Ergonomia inclusiva

Ergonomia inclusiva

UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – UNIJUÍ

MOHAMAD NASSER HAMOUI

ERGONOMIA INCLUSIVA

Ijuí

2014

  1. INTRODUÇÃO

Tendo como referência a (OMS), Organização Mundial de Saúde, cerca de 10% da população de qualquer país é portadora de algum tipo de deficiência física, mental ou sensorial. Segundo o Censo Demográfico (2000) no Brasil possui aproximadamente 24,5 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, já no Rio Grande do Sul são 1.442.325 pessoas são deficientes aos quais destas 20% possuem deficiência física (Viebe 2008).

Segundo Dallasta (2005) o problema da deficiência é antigo acompanhando a humanidade durante sua evolução. Por isso, devesse buscar adequar os ambientes para que essas pessoas possam ser incluídas na sociedade. O Brasil passou a realizar esse processo de eliminar as barreiras arquitetônicas ao promulgar duas leis (Nº 10.048 e Nº 10.098). Para regulamentar essa lei, realizou o Decreto n°5296, de dezembro de 2004, ao quais todos os edifícios públicos tinham o prazo de trinta meses para se adequar a Norma Brasileira de Acessibilidade (ABNT NBR 9050/2004) torna-se obrigatória o comprimento de seus critérios técnicos.

De acordo com Dischinger et al (2005), quando se trata de pessoas com algum tipo de deficiência, estas barreiras se agravam, afetando suas condições de acesso aos lugares, a obtenção de informações e o próprio desempenho de atividades.

Em 1985, o arquiteto Ron Mace criou o conceito de Design Universal, que busca transformar o ambiente acessível para todas as pessoas, tanto aquelas com ou sem algum tipo de deficiência. O uso deste ambiente ou produto deve fazer com que os usuários passam despercebidos, se possuem ou não deficiência, segundo (BERNARD; KOWALTOWSKI, 2005). Para isso, são utilizados sete princípios: Uso eqüitativo, flexível, simples e intuitivo, informação percebível, tolerância ao erro, mínimo esforço físico, espaços e dimensões adequadas para aproximação e uso.

Por isso é importante pensarmos na inclusão das pessoas portadoras de necessidades especiais e com isso estaremos abordando temas com ergonomia, Design Universal e Plano Nacional de Mobilidade.

  1. Referencial Teórico

    1. Ergonomia

Conforme (Dreyfruss Associates, Henry 2005) a ergonomia busca realizar o estudo das dimensões médias das pessoas, tendo como objetivo auxiliar no desenvolvimento de produtos que possuam uma boa relação com o usuário, inclusive os cadeirantes, permitindo ser utilizada com segurança, praticidade, de forma anatômica, evitando fadiga e lesões por movimentos repetidos. Em conjunto com isso foram definidos alguns direitos para pessoas que possuam deficiência física, através da lei sancionada em sancionada em 1992 nos Estados Unidos da América(ADA), Americans Disabilities Act.

Esta permitiu que estas pessoas pudessem frequentar locais de trabalho, edificações de uso público, além de órgãos governamentais locais e estaduais. Os cadeirantes e pessoas com necessidades especiais devem receber igualdade em produtos e devem dispor de acomodações especiais em ambientes públicos, como por exemplo:

  • Hospedagem: Pousadas, hotéis, motéis.

  • Alimentação: Restaurantes bares.

  • Entretenimento: Teatros, cinemas, auditórios.

  • Shopping Centers e empresas prestadoras de serviço.

  • Transporte público e terminais, portos.

  • Museus e ambientes culturais.

  • Locais de recreação.

  • Escolas privadas em todos os níveis de ensino, universidades e pós graduações.

  • Estabelecimentos de prestação de serviços sociais.

  • Locais de recreação e realização de exercícios físicos.

Organizações como clubes, entidades religiosas e locais de culto privado, são isentas desta lei.

