A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Transformação da matéria prima

(animal (lã), vegetal (trigo), ou mineral

(pedra), em produtos que são utilizados pelo homem.

A transformação de matérias-primas em produtos úteis ao homem passou por três formas básicas:

Forma mais simples de produção industrial. Nesse sistema, o artesão faz tudo.

O tecelão por exemplo fazia

o fio e o tecia; o sapateiro preparava o couro, cortava-o e o costurava produzindo o sapato.

Manufatura é um

processo de produção

de bens em série

padronizada, ou seja,

são produzidos muitos

produtos iguais e em grande volume.

O processo pode ser manual (origem do

termo) ou com a utilização de máquinas.

Para obter maior volume de produção é

aplicada a técnica da divisão do trabalho,

onde cada trabalhador executa apenas

uma pequena porção da tarefa. Assim,

especializa-se e economiza movimentos,

o que vai conferir maior velocidade de produção.

As manufaturas surgiram durante a

Revolução industrial. Eram pequenas

oficinas já com produção em série,

porém com trabalho praticamente

manual. As fábricas ou indústrias tinham

porte e mecanização muito maior.

Atualmente não existe mais esta

distinção, e o termo manufaturado é sinônimo de industrializado.

Utilização de máquinas

em substituição às ferramentas e ao próprio trabalho do homem; esta é a forma mais complexa da industrialização.

Desenvolvimento técnico e científico;

Investimento de grandes somas de dinheiro;

Fornecimento de matérias primas;

Consumidores para os produtos transformados.

Fenômeno da Revolução Industrial provoca:

A) Grande mudança nas

técnicas e nos instrumentos de trabalho,

B) Ampliação dos

empreendimentos comerciais

C) Aumento da produção.

Passagem da sociedade rural para a sociedade industrial;

Mecanização da indústria e da agricultura;

Desenvolvimento do Sistema Fabril, com o uso da Energia a Vapor;

Desenvolvimento dos Transportes e das Comunicações;

Expansão do Capitalismo, que passou a controlar quase todos os ramos da atividade econômica.

Inovações da época da Revolução

Comercial (na fase final da Idade

Média), com a invenção do relógio de pêndulo, do termômetro, da bomba aspirante, da roda de fiar, do tear para fazer meias, os melhoramentos na fundição de metais e na obtenção do bronze.

A disponibilidade de capitais, resultante do acúmulo de riquezas na Europa com a expansão marítima e comercial

(entre 1400 e 1700), que levou a burguesia a procurar novas atividades para investir seu capital.

O Mercantilismo que, com a finalidade de aumentar as exportações e conseguir uma balança comercial favorável, estimulou a Produção de Manufaturas.

Novos Mercados Consumidores, proporcionando uma procura cada vez maior de produtos industriais, graças à formação dos Impérios Coloniais e ao aumento da população européia.

O Liberalismo Econômico que, defendendo a liberdade nas atividades econômicas, contribuiu para a abolição das restrições impostas pelo mercantilismo ao comércio e às indústrias.

Grande acúmulo de capitais resultante da Revolução Comercial;

Existência de uma grande liberdade econômica para a burguesia, principalmente após a Revolução Gloriosa de 1668;

Existência de um vasto império colonial fornecedor de matérias- primas e consumidor de produtos manufaturados;

Existência de uma poderosa marinha mercante que trazia matérias-primas e transportava produtos

industrializados às mais distantes regiões do mundo.

Clima favorável à industria de tecidos e a existência de grandes reservas de carvão mineral, utilizados como combustível.

Expansão da Revolução Industrial: França,

Bélgica,

Alemanha e

Estados Unidos.

Caracterizada pelos fenômenos:

Invenção do tear mecânico e do descaroçador de algodão e consequente desenvolvimento da indústria têxtil;

Invenção da máquina a vapor, que substitui as fontes tradicionais de energia mecânica, como a roda de água, a roda de vento e a tração animal;

Uso do coque para a fundição do ferro; a produção de lâminas de ferro e a produção do aço em larga escala;

Primeira fase da

Revolução Industrial: 1750-1860 Caracterizada pelos fenômenos:

Melhoria no processo de exploração do carvão mineral, com a utilização de máquinas a vapor para retirar a água acumulada nas minas de carvão;

Revolução nos transportes e nas comunicações, com a invenção da locomotiva, do navio a vapor e do telégrafo;

Progressos na agricultura, com a produção de adubos, melhores grades e arados, invenção da debulhadora e da ceifadeira mecânica.

Segunda fase da Revolução Industrial:

Principais fenômenos:

Aperfeiçoamento na produção do aço, que superou o uso do ferro;

Aperfeiçoamento do dínamo;

Utilização de novas fontes de energia, como o petróleo e a energia elétrica;

Invenção do motor de combustão interna;

Emprego dos metais leves, como o alumínio e o magnésio;

Segunda fase da Revolução Industrial:

Evolução nos transportes, com introdução das locomotivas e dos navios a óleo, invenção do automóvel, do avião, do telégrafo sem fio, do rádio e da televisão;

Introdução de máquinas automáticas, permitindo a produção em série e provocando um grande aumento na produção.

