História das Sociedades (Aquino, Jacques, Denize, Oscar)

História das Sociedades (Aquino, Jacques, Denize, Oscar)

(Parte 1 de 7)

liiSTORI [j)AS SOC I"_...

R Das Sociedades Modernas as s()(;·edade

COPYRIGHT @ 1978, by RUBIM SANTOS LEAO DE AQUINO, OSCAR GUILHERME PAHL CAMPOS LOPES, DENIZE DE AZEVEDO FRANCO e CLYMENE VIEIRA DE

REZENDE, Rio de Janeiro/RJ -Brasil

DIREITOS RESERVADOS, 1978, por AO LIVRO T~CNICO S/A-Industria e Comercio, Rio de Janeiro/RJ-Brasil

CAPA E DIAGRAMA<::AO/Nelson Ayres

MONTAGEM/Nelson Ayres e Celson Ignacio Reimpressoes ·1978 1979, 1980, 1981 e 1982

H579 Hist6ria das sociedades: das sociedades modernas as sociedades atuais /par/ Rubim,Santos Leiio de Aquino /e Rio de Janeiro, Ao Tecnico, 1978.

Complementado pelo guia do professor Bibliografia

L Hist6ria universal 2. Hist6ria universal (2? grau) I.

Aquino, Rubim Santos Leiio de I. T{tulo II. T{tulo: Das sociedades modernas as sociedades atuais

COD -909 CDU -93

AO LIVRO TECNICO S/ A -Industria e Comercio Rua Sa Freire, 40 -CEP 20930 C.P. 3655 -Rio de Janeiro -RJ

IV UnidadeVU

Conclusio, 102

Penso, logo existo. A no seculo XVII, 98 1. N~oes iniciais, 98 2. Os metodos cientlficos, 9 3. As descobertas cient(ficas, 100 4. Conseqiiencias, 101 Destaques da Unidade, 101

QuadJ:o Sincronieo, 103

A fomi3\!ao do Mundo Ocidental Contemporaneo(l760/1780-1870/1880), 105 N~oos Gerais, 107

Unidade I Abalar o trono e derrubar os altares •.• 0 Iluminismo, 113

1. N~6es iniciais, 113 · 2. Significado e origens, 115

Unidade I Aumenta o jubilo dos ricosAs transform3\!6es economicas, 120

3. 0 Iluminismo em a ldade da Razao, 116 4. "Laissez faire, passer": os Fisiocratas, 118 5. 0 Despotismo Esclarecido, 119 Destaques da Unidade, 119 .1. N~6es iniciais, 120 2. As da Industrial, 12i 3". 0 ca"pitalismo industrial e liberal, 122 4. A Industrial lnglesa, 123 · 5. A Agricola, 126 6. Algumas conseqiiencias da Industrial, 129 Destaques da Unidade, 130

Unidade IU -Nos, o povo ••. As Liberais, 131 1. N~oes iniciais, 131 2. A Americana, 134 3. A Francesa (1789-1815), 139 4. e (1815-1850), 150 Destaques da Unidade, 161

Unidade IV -A ferro e sangueA Polltica das Nacionalidades, 163

1. N~6es iniciais, 163 2. A unidade alema, 164 3. A unidade italiana, 166 4. A Questao do Oriente, 168 Destaques da Unidade, 170

Unidade V -A pol{tica inglesa e a estupidez da Espanha •.. A crise do Antigo Sistema Colonial

Espanhol, 171 1. N iniciais, 1 71

2. As causas da emancipac;ao da America Espanhola, 174 3. As Guerras de Independencia, 176

4. lndependencia do Mexico, 177 5. lndependencia de Nova Granada (Colombia, Venezuela e Equador), 179 6. Independencia do Vice-Reino do Prata, 180

7. lndependencia do Chile, Peru e BoHvia, 181 Destaques da Unidade, 182

Unidade VI -A America para os ameticanosA America ap6s a independencia, 183

Conclusao, 197

1. N~6es iniciais, 183 2. Os Estados Unidos no seculo XIX, 184 3. A Hispano-Amepca no seculo XIX, 191 Destaques da Unidade, 196

