Aula 1 - Normalização e Certificação da Qualidade - Prof Odair Domingues 6slides

Aula 1 - Normalização e Certificação da Qualidade - Prof Odair Domingues 6slides

Prof. Esp. Odair Domingues dos Santos

Normalização e Certificação da Qualidade

Aula 1

Graduação em Economia

Especialista em Gestão da Qualidade

Especialista em Gestão de Empresas –concessionárias de energia elétrica

Formação Acadêmica

Especialista em Planejamento e Estratégia com ênfase em Educação

Especialista em Planejamento e Estratégia com ênfase em Sociologia

Gerente de área –Copel (27 anos –aposentado)

Consultor em Gestão de Produção e Qualidade

Professor Faculdades Espírita, Uninter, Ibpex e EAD

Atividades Profissionais

Aulas expositivas

Leitura prévia –slidese textos auxiliares

Exercícios de fixação individual Atividade on-line Avaliação final (prova)

Metodologia

Tutoria por meio do 0800 Rádio WEB

Formas de Interação

Introdução sobre normalização Evolução dos sistemas normativos Estruturação de normas Fundamentos e princípios

Evolução do Sistema de Administração tradicional em Gestão e Certificação e Qualidade Total (TQC)

Conteúdo da Aula

Nome da empresa fictícia ou local de trabalho

Análise swot Missão Visão Objetivo Ações estratégicas Planejamento da rotina

Exercícios de Fixação

Melhoria da rotina Padronização da rotina Manual do sistema de gestão da qualidade Pesquisa de satisfação do cliente (planilha) Pesquisa de satisfação do cliente (gráfico) Plano de ação para item com avaliação fora da meta da empresa

ISO 9001:2008 auditoria simulada

Emitir não conformidade para um problema encontrado

5S –auditoria física em local a ser escolhido pelo aluno

Emitir plano de ação para solução dos problemas encontrados

Artesanato Inspeção Controle estatístico da qualidade Garantia da qualidade Gestão estratégica da qualidade

Evolução dos Sistemas Normativos

Referências de Apoio

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9001:2008. Sistema de Gestão da Qualidade

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001:2004. Sistema de Gestão Ambiental.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR OSHAS 18001:1999. Sistemas de Segurança do Trabalho.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 26000. Responsabilidade Social.

Seg. Inst. e Eletricidade-NR10.

CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina.

FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Critérios de excelência 2010.

FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Critérios compromisso com a excelência e rumo à excelência 2010. Prêmio de Competitividade para Micros e Pequenas Empresas-MBC, FNQ, Gerdau.

MARSHALL JUNIOR, Isnard et al. Gestão da qualidade. FGV Manegement.

WERKEMA, Maria C. C.; SANTOS, Odair D. dos. Ferramentas da qualidade –cartilha de gerenciamento da rotina.

Fundamentos Conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas ou fatores de desempenho encontrados em organizações líderes de “Classe Mundial”

Requisitos São as características tangíveis (mensuráveis, quantitativa ou qualitativamente) que demonstram os fundamentos

Mas como expressar esses conceitos de uma forma tangível dentro das organizações?

Itens/critériosSão requisitos afins agrupados por meio de uma lógica predefinida

Mas como inserir esses requisitos em uma estrutura capaz de reproduzir de forma lógica a condução de um negócio?

Estruturação de Normas

As Normas foram elaboradas baseadas em oito princípios:

•foco no cliente

•liderança

•envolvimento de pessoas

•abordagem de processo

Fundamentos ou Princípios •abordagem sistêmica para a gestão

•melhoria contínua

•abordagem pactual para tomada de decisões

•benefícios mútuos nas relações com fornecedores

Qualidade –normalmente associada à indústria

Fayol –cinco funções da administração prever, organizar, comandar, coordenar e controlar

Taylor –pai da administração (desenvolvimento de pessoal, planejamento, produtividade, supervisão funcional

