(Parte 1 de 5)

!\ if! ~

t-----+-~

'~3 ::' :'t,' ,.

··l \-~r--~l

e -_-=:= -"' =.:.;

7::-=.:'9 ::$ o:! ;t ..ra 'Z_: !_ E:: ",a:::,

-.-:.; -~ .... _0

n ; .CtS:J4r. C3.:. o s.stemJ!'c : • c

u yOtJt ,::

FIre :vt;Jo • ar. 'iral, : 'to:.'

Coora.nKio sao, ustn..t g rl'-c . ..;\-::: : ... 1 :'A!:: .... .1:= ­':-;;'ij .s :' : -l7i ;" :lS ;3 =. .! _ : •. Z:' :5"

l~-l o.J..!GZS8 r Oseco DIVISAO FOSROC manual pratico para reparo r!NG) & CONS-rR LTOA. e reforco de estruturas der concreto

AutO(;

Prol. Dr. Pa ulo R. L. Helene Pesau,sacor do ce Civil da Escola Politecmca da UniverslcaCle de SAo Paw . EPUS?

Consultor Tecnico: Eng. Maurici o Gerschenstein D,re:or P;es,dente da MAUB :::H EC Er.genharia e ?rojetcs

Eng. William Edward Bennett Eng. Paulo Sergio F. Oliveira

Ag rildecimentos. ESlagi3riO Geraldo

Eng: Katia Dia.s Guimarae"

~oCM CI!A $1 .2f07rJ

Gerente de DIV1 s30 da FOScCO -DM~oFOSROC GererHe Tecnico da FOSECO . DM~FOSROC

Escola Poli!ecnica da Univers:cade de SAo Paulo· ="U 5" Universldaoe Federal do RIO de Janeiro . UFRJ

Via Raposo Tavares. Icm 15 ' C=P CE575· 5.30 ° a:.l lo · S? For.es : 26<!-S:!2 • Telex (01 1)· 233C3

'G NDv ~ NORtvll,:l.. P(! 0 r-r<:..,:(IC-rO c..t..~ o.E" ~NeN~ NbP...'lh /::...=

Go~~~ &"'\ ~~I ~tU:fl~ OSt.AIV\I\N~ ~~ ‹L£TR..O~l("I~

~~,",,-\'N~ h ~(.)£N+t: CL~ @

l' Re:'S~'M-o ~ So TI<~T. ~ 0't1O

l()a.£~p~e-vJ ARR.~~ ~(J~ 0.£ p(lOf~

A -I cC'il'1. 0 51:rD /'),. L. V f'> N ~<-toE. L IJ L~ a.E. C-o N~~~ ~'Lr-~~_ O('r-£I~ e.€U1LA. OE ~~Ol'r~.(,.~

. " ~"'E~ ~Tt:l.~ A = 10 % ~-r-s.T. ~MP. -a~~SAb NA<) -UN(Y"~1E. (.u::>v'l£"Co reO N-a-0 -keYl.:.

~ t. ~oN"""C-~LO I ~iL/~ "'71>N<Nt£\ s~ .H S6 h-J I'l.~ .

.24ook~ -"> 3% -» 1-L L 1/lI'"'3 s.ELo C,,~3)

I1So L /M'f1 ~ou'-{ ~G!:>4

~\.~L.)f'\J\~ '/ ~t:..--u.-+c Co H. "2. ~( 0 \-1) 2. -I) rH:= (2., $

G~o G1 ~'" P.En CA,p :/"" t(5U.Jf;ouI,,-=.

n..+. ( -t c..ON~~f'6Q).

(8e=~ PON4-E"S U.'iS .I>)

4o~ PD-Nf~ '$1..

f!,Lu,,'-.l'Ntl)l>o.i: 6.D CD"'~ ~,ao (~-{Jo.. (..3 S : CZ S l C 3 A. 1 C4 A.. r-.

