Trabalho iluminação

Trabalho iluminação

(Parte 1 de 2)

Trabalho Acadêmico do Curso de Ensino Superior de Design com Habilitação em Design de Interiores apresentado às Faculdades Integradas Espírito-Santenses, como parte das exigências da disciplina de Iluminação sob orientação da professora Érica Coelho Pagel.

FIGURA 01: Iluminação geral: Indireta08
FIGURA 02: Iluminação Geral: Difusa08
FIGURA 03: Iluminação Geral: Difusa08
FIGURA 04: Iluminação de destaque09
FIGURA 05: Iluminação de tarefa10
FIGURA 06: Iluminação de tarefa10
FIGURA 07: Tipos de iluminação: Sala de Jantar – Iluminação difusa1
FIGURA 08: Tipos de iluminação: Sala de Jantar – Iluminação indireta12
FIGURA 09: Tipos de iluminação direta com iluminação complementar12
FIGURA 10: Tipos de iluminação: Quarto de casal13
FIGURA 1: Tipos de iluminação: Quarto de criança14
INTRODUÇÃO05
1. ILUMINAÇÃO06
2. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL07
2.1. Iluminação Residencial: Sala de Estar07
2.1.1. Tipos de Iluminação: Sala de Estar07
a) Iluminação geral: indireta ou difusa07
b) Iluminação de destaque09
c) Iluminação de tarefa10
2.2. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL: SALA DE JANTAR1
2.2.1. TIPOS DE ILUMINAÇÃO: SALA DE JANTAR1
2.3. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL: QUARTOS13
2.3.1. TIPOS DE ILUMINAÇÃO: QUARTOS13
2.4. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL: CLOSET15
CONCLUSÃO16

A luz é parte essencial de nosso cotidiano! A iluminação proveniente do Sol traz energia para a Terra que alimenta todas as coisas vivas, auxiliando no movimento, na reprodução e no crescimento desses seres. As plantas suprem suas necessidades captando a luz do Sol e convertendo-a em energia química, em um processo conhecido com fotossíntese. Na Terra, quase todas as fontes de energia conhecidas e utilizadas pelos homens foram ou são derivadas do Sol. Os combustíveis fósseis são produtos da captação e armazenamento da luz solar em plantas, algas e animais pré-históricos, que existiram a milhões de anos atrás. A primeira luz natural nasceu nos tempos pré-históricos. Seu início deu-se quando o homem aprendeu a controlar o fogo. Posteriormente, o homem, no intuito de controlar essa chama por um longo período, desenvolveu outras fontes de luz, tais como a primeira lâmpada equipada com um pavio que consumia óleo animal ou vegetal, mais tarde a vela, obtendo assim fontes de luz portáteis. Somente no século X, a chama foi substituída por corpos sólidos incandescentes. Thomas Edison inventa a primeira lâmpada elétrica prática, utilizando um filamento de carvão e um vácuo que convertia menos de 1% da eletricidade em luz, o restante era desperdiçado como calor. Hoje, utilizamos um fio tungstênio em um bulbo enchido com gás argônio que converte 6% a 7% em luz, o restante é desperdiçado como calor. No começo dos anos 30 iniciou-se a produção de lâmpadas de descarga de baixa pressão, com menor desperdício de energia em forma de calor. Hoje, podemos encontrar no mercado mais de 3 mil tipos de lâmpadas, cada uma com um sistema e uma função. Uma boa iluminação emana alegria e vitalidade para uma casa, um bom rendimento do trabalho, contribuindo para um maior conforto, bem-estar e segurança dos indivíduos nas tarefas diárias. Uma boa iluminação é tudo na vida do individuo, iremos mostrar nas próximas páginas como iluminar certos ambientes de sua residência de forma mais eficiente, aconchegante, e elegante.

1. ILUMINAÇÃO

Iluminação s.f. 1. Ato ou efeito de iluminar. 2. Técnica de iluminar. 3. Conjunto de luzes, luminárias. 4. Estado do que se acha iluminado. (RIOS, DERMIVAL RIBEIRO, Minidicionário Escolar Língua Portuguesa, DCL. 2009.)

