Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais

Enfermagem Obstétrica - Diretrizes Assistenciais

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EnFErMAGEM oBStÉtrICA 2

EnfErmagEm Obstétrica Diretrizes Assistenciais

EnFErMAGEM oBStÉtrICA

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Prefeito Eduardo Paes

Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Hans Fernando Rocha Dohmann

Subsecretaria de Atenção Hospitalar Urgência e Emergência João Luiz Ferreira da Costa

Superintendência de Hospitais Pediátricos e Maternidades Maria Auxiliadora de Souza Mendes Gomes

G633Gomes, Maysa Luduvice.

Enfermagem obstétrica: diretrizes assistenciais / Maysa Luduvice

Gomes. – Rio de Janeiro : Centro de Estudos da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2010.

168 p.
ISBN 978-85-63901-03-3
1. Enfermagem obstétrica. 2. Humanização do parto. 3. Cuidado
pré-natal. 4. Gravidez de alto risco. I. Título
CDU 614.253.5:618.2

Catalogação na Fonte UERJ/REDE SIRIUS/NPROTEC

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Reitor Ricardo Vieiralves de Castro

Vice-Reitora Maria Christina Paixão Maioli

Sub-reitoria de Graduação Lená Medeiros de Menezes

Sub-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Monica Heilbron

Sub-reitoria de Extensão e Cultura Regina Lúcia Monteiro Henriques

Diretor do Centro Biomédico Paulo Roberto Volpato Dias

Direção da Faculdade de Enfermagem Sonia Acioli de Oliveira Luiza Mara Correia

Departamento de Enfermagem de Materno-Infantil Patrícia Lima Pereira Peres Lúcia Helena Garcia Penna

Universidade do estado do rio de Janeiro Centro BiomédiCo FaCUldade de enFermagem seCretaria mUniCipal de saúde e deFesa Civil sUBseCretaria de atenção Hospitalar UrgênCia e emergênCia sUperintendênCia de Hospitais pediátriCos e maternidades

EnfErmagEm Obstétrica Diretrizes Assistenciais

RIO DE JANEIRO 2010

EnFErMAGEM oBStÉtrICA

Maysa Luduvice Gomes – Mestre em Enfermagem UNIRIO. Enfermeira Obstétrica. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da Faculdade de Enfermagem da UERJ.

Ruth Floresta de Mesquita – Especialista em Didática do Ensino Superior. Assessora da Direção do Hospital Maternidade Carmela Dutra.

Luiza Mara Correia – Mestre em Enfermagem EEAN/UFRJ. Enfermeira Obstétrica. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da Faculdade de Enfermagem da UERJ. Vice-diretora da Faculdade de Enfermagem – Gestão 2008-2012. Diretoria de Educação da Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Rio de Janeiro. Gestão 2010-2013.

Angela Mitrano Perazzini de Sá – Diretora de Enfermagem do Hospital Maternidade Oswaldo Nazareth. Especialista em Enfermagem Obstétrica.

Avany Maura Gonçalves de Oliveira – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Líder de equipe do Centro Cirúrgico e Obstétrico do Hospital Maternidade Carmela Dutra.

Edymara Tatagiba Medina – Mestre em Enfermagem UERJ. Coordenadora Assistencial da Casa de Parto David Capistrano Filho.

Eliane Barreto dos Santos Coutinho – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Chefe do Centro Cirúrgico e Obstétrico do Hospital Maternidade Alexander Fleming.

Francisca Auricélia S. Furtado Rocha – Mestre em Saúde Pública ENSP/FIOCRUZ. Enfermeira Obstétrica do Hospital Maternidade Fernando Magalhães.

Kátia da Costa Silva – Especialista em Gestão da Saúde e Administração Hospitalar. Assessora da Superintendência de Hospitais Pediátricos e Maternidades.

Karina Chamma Di Piero – Mestre em Saúde Coletiva IFF/FIOCRUZ. Enfermeira da Educação Continuada do Hospital Maternidade Fernando Magalhães.

Leila Gomes Ferreira de Azevedo – Mestre em Enfermagem. Especialista em Enfermagem Obstétrica. Diretora da Casa de Parto David Capistrano Filho.

Luiza Ludhiel – Chefe do Centro Cirúrgico e Obstétrico da Maternidade Leila Diniz / Hospital Municipal Lourenço Jorge.

Margarida Maria Loureiro Mota – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Equipe técnica do Departamento de ações programáticas em saúde – CAP 3.