Histórico da Qualidade Shewart –primeiro a introduzir métodos estatísticos para controle da qualidade

Deming e Juran –discípulos de Shewart –usaram os controles estatísticos na Segunda Guerra Mundial

Sistema de Taylor P

A Operário

Classenão pensante Administração

Classe pensante

P Após Segunda Guerra Mundial – conceitos disseminados

Feigebaum –criou o Controle Total da Qualidade (TQC)

Crosby –conceito de “zero defeito”

Japoneses –crescimento estrondoso nos anos 1970 e 1980

Histórico da Qualidade

Evolução da Qualidade

Guerra mundial Fator humano

Fator técnico

Administração clássica

Histórico dos Sistemas de Gestão

Japão

Demimg

Necessidades transpessoais

Necessidades de autorrealização

Necessidades de estima

Necessidades sociais

Necessidades de segurança

Necessidades fisiológicas Hierarquia das necessidades de Maslow

Organizações humanas Elementos básicos

Máquinas (hardware)

Processos (software)

Pessoas (‘humanware’)

Elementos básicos

Software

‘Humanware’ Hardware (ser)

(fazer)

(ter) Organizações humanasA Qualidade a 20.0 a.C.

“É uma mudança de comportamento que imprime um novo estilo de trabalho e de vida, voltado à satisfação das pessoas”

Qualidade Total

Satisfação do cliente Decisão com base em fatos e dados Melhoria contínua • Avaliação permanente

• Treinamento constante

•Aprender com os erros Crescimento das pessoas

Princípios da Qualidade Total

Ambiente Programa 5S

Pessoas conscientização, educação e treinamento

Objetivos • Planejamento estratégico

• BSC Ações gerenciamento da rotina

Áreas de Atuação da Qualidade TotalÉ um PDCA

Planejar P –Plan

1 1. Definir os objetivos

2 2. Determinar os meios

Fazer D –Do3

3. Educaçãoe treinamento

4. Execuçãodo trabalho C

Checar

C –Check55. Verificaçãopermanente dos resultados

A –Act Atuar

6. Correçõesde rota, se necessário

O PDCAé o método da qualidade total

A Qualidade na Prática

Clientes Colaboradores

Acionistas

Comunidade

Voltado à satisfação das pessoas Por meio de Itens de Controle

As cinco Dimensões da Qualidade

Q Qualidade intrínsecaÉ o que se espera do produto/serviço.

CCustoCusto compatível à realidade da empresa e dos clientes.

A Atendimento Cortesia no atendimento e entrega do produto (local, prazo e quantidade).

M Moral Motivação das pessoas que executam o serviço.

S Segurança Segurança de quem executa e de quem utiliza o produto/serviço.

Modelo de matriz para acompanhamento dos principais processos da empresa Gerenciamento da Rotina

Gerenciamento da rotina GRD

Planejamento da rotina

Melhoria da rotina

Manutenção da rotina

Matriz SWOT Análise Ambiente Externo

Oportunidade: característica externa, existente no setor de atividades, não controlável pela organização, que pode favorecer uma determinada estratégia, desde que conhecida e aproveitada enquanto perdurar

Ameaça: característica externa, existente no setor de atividades, não controlável pela organização, que pode criar obstáculos a uma determinada estratégia se não for conhecida e evitada em tempo hábil

Análise Ambiente Interno

Força: característica positiva, controlável pela organização que a diferencia da concorrência e a coloca em vantagem competitiva se bem utilizada

Fraqueza: característica negativa, controlável pela organização que a coloca em desvantagem competitiva se não for eliminada ou reduzida

BSC/Planejamento Estratégico

Mixde Marketing e os Clientes

Produto Preço Praça Promoção

Clientes (solução para)

Custo (para o cliente)

Conveniência Comunicação

Nome da empresa fictícia ou local de trabalho

Análise swot Missão Visão Objetivo Ações estratégicas

Exercícios de Fixação

Comentários