Apostila9

Apostila9

(Parte 1 de 8)

Circuito Escola

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Direitos do Paciente
Unidade de Internação Hospitalar

Tipos de Unidades Unidade do cliente Observações

Admissão Hospitalar

Transferência Hospitalar Alta Hospitalar

Preparo do Leito Hospitalar

Objetivo Tipos de Leito Material

Prontuário

Finalidades do Prontuário Componentes Principais de um Prontuário

Lavagem das Mãos Técnica de Lavagem das mãos

Calçar e retirar luvas estéreis

Objetivo Procedimento

Sinas Vitais

Verificação dos sinais vitais: Temperatura Pulso Freqüência Respiração Pressão Arterial

Medidas Antropométricas

Objetivo Material Procedimento

Higiene Corporal

Auto- Imagem Nível socioeconômico Conhecimento Variáveis culturais Preferências sociais Medidas para realização de higiene Higiene e cuidados do couro cabeludo Tratamento de pediculose Lavagem externa Lavagem externa masculina Lavagem externa feminina Uso de papagaio, comadre e urinol. Tricotomia

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Conforto

Objetivos Movimentos e posicionamento do paciente Assistência de enfermagem Prevenção de escara e deformidades Mudança de decúbito Massagem Finalidades Movimentos comuns Material Método Observações

Movimentação e Posições

Técnicas para movimentação Restrições de movimentos Material Procedimento Grades laterais Observações Posições Posição de Fowler Posição Dorsal, horizontal ou posição Supina Decúbito ventral Posição de Sims Direita e Esquerda Posição lateral Direita e Esquerda Posição Ginecológica Posição de trendelenburg

Tratamento de Feridas e Curativas

Manuseio de materias esterilizados Técnicas de enfermagem no manuseio de material esterilizado Tratamento de feridas Feridas Curativo Observações Soluções utilizadas para o tratamento de feridas Tipos de curativos Material Etapas ou fases do curativo Procedimentos Assistência de enfermagem Curativos com drenos Curativos em ostomias abdominais Procedimento para a troca de bolsa Procedimento para a limpeza da bolsa Observações Orientações Curativo de Cateter Curativo de Traqueostomia Retirada de Pontos Definição

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Material Procedimento

Sonda Nasogástrica

Definição Material Procedimento Sondagem nasoenteral Definição Material Procedimento Assistência de Enfermagem

Sondagem Vesical

Definição Sondagem Vesical de alívio Sondagem Vesical de demora Técnicas para o sexo masculino Procedimento Técnica para o sexo feminino Procedimento

Lavagem

Definição Material Enteroclisma Definição Material Procedimento

Oxigenoterapia

Medidas de segurança Cuidados com o umidificador Material básico Meios de administração Canal nasal Cateter nasal Máscara facial - Nebulização/ inalação

- Material

- Método

- Observações Aspiração Traqueal - Definição

- Material

- Procedimento

Assistência de enfermagem Cuidados com Traqueostomia - Definição

- Material

- Procedimento.

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Coleta de Exames

Definição Material Procedimento Coleta de escarro Coleta de urucultura Coleta de urina Coleta de sangue para hemocultura Coleta de fezes Assistência de enfermagem Glicosúria Glicemia Capilar

Aplicações de calor e frio

Aplicações quentes - Finalidades

- Contra Indicação

- Bolsa de água quente

- Compressas Quentes Aplicações Frias - Contra Indicações

- Compressas Geladas

Administração de Medicamentos

Vias de administração de medicamentos Regras gerais Cuidados na administração de medicamentos Cuidados em relação ao controle dos medicamentos Via Oral ou bucal - Material

- Método Cuidados na diluição Via sublingual Via gástrica Via retal Via vaginal Via tópica ou cutânea Via nasal Via ocular Via auricular Via parenteral Requisitos básicos Problemas que podem ocorres Preparo do medicamento em ampola Preparo do medicamento em frasco (pó) Injeção Intradérmica (ID) Injeção subcutânea Injeção Intramuscular (IM) Injeção Endovenosa (EV) - Aplicação de injeção endovenosa em pacientes com soro Venóclise Heparinização Cálculo para gotejamento de soluções EV

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Cateteres Venosos

Cuidados com pacientes graves e agonizantes

Cuidados com o corpo após a morte

Finalidades Material Método Observações

Balanço Hídrico.

Definição Material Procedimento Assistência de enfermagem

Deveres do aluno ao iniciar o estágio e usar estes deveres até o fim da profissão.

Caderneta para rascunho. Caneta azul ou preta para dia, caneta vermelha para noite. Garrote. Aparelho de pressão (esfignomanômetro mais estetoscópio). Termômetro. Relógio de pulso. Não levar nada de valor para estágio.

Cabelos presos (tipo coque) ou curtos. Unhas curtas sem esmalte, somente base. Brincos pequenos, sem argolas ou brinco pendurados. Corrente fininha com pingente pequeno (gargantilha). Sem anéis somente uso de aliança. Proibido o uso de pircing (nariz, orelha, sobrancelha e língua). Uso de tatuagem, lugar não visível. Proibido, uso de branco transparente, blusas de alcinhas, sem mangas, bermudas, mini saia, saia com bainha em cima do joelho. Uso de avental e crachá da escola. Sapato de couro fechado, proibido uso sandálias, chinelos, tamancos, etc.