QuadJ:o Sincronico, 198 PARTE I

Unidade I

CRISES E REVOLU<;AO 0 apogeu e a crise da sociedade liberal no Mundo. Ocidental Contemporaneo (1870/80 .:.. 1939/45), 201 N~6es gerais, 203

0 imperialismo e filho da industrializacao. 0 auge da hegemonia europeia, 208 1. N~aes inicws, 208 2. Os progressos tecnicos e as transfOimli\!OeS economicas, 209

Unidade I

3. A expansiio iinperialista e colonialista, 210

4. A Partilha da Africa, 213 5. A expansao europeia na Asia Oriental, 220

Destaques da Unidade, 226

A !dade de Ouro esta a nossa frente0 apogeu liberal: as ideias sociais e pollti-

cas, 228 1. Nol(oes iniciais, 228

2. Liberalismo e Democracia, 229 3. Socialismo, 231 4. Sindicalismo, 234 5. Catolicismo Social, 234 6. Anarquismo, 235

Destaques da Unidade, 236

\ Unidade Ill A estrela perdeu seu brilhoA Primeira Guerra Mundial: o decllnio da Europa, 237

1. N Ol(oes iniciais, 23 7 2. A hegemonia europeia em 1914, 237 , 3. Os choques internacionais e os sistemas de alianl(as, 238 4. As etapas do conflito, 241 5. Os problemas da guerra, 243 6. Os efeitos da guerra, 245

7. Os tratados de paz: a.Conferencia de Paris, 245 Destaques da Unidade, 248 ·

Unidade IV -Todo o poder aos SovietesA Revolul(ao Russa e a forrnal(ao da URSS, 250

1. Noi(OeS iniciais, 250 2. A Russia pn\-revoluciomiria: a estrutura s6cio-econoinica, 253 3. A Russia pre-revolucionana: estrutura pol{tica e forrnal(ao dos partidos revolucionanos, 255 · 4. As RevolUI(OeS: do "ensaio geral" de 1905 a tomada do poder (1917), 256 5. Da Russia a URSS: crise e estabilizal(ao (1918-1928), 258 6. A Era Estalinista: e coletivizal(ao (1928-1939), 260

Destaques da Unidade, 262

Unidade V -0 povo quer a pazAs relal(oes intemacionais no p6s-guerra, 263

1. iniciais, 263 2. As relal(oes internacionais (1919-1929), 264

Destaques Unidade, 270

Unidade VI -Realidades sombriasA Grande Depressao e as solul(oes nacionais, 271

1. Nol(oes iniciais, 271 , 2. A crise do p6s-guerra (1920-1921): a dif{cil reconversao, 273

3. A "Grande Ilusao" (1922-1929); prosperidade e especulal<iio, 273 4. A Crise de 1929 e seus efeitos: o aoeus as ilusoes, 274 5. 0 recurso a intervenl(ao do Estado e as diversas solul(oes nacionais, 276 Destaques da Unidade, 279

Unidade VU -Crer, Obedecer, Com bater. Os fascismos do entre-guerras, 281

Conclusao, 307

1. Nol(oes iniciais, 281 2. As hist6ricas do Fascismo, 283 3. A Itlilia Fascista, 284 4. A Alemanha Nazista, 287 5. A ideolo!!ia do nazismo e do fascismo italiano, 292

Destaques da Unidade, 293

Esta guerra e da anterior. A Segunda Guerra Mundial (1939-1945), 294 1. Nol(oes iniciais, 294 2. A Grande Depressao e a guerra, 295 3. As crises do pr6-guerra: a falencia da paz, 296 4. As fases da guerra, 298 5. 0 p6s-guerra: os tratados de paz, a ONU e as divergencias entre os vencedores, 302 Destaques da Unidade, 306

Quadro Sincronico, 308 PARTE IV

Unidade I

Agorae Tio Sam no topo do mundo0 Bloco Capitalista, 321

0 Mundo Contemporaneo: as sociedades atuais (apos 1945), 313 gerais, 315 1. Nol(oes iniciais, 3 21 2. Os Estados Unidos no seculo X, 323

