APR - Aanalise Preliminar de Risco REV CEI

APR - Aanalise Preliminar de Risco REV CEI

O saber se aprende com os mestres. A sabedoria só com o corriqueiro dada vida. [Cora Coralina]

1. Introdução.

2. Conceito.

4. Características da APR - Analise Preliminar de Risco.

5. POP Operativo de Elaboração da APR - Analise Preliminar de Risco.

6. Modelo.

7. Considerações finais.

8. Anexo Teoria do Acidente.

2. CONCEITO:

Formação do conceito de Risco Para que se entenda o que é risco temos que primeiro entender o que é, perigo, dano, incidente, acidente, perca e segurança do trabalho.

Perigo: É uma fonte ou uma situação com a propriedade de causar dano.

Dano: É uma consequência do perigo tipo lesão, doença em pessoas, dano a propriedade e ou dano ao meio ambiente.

Categorização do Risco em ALTO, MEDIO E BAIXO: Também sistematização de QSMA – Qualidade, Segurança, Saúde e Meio Ambiente pode estabeleceu critérios em três níveis como dito, e se perguntar para que sirva isso à resposta é priorizar os perigos das atividades que devem ser primeiros resolvidos e também alertar dos cuidados que possam ser dispensados a eles.

Incidente: É um evento indesejável com potencial para resultar danos pessoais, materiais e ambientais.

Acidente: É um evento indesejável, fortuito, que efetivamente causa danos á integridade física e ou mental as pessoas, a propriedade, ao processo e ao meio ambiente inclusive podendo envolver todos esses elementos.

Perda: Gasto desnecessários de recursos, falhas na segurança que resultam em alguma forma de perda, a pessoa, a propriedade e podendo afetar em desastre ao meio ambiente.

Segurança do trabalho: Todas praticas que possamos fazer como prevenção no trabalho, significa assumir uma postura ativa da PERCEPÇÃO DO RISCO ficando assim seguro que nenhum perigo que estão presentes em inúmeras situações do seu cotidiano laboral não vá lhe causar danos a sua pessoa, a maquina, ao processo que executa e o meio ambiente onde ambos estão inseridos.

Risco: É a possibilidade de um perigo se materializar, causando dano.

Exemplos de Execução de Tarefas:

Tarefa: Instalar uma luminária elétrica tipo fluorescente.

Atividade: A ação de eletricista fazer a emenda de fios elétricos. Perigo: Contato com parte viva da fiação. Dano: Integridade física por choque elétrico. Risco: É a possibilidade de um perigo se materializar [contato com a parte viva da fiação], causando dano à integridade física do eletricista e ele ser acometido de danos como choque elétrico, queimaduras e até morte por eletrocussão.

Percepção de riscos:

1. Observar que uma TAREFA para ser realizada compõe-se de mais uma atividade. 2. E conforme POP - Procedimento de execução da tarefa as atividade a serem executadas deverão está organizadas numa ordem lógica de execução. 3. Na tarefa acima são diversas atividades que acontecem entre a preparação da luminária até a montagem efetiva da mesma como o primeiro acedimento. 4. A cada atividade a ser executada pode está inserido riscos que podem a vir causar de danos de ordem a integridade do trabalhador, material a maquinas e equipamentos, meio ambiente e processo em execução. 5. Não basta só identificar os riscos mais o esperado é que já conhecidos sejam efetivamente bloqueados.

Tarefa: Fazer corte de chapa com Oxicorte GLP

Atividade: Acender o bico maçarico de corte Perigo: Contato com a chama OxiGLP. Dano: Integridade física lesão por queimadura Risco: É a possibilidade de um perigo se materializar [contato com do corpo com a chama], causando dano à integridade física do maçariqueiro e ele ser acometido queimadura.