O ato de controlar as luzes e as sombras para mostrar a forma e a textura de um rosto ou um objeto, sugerir um ambiente em particular ou, como acontece com a música, criar uma atmosfera, completa a citação. Podemos citar 02 tipos de iluminação: Iluminação Geral – direta (luminárias com fontes de luz visíveis) e indireta (luminárias que usam o teto ou as paredes como refletores; e Iluminação Dirigida – de efeito (luz própria para a criação de momentos especiais, como eventos ou festas), para tarefas (ideal para leitura de algum tipo de trabalho manual) e de destaque (iluminação que destaca pontos específicos da arquitetura e decoração). As lâmpadas possuem diferentes tipos de tonalidade que são determinadas pela temperatura de cor (K) que as constituem, proporcionando conforto visual para o usuário, gerando ótimos efeitos, tanto para os espaços internos ou externos, veja: 6.500K – Lâmpadas com aparência de cor azulada passam a sensação de ambiente frio, dinâmico e limpo. 4.000K – Lâmpadas com aparência de cor branca iluminam o ambiente de forma natural, sem influenciar na aparência de cor do local. 2.000K – Lâmpadas com aparência de cor amarelada passam a sensação de ambiente quente, aconchegante e calmo. Para a iluminação, tanto natural quanto artificial, a função é o primeiro e mais importante parâmetro para a definição de um projeto. Ela irá determinar o tipo de luz que o ambiente precisa. Primeiro objetivo da iluminação é a obtenção de boas condições de visão associadas à visibilidade, segurança e orientação dentro de um determinado ambiente. Este objetivo está intimamente associado às atividades laborativas e produtivas. O segundo objetivo da iluminação é a utilização da luz como principal instrumento de ambientação do espaço, na criação de efeitos especiais. Este objetivo está intimamente associado às atividades não laborativas, não produtivas, de lazer, estar e religiosas.

2. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL

totalmente relacionada à percepção visual do local

Iluminar é vestir o ambiente. Cada parte da casa tem necessidades diferentes de iluminação, por isso, o projeto deve levar em conta as múltiplas funções de cada ambiente e também os hábitos dos usuários. A melhor iluminação é a natural e essa deve começar com um bom projeto de arquitetura para evitar desconforto térmico. É importante também calcular a quantidade de luz correta e a tonalidade desejada para cada ambiente. É fundamental procurar um equilíbrio entre a luz natural e a artificial. A luz ajuda a criar sensações de conforto, bem-estar e motivação, e está

2.1. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL: SALA DE ESTAR

A Sala de Estar é um desses ambientes onde podem ser realizadas as mais diversas atividades, um dos espaços mais freqüentados da casa. Para iluminar a Sala de Estar de modo que seja possível criar sensações e as condições esperadas para os diferentes momentos, é preciso trabalhar com diversos tipos de iluminação combinados, criando camadas de luz que podem ser acessas juntas ou isoladamente, atribuindo personalidade ao espaço e, contribuindo com a sensação de bem estar, conforto e motivação.

2.1.1. TIPOS DE ILUMINAÇÃO: SALA DE ESTAR

A) Iluminação Geral: indireta ou difusa

O primeiro passo para iluminar uma sala de estar é definir a iluminação geral do ambiente. Nesse caso, podemos optar pela iluminação indireta, onde o facho de luz é direcionado para cima, o que proporciona uma iluminação geral suave. Para isso, podem ser utilizados alguns modelos de arandelas, pendentes, luminárias de piso, além das sancas com luminárias ou lâmpadas embutidas.

Fonte: DELGADO, GEANE. Luz Portátil. 2010. <http://interioriartespaco.com.br/blog/> FIGURA 01: Iluminação geral: indireta

A foto acima apresenta uma luminária de piso com iluminação indireta, onde a luz é direcionada para cima e reflete na parede e no forro, iluminando o ambiente. Outra opção é utilizar a iluminação difusa de luminárias pendentes, plafons, arandelas ou luminárias de piso e de mesa, desse modo a fonte de luz (lâmpada) não fica visível e é distribuída para todos os lados.

Fonte: NOMIA. Sala de Estar: Iluminação. 2009.< http://www.dragteam.info/forum/quarto-sala/92638- sala-de-estar-iluminacao.html>

FIGURA 02 E 03: Iluminação geral: difusa

elétrica

A foto apresenta uma luminária pendente utilizada sobre uma mesa lateral e uma luminária de mesa, ambas com um tipo de iluminação difusa, dispostas lateralmente na sala, iluminando todo o ambiente. A utilização de um único ponto de luz no centro de uma grande sala, de modo que ilumine por igual todas as paredes, causa monotonia. É interessante a utilização de dimmer para a iluminação geral, o que torna possível a intensidade da luz, deixando o ambiente mais aconchegante ou mais estimulante e economizando energia

B) Iluminação de destaque

O segundo passo é a iluminação de destaque, que deve ser valorizar os objetos dispostos na sala. Neste caso podem ser utilizados spots orientáveis, de modo a iluminar o objeto como um todo.

Fonte: NOMIA. Sala de Estar: Iluminação. 2009.< http://www.dragteam.info/forum/quarto-sala/92638- sala-de-estar-iluminacao.html>

FIGURA 04: Iluminação de destaque

A luminária apresentada na imagem pode ser utilizada para diversos tipos de iluminação, como: iluminação de destaque (spot direcionado para os objetos da mesa lateral), iluminação de tarefa (spot iluminando a poltrona para leitura) e iluminação indireta (spot direcionado para o forro). Trabalhe preferencialmente com a iluminação de destaque na diagonal, situação na qual trabalhará com contraste, luz e sombra, de forma mais interessante. Ao direcionar a iluminação para quadros ou objetos, muito cuidado com o ofuscamento.

