Artigo de Fisiologia Vegetal .docx

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Desempenho da alface em cultivo com e sem cobertura morta

Marcos Vinicius da Silva Alves (1)*, Adrianna Barreira de Macedo Carvalho (1); Guilherme Matos Pinheiro (1); Adalberto Carvalho Trindade (1); Paola Pieta Rambo(2) e Daniela Vieira Chaves (3)

(1) Graduando em Engenharia Agronômica, UFPI, Bom Jesus-PI, vinicius_silva.alves@hotmail.com, adriannabarreira@hotmail.com, guilhermemp123@hotmail.com, adalbertocarvalho2014@hotmail.com. (2) Mestranda em Fitotecnia, UFPI, Bom Jesus-PI, paolapieta@hotmail.com. (3) Drª em Fisiologia vegetal, UFPI, Bom Jesus-PI, chavesdv@gmail.com

Resumo: O objetivo desse trabalho foi avaliar o crescimento e desenvolvimento da alface cv. Brida nas condições climáticas de Bom Jesus- PI, sob o condicionamento da cobertura do solo. O experimento foi desenvolvido na área experimental do Campus Professora Cinobelina Elvas (CPCE) da Universidade Federal do Piauí (UFPI), localizado no município de Bom Jesus, Piauí, (09º 04’ 28”°S; 44º 21’ 31”°W; 277 m), no período de 07 de novembro de 2016 a 06 de janeiro de 2017. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, com avaliação feita em parcelas subdividas no tempo. Com 3 repetições, resultando em 6 parcelas na área experimental. A unidade experimental foi instituída por 40 plantas, tendo, portanto, 20 plantas por tratamento e totalizando 120 plantas no experimento. De maneira geral, verificou-se que os parâmetros avaliados foram significativos somente para temperatura do solo, clorofila b e massa seca da parte aérea (p < 0,05) influenciados pelas épocas de avaliação, comportamento não observado para as demais variáveis. Também não foi possível verificar interações significativas (p < 0,05) entre os tratamentos e as variáveis estudadas, indicando que não houve interdependência entre eles. A melhor produtividade da cultura foi para o cultivo com utilização de cobertura morta, tendo um aumento de 29% em relação ao cultivo desprovido de cobertura vegetal.

Palavras-chave: Lactuca sativa, produtividade, condicionamento do solo

Introdução

A alface (Lactuca sativa) é pertencente à família Asteraceae, sendo uma das hortaliças folhosa amplamente cultivada em diversos países, senão uma da mais consumidas. É considerada a hortaliça folhosa mais importante na alimentação do brasileiro, o que assegura essa hortaliça expressiva importância econômica (Carvalho et al., 2005) e social na agricultura familiar.

No Brasil, a cultura da alface corresponde a aproximadamente 35.000 ha, sendo que o grupo que predomina é do tipo crespa. Neste grupo, enquadra-se a cv. Verônica, liderando com 70% do mercado, enquanto o tipo americana detém 15% deste (Costa e Sala, 2005). Dentre as hortaliças de folhas, a alface é a mais plantada e consumida pela população brasileira. O estado de São Paulo é o principal produtor de hortaliças e tem o maior mercado consumidor do Brasil (Camargo Filho; Camargo, 2008).

A alta temperatura é um dos fatores limitantes ao desenvolvimento dessa hortaliça, principalmente o aumento da temperatura do solo que causa estresse à planta, acelera o metabolismo, dificulta a absorção de nutrientes e retarda o desenvolvimento radicular (Santos et al., 2010). Um solo bem vegetado reflete parte da incidência dos raios solares impedindo assim a elevação da temperatura do solo (Conceição et al., 1999).

O uso de sistemas de coberturas de solo tem-se mostrado eficiente no cultivo de alface, proporcionado maior produção e maior qualidade do produto (Oliveira et al., 2008). A prática da cobertura do solo com palhas proporciona o controle de plantas invasoras, menor evaporação da água do solo, economia de água de irrigação e redução do custo de produção (Branco et al., 2010).

A utilização do sistema de plantio direto com cobertura morta, além de reduzir a temperatura e oscilação térmica do solo, proporciona maior aporte de biomassa, fornece matéria orgânica, favorece a atividade biológica e redução da erosão causada por ventos e chuvas (Ferreira et al., 2009; Solino et al., 2010).