3. A Europa Ocidental, 328 4. 0 Japiio, 331 Destaques da Unidade, 332

Unidade I No caminho do Socialismo0 Bloco Socialista, 3

1. Nol(5es iniciais, 3 2. A URSS ap6s 1945, 334 3. As Democracias Populares da Europa Centro-Oriental, 336 4. A Republica Popular da China, 337 5. Cuba, 341 Destaques da Unidade, 34 2

Unidade I -A oposil(iio entre o capitalismo eo comunismo. Da Guerra Fria a Coexistencia Pacffica, 343 1. NCII(oes iniciais, 343 2. A Guerra Fria, 344 3. A Coexistencia Pacffica, 349 Destaques da Unidade, 350

Unidade IV-Todos os povos tern o direito de viver e de ser livresA Descolonizal(iici da Africa

· e da Asia, 352

1. N Ol(5es iniciais, 3 52 2. A Descolonizal(iio e seus problemas, 354

3. A Descolonizal(iio da Africa, 355 4. A Descolonizal(ao da Asia, 361

Destaques da Unidade, 366

Unidade v· Sob o signo tr.lgico do subdesenvolvimento. A America Latina no seculo X, 368

L NOI(oes iniciais, 368 2. Caracteristicas poJiticas e economicas, 370 "3. Mexico, 374 4. Argentina, 376 5. As multinacionais e a America Latina, 379 Destaques da Unidade, 380

Unidade VI -Queremos a lgreja solidJiria com os pobresA lgreja no mundo atual, 382

1. Noi(OeS iniciais, 382 2. A al(iio da Igreja na atualidade, 384

Destaques da Unidade, 386

Conclusao, 387 Quadro Sincronico, 3&8 Bibliografia, 392

2 INTRODUC;.Ao

. estabelecemos determinados vcnculos SOClOlS, politicos e ideol6gicos. Veja.

Quando usamos a expressao processo de produfiio, estamos falando da maneira pela qual os homens produzem os meios de subsistencia, isto e, como os elementos encontrados rta Natureza sao transform ados, pelo trabalho huinano, em produtos uteis a sobrevivencia. Assim, o modo de agir sobre a Natureza - produzir -e as relac;oes sociais que dai decorrem, ou seja, as relafi5es que se estabelecem entre os homens no processo de produc;ao, constituem uma determinada maneira de viver. Isso e o mesmo que dizer que voce vive em sociedade e que todos os indivfduos ativos na produc;ao estabelecem determinados vlnculos:

• sociais

• pollticos

• ideol6gicos os colegas de tra\Jalho, o patrao e seus empregados, a familia; o poder de mando do patrao, as leis criadas por determinado tipo de" governo; as explicac;oes para nossos atos, nossas ideias, nossas atitudes, nossos valores, nossa visao de mundo.

A disti'nc;ao entre esses d}versos niveis da realidade -economico, polfticojurfdico e ideol6gico -facilita o estudo da sociedade, mas voce deve ter percebido que eles siio interdependentes.

Agora responda. Qual e, hoje, a forma de sobrevrvencia da maioria das pessoas na nossa sociedade? Isso voce facilmente · pode identificar.

Nossa forma de sobrevivencia tem por base, de urn modo geral, um trabalho assalariado.

Sera que os homens sempre viveram dessa maneira? Desde quando a maioria das pessoas recebe um saldfio pelo seu trabalho? .E justamente isso que este Iivro pretende r,esponder. Vejainos _ como surgiram pessoas que, nao sendo proprietarias de coisa alguma, para sobreviver tinham de vender a unica coisa que possuiam, a sua forc;a de trabalho. Vender para alguem que, dispondo de dinheiro e de todos OS meios necessarios a produc;ao (materias-primas, instrumentos de trabalho), lhes pagasse urn salario. , 0 trabalho assalariado e uma caracteristica essencial do sistema capitalista em que vivemos. 0 que devemos, entao, procurar sao as origens do sistema capitalista. Mas antes de tudo, vejamos, em Iinhas gerais, o que e o sistema capitalista.

