guiaeventos cerimonial redefera

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(Parte 4 de 6)

Guia de Eventos, Cerimonial e Protocolo | 41Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica

Os atos componentes da posse são: 1. Início da solenidade (mestre de cerimônias);

2. Composição da mesa de honra (Reitor atual, Reitor a ser empossado, Ministro ou Secretário da Setec, autoridades externas convidadas);

4. Anúncio das autoridades presentes (primeiro externas, depois internas, até coordenadores);

5.4.2 Diretor-geral de campus

Os atos componentes da posse são: 1. Início da solenidade (mestre de cerimônias);

2. Composição da mesa de honra (Reitor, Diretor-Geral atual, Diretor-Geral a ser empossado, autoridades exter nas convidadas);

4. Anúncio das autoridades presentes (primeiro externas; depois internas até coordenadores).

5. Abertura pelo Reitor 6. Discurso do atual Diretor- Geral; 7. Leitura do currículo do Diretor- Geral a ser empossado; 8. Leitura e assinatura do termo de posse; 9. Discurso do Diretor-Geral empossado; 10. Discurso do Reitor; 1. Encerramento da solenidade.

Os atos componentes da posse são: 1. Início da solenidade (mestre de cerimônias);

2. Composição da mesa de honra (Reitor, autoridades externas convidadas);

4. Anúncio das autoridades presentes (primeiro externas; depois internas até coordenadores);

5. Abertura pelo Reitor; 6. Leitura e assinatura do termo de posse; 7. Discurso de um representante discente (até 5 minutos);

8. Discurso de um representante dos técnicos administrativos (até 5 minutos);

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9. Discurso de um representante dos docentes (até 5 minutos);

10. Discurso de um representante da comunidade externa (até 5 minutos);

5.4.4 Novos Servidores

Os atos componentes da posse são: 1. Início da solenidade (mestre de cerimônias);

2. Composição da mesa de honra (Reitor, Diretor-Geral do campus (caso seja servidores de um ou mais campi) e Pró- Reitor ou Diretor responsável pelo Recursos Humanos);

4. Anúncio das autoridades presentes (primeiro externas; depois internas, até coordenadores).

5. Abertura pelo Reitor; 6. Pronunciamentos;

7. Leitura do termo de posse ( pode ser realizado pelo Diretor de Gestão de Pessoas);

8. Chamada dos novos servidores para a assinatura do termo de posse;

Obs.: As apresentações artísticas podem ser incluídas ao final da cerimônia ou no momento que acharem conveniente.

Cerimônia que comemora o início de uma obra. Na organização do evento, é preciso ter cuidado com os preparativos do local: onde os convidados irão ficar, condições do piso, luminosidade do espaço, cobertura, etc. Outro detalhe importante em eventos ao ar livre é a duração da cerimônia, que deverá ser rápida.

Para a solenidade, recomenda-se que faça parte da cerimônia a cápsula do tempo, a qual consiste em enterrar uma urna contendo elementos que caracterizam o dia do lançamento (jornais e revistas do dia, fotos, moedas, notas correntes, lista de presença e itens referentes à obra). Além disso, há discursos das autoridades presentes.

5.6 Outorga de Títulos Honoríficos

Trata-se do maior reconhecimento acadêmico de uma instituição, com a finalidade de premiar pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras, que em qualquer tempo tenham prestado relevantes serviços à causa da instituição e/ou à causa da educação, servindo de exemplo para a comunidade acadêmica e para a sociedade.

Títulos e concessões, de qualquer natureza, apenas têm validade se estiverem acompanhados de documento específico que os chancele. Neste caso, o mesmo deve ser incluído no estatuto ou outro documento que estabeleça as ações da instituição a outorga de títulos honoríficos, descrevendo qual o tipo de título que pode ser outorgado e quais as características que devem possuir os que recebem o título honorífico.

Segue abaixo alguns exemplos de títulos e suas atribuições para concessão:

I. Mérito Educacional, a membro da comunidade que se tenha distinguido por relevantes serviços prestados à instituição;

I. Professor Emérito, a docente aposentado da instituição, que tenha alcançado posição eminente em atividades educacionais;

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I. Professor Honoris Causa, a professor ou cientista ilustre, não pertencente à instituição, que a esta tenha prestado relevantes serviços;

IV. Doutor Honoris Causa, a personalidade que se tenha distinguido pelo saber ou pela atuação em prol das artes, das ciências, da filosofia, das letras ou do melhor entendimento entre os povos.

