Pragas da soja no brasil e seu manejo integrado

Pragas da soja no brasil e seu manejo integrado

(Parte 1 de 4)

ISSN 1516-7860

Clara Beatriz Hoffmann-Campo Bióloga, PhD

Flávio Moscardi Eng° Agr°, PhD

Beatriz S. Corrêa-Ferreira Bióloga, PhD

Lenita Jacob Oliveira Eng° Agr°, PhD

Daniel Ricardo Sosa-Gómez Eng° Agr°, PhD

Antonio Ricardo Panizzi Eng° Agr°, PhD

Ivan Carlos Corso Eng° Agr°, Msc

Décio Luiz Gazzoni Eng° Agr°, Msc

Edilson Bassoli de Oliveira (in memorian)

Embrapa Soja. Circular Técnica, 30ISSN 1516-7860 comitê de publicações

CLARA BEATRIZ HOFFMANN-CAMPO Presidente tiragem

5000 exemplares Dezembro/2000 diagramação

… [et al.]. - Londrina: Embrapa Soja, 200070p. -- (Circular Técnica / Embrapa

Pragas da soja no Brasil e seu manejo integrado / Clara Beatriz Hoffmann-Campo Soja, ISSN 1516-7860; n.30).

1.Soja-Praga-Brasil. 2.Praga-Manejo integrado. I.Hoffmann-Campo, Clara

Beatriz. I.Moscardi, Flávio. II.Correa-Ferreira, Beatriz Spalding. IV.Sosa-Gómez, Daniel Ricardo. V.Panizzi, Antonio Ricardo. VI.Corso, Ivan Carlos. VII.Gazzoni, Décio Luiz. VIII.Oliveira, Edilson Bassoli de. IX.Série. X.Título.

CDD 633.34970981

Ó Embrapa 2000 Conforme Lei 9.610 de 19.02.98

Apresentação

O Manejo Integrado de Pragas da Soja é considerado um dos exemplos mais significativos do mundo, em relação ao impacto econômico, ambiental e social, servindo de modelo para outros programas no Brasil e outros países da América Latina. Após a adoção parcial ou total do MIPSoja, uma quantidade enorme de produtos químicos deixaram de ser aplicados no ambiente e as aplicações passaram a ter critérios técnicos, baseados nos níveis de ação, estimados através dos dados obtidos no monitoramento das pragas. Sendo assim, o MIP promoveu uma racionalização no controle de pragas, reduzindo substancialmente o volume e mudando o perfil dos inseticidas utilizados.

O programa tem sido atualizado continuamente para atender as demandas do campo na obtenção de um produto economicamente competitivo, mas ecologicamente viável, respondendo aos anseios da sociedade pela preservação ambiental e por alimentos sem contaminação. A expansão da cultura para outras regiões, as mudanças nos sistemas de cultivo e a adaptação da fauna a essa nova realidade, são alguns dos desafios mais recentes. “Pragas da Soja no Brasil e seu Manejo Integrado” fornece subsídios para a correta identificação de pragas tradicionais e daquelas mais recentemente adaptadas à cultura da soja. As pragas potenciais ou as que atacam, esporadicamente, a soja também são descritas e, sempre que possível, apresentadas em fotos para facilitar o seu reconhecimento. Além disso, a circular técnica mostra os principais avanços das pesquisas, sugerindo o modo mais racional de controle, considerando sempre a preservação dos inimigos naturais, os quais mereceram atenção especial nesta publicação.

Ao longo dos 27 anos de existência do MIP-Soja no País, inúmeras publicações técnicas foram lançadas, abordando tecnologias e aspectos específicos relacionados ao manejo de pragas. Os entomologistas da Embrapa Soja, num esforço conjunto, reuniram essas informações dispersas para facilitar a luta constante da assistência técnica e de agricultores na condução sustentável das propriedades rurais.