Repare. N a nossa sociedade quem recebe salario o emprega na aquisic;ao do. que e necessaria a sobrevivencia. Todos OS produtos que foram produzidos no local de trabalho nao Ihe pertencem e nem aos seus companheiros de trabalho; t9dos vendem sua forc;a de trabalho para o dono dos meios de produc;a!J, que se apropria das mercadorias resultantes do .trabalho daquelas pessoas. 0 dono dos meios de pr:oduc;ao, obtem lucro, na produc;ao e comercializac;ao das mercadorias, · na medida em que o valor do salario pago aos trabalhadores e menor do que o valor das mercadorias. Seus produtores diretos, os trabalhadores, s6 posteriormente, caso o salario seja suficiente, poderao compra-Ias. -

Qual a diferen{:a, entao, entre o _ dinheiro-lucro dos donos dos meios de produc;ao e o dinheiro-saldrio dos Jfi"abalhadores? 0 que OS distingue e a forma como e us ado: 0 salario e empregado na

QUEM~VOC£? 3

. aquisi<;:ao do que e necessaria a sobrevivencia, e 0 lucro e investido na reprodu<;:ao . desses mesmos. lucros.

Por isso, o. dinheiro s6 se torna capital quando e usado para adquirir mercadorias ou trabalho com a finatidade de lucro.

Voce, agora, deve ter percebido melhor o que significa di:ler que vivemos · num sistema capitalista. Poderia, eritao, identificar os elementos essenciais sistema? 0 capitalism a tern dois elementos essenciais: Capital e Trabalho. 0 capital do'S donas dos meios de produ<;:ao, e o trabalho das pessoas que possuem urn 'unico bern -sua for<;:a de trabalho, · que o capital compra pagando salarios. 0 trabalho produz as mercadorias e ·o capital se apropria delas .

. Quando tudo isso deve ter come9ado? Como se criaram as duas condifoes basicas-'-Capital e Trabalho -para o advento do sistema capitalista? ·

Este livro esta estruturado para explicar como tudo come~ou e evoluiu. • Observe.

Par volta do seculo XV as pessoas nao sabiam bern o que precisavam para serem ricas: Terras ou Dinheiro? A duvida era reflexo da passagem da sociedade feudal, cuja forma de riqueza era a terra, para a sociedade capitalista.

paises, buscaram, entao, meios de se enriquecerComo achavam que a melhor

Mas a duvida encontrou uma resposta: o dinheiro. No perfodo entre os seculos XV e XVIII as pessoas, assim como os forma de se enriquecer era conseguir ouro e prata, desenvolveram o comercio. Poi uma verdadeira Revolu9ao Comercial, que nao significou apenas aumento das trocas de mercadorias, mas tambem conquistas, pilhagens, escravidao; tudo o que pudesse. ser transformado em ouro e prata.

Foi, entao, esse capital acumulado, proveniente principalmente do comercia, que tornaria posslvel o advento do capitalismo.

Isso deixaremos para voce responder

Quem eram os donas do Capital? Os burgueses. E como surgitam as pessoas que · venderiam sua de trabalho ao capital? PARTE I: CAPITAL E TRABALHO (1760/80-1870/80)

Preparadas as condi<;:6es, veremos como foi implantado o Capitalismo. A burguesia derrubou o Antigo Regime atraves das Revolufoes Liberais e concretizou o modo de produ<;:ao capitalista atraves da Revolufao Industrial.

Esta, por sua vez, trouxe o germe da mudan<;:a quando criou a chamada

Questao Social: as condi96es subumanas do proletariado, cujas jornadas de trabalho, em geral, eram de 16 a 18 horas, que recebia baixos salarios e n1ic:. possuia ferias ou qualquer garantia para a velhice, doen<;:a ou invalidez. 0 desemprego e a miseria constituiam aspectos da sociedade capitalista em sua expansao.

4 INTRODU~AO

Assim, as. pessimas condi<;:6es . do proletariado acentuaram a oposi<;:lio:

Capital versus Trabalho. · Criou-se legisla<;:lio social para solucionar os problemas do proletariado.