Atos protocolares

1. Inicia a solenidade com a composição da mesa; (Ex.: Reitor, autoridade federal, estadual, municipal, ou ainda o presidente da comissão responsável pela homenagem);

2. Entrada do homenageado, que sentará a mesa ou em local especial.

4. Leitura de breve histórico sobre a homenagem concedida, seguida da leitura do currículo, ressaltando seus méritos e o motivo da escolha;

5. Entrega do título ou condecoração; 6. Agradecimento do homenageado; 7. Outros pronunciamentos; 8. Pronunciamento do Reitor (ou representante oficial); 9. Encerramento.

A presente orientação restringe-se às solenidades de inauguração sem a presença do Presidente da República e do Ministro da Educação.

Cabe ainda a ressalva de que cada inauguração possui um contexto regional único e que o exposto no presente texto traz as linhas gerais como orientação aos diretores-gerais de campi e às demais autoridades inter nas.

5.7.2 Atos protocolares

5. Discursos – Diretor-Geral, Prefeito, Reitor, representante do

MEC, parceiros e autoridades de expressão no evento (5 minutos cada);

6. Descerramento de placa de inauguração e desenlace da fita inaugural (opcional);

6 FORMAS DE TRATAMENTO

A redação das comunicações oficiais deve, antes de tudo, seguir os preceitos explicitados no Capítulo I, Aspectos Gerais da Redação Oficial. Desta forma, é fundamental que se veja um aspecto comum a quase todas as modalidades de comunicação oficial: o emprego dos pronomes de tratamento, a forma dos fechos e a identificação do signatário.

Pronomes de Tratamento Breve História dos Pronomes de Tratamento

O uso de pronomes e locuções pronominais de tratamento tem larga tradição na língua portuguesa. De acordo com Said Ali,[1] após serem

Guia de Eventos, Cerimonial e Protocolo | 47Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica incorporados ao português os pronomes latinos tu e vós, “como tratamento direto da pessoa ou pessoas a quem se dirigia a palavra”, passou-se a empregar, como expediente linguístico de distinção e de respeito, a segunda pessoa do plural no tratamento de pessoas de hierarquia superior. Prossegue o autor:

“Outro modo de tratamento indireto consistiu em fingir que se dirigia a palavra a um atributo ou qualidade eminente da pessoa de categoria superior, e não a ela própria. Assim aproximavam-se os vassalos de seu rei com o tratamento de vossa mercê, vossa senhoria (...); assim usouse o tratamento ducal de vossa excelência e adotaram-se na hierarquia eclesiástica vossa reverência, vossa paternidade, vossa eminência, vossa santidade.”[2]

A partir do final do século XVI, esse modo de tratamento indireto já estava em voga também para os ocupantes de certos cargos públicos. Vossa mercê evoluiu para vosmecê, e depois para o coloquial você. E o pronome vós, com o tempo, caiu em desuso. É dessa tradição que provém o atual emprego de pronomes de tratamento indireto como forma de dirigirmo-nos às autoridades civis, militares e eclesiásticas.

[1] Said Ali, Manoel. Gramática secundária histórica da língua portuguesa. 3. ed. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1964. p. 93-94. [2] Id. Ibid.

Concordância com os Pronomes de Tratamento

Os pronomes de tratamento (ou de segunda pessoa indireta) apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal. Embora se refiram à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para a terceira pessoa. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “Vossa Senhoria nomeará o substituto”; “Vossa Excelência conhece o assunto”.

seu substituto” (e não “Vossavosso...”).

Da mesma forma, os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria nomeará Já quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.

Emprego dos Pronomes de Tratamento

Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. São de uso consagrado, Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

a) do Poder Executivo:

Presidente da República Vice-Presidente da República Ministros de Estado Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das Forças Armadas; Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos Estaduais; Prefeitos Municipais.

b) do Poder Legislativo:

Deputados Federais e Senadores; Ministros do Tribunal de Contas da União Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais; Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.

c) do Poder Judiciário:

Ministros dos Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes; Auditores da Justiça Militar.