Maysa Luduvice Gomes – Mestre em Enfermagem UNIRIO. Enfermeira Obstétrica. Professora Assistente do Departamento Materno-Infantil da Faculdade de Enfermagem da UERJ.

Mircia Fátima Silva Vilela – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Chefe da Maternidade do Hospital Municipal Miguel Couto.

Miriam de Oliveira Gomes Gonçalves – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Chefe do Centro Cirúrgico e Obstétrico do Hospital Maternidade Herculano Pinheiro.

Ruth Floresta de Mesquita – Enfermeira. Assessora da Direção do Hospital Maternidade Carmela Dutra.

Silma de Fátima Araújo Nagipe – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Diretora de Enfermagem do Hospital Maternidade Alexander Fleming.

Suzane Oliveira de Menezes – Mestre em Saúde Coletiva. Enfermeira Obstétrica. Especialista em Neonatologia. Assessora da Superintendencia de Hospitais Pediátricos e Maternidades.

Vera Lúcia César Santos – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Diretora de Enfermagem do Hospital Maternidade Herculano Pinheiro.

Alyne Correa de Freitas – Especialista em Enfermagem em Saúde Pública. Residente da SMSDC-RJ.

Iraci do Carmo França – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Diretora de Enfermagem do Hospital Maternidade Carmela Dutra. Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem-RJ, gestão 2004-2010.

Iraíldes da Silva Gomes – Especialista em Enfermagem em Saúde Pública. Residente da SMSDC-RJ.

Liane Ferreira Savary - Especialista em Enfermagem Obstétrica.Especialista em Enfermagem Obstétrica. Equipe técnica do Departamento de ações programáticas em saúde – CAP 3.3.

Sallete de Moraes Silva – Enfermeira do Hospital Maternidade Herculano Pinheiro.

Sheila Cruz de Souza – Especialista em Enfermagem Obstétrica. Enfermeira da Casa de Parto David Capistrano Filho e da Maternidade Leila Diniz.

Maria Auxilliadora de Souza Mendes Gomes – Superintendente de Hospitais Pediátricos e Maternidades.

Diana do Prado Valladares – Sanitarista, Mestre em Antropologia. Assessora da Superintendência de Hospitais pediátricos e Maternidades.

Rosa Maria Soares Madeira Domingues – Epidemiologista, Assessora do Programa de DST/AIDS da SMSDC-RJ.

Rosane Valéria Viana Fonseca Rito – Nutricionista, Assessora do Programa de Saúde da Criança da SMSDC-RJ.

CAPA E PROJETO GRÁFICO Carlota Rios – Cena Tropical Comunicações.

EnFErMAGEM oBStÉtrICA 6 apresentação Carla Lopes Porto Brasil *

É com grata satisfação que fui convidada pelo grupo técnico de Enfermagem responsável pela elaboração deste Manual a escrever a apresentação das Diretrizes Técnicas da Assistência de Enfermagem Obstétrica. Acredito que recebo esta missão porque, junto com o grupo de enfermeiras obstetras das maternidades e da Casa de Parto integrantes da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (SMSDC), valorizamos o cuidado de Enfermagem oferecido àquelas(es) que dele necessitam, considerando-o um ação preciosa - que imprime qualidade à assistência que ofertamos à população.

A prática sistematizada da Enfermagem Obstétrica em nossa Secretaria, como a reconhecemos hoje - e traduzida no presente Manual -, inscrevese em um conjunto de ações empreendidas por gestoras(es) e técnicas(os). Tais ações tiveram seu início na década de 1980, com jovens profissionais de enfermagem, que atuavam no Instituto Municipal da Mulher Fernando Magalhães (hoje Hospital Maternidade Fernando Magalhães). Na década de 1990, foi proposta uma política pública específica na atenção ao nascimento, implementada pioneiramente pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Sendo assim, nos últimos vinte anos, a SMSDC vem pensando e tendo a oportunidade de exercitar, junto com as protagonistas principais, mulheres que usam nossos serviços, novas formas de parir e nascer em nossa cidade.

A assistência de Enfermagem, prestada na sua esmagadora maioria por mulheres, e construída de forma coletiva por diversas de nós, conforme o cargo e/ou a função que ocupávamos/ocupamos, faz parte de uma história do cotidiano (re)escrita a cada dia, dentro das nossas maternidades. Uma história que sabemos ser apenas um pedaço de uma outra maior, que vem sendo escrita desde sempre. Desde que mulheres vêm trazendo seus filhos e filhas ao mundo.

