a economia da natureza - ricklefs - 6ªed - capa, índice e prefácio

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(Parte 1 de 3)

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A economia da natureza I vtlsOOO193624 - Biblioteca CTC/A

CAPíTULO 1

CAPíTULO 2 CAPíTULO 3 CAPíTULO4 CAPíTULO5

CAPíTULO6 CAPíTULO7 CAPíTULO 8 CAPíTULO 9

PARTE 11I

CAPíTULO 10 CAPíTULO 1 CAPíTULO 12 CAPíTULO 13

CAPíTULO 14 CAPíTULO 15 CAPíTULO 16 CAPíTULO 17

CAPíTULO 18 CAPíTULO 19 CAPíTULO 20 CAPíTULO 21

Introdução, 1

Adaptações ao Ambiente Físico: Água e Nutrientes, 20 Adaptações ao Ambiente Físico: luz, Energia e Calor, 3 Variação no Ambiente: Clima, Água e Solo, 54 O Conceito de Biomas na Ecologia, 7

Evolução e Adaptação, 100 As Histórias de Vida e o Ajustamento Evolutivo, 117

Sexo e Evolução, 141 Família, Sociedade e Evolução, 160

A Distribuição e a Estrutura Espacial das Populações, 175 Crescimento Populacional e Regulação, 197

Dinâmica Temporal e Espacial das Populações, 221 Genética Populacional, 238

As Interações Entre as Espécies,255 A Dinâmica das Interações Consumidor-Recurso, 268 A Competição, 291 A Evolução das Interações das Espécies, 307

Estrutura das Comunidades, 328 Sucessão Ecológica e Desenvolvimento da Comunidade, 349 Biodiversidade, 366 História, Biogeografia e Biodiversidade, 391 x Conteúdo Resumido

CAPíTULO 2 CAPíTULO 23 CAPíTULO 24

CAPíTULO 25 CAPíTULO 26 CAPíTULO 27

Energia no Ecossistema, 412 Caminhos dos Elementos nos Ecossistemas,428 A Regeneração de Nutrientes em EcossistemasTerrestrese Aquáticos, 448

Ecologia da Paisagem, 469 Biodiversidade, Extinção e Conservação, 484 Desenvolvimento Econômico e Ecologia Global, 506

CAPíTULO 1 Introdução, 1

Os sistemasecológicos podem sertão pequenos quanto os organismos ou tão grandes quanto a biosfera, 3

Os ecólogos estudama Natureza de várias perspectivas, 5

As plantas, os animais e os micro-organismos representam diferentes papéis nos sistemas ecológicos, 6

O habitat define o lugar de um organismo na Natureza; o nicho define o seu papel funcional, 9

Sistemase processosecológicos têm escalas características de tempo e espaço, 10

Os sistemasecológicos são governados por princípios físicos e biológicos básicos, 1

Os ecólogos estudamo mundo natural por observação e experimentação, 12

Os humanossão uma parte importanteda biosfera, 15

Os impactos humanos no mundo natural têm se tornado crescentementeum foco da Ecologia, 17

ECÓlOGOS EMCAMPO A introdução da perca-do-nilo no lago Victoria, 15 A lontra-do-mar da Califórnia, 16 mmD A VIDA EO AMBIENTE fíSICO

CAPítULO 2 Adaptações ao Ambiente físico: Água e Nutrientes, 20

A água tem muitas propriedades favoráveis à vida, 2

Muitos nutrientesinorgânicos estão dissolvidos na água, 23

As plantas obtêm água e nutrientesdo solo pelo potencial osmótico de suascélulas radiculares, 25

As forças geradas pela transpiração ajudam a mover a água das raízes para as folhas, 27

