matéria.

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