PREFAclO

"I P:of. Dr. Ing. Paulo it co Lago M9·e'1e ra pedido Gue Ie re<:!ac:e !!I prolego par3 el "Marual Pr3tlpara rte;:aro e Re'or7-l de Es;;vruras ce Conc:e:o·· y con sumo gusto he ae=e,Co 3 ;!sta ;letlc.on cebido a dos motives f"o"r.da:nentales: el pnrrero es porQue el Prot. do Lago Helene as uno ce mlS mas entraflables am,gos. cvva perc'J a aoesar de la d;starc.a Que nos Y el segundo porque el Prof. Helene as un proies;Qnal d:gno de tada admirac:cir:, para los que conocemo, su t..aye:tona hecha d'3 a dla y de forma mcarsaole a gclpe de uaca,o sene.

Las dos razones dadas bastarian para redactar un protego poniendo ~ maximo canflo. pero edemas aqU1 se dil \a elrcunstancia de que el V,mual se merece ··per se·· ese orolego.

Las dotes invesligadcras y docentes del Proi. Helene hacen que posea ur.a gran faolidad de expos.c:on de lemas ujcnlCOS. haClendolo con una grcn dandad denuo ce un contexto de s:nlesis. no es de exua"ar, per tanto. que hoy nos encontremos con este Manual en i que. en cu,,:ro capitulos. se nos da una oanoramica muy completa de las tecmcas de reparaoores v reruerzos de eSUlJcruras de horm'9cin. no Sin antes habemos pevacc.ce \a mano a traves de tada una amplia 93ma de patologia que nos sirve de guia para el dlagn6suco de 105 danos que puede presentar una esuucrura.

Como ingeniero que he dedicado mucllos alios a los temas de pato/oli:a de estruc:uras de hormig6n. he de racer.acer que al Marual :;'Je tengo 3.,18 mi es una oora muy completa. clara y cepuraca Y en la que el autor "no se ha dejado nada en el tJntero·'.

Los temas se tocan con una gum claridad. con aelerto y ';';or. Hay que laner en cu2nta Que el autor es un exoerto en cementos. horm.gones Y OUOS mater.ales y por ~puede Motar con autoridad, cando ideas preQS25 sabre conceptos clave .

EI Manual va a ser una herram,enta fur.damental de uso para inge'1ieros y Gue. en mas de una ocasion. tend ran que recJmr a al. y muchas v2ces no • re,arar 0 reforzar una estnJcrura, Que es melor Que oedemos dese if. sono ;;ara utllizarlo como guia a fin de cor.ocer \0 Que sa deoe hacer para aVilar prec:emas palOIOglCCS en sus

Feliettamos al autor y aml!;o Paulo Heier!! por su magnofica apor..acion a ce oora a la vez que Ie =eseamcs muchos eXJ!OS

Dr, Minuel Fem'nCII ClnoV'lS :8 e:'s e t~Vacrd

CoS i C2 S

V € L€ Ta.o L' L'v (.c-cI{ETo

W'2"O :) c-$-H+C(A(o~i}'Z .' , ~()J1.::)(,K~f3~ .

N~ (0 \-1) -I~i ~ Oi 6,fO 1. ~~ o.c. POJR 8.(\ hx:

Co... (O~)2. -12,(0 -< c.p I ~ ~'> 010 ~ A(PNS-&L.H~VEL. k (CI4) -I~~ I

Cloo,,-jOeo!. ; =f'I.>.';;'; ,1r.Q1 AP.., ~,,-,.,.

~If' p~e-s PR(£V~ ~P'<OT~_ l-) tJaJln..~)z..~ I ~fY'~

C~-) CtVlIboN~"1:~.

LLl-1 \1P~t-J~ Q£. ~~-f~ ~"l..e~

(f~PI£L -Z~,..r~) => 'icrfe-r'1f/. f/z.O NI4 SJf£Q PI / Lt ~ p.c (70 N-C. Il.E'TO.

Sh~ •IV' . -> , 7f06Yl ,E')\

OI,)~f:>~il.. 1 o~ 60 Il leo ~ oU»rc...= J.400 !so "7 'hI Lf,"-.,. ~~ •

Arl (j= £.}&o 1'1l-e>'\ £ ~t: ~Ya#~' h=14,o ~.

l.IN'iA'l 1'Yl<OII Mi)~4 1 : 1'/ SUflXl A t'l. E

Uu ~N-QO L {)N c.A-') 0 CC·"" c1.E"fo N Ao f>t!Y2. Gcf1. ~ ~ N", f~ ,~ c...~ EN+o .