O equilíbrio de sal e o de água passam de mão em mão, 28

Os animais devem excretar o excessode nitrogênio sem perder muita água, 31

ECÓlOGOS EMCAMPO

Osmorregulação flip-flopping num pequeno invertebrado marinho, 30

CAPíTULO 3 Adaptações ao Ambiente físico: Luz, Energia e Calor, 3

A luz é a fonteprimária de energia para a biosfera, 34

As plantas capturam energia da luz do Sol pela fotossíntese, 36

As plantas modificam a fotossínteseem ambientes com alto estressede água, 37

A difusão limita a assimilação de gases dissolvidos da água, 40

A temperatura limita a ocorrência de vida, 42

Cada organismo funciona melhor sob um restrito intervalo de temperaturas, 4

O ambiente térmico inclui diversas vias de ganho e perda de calor, 4

A homotermia aumenta a taxa metabólica e a eficiência, 49

MUDANÇA GLOBAL O dióxido de carbono e o aquecimento global, 46

ECÓlOGOS EMCAMPO Mantendo-se frio em ilhas tropicais, 48

CARlTUlO 4 Variação no Ambiente: Clima, Água e Solo, 54

Os padrões globais na temperatura e na precipitação são estabelecidos pela radiação solar, 5

As correntes oceânicas distribuem o calor, 58

O deslocamento latitudinal do zênite solar causa variação sazonal no clima, 61

Mudanças induzidas pela temperatura na densidade da água impulsionam ciclos sazonais nos lagos temperados, 62

O clima e o tempo passam por mudanças irregulares e frequentemente imprevisíveis, 63

Características topográficas causam variações locais no clima, 6

O clima e o leito rochoso subjacente interagem para diversificar os solos, 69

ECÓlOGOS EMCAMPO Um registro climático de meio milhão de anos, 6 xii Conteúdo o que veio primeiro: o solo ou a floresta?, 73

CAeÍIULO 5. O Conceito de Biomas na Ecologia, 7

O clima é o grande determinante das formas de crescimento e da distribuição das plantas, 79

O clima define as fronteiras dos biomas terrestres, 80

Os diagramas climáticos de Walter distinguem os grandes biomas terrestres, 82

As zonas de clima temperado têm temperaturas médias anuais entre 5 e 20°C, 85

As zonas de clima polar e boreal têm temperaturas médias abaixo de 5°C, 8

As zonas de clima nas latitudes tropicais têm temperaturas médias acima de 20°C, 90

O conceito de bioma deve ser modificado para os sistemasde água doce, 92

Os sistemasaquáticos marinhos são classificados principalmente pela profundidade da água, 96 mI ORGANISMOS

CAP-LIULO 6 Evolução e Adaptação, 100

O fenótipo é a expressão externa do genótipo de um indivíduo, 102

As adaptações resultamda seleção natural sobre a variacão herdada dos atributos que afetam o ajustamento evolutivo, 103

Mudanças evolutivas nas frequências dos alelos têm sido registradas em populações naturais, 107

Os indivíduos podem responder a seusambientes e aumentar seu ajustamento, 109

A plasticidade fenotípica permite aos indivíduos se adaptarem às mudanças ambientais, 1

A rápida evolução em resposta a um parasitoide introduzido, 105

Um experimento de transplante recíproco, 114

(:AejI!J.QJ.. As Histórias de Vida e o Ajustamento Evolutivo, 117

As negociaçõesna alocação de recursosproporcionam uma basepara a compreensãodas históriasde vida, 119

As histórias de vida variam ao longo de um continuum lento-rápido, 120

As histórias de vida equilibram as demandas entre a reprodução atual e a futura, 121

Organismos semélparos reproduzem-se uma vez e então morrem, 126

A senescência é um declínio na função fisiológica com o aumento da idade, 128

As histórias de vida respondem às variações no ambiente, 130

As histórias de vida individuais são sensíveisàs influências do ambiente, 133

Os animais forrageiam de modo a maximizar seu ajustamento, 134

MUDANÇA GLOBAL O aquecimento global e o tempo de floração, 130

O custo do investimentoparentaI no falcão-europeu, 121

Forrageamento ótimo por estorninhos, 135

Forrageamento Espacialmente Particionado por Aves Oceânicas, 138

CAeírUlo_a Sexo e Evolução, 141

A reprodução sexual mistura o material genético de dois indivíduos, 143

A reprodução sexuada tem custo, 144

O sexo é mantido pelas vantagens de produzir filhotes geneticamente variados, 145

Os indivíduos podem ter função feminina, função masculina, ou ambas, 147

A razão sexual dos filhotes é modificada pela seleção natural, 149

Os sistemasde acasalamentodescrevemo padrão de acoplamentode machose fêmeasnumapopulação, 152

A seleçãosexual pode resultarem dimorfismo sexual, 155

ECÓLOGOS EM CAMPO Os parasitas e o sexo dos caracóis de água doce, 145 Os efeitos da pesca na troca de sexo, 149