EnFErMAGEM oBStÉtrICA

Fazendo o exercício de olhar o vivido, percebe-se que começamos a inscrever junto com a sociedade civil, movimento feminista e as mulheres, uma possibilidade de um parir que acontece e deixa suas marcas nos corpos das mulheres e também na sociedade onde essas mulheres, seus bebês e suas famílias vivem. Estamos, portanto, falando de um ato não só biológico, mas social, político, absolutamente transformador e com um potencial de revolucionar não apenas a forma de nascer/parir, mas a forma de se sonhar a sociedade em que queremos viver.

Dito assim, parece algo grandioso e distante. No entanto, falamos de algo com a simplicidade e a complexidade da dimensão humana! Trata-se do desafio de implementar e garantir a continuidade de uma Política Pública de humanização da assistência ao parto e ao nascimento.

exercidos no âmbito das unidades do Sistema Único de Saúde

Humanização compreendida como Boas Práticas em Obstetrícia, que significa devolver à mulher seu lugar de protagonista no momento do parto, apoiado na capacidade técnica das profissionais de saúde que a assistirem, sem intervenções desnecessárias, com presença de acompanhante ao longo de todo o processo (pré-parto, parto e puerério) e o reconhecimento dos Direitos Reprodutivos que estas mulheres têm,

O grupo de enfermeiras obstetras atuantes em nossas unidades, muitas delas também exercendo suas atividades profissionais nas universidades localizadas em nossa cidade, foram e vêm sendo aliadas e participantes estratégicas nesse processo de construção teórica e prática, da política pública da SMSDC de atenção ao parto e nascimento.

É dessa forma que apresentamos estas Diretrizes, não como algo pronto e acabado mas como mais uma importante etapa na construção e consolidação dessa Política voltada para as mulheres.

* Assessora da Subsecretaria de Atenção Hospitalar e Urgência e Emergência da SMSDC

Introdução1

sUmário

Capítulo I19
ROTEIRO DA PRIMEIRA CONSULTA19
ROTEIRO DAS CONSULTAS SUBSEQUENTES23
CALENDÁRIO DAS CONSULTAS24
EXAMES32
Capílulo I39
PRÁTICAS EDUCATIVAS39
DINâMICA DE APRESENTAÇÃO42
DINâMICA DE INTRODUÇÃO4

PARTE I: PRÉ-NATAL - O CUIDADO à GESTAÇÃO 15 AÇÕES REALIZADAS NAS CONSULTAS DE PRÉ-NATAL 25

Capítulo I

A CHEGADA à MATERNIDADE / ADMISSÃO NAS UNIDADES DE INTERNAÇÃO OBSTÉTRICA 5

PARTURIENTE59
Capítulo IV61

PARTE I: CENTRO OBSTÉTRICO - O CUIDADO à ADMISSÃO DA GESTANTE NO CENTRO OBSTÉTRICO 61

Capítulo V65
PELA ENFERMAGEM OBSTÉTRICA65

PROCEDIMENTOS E CUIDADOS DURANTE O PRIMEIRO ESTÁGIO DO PARTO: TRABALHO DE PARTO 70

EnFErMAGEM oBStÉtrICA

ESTÁGIO DO PARTO (PARTO/NASCIMENTO)82
TERCEIRO ESTÁGIO DO PARTO90
PROCEDIMENTOS E CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO91
ESTÁGIO DO PARTO OU PERíODO DE GREENBERG9
MÃE E AO BEBê103
Capítulo VI105

PARTE I: ALOJAMENTO CONJUNTO - O CUIDADO à ADMISSÃO NO ALOJAMENTO CONJUNTO 105

EM ALOJAMENTO CONJUNTO106

PROCEDIMENTOS E CUIDADOS COM O RECÉM–NASCIDO EM ALOJAMENTO CONJUNTO 116

ORIENTAÇÕES PARA ALTA123
Capítulo VII127

PARTE IV: O CUIDADO Á GESTANTE DE ALTO RISCO 125

DA GESTAÇÃO DE RISCO127
DE ALTO RISCO128
MATERNIDADES MUNICIPAIS131
AMBULATORIAL147
BIBlIografIa151

PARTE V: O CUIDADO à MÃE E AO BEBê NO PóS-NATAL anexos 155 introdUção

Maysa Luduvice Gomes1 Sonia Acioli de Oliveira 2

Este trabalho é um produto da parceria estabelecida entre a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC–RJ) e a Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (ENF-UERJ). Iniciativas similares, promovidas entre a universidade e o serviço de saúde, são desejadas e, algumas vezes, atingidas, mas esta, especificamente, ratifica a possibilidade concreta de articulação interinstitucional na construção conjunta de saberes e práticas no campo da Enfermagem Obstétrica.

