Insuficiência cardíaca

Insuficiência cardíaca

Insuficiência cardíaca

Equipe

Insuficiência Cardíaca

Insuficiência Cardíaca Descompensada

Pode ser definida como piora aguda da capacidade funcional ou a presença de sintomas persistentes em repouso.

Etiologia

A IC pode ser vista como consequência final de várias doenças que comprometem o desempenho cardíaco.

Classificação

Fisiopatologia da Insuficiência Cardíaca

Fisiopatologia

Tratamento

  • Paciente, 55 anos, sexo masculino, foi admitido na UTI com um diagnóstico de miocardiopatia com insuficiência cardíaca congestiva. Apresenta história de hipertensão arterial. Durante cerca de três dias antes dessa admissão, estava se sentindo “cada vez pior”. Sua respiração ficou difícil e suas pernas ficaram edemaciadas.

  • Chegou ao hospital às 3horas da manhã com angústia respiratória.

  • Administrado furosemida EV, digoxina, dopamina e dobutamina e transferido para a UTI as 7horas da manhã.

Durante a avaliação matinal, o enfermeiro constata que o paciente se encontra ortopnéico, FR 35rpm e fazendo uso da musculatura acessória para respirar.

  • Durante a avaliação matinal, o enfermeiro constata que o paciente se encontra ortopnéico, FR 35rpm e fazendo uso da musculatura acessória para respirar.

  • A ausculta pulmonar evidencia crepitações em todos os campos pulmonares à inspiração e à expiração.

  • Na ausculta cardíaca ouve-se uma B3

  • Em oxigenoterapia 2L/min por cânula nasal.

  • O monitor cardíaco mostra FC 188bpm (taquicardia sinusal) e PA 90/58mmHg.

  • Encontra-se desatento, dispnéico e é incapaz de executar até mesmo atos simples de autocuidado. Se recusa a comer e pode beber apenas goles de líquido com dificuldade.

  • A pele está fria e úmida.

  • As pernas estão edemaciadas com 2+ e 3+ de edema dos pés às coxas

  • Ele mede 1,82m e pesa 95,2Kg, mas relata que está 4,5Kg mais pesado do que na semana passada.

Manifestações clínicas

Sistematização da Assistência de Enfermagem

Diagnósticos

  • Padrão respiratório ineficaz relacionado a hiperventilação evidenciado por dispneia, ortopneia, taquipneia e uso da musculatura acessória.

  • Ventilação espontânea prejudicada relacionado a congestão pulmonar evidenciado por dispneia, frequência cardíaca aumentada e uso da musculatura acessória.

  • Perfusão tissular periférica ineficaz relacionado a hipovolemia evidenciado por edema em MMII e pele fria.

  • Troca de gazes prejudicada relacionado a congestão pulmonar evidenciado por dispneia, taquipneia e uso da musculatura acessória.

  • Volume de líquidos excessivo relacionado a mecanismos reguladores comprometidos evidenciado por congestão pulmonar, dispneia, ganho de peso em curto período, ortopneia e B3.

  • Ansiedade relacionada a oxigenação inadequada evidenciada por angustia respiratória.

  • Risco de infecção relacionado a exposição ambiental aumentada a patógenos e procedimentos invasivos.

  • Risco de integridade da pele prejudicada relacionada a circulação prejudicada.

  • Risco de perfusão ineficaz dos tecidos cerebral, renal e gastrintestinal relacionado ao débito cardíaco diminuído.

Implementação

  • Monitorar sinais vitais ( PA, FC, FR, T)

  • Monitorar saturação de O2

  • Administrar medicação conforme prescrito

  • Ofertar dieta hipossódica e com restrição hídrica

  • Realizar pesagem do paciente diariamente

  • Realizar mudança de decúbito, se possível

  • Realizar balanço hídrico

  • Realizar gasometria arterial (Alcalose respiratória?)

  • Medir circunferência abdominal a nível umbilical ( ascite)

  • Monitorar a função renal (ureia, creatinina)

  • Fornecer informações sobre o real estado do paciente aos familiares

  • Instruir o paciente quanto aos procedimentos a serem realizados

  • Monitorar rigorosamente a quantidade de líquidos infundidos

  • Monitorar os efeitos dos medicamentos administrados

  • Realizar exame físico completo

  • Elevar a cabeceira do leito a 30

  • Ofertar oxigênio conforme prescrito

  • Monitorar os níveis de eletrólitos

Obrigada!!!

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