CAPíTULO 9Evolução,

Família, Sociedade e 160

A territorialidade e as hierarquiasde dominância organizam as interaçõessociaisnaspopulações, 162

Os indivíduos ganham vantagens e sofrem desvantagens da vida em grupo, 163

A seleção natural equilibra os custose os benefícios dos comportamentos sociais, 163

A seleção de parentes favorece comportamentos altruístas em direção a indivíduos aparentados, 164

A cooperação entre indivíduos em famílias extensas implica a operação da seleção parental, 168

As análises da teoria dos jogos ilustram as dificuldades para cooperação entre indivíduos não aparentados, 169

Os pais e os filhotes podem entrar em conflito sobre os níveis de investimento parental, 170

As sociedades de insetos surgem do altruísmo de irmãos e da dominância parental, 171

São os atos cooperativos sempre atos de altruísmo?, 167 mmiIIII POPULAÇÕES cApjnUº]o A Distribuição e a Estrutura Espacial das Populações, 175

As populações estão limitadas aos habitats ecologicamente adequados, 177

A modelagem de nicho ecológico prevê a distribuição das espécies, 181

A dispersão dos indivíduos reflete a heterogeneidade de habitat e as interações sociais, 182

A estrutura espacial das populações acompanha a variação ambiental, 186

Trêstipos de modelo descrevem a estrutura espacial das populações, 188

A dispersão é essencial à integração das populações, 189

A macroecologia explica os padrões de tamanho de abrangência e densidade populacional, 192

Temperaturasem mudança nos oceanos e o deslocamento de distribuições de peixes, 182

Efeitos dos corredores de habitat sobre a dispersão e a distribuição numa floresta de pinheiro da planície costeira do Atlântico, 191

Crescimento Populacional e 197

As populações crescem por multiplicação, e não por adição, 199

A estrutura etária influencia a taxa de crescimento populacional, 201

Uma tábua de vida resumeo cronograma de idade específica de sobrevivência e fecundidade, 204

A taxa intrínseca de aumento pode ser estimada da tábua de vida, 208

O tamanho da população é regulado por fatores dependentes da densidade, 213

Conteúdo xiii

Construindo tábuas de vida para populações naturais, 206

~ ANÁLISE DE DADOS - MÓDULO 2

As Taxas de Natalidade e Mortalidade Influenciam a

EstruturaEtária da População e a Taxa de Crescimento, 204

,-APÍIULOJ2 Dinâmica Temporal e Espacial das Populações, 221

A flutuação é a 'regra para as populações naturais, 2

A variação temporal afeta a estruturaetária das populações, 224

Os ciclos populacionais resultam de retardos de tempo na resposta das populações às suas próprias densidades, 225

As metapopulações são subpopulações discretas conectadas pelo movimento de indivíduos, 229

Os eventos fortuitos podem levar pequenas populações à extinção, 232

Os retardos do tempo e as oscilações em populações de mosca-varejeira, 228 t!l:.. ANÁLISE DE DADOS - MÓDULO 3

A Extinção Estocásticacom Taxasde Crescimento Populacional Variáveis, 234

CAe'IU10 Ja Genética Populacional, 238

A fonte última de variação genética é a mutação, 239

Os marcadores genéticos podem ser usados para estudar os processos populacionais, 240

A variação genética é mantida por mutação, migração e variação ambiental, 241

A lei de Hardy-Weinberg descreve as frequências dos alelos e dos genótipos em populações ideais, 242

O endocruzamento reduz a frequência dos heterozigotos em uma população, 244

A deriva genética em pequenas populações causa perda de variação genética, 246

O crescimento e o declínio da população deixam diferentes traços genéticos, 248

A perda de variação por deriva genética é equilibrada pela mutação e migração, 249

A seleção em ambientes espacialmente variáveis pode diferenciar as populações geneticamente, 251 xiv Conteúdo

A depressão por endocruzamento e o aborto seletivo nas plantas, 246 llr!ãiID INTERAÇÕES DE ESPÉCIES

CAPíTULO 1A As Interações Entre as Espécies, 255

Todosos organismos estão envolvidos em interações consumidor-recurso, 257

A dinâmica de interações consumidor-recurso refletem respostasevolutivas mútuas, 258