Mas as Crises nlio tardariamE a Revolufiio viria mesmo?

PARTE I: CRISES E REVOLU!;AO (1870/80-1939/45)

produtos industrializados: OS capitalistas dividiram 0 mundoFoi a epoca do

A produ<;:ao aumentou extraordinariamente, buscaram-se mercados para os Imperialismo e do Colonialismo.

As condi<;:6es da classe openiria desafiaram OS pensadores: houve quem pensasse em uma sociedade mais justa -daf os Socialismos, o Anarquismo, o Catolicismo Social.

Pensou-se em uma total transforma<;:lio das estruturas sociais -a Revolu- <;:lio, com a qual se mudaria toda a forma de vida; nlio haveria mais patr6es e empregados, todos seriam os donos dos meios de produ<;:lio. Era a safda dos socialistas e 'anarquistas, que cada vez mais engrossavam suas fileiras. ·

Enquanto isso, a luta por mercados tornava-se bastante acirrada e a Europa foi palco. da 1 Guerra Mundial, primeira grande crise geral do capitalismo. Essa crise criou condi<;:6es para a primeira brecha no sistema capitalista: a Revolu<;:lio Socialista na Russia.

nao tardou

No periodo entre-guerras as crises agravaram-se e a 2t;l Guerra Mundial Terminada a guerra, pensava-se. em construir a paz, evitar as crises.

PARTE IV: NEOCAPITALISMO E SOCIALISMO (APOS 1945)

Os capitalistas, procurando · precaver-se Revolu<;:lio Socialista, buscaram urn planejamento da economia nacional -:-e o Capitalismo de Estado, o Neo-

-,

capitalismo. Mas urn obstaculo sempre se apresenta: o respeito a propriedade privada limita muitas vezes a execu<;:ao dos planejamentos nacionais.

A solu<;:lio socialista para os problemas foi a propriedade coletiva dos meios de produ<;:ao, que seriam administrados pelo Estado.

As rela<;:6es entre os dois blocos, socialista e capitalista, passaram por varios momentos: da Guerra Fria a Coexistencia Pacifica.

Os pafses desenvolvidos e os subdesenvolvidos sao os grandes contrastes . do seculo. Os problemas do subdesenvolvimento constituem o grande desafio

da epoca'

E chegando aos tempos atuais voce podera se perguntar: Qual a minha posirao diante de tudo isso?

Nosso livro pretende ser agradavel para voce, possibilitando uma tomada de posi<;:lio diante dos problemas do mundo atual. 0 conhecimento e a compreenslio da sociedade em que vive permitirlio a voce uma atua<;:lio mais consciente e construtiva no dia-a-dia, isto e, saberemos como trabalhar por uma vida melhor, mais vivida, mais humana, mais justa. · _

Cada Parte do livro e suas respectivas Unidades serlio sempre introduzidas

QUEM£ VOCE? 5 em forma de con versa, procurando mostrar o quanta esta em voce, ·em sua vida, o passado dos homens que o precederam e prepararam o mundo em que vivemos. Por isso, nas No~oes todos os fatos e conceitos sao tratados de forma problem:itica, de modo a faze-lo raciocinar sabre as questoes

Raciocinar e a unica forma de adquirir conhecimento. S6 .com o conhecimento da realidade social em que vivemos podemos atuar de forma consciente e construtiva lutando por um mundo melhor.

====================================PARTE Til .

Terras ou dinheiro?

0 MUNDO OCIDENTAL DURANTE A ~POCA MODERNA(S~CULOS XV AO XVIII)

Ao iniciar-se o seculo XV a Europa sentia falta de dinheiro, de capital.

No entanto, as pessoas nao sabiam bern de que precisavam para ser ricas. Terras ou Dinheiro?! Quem possufa terras sentia falta de dinheiro, mas quem possufa dinheiro nao tinha 0. prestfgio dos do nos dfi terra. Tal situac;ao tinha uma razao de ser. Iniciava-se urn 12erfodo de transi~

(Parte 1 de 7)

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