Aspectos históricos da relação sociedade e deficiência Pré-História e Antiguidade

Aspectos históricos da relação sociedade e deficiência Pré-História e Antiguidade

Aspectos históricos da relação sociedade e deficiência: Pré-História e Antiguidade

Professora: Elisangela LamonierLeles Alunas: Anne Caroline, Danielly Barros e Jordana Goulart

Inicio da Humanidade

Nos primórdios da humanidade, quando o homem humanizou-se, não há registros a respeito de como era a existências dessas pessoas.

Assim torna-se difícil afirmar a respeito ou da existência de pessoas deficientes.

Contudo a história nos indica que o abandono seria a prática mais provável.

Não havia abrigo satisfatório para dias muito frios ou de muito calor, e para a alimentação era necessária a caça.

Assim a sobrevivência de pessoas deficientes nos grupos primitivos era impossível

Pois, o ambiente era bastante desfavorável e elas eram vistas como um fardo para o grupo.

Grécia Antiga

Em Esparta os meninos de 7 a 37 anos deveriam estar a serviço do exército. A exigência era de pessoas saudáveis.

Assim, aqueles que tivessem algum tipo de deficiência não estaria apto a exercício da guerra.

Ao nascer as crianças eram levadas a uma comissão oficial formada por anciões de reconhecimento de autoridade.

Conforme as leis se a criança parecesse feia, disforme e franzina, eles mesmos ficavam com ela.

Após pega-las levavam-na a lugar chamado Ápothetai, que significa depósito.

A Ápothetai Tratava-se de um abismo situado na cadeia de montanhas Tahgetos, perto de Esparta, onde a criança era lançada e encontraria a morte.

Em Atenas o trato para pessoas com deficiência era descarregado para o pai da criança, que era responsável por mata-la.

A morte de crianças era tão comum que até filósofos da época concordavam com a prática.

“No que concerne aos que receberam corpo mal organizado, deixa-os morrer (...) quanto às crianças doentes e às que sofrerem qualquer deformidade, serão levadas, como convém, a paradeiro desconhecido e secreto” (Platão in Silva, p. 124). ”

Roma Antiga

Em Roma, no primeiro momento, quem ia para a guerra eram os agricultores e o tratamento para aqueles que fossem deficientes era o mesmo dado na Grécia.

No segundo momento , após o século I a.C. o exército romano foi profissionalizado e assim passou a existir uma certa tolerância para as pessoas com deficiência.

Lei das Doze Tábuas

Guiada pela Lei das Doze Tábuas, toda criança considerada monstruosa devido a sua deficiência.

Poderia ser intencionalmente morta, inclusive desde o seu nascimento.

Entre os ricos e nobres alguns chegaram a ser imperadores, como, TiberiusClaudiusCésar Augustus Germanicus.

Porém a realidade dos pobres era diferente.

Existia um mercado especial para compra e venda de pessoas sem pernas ou braços, ou que possuíssem algum tipo de deficiência.

Surgimento do Cristianismo na Roma

Após muitas crianças nascerem com deficiência, os romanos constroem templos para o Deus da cura e da medicina.

Após a chegada do cristianismos os templos foram derrubados dando lugar as igrejas.

Homem como “ser” criado por Deus.

Eliminada a ação de banimento e as igrejas passam a acolher as pessoas com deficiência.

ROSETTO, E. ADAMI, A. S. ASPECTOS HISTÓRICOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. V. 1 n. 1 p. 103-108, 2006.

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