Os parasitas mantêm uma delicada relação consumidorrecurso com seushospedeiros, 260

A herbivoria varia com a qualidade das plantas como recursos, 262

A competição pode ser um resultado indireto de outros tipos de interações, 263

Os indivíduos de diferentes espécies podem colaborar em interações mutualistas, 264

Evitação de predador e desempenho de crescimento nas larvas de sapos, 259

As acácias hospedam e alimentam as formigas que as protegem dos herbívoros, 265

CA~íTULO 15 A Dinâmica das Interações Consumidor-Recurso, 268

Os consumidorespodem limitar as populações-recurso, 270

Muitas populações de predadores e presas aumentam e diminuem em ciclos regulares, 272

Modelos matemáticos simples podem produzir as interações cíclicas predador-presa, 277

A dinâmica patógeno-hosp.edeiro pode ser descrita pelo modelo S-I-R, 280

O modelo de Lotka-Volterra pode ser estabilizado pela saciedade do predador, 282

Diversosfatores podem reduzir as oscilações dos modelos predador-presa, 285

Os sistemasconsumidor-recurso podem ter mais do que um estado estável, 285

Os experimentos de Huffaker nas populações de ácaros, 275

Testandouma previsão do modelo Lotka-Volterra, 279

Os fungos quitrídios e o declínio global dos anfíbios, 281 f!!:. ANÁLISE DE DADOS - MÓDULO 4

Máxima Produtividade Sustentável:Aplicando Conceitos de Ecologia Básica ao Manejo dos Pesqueiros, 288

CAPÍIULO.l6 A Competição, 291

Os consumidores competem por recursos, 293

A falha das espécies em coexistir nas culturas de laboratório levou ao princípio da exclusão

A teoria da competição e coexistência é uma extensão dos modelos de crescimento logístico, 296

A competição assimétrica pode ocorrer quando diferentes fatores limitam as populações de competidores, 298

A produtividade do habitat pode influenciar a competição entre as espécies de plantas, 299

A competição pode ocorrer através de interferência direta, 300

Os consumidores podem influenciar o resultado da competição, 302

A competição aparente entre corais e algas mediada pelos micróbios, 304

CAPílULO ..J7. A Evolução das Interações das Espécies, 307

As adaptações em resposta à predação demonstram a seleção por agentes biológicos, 310

Os antagonistas evoluem em resposta um ao outro, 312

A coevolução em sistemasplanta-patógeno revela interações genótipo-genótipo, 314

As populações de consumidores e de recursos podem atingir um estado evolutivo estacionário, 315

A capacidade competitiva responde à seleção, 316

A coevolução envolve respostasevolutivas mútuaspor populações interagindo, 320

Espéciesde plantas invasoras e o papel dos herbívoros, 322

A evolução em moscas-domésticase seus parasitoides, 313

De volta da beira da extinção, 317 Um contra..ataque para cada defesa, 320

CAfíIULO-lJi Estrutura das Comunidades, 328

Uma comunidade biológica é uma associação de populações interagindo, 330

As medidas da estrutura da comunidade incluem o número de espécies e de níveis tróficos, 335

As relações de alimentação organizam as comunidades em teias alimentares, 336

A estrutura da teia alimentar influencia a estabilidade das comunidades, 339

As comunidades podem alternar entre estados estáveis diferentes, 341

Os níveis tróficos são influenciados de cima pela predação e de baixo pela produção, 342

A diversidade de espécies ajuda as comunidades a retornar de perturbações?, 340

Imitando os efeitos do arraste do gelo sobre a costa rochosa do Maine, 342

Uma cascata trófico indo de peixes para flores, 344

CMíWlO 9 Sucessão Ecológica e Desenvolvimento da Comunidade, 349

O conceito de sere inclui todos os estágios da mudança sucessional, 351

A sucessãoacontece à medida que os colonizadores alteram as condições ambientais, 356

A sucessãose torna autolimitadora quando se aproxima do clímax, 360

O tamanho da clareira influencia a sucessãoem substratosduros marinhos, 354

As histórias de vida das plantas influenciam a sucessão de campos abandonados, 357

CAPíl.uLO~O Biodiversidade, 366

A variação na abundância relativa das espécies influencia os conceitos de biodiversidade, 368

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