4.0 ~~,~wllS CNT"'-", N-o 4:>~, ~V\ ~+E p.o Cr.::.. P i 0 ~

/0 ".,..., C. ~. 1 62.J.JE: ~ ,o~ 1.:Yl_ (~V"n.fh~)

1s ~ (l.£ ~~()Y2-,:>/

1"L H iY\ 00£ ~-f £". '1 S -m ."tv, f'1Yle:>.s-<=1 {/€Yt if-tTt'"~I\. ~ P o-r-f -(~ ~ i I:!;" I V A."Z..1 1 e-N -f~..

---:;:;-C>-<) E !f..O s""-....... 0<' : I~=/, 7 E>J -tb f PO\...}~-I-.~

~~N~-f~l c;.. (OWJ-z -1-COl.. -> C [t?~ -f J{<! 0

'I=JI{ = /l, Il lb.

1'(71 {c:n~ONn..I-~ ( t'Nb.' ~g'l. ~

C9.U I'V'1 t"c...o) to&1.. ~I'> . V.'S(V.£L .

Q9'l;)~1YL ~ 6.-P~~ ,£N-ttOtt v~ .ITl"L 4V~ l" .I • I> -r. t'o /~) s 10 Is I~

~1.0:5"4t> 'tn c.. c..e 2. t i IJ i 1 c..-.o ~Ol7:"o ~c..~t~~ r.u::

P~..f.£ 1~t-t:n..1'7). ~ot\t e. 'lEfo b.CJ'oI'~~-t> CbI2Ib-o~-I:~~ lCL.o l:t€ t o.rJ,.. - f~Q.~

511.. ~+o 0.£ ~~~~ .3 h.. 4M~ r:: /} ,.;2. ~ (O-~~

(l~o p ~ NC11. N\.-tY\.

CU>'l.E~ · ~ EW'~1)~~( 4€Lt) . (N ~C N' C' W> 1r>co_).

l,o~, ~ c.. Q..£ n0. ~""Lt~ ,>od oE
\ce.Q.~ ) L~'LOS~
ta.f"", 6 GJ1.~~ fY ~

... OI\,cUS~ 0 <?~

'> A.fM. T11>vi"~' -J> ~

I.l.E. &0'0\'0 .) pi SV-P 8{ p..(U..Ei.. fbl. ~4

, 6f-l£.7:(~I£: If.101.b'S"}.oPaE I otc , ~rtEc:..~ a.s svPSLr-IQ

,. Ol\...V , O~ -01-~s~ 50 ~ -I) 1-S~

-t-+ +HdJ tfJ) I/J)

(MIY\) (QoCE.)

.> CO(!;lo1\.,...­

±.30 ~

INTRODUCAo o concreto de e'mento Ponland tem provado ser 0 material ce COnSlrJ<;Jo ma:s adecuado para eSUUI:Jras. su;:erondo com /arga vamase:n outras vi;iveis. como made,ra. "<;0 OU alvel'.ana.

Desde a inico do emprego do concreto armado enado ra em 18-!9 ","en,er. ase-difica· o;6es. obras de ar-e. rodOliias. ca'_ e derna,s ciVls em c:oncre:o armado ou pretend'do !l!m resisndo as mais var.acas sobrecargas e a¢es do me<o amb,ente. •

Embera 0 concreto possa ser eonsiderado um malerial pra!;camente etemo -desde que rBeata sistematica e programada -cor.struc;Oes que apresemam mdmresta¢es patcl6<;rcas em rmensrdade e signiiicativas. acarretando elevados custos oara sua eOITe<;Jo. Sempre hoi comprometimento des aspectos esteucos e. r.a maioria das veles. redu<;<lo da capaciCade pcdendo ohegar. em cenas ao c:olapso parcial ou total de eS[Ntura.