Percepção de riscos:

1. Observar que uma TAREFA para ser realizada compõe-se de mais uma atividade. 2. E conforme POP - Procedimento de execução da tarefa as atividade a serem executadas deverão está organizadas numa ordem lógica de execução. 3. Na tarefa acima são diversas atividades que acontecem entre a preparação do conjunto Oxicorte GLP até o corte propriamente dito da chapa. 4. A cada atividade a ser executada pode está inserido riscos que podem a vir causar de danos de ordem a integridade do trabalhador, material a maquinas e equipamentos, meio ambiente e processo em execução. 5. Não basta só identificar os riscos mais o esperado é que já conhecidos sejam efetivamente bloqueados.

CATEGORIZAÇÃO DO RISCO Exemplo:

Perigo: Presença do leão que é um animal selvagem não próprio no convívio dos seres humano podendo ataca-los.

Dano: A mordida do Leão se materializar em danos a integridade física do trabalhador.

Medidas de ações de controle e medidas de prevenção: Manter a o Leão em jaula de confinado para que não tenha contato com os seres humanos.

Categorização do risco: Na categorização de vir acontecer o leão solto da jaula e morder um ser humano pode em analise da classe temos que enquadra-lo nas opções risco alto, médio e baixo.

Passos para categorizar o risco: Frequência: [F] Entender como o risco que pode que acontece muitas vezes. Escores de votação: Alto = 3, Médio = 2, Baixo = 1 Ex.: A frequência de mordida de leões em seres humanos e baixa atribuir escore 1.

Gravidade: [G] Entender com as consequências desse risco se materializar em acidente. Escores de votação: Alto = 3, Médio = 2, Baixo = 1 Ex.: A gravidade de mordida de leões em seres humanos á alta atribuir escore 3.

Classe de risco ALTO= [5-6]

Classe de risco = F + G Classe de risco é a soma frequência com a gravidade o observando os seguintes resultados. Classe de risco MÉDIO = [3-4] Classe de risco BAIXO = [1-2] Ex.: Classe de risco = F + G = 1 + 3 = 4

Observar que a classe de risco que corremos com o leão mesmo enjaulado já é médio e se extrapola esse raciocínio com o leão solto para risco alto.

APR – Analise Preliminar de Risco A APR - Analise Preliminar de Risco é uma ferramenta de identificação riscos de acidentes nas tarefas, estes podem ser intrínsecos ou circunstanciais, ou seja, elas são inerentes à tarefa ou criadas durante a execução da tarefa. É uma ferramenta se segurança do trabalho que ativa a percepção de risco do trabalhador antes da execução de uma tarefa tido como especial ou não, visando identificar situações de risco de acidentes.

Utilização da APR - Analise Preliminar de Risco detectando e tratando riscos antes da execução da tarefa. Seja entendido como o documento formal de SSMA que integra o SGI - Sistema de Gestão Industrial de uma empresa.

E que tem como finalidade identificar todos os perigos e danos que fazem parte e que podem surgir pelo fato novo ainda não observado na execução das atividades da tarefa, depois de identificados esses perigos e danos, qualificar em risco que pode ser alto, médio e baixo e prover de ações de controle e medidas preventivas para que esse risco não venha a se materializar.

3. OBJETIVO: 3.1. Identificar riscos de acidentes na execução de tarefas padronizadas ou não. 3.2. Identificar riscos associados. 3.3. Identificar presença de fatores de riscos ambientais. 3.4. Identificar riscos nas ferramentas e acessórios. 3.5. Identificar atividades e condições inseguras na execução de tarefas. 3.6. Identificar o devido bloqueio para cada risco detectado.

OBS: Desses objetivos se enceram em ações de controle e medidas de prevenção contra as ocorrências de acidentes que serão vistoriados na PT – Permissão de Trabalho para a execução da tarefa.