Segundo Carvalho et al. (2005) concluíram, ao estudar o efeito de diferentes materiais (palha de arroz, palha de café, capim brachiaria, serragem e testemunha sem cobertura) na produtividade de alface que, independente da cobertura utilizada em superfície, os melhores resultados foram obtidos com o uso de material orgânico sobre os canteiros. A utilização de adubação orgânica oriunda de estercos de animais e compostos orgânicos, de diferentes origens, tem sido utilizada no cultivo de hortaliças em muitas propriedades agrícolas.

Objetivou-se com a execução deste trabalho, avaliar o crescimento e desenvolvimento da alface cv. Brida nas condições climáticas de Bom Jesus- PI, sob o condicionamento da cobertura do solo.

Material e métodos

O experimento foi desenvolvido na área experimental do Campus Professora Cinobelina Elvas (CPCE) da Universidade Federal do Piauí (UFPI), localizado no município de Bom Jesus, Piauí, (09º 04’ 28”°S; 44º 21’ 31”°W; 277 m), no período de 07 de novembro de 2016 a 06 de janeiro de 2017. O clima da região é do tipo Awa, segundo a classificação climática global de Köppen, com duas estações bem definidas, sendo uma seca, de maio a setembro, e outra, chuvosa, de outubro a abril. Os elementos climáticos (Figura 1) foram coletados na estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). O solo utilizado no experimento foi identificado como Latossolo Amarelo, textura média, cuja análise química se encontra na Tabela 1.

Figura 1: Evolução temporal dos elementos climáticos no período correspondido entre 07 de novembro de 2016 a 06 de janeiro de 2017

Tabela 1: Composição química do solo coletado na área experimental, antes da instalação do experimento, em Bom Jesus, PI, Brasil, 2016

pH H2O

H+Al

Al

Ca

Mg

K

SB

T

P

K

---------------------------------cmolc dm-3-------------------------

----mg dm-3----

4,60

3,47

0,20

0,37

0,11

0,15

0,62

4,09

7,12

58,10

Cu

Fe

Mn

Zn

V

m

MO

Argila

Silte

Areia

----------------mg dm-3------------

--------%-------

-------------------g kg-1--------------

0,06

52,35

4,44

0,00

15,30

24,20

11,01

347,00

44,00

609,00

H + Al: acidez potencial; SB: soma de bases; CTC: capacidade de troca catiônica a pH 7,0; MO: matéria orgânica; V: saturação por bases.

Utilizou-se a cultura da alface, cultivar Brida. As mudas de alface foram produzidas em bandejas de isopor (poliestireno) de 128 células preenchidas com substrato comercial Balsaplant®, onde foi realizada a semeadura no dia 07/11/2016, esta foi realizada com cinco sementes por célula, com posterior desbaste, deixando apenas uma plântula por célula e alocadas em casa de vegetação (sombrite 50%) permanecendo até o transplantio. Este foi realizado quatro semanas após a semeadura, quando as plantas apresentavam de 4 a 5 folhas definitivas, as mudas de alface foram transplantadas para um canteiro, adotando-se o espaçamento de 0,30 x 0,30 m, perfazendo uma área de 12,0m de comprimento com 1,5m de espessura.

O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, com avaliação feita em parcelas subdividas no tempo. Com 3 repetições, resultando em 6 parcelas na área experimental. A unidade experimental foi instituída por 40 plantas, tendo, portanto, 20 plantas por tratamento e totalizando 120 plantas no experimento. Os tratamentos utilizados foram com e sem palhada.

As avaliações procederam-se em cinco épocas de amostragem para análise de crescimento da cultura (subparcelas): 39, 43, 45, 50, 60 dias após o transplantio (DAT), cujos parâmetros avaliados foram a temperatura da folha (TF), temperatura do solo (TS), esses medidos com o auxílio de um termômetro a laser, clorofila “A” (CA), clorofila “B” (CB) medidas com clorofilômetro, número médio de folhas por planta (NF) e massa seca da parte aérea (MSPA), onde o material foi submetido à secagem em estufa com circulação forçada de ar, à temperatura de 60 °C, por 72 horas, pesado em balança digital (precisão 0,01g).