Freme a essas manifeslac6es pa[olOgicas se observa. em gerai. um descaso que leva 3 s.mples re;laros superf,clais ou. inverS<!meme. a demobc;Oes ou ,nJUS"..fic1cOS. Os c:o<s extremos s<lo desaconselMv9's uma vez Que M. hoie em d,a. uma elevada gama !!e tecnicas e produIOS desenvolvldos espec,ficam'eme para solucronar esses problemas.

Terdo e:n vista Que arualmenle se drsp6e de malor eonhecimenlo dos processcs e mecarJsmos des[,uw oS oue al\Jam sobre as estruluras e considerando a grande evolu<;Jo tecn046gica dos ultimos anos -com 0 desenvolvimenlo de equipamentos e uicr.icas de de esmlttJras -e perle<ta mente poss"vel d:agnosocar com !x,[o a maioM dos problemas palol6gicos.

Este manual de reparos e eSlruturais foi elaborado para se c:onstiruir num gUla pr.!nro qu e m~a da maiona dos problemas enfrentados pelos arQuitetos. e engenheiros em seu

L.balho de projetar. construir. fiscalizar e manler as obras eMS. Contudo. dispensa 0 especaista em patolO7la que quem formula 0 diagn6stico correlQ do problema -chave do sucesso da -nem presclOde do comrole da da propriamente ditll. que deve ser eferuado por equipes mut!idisoplmares de laborat6nos de ensaios e controle.

No capiruJo 1 sao apresentados os conceitos casicos sobre patoJogia e [erapia das consltUo;6es alem de um Quadro Que resume os princ'pais produtos usados para reparos e dassificados se<)undo sua naturela e fisico-quim,ca. A finalidade do quadro orientllr os profiss:onais na escolha do produto mais adec;uado para determinada s:tuac;.-!o. uma vez que para urn mesmo problema patoJOgico pode haver mais de uma solu<;<lo.

o capi0 2 fOt orgafllzado de fOlTTla a ajudar na elabora<;Jo do diagn6stico !las paloI6g:s. apresentando tambem as alternativas mais adeQuadas para a corre<;<lo des problemas.

Por se tratar de uma orienta<;<lo geral. eVldememente foi posslvel anafisar aspectos parJc::.rLares de um d9terminado problema ou obra. que devem ser tratados em sua espeCificldade.

Os orocedlmentos para reparo e limpeza do substrato sao apresentados no caoitulo 3 :ons,ce!ou·se conven,ente destacar a ,mpOrlanc:a desses procedimentos. sO porQue inituem n ) suces:.o d" uma co rre<;!! o. mas tamMm porque. mullas vez9S. nao sao do conhecimento c!cs plofissiona,s. E o que ocorre. exemplo. com a de de impeza de chapas metallcas ou quelma controlaca da super-ic:e.

Flnalmama. no capilulo 4 sao apresentados os proced,meC1tOS u5uais para reparo e ,,;forco de eSlruluras de concreto armaco ., pro;e.,c do. Por razOes didaucas. as corre<;Oes f08m apresel'raeas um problema patolOg,eo Na prauca. a de uma es:rutura de!!!f'oraoa pode ervolver u-n numero elellaoo de problemas; para encontrar a solu<;<lo adeo~sera consul:ar var os conc:l:ando. de 'or",a planejada. cada um ces procedimentos ordicados.

) -ks-.. J./1.-()~.:f

I I :'·1

:'CJI=:, ,-',:& Z-: !l::; ::,;r-..
Foro 3· M

F, :a : ' :". :e

perlor.,.,.,inct um ..oj. forl1'\i .".

latt a -e,

~err.