4. CARACTERISTICAS DA APR - Analise Preliminar de Risco. 4.1. Elaboração antes do inicio da tarefa. 4.2. Gera discussão sobre a tarefa; 4.3. Envolve os trabalhadores na elaboração e implementação de medidas prevencionista. 4.4. É uma maneira simples e prática de dar eficácia as iniciativas de prevenção. 4.5. Comprometimento dos principais interessados com a obtenção de resultados 4.6. Importância muito grande na diminuição dos índices de acidentes na indústria.

Nota:

1. As ações de controle e medidas de prevenção serão os elementos que serão listados na PT – Permissão de Trabalho. 2. Os SGI – Sistemas de Gestão Industrial determinam como boa pratica de trabalho que todas as tarefas a serem executados no âmbito da empresa precedem a APR – Analise Preliminar de Riscos. 3. A APR – A Analise Preliminar de Risco não é estática a essa mesma tarefa mesma que tenha o mesmo escopo de detalhamento, orienta-se a repassar se não mudou alguma situação correlata a essa mesma tarefa antes executada. 4. Basta um membro novo na equipe e ou os membros já veteranos na equipe tiverem dúvidas com relação à tarefa a ser executada para motivo de rever a APR – Analise Preliminar de Risco. 5. Espera-se dos participantes que irão elaborar a APR – Analise Preliminar de Risco observem a pratica da Gestão sem lacunas.

CEI – CONSULTORIA DE ENGENHARIA INDUSTRIALPRAPR 16032014
POP Realização da APR - Analise Preliminar de RiscoData: 16/03/2014

5. POP Elaboração da APR - Analise Preliminar de Risco. Rev. 0

1. Nome da Tarefa: Elaborar uma APR – Analise Preliminar de Risco

2. Resultados esperados: 1.1. Quantitativo: Tempo para elaboração da APR condicionada a analise das atividades da tarefa.

prevenção sobre para bloqueio dos riscos de acidente da tarefa

1.2. Qualitativa: Ativar a PERCEPÇÃO DE RISCOS em observar as ações de controle e medidas de

3. Material Necessário.

3.4. Projetos e demais desenhos relacionados a tarefa a ser executada

3.1. Grade de preenchimento da APR – Analise Preliminar de Risco 3.2. Folha de presença dos participantes para anexar a APR – Analise Preliminar de Risco 3.3. Escopo e, ou ordem se serviço detalhado da tarefa a ser executada. 3.5. Outras informações complementares que seja necessário para execução da tarefa.

4. Preparação:

4.1. Comunique data, horário e local aos participantes da elaboração da ART. 4.2. Aguarde a confirmação da presença dos convocados para realização da ART. 4.3. Os convocados serão os trabalhadores que realizarão as tarefas e demais envolvidos. 4.4. Aconselha-se a inspeção prévia do local onde será realizada a tarefa.

5. Execução:

5.1. Um dos componentes do grupo que coordena e preenchimento das atividades da APR. 5.2. Ordenar as atividades na ordem de acontecimento da execução da tarefa. 5.3. A cada atividade discutida pontuar a frequência 5.4. Em seguida ao item 5.3 pontuar a gravidade 5.5. Os escores de votação são sempre 3 [alto], 2 [médio], 1 [baixo] 5.6. Calcular a classe do risco. Risco alto [5-6], Risco médio [3-4], Risco Baixo [1-2]. 5.7. Estabelecer as ações de controle e medidas de prevenção de bloqueio do risco da atividade. 5.8. No final da APR – Todos os participantes assinam a lista de participação da elaboração da APR.

6. Verificações:

6.1. Verificar e ficar atento aos danos que possam causar a integridade física do trabalhador. 6.2. Verificar e ficar atento aos danos que possam causar material, tipo máquinas e equipamentos. 6.3. Verificar e ficar atento aos danos que possam causar ao meio ambiente. 6.4. Verificar e ficar atento aos danos que possam causar ao processo.

7.1. A ação de atuar corrigindo os itens acima é o rodar o PDCA

7. Atuar corrigindo os itens acima se houver a necessidade:

Nota:

Sugere-se que os participantes da elaboração da APR – Analise Preliminar de Risco tenham todos a centrados nos resultados definidos no Item 1.