C) Iluminação de tarefa

O terceiro passo é a iluminação de tarefa, que permite a realização de alguma atividade específica dentro do ambiente. Podem-se empregar luminárias de mesa ou luminárias de piso que sejam orientáveis, permitindo direcionamento sobre a tarefa a ser executada. Iluminando apenas a área da tarefa, consegue-se maior conforto visual, e economia de consumo energético.

Fonte:< http://www.ylighting.com/livingroom-54.html> FIGURA 05 e 06: Iluminação de tarefa

As fotos mostram luminárias de tarefa direcionadas para o assento, local onde a luz possibilita a leitura de um livro, por exemplo. Na iluminação de tarefa deve-se iluminar o objeto em questão evitando a sombra originada pela pessoa que lê. Deve-se também manter acesa alguma iluminação geral, para não ter contraste excessivo entre a tarefa e o ambiente.

2.2. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL: SALA DE JANTAR

A refeição é ainda um dos poucos rituais numa casa que consegue reunir as pessoas, o que faz da sala de jantar um espaço diferenciado dos outros. Como em outros ambientes residenciais, a flexibilidade nos sistemas de iluminação é importante para que se possa adequá-las as diferentes situações; um jantar sofisticado, um almoço informal ou mesmo um jantar a dois.

2.2.1. TIPOS DE ILUMINAÇÃO: SALA DE JANTAR

A idéia de se ter pessoas reunidas em torno de uma refeição é constantemente associada à existência de um elemento central geralmente um pendente ou lustre. O pendente poderá ser difuso ou direto, ou ainda indireto, iluminando o forro. Tudo dependerá da composição a ser feita com os demais elementos luminosos da sala.

Fonte: ROSANA. Luminárias, pendentes, requinte e sofisticação. 2011. <http://w.wdicas.com/luminarias-pendentes-requinte-e-sofisticacao/>

FIGURA 07: Tipos de Iluminação: Sala de jantar – iluminação difusa

Se optarmos por um pendente difuso ou indireto, é interessante se completar com alguns pontos de iluminação dirigida sobre a mesa, para torná-la atraente e destacada do restante.

Fonte: VISINHESK, JULIANA. Tipos de luminárias. 2010. <http://chandelierlux.wordpress.com/tag/plafon/>

FIGURA 08: Tipos de Iluminação: Sala de jantar – iluminação indireta

Caso o pendente tenha apenas iluminação direta, devemos completar o ambiente com outros tipos de iluminação, de forma a compensar o contraste e proporcionar boa iluminação para o rosto das pessoas. Uma alternativa de complemento ao pendente direto é a iluminação indireta ou difusa, utilizando para isto arandelas, luminárias de piso, ou sancas com lâmpadas embutidas.

Fonte: FALCÃO, LUCY. Iluminação sala de jantar. 2009. <http://decorarteira.blogspot.com/2009/04/iluminacao-sala-de-jantar.html>

FIGURA 09: Tipos de Iluminação: Sala de jantar – iluminação direta com iluminação complementar

O pendente sobre a mesa deverá ser posicionado de tal forma que ofusque o mínimo possível, a lâmpada não deve ficar na altura dos olhos das pessoas sentadas ou de pé. É importante dividir os circuitos de acendimento e ligá-los em dimmers, de forma a se poder balancear a luz de acordo com a circunstância.

2.3. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL: QUARTOS

Nos quartos a iluminação deve ser aconchegante e proporcionar a sensação de conforto. Sendo, assim, é necessário primeiramente, evitar ofuscamento. Como nos demais cômodos da casa, pode-se ter diferentes tipos de iluminação, específicos para cada atividade realizada.

2.3.1. TIPOS DE ILUMINAÇÃO: QUARTOS

A iluminação do quarto deve começar pela iluminação geral, necessária para as tarefas do dia a dia. Essa iluminação pode ser feita através de uma luminária pendente ou de um plafon instalado no centro do teto, outra opção é a arandela, que pode ser fixada na parede atrás ou ao lado da cama, ou a luminária de mesa utilizada sobre o criado-mudo. Para sua comodidade, instale um interruptor ao lado da porta e outro junto à cama e utilize dimmer para o controle de qualidade de luz no ambiente.

Fonte: NEGRÃO, DANY. Tendências de iluminação para quartos de casal. 2010. < http://www.mundodastribos.com/tendencias-de-iluminacao-para-quarto-de-casal.html>

FIGURA 10: Tipos de Iluminação: Quarto de casal

No quarto das crianças, deve-se evitar muita sombra marcante, para não assustar as crianças. Nesse ambiente é interessante a utilização de lâmpadas de tomada com cores alegres.

Fonte: Best lighting for bedroom décor. 2011. < http://designinteriorart.com/unique-furniture/bestlighting-for-bedroom-decor/>

FIGURA 1: Tipos de Iluminação: Quarto de criança

No quarto das crianças é preciso também ter cuidado em relação à lâmpada utilizada e a disposição da luminária; as luminárias de tarefa devem ter lâmpadas fluorescentes compactas, que pela sua baixa temperatura evita que a criança se queime caso ela coloque a mão na lâmpada.

2.4. ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL: CLOSET

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