FOlo , ' Dan-os

Clusaaos ~IflCtnd.o at est;vtyl'l ,

PR:: FAc IO
INTRODUCAO7

CAPiTULO 1 PATOlOG IA E TERA?IA DAS CONSTRUC;:OES 1.1 C ·JaCrCl de escclha do de reparo 0.; relo,,;o Zl

2.1 a 2.3 :stnlrurasdeconcreto24
2.4 a 2. I25
2.12 a 2 1;; P·lares
2. 17 a 2 21 Laies•.......• _ .................... 31
2 a 2 253
2.25 P:mtes e v",dutos:l5
2.27 Silos e :anGues36
2.28 ::s:nsruras em do marou 3gua aoc e37
2.29 2.30 Ga lenas de 3gua a esgoto38
2.31 Ed.ficios industria.s•...... _ •................... 39
2.3240

CA?fTUlO 2 GUIA PARA DIAGNOSTICO E CORRECAo DOS PROBLEMAS

CAPiTU LO 3 PROCEDIMENTOS DE PREPARO E Ll MPEZA DO SUBSTRATO

413.1 Pre;:aro do substrato

4 .1 a 4 .24 Estruturas de concreto52
4.25 a 4. 34 Viga sn
4 .35 a 4 39 Pllares86
4 .40 a 4.47 Laies•..... _ _ ..... ........ _ . 92 ~::~.... ::::::=:::::::::::::::::
4 .553 4 50

CAPITULO 4 PROCEDIMENTOS DE REPARO E REFOReO ESTRUTURAl CONSIDERACOES FINAlS 113

IN DICE POR SIN TO MAS PATOlOGICOS E POR Olu~Ao DO PRO BLEMA115

B1 BlIOGRAFIA RE COMENDADA ~.-CM OOS1·&7~

Fernando Piazeta ~ ~CM

CREAS1 ·D7nl fNDICE SEQU ENCIAL

PREFAcl O IN TRODUr;:A o

1.1 Quadro de onema:;zo;>ara do ;Jro<!u10 de ra;Jaro O\J20

CAPITULO 1 PATOLOGIA E TERAPIA DAS CONSTRUr;:OES

CA PITULO 2 GUIA PARA DIAGNOSTICO E CORREt;AO DOS PROBLEMAS

• Vigas • Pilares . Lajes • Paredes

2.1 Corrosao de armaduras 2 2 Ninhos Isegrega<;Aol

2.3

• Vlgas

2.4 Fissuras de fleXilo 2.5 Fissura s de cisalhamento

24
2.6 Fissura s de eXi!o r.a pane supenor•. ............ _.25
2. 7 Fissuras de fleXilo e escorregamento da armadura27 ~~:~~~~~~~~~.. .........
2.10 Esmagamento do concrelO por torr;l!o28
2.1 Fissuras de relraeAo iudniulica ou uirmica28

• Pilares

2.12 Fissuras de assentamento plastico 2.13 Fissuras de pega ou falsa P89a

2.1 5 ssuras de compressa o !ocahzada ou flambagem de armadura s -
31
2.1 6 Fis suras ou nupturas no lOpe de pilares cunosJ/.)

2.14 Fissuras de junta de c ncrelagem

• Lajes 2.17 F;ssuras de flex lo 2.18 Fiss uras de flexao em balano;o

2 20 Fissuras de relr';<Io hidrllura e contrac;<io lermica

2.19 Fissuras de momentos volventes 32

• Paredes

2.2 Fis suras de reco cue 2.23 Fissuras de relroeAo hidraulic<! contra"ao t;\r:nlca

2.24 Ftssuras de flex:lo 2.25 Fissuras de tra"ao

• Pontes e viadutos 2 26 DetenoraeAo generzhzada

• Silos e tanques 2.27 Pe,cola" ao de I(qu;c os, fi ssuras e corrcsao de arm.duras