RECAPITULANDO Primeira Revolução Industrial:

Na Primeira Revolução Industrial, a energia movida a vapor foi usada para a extração de minério, na indústria têxtil e na fabricação de uma grande variedade de bens que anteriormente eram feitos à mão. O navio a vapor substituiu a escuna e a locomotiva a vapor substituiu os vagões puxados a cavalo, melhorando significativamente o processo de transporte de matéria- prima de produtos acabados.

PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (uma imagem)

Segunda Revolução Industrial:

A Segunda Revolução Industrial ocorreu entre

1860 e a I Guerra Mundial. O petróleo começou a competir com o carvão e a eletricidade foi efetivamente utilizada pela primeira vez, criando uma nova fonte de energia para operar motores, iluminar cidades e proporcionar comunicação instantânea entre as pessoas. A exemplo da revolução do vapor , o petróleo a eletricidade e as invenções que os acompanharam na

Segunda Revolução Industrial continuaram a transferir a carga da atividade econômica do homem para a máquina.

SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (uma imagem)

Terceira Revolução Industrial:

A Terceira Revolução Industrial surgiu imediatamente após a I Guerra Mundial e somente agora está começando a ter um impacto significativo no modo como a sociedade organiza sua atividade econômica. Robôs com controle numérico, computadores e softwares avançados estão invadindo a última esfera humana – os domínios da mente. Adequadamente programadas, estas novas "máquinas inteligentes" são capazes de realizar funções conceituais, gerenciais e administrativas e de coordenar o fluxo da produção, desde a extração da matéria-prima ao marketing e à distribuição do produto final e de serviços.

TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (uma imagem)

O Fim dos Empregos Rifkin Jeremy

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: Transformações no Mundo

A Economia transformou-se, pois a atividade industrial passou a ocupar o centro da vida econômica;

Formação das grandes empresas industriais;

Trabalho assalariado passou a predominar em toda a parte;

Imposição do Capitalismo Industrial.

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: Transformações no Mundo

A sociedade foi profundamente afetada pelo êxodo rural e pelo crescimento da vida urbana;

Começaram a se formar as cidades industriais;

Aumento da população mundial;

Fortalecimento da burguesia industrial, começando a ganhar cada vez mais destaque a classe operária.

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: Transformações no Mundo

Na política, houve a queda do Estado Absolutista,

Disputa entre os países europeus pelo domínio das colônias na África e na

Ásia com o objetivo de obter matérias- primas para a indústria e consumidores para os produtos manufaturados;

Aparecimento das idéias políticas, sociais e econômicas tentando explicar a nova situação e solucionar os novos problemas.

ADAM SMITH – A Riqueza das Nações (1723-1790)

FREDERICK TAYLOR – Administração Científica (1856 – 1915)

FRANK GILBRETH – Micromovimentos e Fadiga (1868 – 1924)

HENRY FAIOL – Administração Clássica (1841 – 1924)

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ADAM SMITH (1723-1790) Capital e Trabalho

Filósofo e Economista Escocês. A Riqueza das Nações (1776).

Base da Moderna Economia.

Emprego do Capital na Produção e Distribuição de riquezas.

Mão Invisível do Mercado.

FREDERICK TAYLOR O Estudo do Trabalho

Estudo de Tempos: Midvale Steel Company (1881);

Estudo da Maneira Correta de Execução das Operações;

Estudo Científico dos Elementos das Operações;

Substituição dos Métodos Empíricos;

Treinamento e Desenvolvimento.

Desenvolvimento do Espírito de Cooperação; Divisão do Trabalho em Departamentos;

Criação de um Departamento de Planejamento de Produção.

Publicou “O Princípio da Administração Científica” em 1911.

CASAL GILBERTH (1868-1924) Preocupação com os Movimentos

Frank Gilberth - Engenheiro Civil; Lilian Gilberth (psicóloga);

Estudos válidos até hoje sobre: -Fadiga;

-Monotonia;

-Gráfico de Processo;

FRANK GILBRETH (1868-1924) Preocupação com os Movimentos

Estudo de Operações na Construção Civil; Seqüência de movimentos diferentes;

Altura e Posição dos acessórios;

Eliminação de Movimentos Inúteis;

Tijolos posicionados;

Aumento da Produtividade: de 120 tijolos por hom/h para 350 tijolos hom/h.

Administração Industrial

Cinco elementos das Funções Administrativas:

Planejamento, Organização, Comando, Coordenação e Controle.

Ênfase no Controle de Qualidade como parte do processo.

Atendimento às Especificações.

TAYLOR X FAYOL: Funções Gerenciais X Princípios Científicos.

HENRY FORD (1863-1947) Produção em Série ou em Massa

Integração Vertical e Horizontal;

Padronização (Linha de Montagem);

Economicidade e Redução de Estoques.

Agilidade, Redução de

Custos e Tempos de Produção;

Eliminação de Desperdícios.

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