Dimensões das cadeiras-de-rodas e alcances dos cadeirantes

A tabela abaixo mostra as dimensões padrões de uma cadeira de rodas, desde o comprimento, largura, até as medidas das partes que a compõem, ajudando na definição das medidas da proposta.

Figura 1: Tabela de dimensões das cadeiras de rodas:Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 41.

Alcance máximo e mínimo a partir da cadeira de rodas

Nas imagens a seguir(figura 2 e 3) são representados a imagem de uma pessoa na cadeira de rodas, com as dimensões de alcance máximo das mãos, na posição lateral e frontal (Henry Dreyfruss Associates, 2005).

  • Aproximação frontal(dedos do pé tocam na parede)(Figura.2)

Altura Máxima(1219mm). Altura mínima(380mm)

  • Alcance lateral, com uma distância máxima de 255 mm entre a cadeira e a parede:

Altura máxima:1370mm. Altura mínima:230mm(380 são preferíveis).

  • Alcance lateral máximo, sobre com 610mm de profundidade e altura máxima de 865mm; (Figura.3)

  • Altura máxima: 1170mm.

Figura. 2:Alcance Frontal do Cadeirante: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 43.

Figura.3: Alcance Lateral do Cadeirante: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 43.

Espaços do piso para a circulação e movimentação dos cadeirantes de rodas

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As informações abaixo, e a figura 5, mostram as informações sobre medidas de piso desobstruídas para aproximações laterais frontais, além das medidas dos corredores para a passagem de um até dois cadeirantes.

- Piso desobstruído mínimo: 760x 1219 mm.

- Piso desobstruído para a aproximação frontal com um nicho igual ou menor a 610 mm de profundidade: 760 x 1219mm.

- Piso desobstruído para aproximação frontal em um nicho maior de 610 mm de profundidade: 915 x 1220 mm.

- Piso desobstruído para a aproximação lateral em um nicho com 380 mm ou menos: 760 x 1220 mm.

- Piso desobstruído para a aproximação lateral com nicho que tenha dimensões superiores a 380 mm.

- Largura mínima para corredores: 915 mm. (Figura. 5)

- Largura ideal para que duas cadeiras passem nos corredores: 1525 a 1625 mm.

Figura.5: Passagem individual e com dois cadeirantes no mesmo corredor. Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 47.

Na imagem a seguir (figura 6), é representado espaço necessário no corredor para que um cadeirante possa realizar o giro de 360°, ao qual é equivalente a 1525 mm.

Figura. 6: Espaço em diâmetro para o giro da cadeira de rodas: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 46.

As imagens abaixo representam as dimensões dos corredores para a realização do movimento da cadeira em giro de 180° ou em “T” que equivale a 915 mm(largura em cada corredor) e (em cada direção), 1525 mm de profundidade. Além disso, há a representação das medidas e disposição dos elementos que compõem um banheiro público de uso universal (Figura. 7).

Figura.7: Espaço do corredor para manobras da cadeira em 180 ou “T” e dimensões de banheiro públicas inclusivos: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 47.

Na figura 8, estão representadas as dimensões das medidas dos corredores para que os cadeirantes possam realizar o giro de 90°.

Figura.8: Dimensões do corredor, para um giro de 90° de uma cadeira de rodas: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 46.

Diagramas de rampas para pessoas com necessidades especiais

Rebaixo do meio-fio devem possuir no mínimo uma largura de 915 mm. O nível de inclinação das rampas, é 5% (1:20), já as laterais recortadas precisam de uma inclinação máxima de 10%. Essa regra, se modifica um pouco, caso a inclinação da calçada for inferior a 1219 mm, inclinação lateral, nas partes laterais, será de no máximo (1:12) (8%). (Figura. 9).

Figura. 9: Rampas para pessoas com necessidades especiais: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 45.