Durante a realização do experimento, foram feitas três irrigações diárias ás 06:00, 10:00 e 17:00, manuais com auxílio de um regador. A adubação do canteiros procederam-se através da utilização de esterco caprino.

A colheita foi realizada 60 DAS. Nesta ocasião, determinou-se a temperatura do solo, temperatura da folha, número de folhas, clorofila A e B e massa fresca. O material colhido foi lavado em água corrente e pesado em balança digital com precisão 0,01g.

Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística no programa R (2014), procedendo-se teste de médias para variáveis significativas (p<0,05). Utilizou-se o programa SigmaPlot (2008) para realização da regressão.

Resultados e discussão

De maneira geral, verificou-se que os parâmetros avaliados foram significativos somente para temperatura do solo, clorofila b e massa seca da parte aérea (p < 0,05) influenciados pelas épocas de avaliação (Tabela 2) comportamento não observado para as demais variáveis. Também não foi possível verificar interações significativas (p < 0,05) entre os tratamentos e as variáveis estudadas, indicando que não houve interdependência entre eles.

Tabela 2: Resumo da análise de variância (valores de F) das características número de folhas (NF), temperatura do solo (TS), temperatura da folha (TF), clorofila a (CA), clorofila b (CB), massa seca parte aérea (MSPA) da alface (Lactuca sativa L. cv Brida), em função de épocas de avaliação. Bom Jesus,PI, Brasil, 2016

Fontes de variação

GL

Quadrados Médios

NF

TS

TF

CA

CB

MSPA

TRAT

1

6,3787NS

0,3203NS

2,028NS

1,281NS

0,4898NS

0,00314NS

Bloco

2

5,5731NS

2,1631NS

6,4206NS

2,185NS

0,3485NS

0,33358NS

Erro a

2

1,0843

1,9293

0,9524

0,720

0,0391

0,08581

DAS

4

28,1352***

9,0726**

8,1986**

54,519*

6,655*

2,40081***

TRAT*DAS

4

2,8926NS

1,3109NS

0,5543NS

3,884NS

0,5256NS

0,05906NS

Erro b

16

1,4514

1,5394

1,4918

16,818

1,6146

0,10615

Total

29

-

-

-

-

-

-

CV(%)1

 

12,5037

4,9472

3,6391

3,4816

3,2395

31,7609

CV(%)2

 

14,4665

4,419

4,5545

16,8259

20,8044

35,325

*** significativo a 0,1%; **1%; * 5% de probabilidade; NS= não significativo; CV= coeficiente de variação.

Em estudo com cobertura morta do solo no cultivo de alface, Carvalho et al. (2000) constatou que nos tratamentos com cobertura: capim, palha de arroz, palha de café e serragem, as plantas de alface apresentaram maior produtividade quando comparada com a testemunha, mostrando a eficiência da cobertura, resultados divergentes dos aqui apresentados tendo em vista que no presente estudo os dados de produção do tratamento com cobertura morta (capim), não se diferenciou, estatisticamente, do solo desprovido de cobertura vegetal. Isso pode ser explicado pelo pouco tempo em que o material de cobertura permaneceu no solo, além disso, não houve incorporação da palhada, o que aceleraria a decomposição desse material, e consequentemente a imobilização de N do solo.

Em relação às variáveis que foram significativas apenas em relação aos dias após a semeadura (DAS), é possível observar que a temperatura do solo com cobertura vegetal (TS) e clorofila b (CB) se adequaram ao modelo quadrático, quando submetidas a analise de regressão, já a massa seca da parte aérea (MSPA) se adequou ao modelo linear (Figuras 2A, 2B, e 2C respectivamente), na qual apresentam uma queda no início e depois se elevam. Em relação à clorofila sabe-se que estas são sintetizadas, mas também são degradadas por fatores endógenos, pois ao longo do ciclo das plantas as folhas tendem a senescer, essa degradação natural visa à solubilidade do pigmento e eliminação das propriedades fotodinâmicas, mas fatores externos tais como redução de luz e mudanças de temperatura também influenciam nesta variável (Borrmann, 2009).