José Renato Bouças Farias

Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento Embrapa Soja

INTRODUÇÃO9
PRAGAS DA SOJA1
1 PRAGAS QUE ATACAM AS FOLHAS1
1.1 Anticarsia gemmatalis (Lep.: Noctuidae)1
1.2 Pseudoplusia includens (Lep.: Noctuidae)14
1.3 Coleópteros desfolhadores15
1.4 Outros organismos que atacam as folhas17
2PRAGAS QUE ATACAM VAGENS E GRÃOS20
2.1 Percevejos sugadores de sementes20
2.2 Lagartas das vagens26
2.3 Brocas das vagens26

ABSTRACT .....................................................................................................7

E PECÍOLOS27
3.1 Sternechus subsignatus (Col.: Curculionidae)27
3.2 Elasmopalpus lignosellus (Lep.: Pyralidae)30
3.3 Epinotia aporema (Lep.: Tortricidae)31
e pecíolos32
e pecíolos3
4PRAGAS QUE ATACAM AS RAÍZES DA SOJA34
4.1 Corós34
4.2 Percevejo-castanho-da-raiz35
4.3Outros insetos que atacam as raízes37
INIMIGOS NATURAIS DAS PRAGAS DA SOJA37
1 PREDADORES37
1.1 Hemípteros38
1.2 Coleópteros38
2 PARASITÓIDES38

3PRAGAS QUE ATACAM PLÂNTULAS, HASTES 3.4Outros insetos que atacam plântulas, hastes 3.5Outros organismos que atacam plântulas, hastes Sumário

2.2 Parasitóides de percevejos41
3 ENTOMOPATÓGENOS43
3.1 Vírus43
3.2 Fungos45
AMOSTRAGEM DAS PRAGAS47
CONTROLE INTEGRADO E NÍVEL DE AÇÃO49
AS FOLHAS49
1.1 Anticarsia gemmatalis49
1.2 Pseudoplusia includens e outros Plusiinae52
1.3 Coleópteros desfolhadores52
1.4Outros organismos que atacam as folhas53

1CONTROLE INTEGRADO DAS PRAGAS QUE ATACAM

AS VAGENS E GRÃOS53
2.1 Percevejos53
2.2 Lagarta-das-vagens57
2.3 Broca-das-vagens58

2CONTROLE INTEGRADO DAS PRAGAS QUE ATACAM

PLÂNTULAS, HASTES E PECÍOLOS58
3.1 Sternechus subsignatus58
3.2 Epinotia aporema59

3CONTROLE INTEGRADO DAS PRAGAS QUE ATACAM

AS RAÍZES60
4.1 Corós60
4.2 Percevejo-castanho-da-raiz61
CONSIDERAÇÕES FINAIS61
AGRADECIMENTOS62

4CONTROLE INTEGRADO DAS PRAGAS QUE ATACAM REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................................................63

The technology of Soybean Integrated Pest Management (Soybean-

IPM) was implemented in Brazil in the decade of 1970, and it has been constantly been improved. The decision of pest control is taken based in a group of information concerning to insects presence and density, the occurrence of natural enemies and in the capacity of the crop to tolerate damage. The field scouting, the correct identification of pests and their natural enemies, as well as the knowledge of the stage of the plant development and the injury threshold levels (ITLs) are important components of the Soybean-IPM. Soybean crop is subject to the attack of insects from the germination to maturation. Soon after the germination, in the beginning of the vegetative stage, several insects as the stem borer gall maker (Sternechus subsignatus), the lesser corn stalk borer (Elasmopalpus lignosellus), the white grub complex (Scarabaeoidea) and the burrower brown bug (Scaptocoris castanea and Atarsocoris brachiareae) can cause damage to soybean. The velvetbean caterpillar (Anticarsia gemmatalis), the soybean looper (Pseudoplusia includens) and several other leaf-feeder insects attack the plants, mainly during the vegetative and blooming stage of crop development. The stink bugs (Nezara viridula, Piezodorus guildinii and Euschistus heros), among other species, cause damage to soybean from the pod set to the end of the pod filling. Soybean crop can also be attacked by other species of insects, considered sporadic, whose population increase is determined by climatic alterations, or other factors as the specific production systems of each region. The insect-pest populations are naturally controlled by predators, parasitoids and diseases, known as natural enemies. In spite of the damages caused by insects may be alarming, the preventive application of agrochemicals is not recommended. In addition to the environmental pollution problems, natural enemies can be eliminated and the cost of production can significantly be increased by unnecessary insecticide applications. As part of the Soybean-IPM, several methods can be used to the control of pests. Beside biological and chemical control, crop rotation and the manipulation of the sowing period have been recommended mainly for long cycle insects. The pests and the components of Soybean-IPM will be discussed in the subsequent paragraphs.