Na figura 10, serão representadas as dimensões de alguns tipos de corrimões. Degraus são permitidos, desde que sua altura máxima seja 6,5 mm, isso se o desnível ficar entre 6,5 e 13 mm. Mas de qualquer dimensão é preferível uma rampa com inclinação de 50%.

- A inclinação da rampa simples, pode variar entre 1:12 e 1:16, caso a distância vertical for de 9 m e a inclinação entre 1:16 e 1:20, se a distância vertical for de 12 m.

- A largura mínima que uma rampa deve ser de 915 mm.

- Altura dos corrimãos: 865-965 mm. (Figura. 10).

Figura. 10: Corrimões para rampas com paredes laterais: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 45.

Na figura 11, são representadas as dimensões dos corrimões para rampas, em vista lateral, para que esteja adequado aos seus usuários.

- Amplie 305 mm em cada terminação paralela ao piso, caso os corrimãos não forem contínuos.

- Dimensões de corrimãos: 35-38 mm de diâmetro. Deixar um espaço entre o corrimão e a parede de 38 mm, para evitar com que a mão escape do corrimão e fique presa. (Figura.11).

- Os corrimões devem ficar estáticos e em nenhuma hipótese, deve rodar.

Figura.11: Dimensões dos corrimãos: Fonte: As medidas do homem e da mulher. Henry Dreyfuss Associates (2005), página 45.

Pisos Adequados a Usuários de Cadeiras-de-Rodas

O fácil deslocamento das cadeiras de rodas, sobre superfícies duras, estáveis e regulares, já do contrário, em pisos argilosos, molhados e irregulares, esta fica com muita dificuldade de movimentação. O piso adequado deve possuir um coeficiente estático de 0,6 para rotas já acessíveis e de 0,8 para as rampas serem instaladas.

    1. DESENHO UNIVERSAL

O termo Design Universal teve surgimento em 1985, criado pelo arquiteto Ron Mace (DISCHINGER et al., 2004) ao qual acreditava que os ambientes e produtos deveria servir a todas as pessoas independente de suas limitações (BERNARD; KOWALTOWSKI, 2005).

Nos Estados Unidos, há o Centro de Design Universal (CENTER FOR UNIVERSAL DESIGN, 2000), pertencente a Universidade do Estado da Carolina do Norte, e este diferencia os demais conceitos de acessibilidades como design Universal, por este não possuir barreiras, equipamentos ou espaços especiais, aos quais são mais caros e estigmatizam as pessoas.

Segundo o CUD, o Desenho Universal busca respeitar, valorizar e tem por objetivo abranger a maior quantidade possível de pessoas no desenho de todos os produtos, ambientes e sistemas de informação.

Além disso, Segundo Dischinger et al (2001a, p.24) “[...] bons exemplos de Desenho Universal atendem todos os usuários e usualmente passam despercebidos, pois somente podem ser identificados”.

O CUD criou princípios básicos para a aplicação do Desenho Universal, são eles: uso eqüitativo, uso flexível, uso simples e tolerância ao erro, baixa esforço físico, dimensão e espaço para aproximação e uso.

- 1. Uso eqüitativo: O projeto deve ter sua utilidade e acessibilidade equivalente para todas as pessoas, garantindo a segurança, privacidade e sendo atrativo.

- 2. Uso flexível: O projeto deve estar adequados as diferentes preferências e habilidades individuais dos usuários(destros e canhotos), ser adaptável ao ambiente ao qual se utilizará, facilitar a precisão e exatidão;

- 3. Uso simples e Intuitivo: O projeto deve possuir uma linguagem simples e de fácil entendimento dos usuários, com informações efetivas e pontuais na execução e após a tarefa.

- 4. Informação percebível: O projeto precisa mostrar as funções básicas para o seu uso,

Independente das condições ambientais e capacidades sensorial dos usuários, ao empregar modalidades, verbais, táteis ou pictóricas para apresentar a informação básica; proporciona contraste adequado entre a informação e o fundo.