DIREITOS DO PACIENTE. 1. O paciente tem direito a atendimento humano, atencioso e respeitoso, por parte de todos os profissionais de saúde. Tem direito a um local digno e adequado para seu atendimento. 2. O paciente tem direito a ser identificado pelo nome e sobrenome. Não deve ser chamado pelo nome da doença ou do agravo à saúde, ou ainda de forma genérica ou quaisquer outras formas impróprias, desrespeitosas ou preconceituosas. 3. O paciente tem direito a receber dos funcionários adequados, presentes no local, auxílio imediato e oportuno para a melhoria de seu conforto e bem estar.

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4. O paciente tem direito a identificar o profissional por crachá preenchido com nome completo, função e cargo. 5. O paciente tem direito a consultas marcadas, antecipadamente, de forma que o tempo de espera não ultrapasse 30 minutos. 6. O paciente tem o direito de exigir que todo o material seja rigorosamente esterilizado, ou descartável e manipulado segundo normas de higiene e prevenção. 7. O paciente tem direito de receber explicações claras sobre o exame a que vai ser submetido e para qual finalidade irá ser coletado o material para exame de laboratório. 8. O paciente tem direito a informações claras, simples e compreensivas, adaptadas à sua condição cultura, sobre as ações diagnósticas e terapêuticas, o que pode decorrer delas, a duração do tratamento, a localização de sua patologia, se existe necessidade de anestesia qual o instrumento a ser utilizado e quais regiões do corpo serão afetadas pelos procedimentos. 9. O paciente tem direito a ser esclarecido se o tratamento ou diagnóstico é experimental ou faz de pesquisa, e se os benefícios a serem obtidos são proporcionais aos riscos e se existe probabilidade de alteração das condições de dor, sofrimento e desenvolvimento da sua patologia. 10. O paciente tem direito de consentir ou recusar a ser submetido à experimentação ou pesquisas. No caso de impossibilidade de expressas sua vontade, o consentimento deve ser dado por escrito por seus familiares ou responsáveis. 1. O paciente tem direito a consentir ou recusar procedimentos, diagnósticos ou terapêuticas a serem nele realizados. Deve consentir de forma livre, voluntária, esclarecida com adequada informação. Quando ocorrerem alterações significantes no estado de saúde inicial ou da causa pela qual o consentimento foi dado, este deverá ser renovado. 12. O paciente tem direito de revogar o consentimento anterior, a qualquer instante, por decisões livres, conscientes e esclarecidas, sem que lhe sejam imputadas sanções morais ou legais. 13. O paciente tem direito de ter seu prontuário médico elaborado de forma legível e de consultá-lo a qualquer momento. Este prontuário deve conter o conjunto de documentos padronizados do histórico do paciente, principio e evolução da doença e raciocínio clinico, exames, conduta terapêutica e demais relatório e anotações clinicas. 14. O paciente tem direito a ter seu diagnóstico e tratamento por escrito, identificado com o nome do profissional de saúde e seu registro no respectivo Conselho Profissional, de forma clara e legível. 15. O paciente tem direito de receber medicamentos e equipamentos de alto custo, que mantenham a vida e a saúde. 16. O paciente tem direito de receber os medicamentos acompanhados de bula de forma compreensível e clara e com data de fabricação e prazo de validade. 17. O paciente tem direito de receber as receitas com o nome genérico do medicamento (Lei do genérico), e em código, datilografadas com a caligrafia perfeitamente legível, com a assinatura e carimbo contendo o número do registro do respectivo Conselho Profissional. 18. O paciente tem direito de conhecer a procedência e verificar antes de receber sangue ou hemoderivados para a transfusão, se o mesmo contém carimbo nas bolsas de sangue atestando e sorologia efetuadas e sua validade. 19. O paciente tem direito, no caso de estar inconsciente, de ter anotado em seu próprio prontuário, medicação, sangue ou hemoderivados com dados sobre a origem, tipo e prazo de validade. 20. O paciente tem direito de saber com segurança e antecipadamente, através de testes ou exames, que não é diabético, portador de algum tipo de anemia, ou alérgico a determinados medicamentos (anestésicos, penicilina, sulfas, soro antitetânico, etc...) antes de lhe serem administrados. 21. O paciente tem direito à sua segurança e integridade física nos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados. 2. O paciente tem direito de ter acesso às contas detalhadas referentes às despesas de seu tratamento, exames, medicação, internação e outros procedimentos médicos. (Portaria do Ministério da Saúde nº 1.286 de 26/ 1-/93 – art. 8º e nº 74, de 04/05/1994). 23. O paciente tem direito de não sofrer discriminação nos serviços de saúde por ser portador de qualquer tipo de patologia, principalmente no caso de ser portador do HIV/ AIDS ou doenças infectocontagiosas.