A tecnologia de Manejo Integrado de Pragas da Soja (MIP-Soja) foi implantada no Brasil, na década de 1970, e tem sido aperfeiçoada constantemente. Essa tecnologia orienta na tomada de decisões de controle de pragas com base num conjunto de informações sobre os insetos e sua densidade populacional, na ocorrência de inimigos naturais e na capacidade da cultura de tolerar os danos. Assim, o monitoramento da lavoura, a identificação correta das pragas e dos inimigos naturais, o conhecimento do estádio de desenvolvimento da planta e dos níveis de ação são importantes componentes do MIPSoja.

A cultura da soja está sujeita ao ataque de insetos desde a germinação à colheita (Tabela 1). Logo após a germinação, a partir do início do estádio vegetativo, vários insetos como o bicudo-da-soja (Sternechus subsignatus), a lagarta elasmo (Elasmopalpus lignosellus), os corós (Scarabaeoidea) e os percevejos-castanhos-da-raiz (Scaptocoris castanea e Atarsocoris brachiariae) danificam a cultura. Mais adiante, a lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis), a lagarta falsa-medideira (Pseudoplusia includens) e vários outros desfolhadores atacam as plantas, ocorrendo em maior número durante as fases vegetativa e de floração.

Com o início da fase reprodutiva, surgem os percevejos sugadores de vagens e sementes (Nezara viridula, Piezodorus guildinii e Euschistus heros), dentre outras espécies, que causam danos desde a formação das vagens até o final do enchimento dos grãos. A soja pode, também, ser atacada por outras espécies de insetos, consideradas pragas esporádicas, cujos aumentos populacionais são determinados por alterações climáticas, ou outros fatores, como, por exemplo, os sistemas de produção específicos de cada região.

Os insetos-pragas têm suas populações controladas natural-

1Anticarsia gemmatalisFoPraga principal Epinotia aporemaFo, Br, VaSecundária, com alguma importância em áreas restritas

Omiodes indicatusFoSecundária, geralmente ocorrendo no final do ciclo da cultura, quando a desfolha não é importante

Pseudoplusia includens Fo Secundária Rachiplusia nu Fo Secundária Cerotoma sp.Fo(A), No(L)Secundária, em áreas de soja precedida por feijão Diabrotica speciosaFo(A), Ra(L)Secundária, em áreas de soja precedida por milho ''safrinha'' Aracanthus moureiFo, PeSecundária, ocorrência no início do crescimento da soja Maecolaspis calcarifera Fo Secundária Megascelis sp. Fo Secundária Chalcodermus sp.FoSecundária, praga regionalmente importante Bemisia argentifoliiFoSecundária, com potencial alto de dano Gafanhotos Fo Esporádica Ácaros Fo Esporádica

TripesFjSecundária, importante em áreas muito restritas, vetores de vírus da “queima do broto”