• Es:ruturas em do m ar ou agu a doce 2.23 gene:ahzada

2.29 Colaoso ou ace"tuada ca pane

• Galerias de e esgoto 2 :!O de ;lar:e subme:sa

36 'Il

fNDICE SEQUENCIAL

•.: Jificios

2.'; -'jc 3rm(!<: ' ·S! ,! orJnda,6es

2 2 efeme-.:cs :(3:S de

.;0

• 3. 1 Preparo do substrslO

CAPiTULO 3 PROCEDIMENTOS DE PRePARO E LI,\lPEZA DO SUBSTRATO

3.;..2 D,s:o de desbasie

3.1 1 Escaniical;Ao

1.1 Demc:it;40

3.1.3 Escanilca<;Ao mecan;=a 3.1 .5 u xamer.:o 3 1.6 uxamemo

3 1.7 Escovamenro ma:1ual 3.1.8 P, siola de agulha

3.1.10 Disco de cone

3.1.9 Jat:l de are:a se:o ou um,c 3.1.1 Q'Je;ma controiada

3.1.12 MemO<;Ao de Oleo e graxa lr71pr9grados 03.2 Li mpeza das superficies

3..1 Jalo de agua Ina

3 2.2 Ja to de Quente 3.2.3 Vapor

· . 41 42

5
3.2.5 lavagem com sOluo;tes alcalinas

473 24 La vagem com soiuO;Oe s

•........... .......... .. .._....... 48

3.2.6 Remoi;Ao de Oleo e graxa superl,cials

3..2.7 Jalo dearcomprimldo 3 2.8 Solvemes velateis 3 2.9

CAPiTULO 4 PROCED/MENTOS DE REPARO E REFOR!;O ESTRUTURAl -Vigas . Pilares . Lajes • Paredes

.4 l S{ :'9'rlic.a·s c~argarr.assa ~slreral :vca1l13CO-S _ar;i2'T1asa base e:r0..•. Re::aros s tase ;'Clies:er superllcia!5efl granaes arGamass.a t.ase mrre:-al . su;::el-,c..atSTl g:-anC9s erg-as: 9'i1 grar.Ccs nata :oara

Re ,:-aros e:novlrnBr.ta.r;ao. ar;13:-nassa :-ase Re ,:ar;)s e'Tl : e movr':lentar;.!o rg,amassa !::ase '.!XXl

" 4.3 4

"-7 "-8

4 !.1

" .15 4 : 5 ne:aros ar;amassa b<?se fiepa,os ;lre/'Jrdes . g'a.Jle minerai .

ile; aros=;:'"'crer.o:

ne:)dros refcn;::s c.:.r.os,ac e::6x: cern zi:'lco M;Jpa,:s: reler.os · ci')retos: a;: : .•., ,rlc,da, :e c-::r::sAe

R=::.ars.'re';rcos para 'J !: s.Jcac.Ja:.co :;,a--a s: •~o ja ar-a: 1'""2.;,·a i :-asse

? e CI ';-:J ' recor.s;.:.. ;ao se-;.!c"'")3r IJ:t'Jva .=.J

48 .:g

53
56
62
E3

52 53 54 54 5 57 sa 53 60 61 64

4.15 ce . ; raute Case e;J6xi neforc;o: Irle';20 de fi ssuras · base 6

4_2 1 cna;.:as met31icas a=endas ao -=-oncreto -e:xnce.g
4.2 metzlicas soicadas '70 23 Clafor;;o em ce . incedio =im a3c:os -5a5 e!aies ...•........•......•71

€84.20 Reicr.., : " ,maduras 4.2.! ileforo;o em case de emerg<!ncia: e impac:as . pllaras e pareCas • c lncreto prOletado 71

. Yigas

4. 25 fledo · graute base m 'neraln .25 .concreto ..... ...... ....... ........... ........ ..........._.........•.•.. ....... 74 .27 Reforo;:o: flex!e ·concreto prolelade ... . .... ._............._....._ ..............•.. 7S
4.29 ,e(o,;o: coname ·argamassa base e;XixlI......•_....••........ n

4.28 Reforo;o : flew ·chapas aderidas ao concreto · 3deslVC:..sa ~Xl 76 4.30 Reforo;:o: conante . chapas me~adancas ao concreto • adesivo Case ep6xi 4.31 Aefert;:O : lOrl; Ao . graute base m inerai

4.32 tero;ao -concrete

4.3 Kafcro;:o: ·concreto Olro jerado

•_...............•.....8)
4 34 · chapas metabcas aderidas ao cncrelO· ac!esivo base:;pOlO84

83 -Pi/ares

4.35 ileton;o: graute baSi! mineral 4.36 ReiefO;O : graut!! base ep6xi

4.37 Rafof:;O · concreto

4.38 Re for;o: cencreto projetade

4.39 chapas m eraloca s aoer-das ao concrelO ·aces:ve base ep6xi

-Lajes

4.40 Retoro;c: momentesvolllentes ·argamassa base m lneral41 Re!oro;o : momentes volven:es · cencreto ................_..............._......._......... .
adesiYO base ep6xi