10 6. MODELO:

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

O artigo escrito tem como objetivo final orientar de forma operativa passo a passo como se elabora uma APR – Analise Preliminar de Risco.

Pontos de siglas diversas como APT – Analise Preliminar de Trabalho, ART – Analise de Risco da Tarefa e APR – Analise Preliminar de Risco tem a mesma aplicação aqui na CSP – Companhia Siderúrgica do Pecém a sigla usada será APR – Analise Preliminar de Risco.

A PT – Permissão de Trabalho se formará como um CHECK LIST das medidas de controle e medidas de prevenção a serem verificados uma a uma para que seja tomada a decisão de liberação de inicio da execução da tarefa e dessa mesma forma tem poder de monitorar e parar a execução de tarefa quando pelos um dos itens observados na PT não estiverem sendo observados. Num próximo artigo escrito de alinhamento e capacitação profissional será apresentado como elaborar a PT.

Tradicionalmente existem tarefas tidas como especiais que são peculiares ao processo da empresa como cito as mais comuns: Trabalho em altura, Serviços com Eletricidade, Serviços em Espaços Confinados, Trabalhos com serviços a quente, Abertura de equipamento em linha, Escavações, Serviços de Guindar e movimentar materiais, Bloqueio de Sinalização, Testes radiográficos, Oxicorte e tantos outros que defina a empresa como especial que terão suas APRs e PTs tradicionalmente revisadas quando se fizer necessário.

Como entendimento do Consultor são boas praticas de trabalho todas as tarefas a serem executadas no âmbito de uma empresa seja na montagem como em manutenção e ou operação a elaboração da APR – Analise Preliminar de Risco e consequentemente a PT – Permissão de Trabalho.

Observa-se que as APRs e PTs tradicionais serão sempre revisadas quando se fizer necessário observando que o dia-a-dia numa obra e ou empresa operando os acontecimentos não são estáticos e se dinâmicos mudam com tempo e as pessoas que se interagem no processo e meio ambiente o que justifica revisar sempre as APRs e PTs.

As tarefas novas segue-se o POP Elaboração da APR - Analise Preliminar de Risco como apresentado a grade para preenchimento nesse artigo de DESENVOLVIMENTO DE CAPACITAÇÃO E ALINHAMENTO DE INFORMAÇÃO.

8. ANEXO: TEORIA DO ACIDENTE.

Srs, Pesquisando pude ver que foi numa siderúrgica que BIRD concluiu seus estudos sobre a famosa pirâmide que trata da teoria dos acidentes com isso desperto a cliente a ficar atenta ao grande número de desvios que estão acontecendo na obra fica o ALERTA.

Siderúrgia Lunckens Steel. Foi nessa empresa que Bird pode atualizar a relação de Heinrich, através do seu trabalho Damage Control onde analisou mais de 90 mil acidentes durante o período de 1959 a 1966, a partir daí Bird desenvolveu a proporção 1:100:500, ou melhor uma lesão incapacitante para 100 lesões leves e 500 acidentes com danos a propriedade, parte desse estudo compreendeu 4 mil horas de entrevistas com supervisores de linha.

Pirâmide de Bird. Para ampliar seus estudos Bird analisou acidentes ocorridos em 297 empresas, representando 21 grupos de indústrias diferentes, totalizando 1.750.0 colaboradores que trabalharam mais de 3 bilhões de horas, com essa pesquisa Bird teve uma nova proporção, hoje conhecida como pirâmide de Bird, onde há uma lesão incapacitante ou grave, para 10 lesões leves, para 30 acidentes com danos a propriedade, para 600 incidentes. (1:10:30:600)

Eng° José Vilmar http://engjosevilmar.blogspot.com.br/ br.linkedin.com/pub/josé-vilmar/35/4/924/ Cel.: 85 99475695 Fortaleza, 17 de março 2014.

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