Figura 2A: Análise de regressão para variáveis fitotécnicas, referente a clorofila b e DAS

Figura 2B: Análise de regressão para variáveis fitotécnicas, referente a temperatura do solo e DAS

Figura 2C: Análise de regressão para variáveis fitotécnicas, referente a massa seca da parte aérea e DAS

Com isso, observamos (Figura 2B) que a temperatura do solo foi significativa apenas para o cultivo no solo provido de cobertura vegetal, na qual a temperatura do solo apresenta um decréscimo no início e depois se eleva, pressupõem-se que isso foi decorrente da degradação da matéria orgânica pelos microrganismos e o consequente efeito da quantidade de cobertura do solo no balanço de energia, pois sendo essa um fator microclimático, influencia a interceptação (absorção e reflexão) da radiação global, modificando toda a dinâmica térmica do solo (Pereira et al., 2002).

Não foi observada diferença significativa no que se refere à produção de massa seca das folhas da alface. A maior acumulação de MSPA (Figura 2C) na cultivar Brida é o reflexo da maior área foliar, decorrente da idade da planta, pois o valor dessa variável está associado diretamente ao da área fotossintética da planta. Plantas com maior área fotossintética, consequentemente, terão maior produção de fotoassimilados, resultando em um melhor crescimento e desenvolvimento, refletindo no acúmulo de massa seca na parte aérea.

A massa seca das plantas está diretamente associada à capacidade de fixação de CO2 atmosférico, por fotossíntese, e esta é tanto mais elevada quanto maior for a área foliar. Entretanto, o ganho de massa não pode ser atribuído apenas à área foliar, mas também à capacidade de aproveitamento da energia luminosa, que envolve, sobretudo o mecanismo de fixação de carbono, que é o responsável principal por governar o crescimento e o desenvolvimento vegetal (Caron et al., 2012).

Estaticamente não houve diferença significativa entre os tratamentos, porém, a produtividade (Tabela 2) do tratamento com palhada teve um aumento de aproximadamente 29% a mais quando comparado ao tratamento sem palhada.

Tabela 2: Produtividade da alface cv. Brida, em Kg/ ha, cultivado em solo provido de cobertura vegetal e desprovido de cobertura vegetal

Análises

Tratamento

 

 

C/ Palhada

S/ Palhada

Produção

0,0641 kg

0,0457 kg

Produtividade

170,03 kg/há

121,30 kg/ha

Outro aspecto que deve ser ressaltado é que as coberturas reduziram visivelmente a emergência de plantas invasoras em relação ao solo descoberto. Esse fato pode ser explicado devido à cobertura modificar as condições em que as sementes das plantas daninhas germinam, dificultando a emergência pela menor incidência da luz, menor amplitude térmica do solo entre dia e noite, liberação de aleloquímicos e pela barreira física imposta pelas coberturas (CARVALHO et al., 2005).

Conclusão

O sistema de cultivo com cobertura de solo não se diferenciou do cultivo convencional para as características avaliadas da alface.

Verificou-se que dias após a semeadura influenciou em todas as características fitotécnicas avaliadas, tendo em vista a própria fenologia da planta.

A melhor produtividade da cultura foi para o cultivo com utilização de cobertura morta, tendo um aumento de 29% em relação ao cultivo desprovido de cobertura vegetal.

Agradecimentos

Á professora Dr. Daniela Vieira Chaves por ter nos dado a oportunidade e apoio para realizar este experimento.

Á mestranda Paola Pieta Rambo e ao monitor Adalberto Carvalho Trindade por toda ajuda, esforço, orientação e principalmente paciência, sem vocês a realização deste trabalho não seria possível.

Ao graduando em Engenharia Agronômica Gabriel Sirqueira Tavares Fernandes pela ajuda na análise de regressão.

É impossível citar todos os nomes dos colaboradores desse trabalho, mas queremos agradecer em especial nossos colegas graduandos em Engenharia Agronômica, Giselle Mendes Fonseca, Iandara Freitas Sousa e Kaio Gabriel da Conceição Santos que contribuíram com ajuda nas irrigações e transplantio.

A todos que direta ou indiretamente fizeram parte da elaboração deste trabalho, о nosso muito obrigado.

Referências

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