- 5. Tolerância ao erro: O projeto deve possuir elementos de segurança que previnam os acidentes ou minimizam as conseqüências perigosas, desviando de ser realizadas ações involuntárias em tarefas que devem possuir vigilância.

- 6. Mínimo esforço físico: O desenho do projeto deve permitir que este seja utilizado de forma eficiente, provando o mínimo de fadiga e diminuindo os esforços repetitivos.

- 7. Espaços e dimensões adequadas para aproximação e uso:

O projeto deve possuir suas dimensões que venham a proporcionar espaço que garantam a utilização de qualquer pessoa independente do tamanho, postura, mobilidade. Com esses princípios, se mostra que é importante tornar confortável alcançar todos os componentes (sentado ou em pé), permitir que mãos de diferentes tamanhos possam ser acomodadas e tenham permitam boa empunhadura e por último implantar espaços adequados para que se apliquem as tecnologias assistiva.

Conforme (BERSCH, Rita, 2008), a Tecnologia Assistiva é um conjunto de recursos e serviços que promovem a inclusão das pessoas com necessidade especiais. Isto ocorre quando se proporciona ou amplia as habilidades de comunicação, mobilidade, aprendizado e trabalho promovendo a inclusão e autonomia destas pessoas.

      1. Desenho Universal e a Habitação de Interesse Social

No Brasil, há uma ausência na utilização do Desenho Universal nas propostas das habitações, devido ser mais aplicado a acessibilidade em ambientes públicos. Isso vai contra o Desenho Universal, pois este diz que devem ser projetadas habitações que poderão ser utilizadas por todas as pessoas e em qualquer etapa da vida, aliando o conforto, integração e segurança.

Conforme Story et all (1988), o perfil das pessoas vem se alterando, graças aos avanços da medicina, que permite com que pessoas vítimas de acidentes sobrevivam e possam viver mais tempo, gerando assim uma maior quantidade de idosos e deficientes físicos. O Desenho Universal ganhou mais força nos Estados Unidos, quando essas pessoas passaram a se mobilizar em grupos e exigir seus direitos, gerando a Architectural Barrier Act(ABA).

Conforme o portal de acessibilidade do governo dos Estados Unidos da América(https://www.access-board.gov/the-board/laws/architectural-barriers-act-aba), a ABA, é uma lei criada em 1968, nos Estados Unidos, que exige de projetos de edifícios, construções que utilizam de recursos públicos acessibilidade em que exigia que todos os prédios projetados, construídos, reformados e alugados com recursos federais deveriam ser acessíveis, conforme padrões do Departamento de Defesa, Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano, a Administração de Serviços Gerais, e do Serviço Postal dos Estados Unidos da América, que também ajudam na fiscalização dos projetos e construções públicos.

A deficiência, Conforme a Organização Mundial de Saúde – OMS, confirmado em Ubierna (1997), Tortosa (1997) e CORDE (2001), é a perda ou anormalidade de uma estrutura, função psicológica ou anatômica. Isso pode provocar incapacidades, ao qual o impedem de realizar atividades do cotidiano. As limitações de cada tipo de usuário devem ser compreendidas e eliminadas, sendo este o papel do Design Universal.

De acordo com a OMS, cerca de 10% da população mundial são de pessoas portadoras de deficiência, dos quais, 5% são de origem mental, 2% de física, 1.5% de auditiva, 1% múltipla e 0.5% de Visual (Ubierna 1997). Já o IBGE, realizou um senso no ano de 2000, e aponto que existem no Brasil aproximadamente 24,5 milhões de pessoas portadoras de alguma deficiência permanente, cerca de 14,5% da população.