Trata-se de uma parceria de longa data que, neste caso, está estabelecida pelo Projeto de Extensão Universitária – intitulado Educação Permanente na área de Enfermagem Obstétrica para o SUS –, coordenado pela Professora Maysa Luduvice Gomes, do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil (DEMI) da ENF-UERJ. O projeto, inaugurado em 2005, tinha uma proposta de trabalho inicial vinculada à Casa de Parto David Capistrano Filho (CPDCF). Com seu desenvolvimento, surgiram várias atividades de educação permanente em outros cenários, voltadas a enfermeiras e técnicos de enfermagem, alunos de graduação e pósgraduação lato sensu.

Em 2006, a Dra Maria Auxiliadora de S. M. Gomes, que na época estava à frente da Coordenação Integral da Saúde da Mulher, Criança e Adolescente, convidou-nos a ampliar o projeto de extensão com atividades que envolvessem todas as maternidades – além da CPDCF. O presente material constitui-se, portanto, em um dos produtos do grupo de trabalho criado com o objetivo de fortalecer a construção do saber na área da Enfermagem Obstétrica. O grupo foi constituído por: diretoras de enfermagem, chefes de centro obstétrico e enfermeiras de assistência clínica das maternidades, (Anexo A) gerência do Programa de Saúde da Mulher, coordenação do projeto e uma aluna de graduação em enfermagem – bolsista de extensão universitária da ENF-UERJ.

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Ao reunir o grupo técnico de trabalho, nosso maior interesse foi promover espaços de análise e discussão de propostas voltadas para a definição de diretrizes norteadoras da prática de enfermagem obstétrica em sua atuação profissional. Outro objetivo foi o de configurar um espaço de discussão técnico-científica das práticas assistenciais e de decisão pela execução da melhor delas, considerando as evidências científicas atuais, a realidade de cada unidade e as suas condições de execução. A revisão crítica das práticas realizou-se a partir da troca de experiências interinstitucionais e esperamos que, nesse contexto, encontrem motivação para que sejam estabelecidas ações que auxiliem no desenvolvimento e consolidação de novas práticas e estratégias para aquisição de novas habilidades profissionais.

Acreditamos que este trabalho reflete a trajetória da enfermagem obstétrica da SMSDC – RJ que, desde 1988, busca demarcar, no município do Rio de Janeiro, suas experiências na prática assistencial. Um marco desta trajetória foi a primeira experiência de enfermeiras obstétricas na assistência ao parto de forma institucional e sistematizada, que ocorreu na Maternidade Fernando Magalhães.

A prática dessas enfermeiras ainda reproduzia o modelo biomédico de assistência e, interessadas em discutir os conflitos do cotidiano do exercício profissional, um grupo de enfermeiras da SMS-RJ e da ENF-UERJ constituiu um espaço denominado Fórum Permanente de Enfermeiras Obstetras. Foi produzido, em 1999, um relatório das discussões abordadas nesses encontros, iniciados em 1997. Em tal documento, identificamos o propósito do grupo pela descrição de seus objetivos:

propiciar um espaço para encontros periódicos onde aconteçam trocas sociais, que se estruturam no âmbito profissional. Tem ainda, como objetivos específicos, facilitar que as enfermeiras das diversas maternidades se conheçam, que reflitam sobre sua prática diária, sobre seus poderes, suas estratégias de sobrevivência, seu fazer, sobre o ensino da Enfermagem Obstétrica, sobre seu estilo gerencial além de produzir conhecimentos, e propor ações estratégicas de padrões Mínimos da Assistência de Enfermagem à Mulher. (PROGIANTI, 1999).

Nascia ali o embrião do presente trabalho, que reflete o acúmulo de experiências da Enfermagem Obstétrica do Rio de Janeiro, ao longo de todos esses anos.

No início dos anos 1990, houve um grande interesse dos gestores comprometidos em implementar ações que contemplassem o Programa de Humanização do Pré-Natal, Parto e Nascimento no Município do Rio de Janeiro. Dias e Domingues (2005) comentam que na busca de um modelo menos intervencionista, uma das estratégias foi a hierarquização da assistência quanto ao risco obstétrico. Elegeram a enfermeira obstétrica como responsável pela atenção ao parto de baixo risco, seguindo o exemplo bem-sucedido de alguns países europeus. Os autores justificam a escolha por identificarem, na formação desta categoria, uma valorização dos aspectos fisiológicos, emocionais e socioculturais do processo reprodutivo.

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