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O Vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional, Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Senhor Senador, Senhor Juiz, Senhor Ministro, Senhor Governador,

No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:

A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70064-900 – Brasília/DF

A Sua Excelência o Senhor Senador Fulano de Tal Senado Federal 70165-900 – Brasília/DF

A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Juiz de Direito da 10a Vara Cível Rua ABC, no 123 01010-0 – São Paulo/SP

Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo (D), às autoridades arroladas na lista anterior. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.

Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares. O vocativo adequado é:

Senhor Fulano de Tal, (...) No envelope, deve constar do endereçamento: Ao Senhor Fulano de Tal Rua ABC, no 123 12345-0 – Curitiba. PR

Como se depreende do exemplo acima, fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.

Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico.

Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.

Mencionemos, ainda, a forma Vossa Magnificência, empregada por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de universidade. Correspondelhe o vocativo:

Os pronomes de tratamento para religiosos, de acordo com a hierarquia eclesiástica, são:

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Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao Papa. O vocativo correspondente é:

Santíssimo Padre, (...)

Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima, em comunicações aos Cardeais. Corresponde-lhe o vocativo:

Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal, (...)

Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos; Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos. Vossa Reverendíssima é empregado para sacerdotes, clérigos e demais religiosos.

AuTORIDADES DO

ABREVIATuRA

1. OuTROS TÍTuLOS ACADÊMICOS

Doutor*Senhor (a) Doutor (a) Doutor (a)Dr. Dr.ª

Doctor of Philosophy* Senhor (a) PhDPhDPhD

Mestre*Senhor Mestre e Senhora Mestra Mestre e MestraMe e Ma.

Comendador Senhor Comendador Comendador Com.

ProfessorSenhor

Professor Professor Prof.

*Tais títulos acadêmicos são usados em eventos da área. Fonte: Vade Mecum Cerimonial – Comando do Exército/ Ministério da Defesa

Briefing: É a compilação de todas as informações básicas para o estabelecimento de projetos, programas e planos de ação. Resumo de todas as informações das quais surgirão propostas de ações.

Juramentista: É aquele formando que profere o juramento oficial do curso. O juramentista deve entregar o juramento ao cerimonial no ensaio da cerimônia.

Orador: É o formando que faz o pronunciamento em nome dos demais formandos. O discurso deverá ser entregue no momento do ensaio ao cerimonial do campus.

Outorga de grau: Pode ser um casal ou apenas um aluno. É neste momento que o (a) Reitor (a) (ou seu representante) concede aos outorgantes por meio do decreto federal o grau de Tecnólogo, Bacharel ou Licenciado.

Paraninfo (a): É aquele que apadrinha. Personalidade de referência para o período em que os estudantes estiveram na instituição. É aquela pessoa que representa a turma na solenidade. Compete a ela realizar a entrega dos canudos bem como proferir o discurso.

Patrono (a): Personalidade de destaque na vida da turma. Pode fazer parte da composição da mesa de honra e, se houver, conduz o descerramento da placa do curso.

Presidente: Reitor ou delegado pelo Reitor – que discursa em um tempo de 03 a 05 (cinco) minutos, e, em seguida, encerra a sessão, com “declaro encerrada a presente sessão. Boa noite!”.

Homenagem afetiva: Professores ou colaboradores merecedores de destaque ou agradecimento. Não discursam. Sugere-se que as homenagens sejam extremamente breves.

Releases: São documentos divulgados por assessorias de imprensa para informar, anunciar, contestar, esclarecer ou responder à mídia sobre algum fato que envolva o assessorado, positivamente ou não. É, na prática, uma declaração pública oficial e documentada do assessorado. Geralmente, releases são usados para anúncios e lançamentos de

Guia de Eventos, Cerimonial e Protocolo | 53 novidades, que a assessoria tem interesse em que virem notícia. Um release bem estruturado pode ser o mote para uma pauta.

Press-kit: É um pacote de imprensa com informações sobre o evento, que pode conter brindes promocionais, amostra/réplica do produto ou o próprio produto, fotos de divulgação, credenciais de imprensa e outros itens que facilitem a cobertura jornalística sobre o que se quer divulgar e estimulem os jornalistas a publicar a intenção do assessorado.

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