O Design Universal busca ajudar e integrar a todo, sendo ou não deficientes. Ubierna (1997 destacam a importância de tratar à acessibilidade de maneira universal). Destaca-se que o Design Universal ajuda pessoas que não são consideradas deficientes, mas ressalta a importância de se tratar à acessibilidade de forma universal tanto em edificações, transportes, sistemas de comunicação, edificações, urbanismo e informação, fazendo com que a Acessibilidade se torne Integral. Todos devem estar acessíveis, se um faltar, a cadeia se prejudica.

    1. Plano Nacional de Mobilidade Urbana

O Plano Nacional de Mobilidade, sancionado pela Presidência da República em 2012 através da lei nº 12.587. Esta visa contribuir as diretrizes e adotar instrumentos que venham a melhorar a mobilidade das cidades urbanas, tanto para veículos, quanto para pedestres e pessoas com necessidades físicas especiais.

Este plano possui vários princípios que devem ser seguidos, entre eles: acessibilidade universal, desenvolvimento sustentável, igualdade no acesso ao transporte público coletivo, segurança no deslocamento, igualdade no uso de espaços públicos ente os pedestres e meios de transporte.

Outro ponto importante que foi abordado por esta lei, é com relação a hierarquia de mobilidade urbana, que segue a seguinte ordem de preferência: pedestres, ciclistas, transportes públicos coletivos, transportes de carga e por fim automóveis particulares.

Além disso, são determinados direitos para usuários, que devem ser seguidos, entre eles: receber o serviço adequado poder participar de discussões que tratem do planejamento ou fiscalização da mobilidade urbana, possuir ambiente acessível e seguro para todas as pessoas, receberem as informações de tarifas, locais de embarque e desembarque de transporte, de forma gratuita.

  1. BIBLIOGRAFIA

BENICIUS BRAGA DE SOUZA, Juarez. Concepção da Estrutura do Sistema Tecnológico de uma Cadeira de Rodas Inteligente Adaptada ao Utilizador. Mestrado em Multimédia na Universidade de Porto: 2011.

BERNARD, Núbia; KOWALTOWSKI, Doris C. C. K..Reflexões sobre a aplicação dos conceitos do desenho Universal no processo de projeto de arquitetura. Maceió: ENCONTRO NACIONAL DE CONFORTO NO AMBIENTE CONSTRUIDO. 8.Ed. 2005.

BERSCH, Rita; Introdução à Tecnologia Assistiva. Porto Alegre-RS: Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil. 2008.

CENTER FOR UNIVERSAL DESIGN (CUD). Universal design exemplars. Escola deDesign, Universidade do Estado da Carolina do Norte. 1. Ed.2000.

DALLASTA, Viviane Ceolin. A situação das pessoas portadoras de deficiência física. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2005.

DISCHINGER, Marta; BINS ELY, Vera H. M. Promovendo acessibilidade nos edifícios públicos: Guia de avaliação e implementação de normas técnicas. Santa Catarina:Ministério Público do Estado, 2005.

DREYFRUSS ASSOCIATES, Henry. As Medidas do Homem e da Mulher. 1. Ed. :Artmed:(2005).

MARTORELLI, Martha. Plano Nacional de Mobilidade Urbana. Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana. Brasília, 2012.

SUBSECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. A Tecnologia Assistiva. Brasília. 2009.

STORY, M. F. MUELLER, J. L.: MACE R. L. The Universal Design File: Designing for People of All Ages and Abilities. Raleigh. North Carolina State University School of Design. 1998.

TORTOSA, L. Ergonomia y discapacidad. Instituto de Migración y Servicios. Madri. 1.Ed. 1997.

UBIERNA, J.A.J. Manual de Acessibilidad Intergral: guia para La aplicación Del código de acessibilidad de castilla-la mancha. Editora Cocemfe.1999.

IBGE: ISTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTÁTISTICA. Disponível em: (http://www.ibge.gov.br). Acesso em: 5 mar. 2009.

VIEBIE, F. Organização Mundial de Saúde (OMS). Disponível em:( http://portal.mj.gov.br/corde/normas_abnt.asp). Acesso em 10 de março de 2010.

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