Cultura do Tomate

Disciplina: Olericultura

Professor: Ramalho

Aluno:

Anderson Cardoso

Ernande Gomes

Rafael Benicio

Marcos Antônio

Júlio Cesar

 

Araripina-PE 2015

PODE-SE DISTINGUIR ENTRE DOIS TIPOS DE TOMATEIRO

DESCRIÇÃO BOTÂNICA

O CULTIVO DO TOMATE APRESENTA AS SEGUINTES VANTAGENS

  • Trata-se duma cultura de legumes com um ciclo relativamente curto,

  • Pode-se optar entre um período de produção curto ou prolongado,

  • Pode-se cultivar como uma cultura arvense, não coberta, e como uma cultura protegida,

  • Pode-se encaixar bem em diferentes sistemas de cultivo,

  • Tem um valor econômico elevado tem um teor de micronutrientes alto, os frutos podem ser processados, secos e enlatados

REQUISITOS PARA REALIZAR UM CULTIVO BEM SUCEDIDO

ESCOLHA DE VARIEDADES

PLANTIO

ADUBAÇÃO

O tomateiro é considerado, dentre as hortaliças, uma das espécies mais exigentes em adubação. Portanto, conhecer as exigências nutricionais, os principais sintomas de deficiências e o modo de corrigi-las é fundamental para o êxito da cultura.

A absorção de nutrientes pelo tomateiro é baixa até o aparecimento das primeiras flores. Daí em diante, a absorção aumenta e atinge o máximo na fase de pegamento e crescimento dos frutos (entre 40 e 70 dias após o plantio), voltando a decrescer durante a maturação dos frutos.

A quantidade de nutrientes extraída pelo tomateiro é relativamente pequena, mas a exigência de adubação é muito grande, pois a eficiência de absorção dos nutrientes pela planta é baixa. Para os fertilizantes fosfatados, por exemplo, a taxa de absorção é de aproximadamente 10%. O restante fica no solo, na forma de resíduo, podendo ser absorvido por plantas daninhas, ser transportado pela água ou ser retido por partículas do solo.

DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS

IRRIGAÇÃO

Da semeadura à emergência das plântulas, as irrigações devem ser leves e frequentes, de modo a manter os primeiros 10 cm do solo sempre umedecidos. Nessa fase, o turno de rega deve ser de 1 a 2 dias, dependendo do tipo de solo e das condições climáticas. Em solos arenosos e/ou em regiões de temperatura elevada e de baixa umidade relativa do ar, o turno de rega deve ser diário. Irrigações frequentes também são recomendadas por ocasião do transplante. Neste caso, deve-se irrigar preferencialmente pela manhã, quando a temperatura é mais amena e as plantas estão geralmente túrgidas.

Dependendo do tipo de solo e do clima da região, as irrigações devem ser paralisadas 20 a 30 dias antes do início da colheita, quando as plantas apresentarem cerca de 20% de frutos maduros. Essa medida visa concentrar a maturação de frutos e aumentar a concentração de sólidos solúveis. Entretanto, em termos de produção de frutos, maiores produtividades podem ser obtidas irrigando-se até a ocasião em que cerca de 50% dos frutos estiverem maduros

PLANTAS DANINHAS

As plantas daninhas interferem diretamente no desenvolvimento do tomateiro, competindo por água, nutrientes, luz e liberando substâncias alelo químicas, que afetam a germinação e o crescimento do tomateiro. Deve-se, por isso, evitar o plantio de tomate em áreas infestadas por espécies que possuam substâncias inibitórias, como a tiririca, o capim-Maçambara, a grama-seda e o feijão-de-porco. Indiretamente, as plantas daninhas interferem como hospedeiras de um número grande de pragas e de patógenos que atacam o tomateiro.

As áreas recém-desbravadas ou previamente exploradas com pastagens são pouco problemáticas em relação ao controle de plantas daninhas na tomaticultura. Em áreas intensamente cultivadas, o controle é mais problemático em razão da ocorrência e proliferação de muitas espécies de plantas daninhas, as quais exercem alta pressão de competição com a cultura

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