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24. O paciente tem direito de ser resguardado de seus segredos, através da manutenção do sigilo profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública. Os segredos do paciente correspondem a tudo aquilo que, mesmo desconhecido pelo próprio cliente, possa o profissional de saúde, ter acesso e compreender através das informações obtidas no histórico do paciente, exame físico, exames laboratoriais e radiológicos. 25. O paciente tem direito a manter sua privacidade, para satisfazer suas necessidades fisiológicas, inclusive alimentação adequada e higiênica, quer quando atendido no leito, ou no ambiente onde esta internado ou aguardando atendimento. 26. O paciente tem direito a acompanhante, se desejar, tanto nas consultas, como nas internações. As visitas de parentes e amigos devem ser disciplinadas em horários compatíveis, desde que não comprometam as atividades médicas/ sanitárias. Em caso de parto, a parturiente poderá solicitar a presença do pai. 27. O paciente tem direito de exigir que a maternidade, além dos profissionais comunente necessários, mantenham a presença de um neonatologista, por ocasião do parto. 28. O paciente tem direito de exigir que a maternidade, realize o “ teste do pezinho” para detectar a fenilcectonuria nos recém- nascidos. 29. O paciente tem direito à indenização pecuniária no caso de qualquer complicação em suas condições de saúde motivadas por imprudência, ou imperícia dos profissionais de saúde. 30. O paciente tem direito a assistência adequada, mesmo em períodos festivos, feriados ou durante greves profissionais. 31. O paciente tem direito de receber ou recusar assistência moral, psicológica, social e religiosa. 32. O paciente tem direito a uma morte digna e serena, podendo optar ele próprio (desde de lúcido), a família ou responsável, por local ou acompanhamento e ainda se quer ou não o uso de tratamentos dolorosos e extraordinários para prolongar a Vinda. 3. O paciente tem direito à dignidade e respeito, mesmo após a morte. Os familiares ou responsáveis devem ser avisados imediatamente após o óbito. 34. O paciente tem o direito de não ter nenhum órgão retirado de seu corpo sem sua prévia aprovação. 35. O paciente tem o direito à órgão jurídico de direito especifico da saúde, sem ônus e de fácil acesso..

UNIDADE DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR. Uma unidade “é um conjunto de elementos funcionalmente agrupados, onde são executadas atividades afins. Pode variar em número, dimensão e denominação, em função da capacidade operacional finalidade e técnicas adotadas”. (Ministério da saúde, 1983:9).

FINALIDADES Proporciona ao cliente adequada à sua recuperação; oferecer à enfermagem condições que favoreçam o desempenho de suas funções.

COMPONENTES Posto de enfermagem, Sala de Serviço, Expurgo (sala de utilidades), Copa e Expurgo de Limpeza.

Enfermarias ou Quartos, rouparia, banheiro de clientes (com chuveiro e vaso sanitário), sala de curativos, banheiro, de funcionários, depósito de materiais de limpeza (Ministério da Saúde, 1983).

As unidades são organizadas de acordo com as especialidades de atendimento.

Desta forma podemos ter:

Unidade de Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Clínica Pediátrica, unidade de Terapia Intensiva

Neonatal, Centro Cirúrgico, Centro Obstétrico, Pronto Socorro, Berçário, Unidade de Ginecologia e Obstetrícia, Ambulatório, e outros, de acordo com a clientela atendida pela instituição.

É o conjunto de espaço físico e mobiliário destinado a cada cliente.

Componentes Básicos de uma Unidade do Cliente: - Uma cama com colchão;

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- Uma mesa de cabeceira com gaveta para material de uso do cliente; - Uma cadeira;

- Uma Campainha;

- Mesa para refeição;

- Suporte para soro;

- Escadinha;

- Pontos de saída de gases;

- Régua de O2: (ar comprimido, Vácuo).

OBSERVAÇÕES Os móveis deverão estar dispostos de forma que permita uma boa circulação ao redor dos leito;

introduzidos de acordo com a especialidade à que a unidade se destina

Estes são componentes básicos de uma unidade de internação sendo que componentes acessórios são

ADMISSÃO HOSPITALAR É a entrada e permanência do cliente em uma instituição (hospital ou clínica) com a finalidade terapêutica, por determinado período. A internação é uma indicação médica para um tratamento que o cliente não pode receber em casa.

PROCEDIMENTO DE ENFERMAGEM ⇒ Preparar o leito que o cliente irá ocupar, logo após a notificação do serviço de internação;

⇒ Verificar o prontuário, certificando-se do leito que o cliente irá ocupar;

⇒ Receber o cliente com cortesia, chamando-o pelo nome;

⇒ Apresentar-se e apresentar a equipe de enfermagem, elementos que a compõe;

⇒ Apresentar a unidade encaminhá-lo ao quarto/ leito que irá ocupar, apresentá-lo aos demais clientes internados;

⇒ Orientar sobre as rotinas do hospital, horário das refeições, medicações, controle de sinais vitais, higienização, visitas medicas e de enfermagem, visita de familiares, serviços religiosos e atividades recreativas;

⇒ Orientá-lo quanto ao uso da campainha e instalações sanitárias;

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