Nezara viridulaVa, SePraga principal Piezodorus guildiniiVa, SePraga principal Euschistus herosVa, SePraga principal Dichelops furcatus Va Secundária Edessa meditabunda Va Secundária Thyanta perditor Va Secundária Acrosternum sp. Va Secundária Ethiella zinckenellaVaSecundária, com alguma importância em áreas restritas Spodoptera latifascia Va Esporádica Spodoptera eridania Va Esporádica Maruca testulalis Va Esporádica

Sternechus subsignatusHaPraga regionalmente importante

Elasmopalpus lignosellusHaEsporádica, usualmente importantes em anos com prolongado período seco, na fase inicial da cultura

Myochrous armatus Ha Esporádica Blapstinus sp.Pl, HaEsporádica Piolhos-de-cobraPl, PpSecundária, importante em áreas de semeadura direta Caracóis e lesmasPl, Co, FjSecundária, importantes em áreas de semeadura direta

Phyllophaga spp. (Corós)RaPraga regionalmente importante Scaptocoris castaneaRaPraga regionalmente importante Cochonilhas-da-raizRaSecundária, importantes em áreas de semeadura direta

TABELA 1.Pragas da soja, parte da planta atacada e sua importância relativa.

InsetoParte da plantaatacada

Importância Br = brotos; Co = cotilédones; Fj = folhas jovens; Fo = folhas; Ha = hastes; No =nódulos; Pe = pecíolos; Pl = plântulas; Pp = plantas pequenas; Ra = raízes; Se = sementes; Va = vagens.

(A) = adulto, (L) = larva.

mente por predadores, parasitóides e doenças, conhecidos como inimigos naturais. Apesar de os danos causados por insetos serem, em alguns casos, alarmantes, não se recomenda a aplicação preventiva de produtos químicos. Além do problema de poluição ambiental, pode ocorrer a eliminação de inimigos naturais e as aplicações desnecessárias podem elevar significativamente o custo de produção.

Como parte do MIP-Soja, vários métodos como o biológico e o químico podem ser utilizados para o controle das principais pragas. Além disso, a rotação de culturas e a manipulação da época de semeadura têm sido recomendadas principalmente para insetos de ciclo longo. As pragas e os componentes do MIP serão discutidos na seqüência.

1 PRAGAS QUE ATACAM AS FOLHAS

1.1 Anticarsia gemmatalis (Lep.: Noctuidae)

A lagarta-da-soja é encontrada em todos os locais de cultivo, sendo o desfolhador mais comum da soja no Brasil. Costuma atacar as lavouras a partir de novembro, nas regiões ao Norte do Paraná, e a partir de dezembro a janeiro no Sul do País, podendo causar desfolhamento, que pode chegar a 100%.

A mariposa (Fig. 1a) possui coloração cinza, marrom ou bege, na maioria das vezes apresentando uma listra transversal escura ao longo das asas, unindo as pontas do primeiro par de asas. O processo reprodutivo, incluindo o acasalamento e a oviposicão, ocorre à noite.

FIG. 1.Anticarsia gemmatalis: (a) mariposa, (b) ovos, (c) lagarta, 3º ínstar, (d) lagarta, forma verde, (e) lagarta, forma preta, (f) pupa c e d f

Os ovos (Fig. 1b) são depositados isoladamente, na parte inferior das folhas, no caule, nos ramos e nos pecíolos com maior concentração nos terços médio e inferior das plantas. Têm a coloração verde clara assim que depositados e, com o passar do tempo, podem se tornar acinzentados e, posteriormente, marrom escuro, próximo à eclosão das larvas. O período de incubação é de, aproximadamente, três dias e cada fêmea tem capacidade para colocar até 1000 ovos; cerca de 80% são depositados nos primeiros oito a dez dias de vida. A longevidade das fêmeas é de, aproximadamente, 20 dias.