4 .42 ~momentos YOlllentes . chapas melalices aderidas ao concrete ·

4.43 Relort;:O : flexAo · argamassa base ep6xi 4 4 Refor: fledo . argamassa base mineral

4 .45 n eiero;o : flexAe •concreto

as F:l 8 B9 0

4.46 Refero;:o : flexAe · cencreto projerad o•.............. 9
4.47 Refero;o: flexAo · chapas metalicas aderidas a.:l conc:elO· adesivo base ep6xi100

• PiJares • lajes

4.50 Reforo;:o: puno;Ao •pen IS merafocos prOlendido5103

4.48 ilefor:;o: puno;Ao ·graute base mineral·concreto 4.49 Reforo;o · puno;Ao · chapas meliiJicas aderidas ao concre:o · adesivo t2se ep6xi 102 • Mfsulas . dentes Gerber

4 ·51 ar;3;rJ3ssa base 4.52 Melorco: graUle base mineral

4 53 Reioro;o: graute base e;Xixi 4.Refort;::) · concreto

• Funda90es

4 56 ?eforl;o : bleeos . concreto

4.: 5 blecos · grewte base mineral

4 57 Aefero;o : saoat3s · graUle case mineral 4.Sa sapatas cencreto

4.53 Reforo;o: estaca s · graute base m inerai <I.SO ilebr; o : eSlacas • cencreto

CONSIDERACOE S FINAlS

fNDICE POR SINTOMAS PATOLOG ICOS EPOR SOLUCAo DO PROBLEMA115

112 BIBLIOG RAF/A RE COM ENDADA

-e

1. PATOLOGIA E TERAPIA DAS CONSTRUC;OES

Patologia poee sar : omo 3 pane ca eSiUda os sinlemas. 0 mecanismo.

25 causas e as cos defeltos cas :or.su",Oes CMS. ou seja. e0 esruoo oas panes que comp6em o d:agr ostico do

A leraoia cate "siudar a e a solu<;ao oasses problemas palol6<;icos. Para cb:er r.as me-::,cas tera;:euncas. 8 necessario q;Je 0 es:'Jco pre: edeme. 0 oiagn6s1ico ca tenha sicc tem ccnduZ;do.

PATOlOG IA ~:C~.:...;.::.',:"'-_: ..;;:";-,!-5 z: .i?," ;. x-.-...i.::==--=--=::­

o oia<;nostic:J ade1:juado e completo aquele Que esclarecs lodos os as~os do problema. a saber:

---Sintomas--------------------

Os ;lroblemas ;>alol6qicos. salvo (3:0 5 c~eaoresentam manifesta<;ao exlema caractenstica. a par-Ilr ca qual se pede deduzir qual a nal:.Jreza. a ori!;em e os met:<lnismos dos fen6menos envolvidos . assim como se estimar suas provave:s ronseqGencias. Esses simomas. tambem denominados ce de'eiccs ou mandes;a.;Oes palclci9icas. podem ser descritos e classifocados. orientando urn prmeiro c,agnOsllro. a partir de minuciasas e exparientes observa<;6es visuais. 0 capirulo 2 dest!! manual. Que apresenta um guia para cOClgn6stico e corre.;Ao dos problemas. indica a correspondents manifesta.;Ao !lpica. Os sintornas mais a:muns. de maior nas estrurura5 de concreto. poCem ser as fissuras. as as necnas excessNas. as manchas no roncreto aparenle, a corrosao de armaduras e 05 r.tnhos de cllnCretagern (segrega<;ao dos matenais constiruinte5 do concreto). Como se rota na Figura 1, mamies1a<;t\es elevada incidAncia -como as manc/'li!s superficiais

-. apesar que. co ponto de vista cas COI'Ise<;u!ncias c;uanto ao compromeomemo estrurural e cuanto ao C'JS:O ca corre<;ao do problema, uma fissura de fledo ou a corros.1o cas armaduras sao mais sigmficawas.

(Parte 1 de 5)

Comentários