Nos dois primeiros ínstares (Fig. 1c), as lagartas, na média medem 3 e 9mm, respectivamente, e apresentam os dois primeiros pares de falsas pernas vestigiais no abdômen. Se locomovem medindo palmos, podendo ser confundidas com as lagartas falsasmedideiras. Nesses dois ínstares, as lagartas raspam o parênquima foliar; somente a partir do terceiro ínstar conseguem perfurar as folhas. A fase larval tem a duração de 12 a 15 dias e as lagartas podem consumir cerca de 100 a 150cm² de área foliar; aproximadamente oo96% desse consumo ocorre do 4 ao 6 ínstares larvais.

A lagarta (Fig. 1d) apresenta coloração geral verde, com estrias longitudinais brancas sobre o dorso. Em condições de alta população, ou escassez de alimento, a lagarta torna-se escura (Fig. 1e), mantendo as estrias brancas. Possui quatro falsas pernas, no abdômen, e passa por seis ínstares larvais, podendo atingir 40mm de comprimento. Quando a lagarta pára de se alimentar no último ínstar larval, entra na fase de pré-pupa, que dura de um a dois dias. A lagarta empupa no solo, numa profundidade de até 2cm. A pupa recém formada tem coloração verde-clara, tornando-se, posteriormente, marrom escura e brilhante (Fig. 1f). A fase de pupa dura nove a dez dias, quando emergem as mariposas.

1.2 Pseudoplusia includens (Lep.: Noctuidae)

O adulto da lagarta falsa-medideira (Fig. 2a) apresenta a coloração marrom acinzentada, com duas manchas prateadas no primeiro par de asas; em repouso, as asas da mariposa formam um ângulo de, aproximadamente, 90 graus. O acasalamento ocorre à noite e os ovos são depositados individualmente, a maioria na face inferior das folhas. A fêmea vive, aproximadamente, 15 dias e é capaz de colocar mais de 600 ovos, durante o seu período de vida.

A lagarta (Fig. 2b) apresenta coloração verde-clara, com linhas olongitudinais esbranquiçadas no dorso, podendo, no 6 ínstar, medir 35mm. Possui apenas dois pares de falsas pernas abdominais, movimentando-se arqueando o corpo como se estivesse “medindo palmos”. O ciclo da falsa-medideira pode durar cerca de 15 dias e, durante esse período, pode consumir até 200cm² de área foliar da

FIG. 2.Pseudoplusia includens: (a) mariposa, (b) lagarta, (c) pupa a b c soja. Como essa lagarta não consome as nervuras da folha, o desfolhamento apresenta um aspecto rendilhado. Na fase de pupa, de cor verde, o inseto forma uma teia sob as folhas de soja, dobrando-as. Nesse local, a pupa permanece até a emergência do adulto (Fig. 2c).

No Brasil, além de P. includens, outras espécies de Plusiinae, como Rachiplusia nu, podem ocorrer associadas à A. gemmatalis. Embora essas lagartas tenham sido abundantes no início da implantação do MIP-Soja, atualmente, ocorrem em alta população no sul do Maranhão e, eventualmente, causam dano econômico na Região Sul do Rio Grande do Sul.

1.3 Coleópteros desfolhadores

1.3.1 Aracanthus mourei (Col.: Curculionidae)

Surtos de A. mourei têm ocorrido na cultura da soja nos estados do Paraná e do Mato Grosso do Sul. O adulto (Fig. 3a) é conhecido como torrãozinho por ter aparência de partículas de solo aderidas aos élitros. O inseto tem ocorrido em alta população, principalmente na fase inicial do desenvolvimento da cultura e vem causando problemas a algumas lavouras no Paraná, desde as duas últimas safras. O besouro é pequeno e mede 4,6mm e ao se alimentar, A. mourei causa serrilhado característico nas bordas das folhas. O ataque inicial ocorre nas bordaduras da lavoura, podendo causar destruição da parte aérea da soja, começando pelas folhas. Em casos extremos, o inseto pode atingir os pecíolos.

(Parte 1 de 4)

Comentários