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Coleção Arte Literária

Hiper-

Realismo

(Breve Abordagem) Ensaio

José Luis Ferreira

Uma edição eletrônica não-comercial da

Hiper-Realismo (Breve Abordagem) de José Luis Ferreira edição eletrônica não comercial Casa da Cultura

André Carlos Salzano Masini

Copyright © José Luis Ferreira

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José-Luis Ferreira

HIPER-REALISMO (breve abordagem)

O Hiper-realismo constitui, em acepção original, a designação classificativa de uma corrente-livre ou tendencial (cuja caracterização não é propriamente teórico-movimentalista, tal como ocorre no Surrealismo, filosófico, técnico-literário, ou prático-virtual), convencionalmente decorrente – a partir dos anos 60 – da pintura exacta de Edward Hopper1, a que pode atribuir-se a invulgaridade de uma carga emocional frígida e de simbolismo mitigado2. É, porventura, devido a tal facto que o seu nome marca o início da tendência, associado à notoriedade que a sua imensa obra individual viria a alcançar3, por acréscimo à indiferença, ou oposição, à maioria das correntes em voga, mormente com projecção futura: na arte conceptual, dos gestualismos e do abstraccionismo lírico não geométrico, do minimalismo gráfico e das neofigurações (expressionistas, eruditas ou naïves), ultrapassando a estação-términus da Pop’Art e da op-art.

Nela se inspiraram ou podem associar-se-lhe, técnica e esteticamente (atribuindo-se-lhes as honras do pioneirismo hiper-realista), uma leva de artistas (sobretudo dos USA e Canadá), como Chuck Close, Richard Estes e Malcolm Morley4, que adoptam posturas formais e propõem enunciados, idênticos (relativamente a uma tipologia comum e diferenciável dos seus coetâneos), no sentido da reabilitação contemporânea do figurativismo exímio, assumido enquanto identidade super, supra, hiper, ou foto-realista, que se propaga, com significância, às mais recentes gerações.

A proximidade deliberadamente excessiva do real óptico, na meticulosa sofisticação representativa e interpretativa da Figura, com pormenorização e detalhe por vezes levados a extremos – aliás

2 ao invés do seu brilhante contemporâneo Thomas Hart Benton, líder do movimento Realista US (industrial e urbano)
3talvez porque Hopper deixa um legado com mais de 2000 obras s.e. ao Whitney Museum of American Art.

1 Edward Hopper (1882-1967), considerado «o maior pintor Realista americano do séc.XX», é repescado post mortem pelos hyper-realistas, na sua primeira grande exposição nos Estados Unidos, em 1972.

4 The Art Grove Dictionary of Art (2000, Mcmillan Publishers, Ltd), faz tábua rasa do Photorealism e do Hyper Realism

McLean (n.1934), Don Eddy; e cita ainda escultores como Duane Hanson e John De Andreaembora inclua artistas

ou Super Realismo como estilo movimentista das artes plásticas (pintura, gravura e escultura) essencialmente originário dos USA, na segunda metade da década de 60, «envolvendo a reprodução precisa da fotografia em pintura ou a reformulação minuciosa de objectos reais em escultura» (por máscara directa). Entre os seus pioneiros, integra (além dos autores referidos) Audrey Flack (n.1931), Robert Bechtle (n.1932), Robert Cottingham (n.1935), Richard europeus entre os seus expoentes, como o pintor inglês John Salt (n.1937) e o germânico Franz Gertsch.

inconsequentes, fora do contexto de cada obra (pictórica ou escultórica) – recorre dominantemente ao descritivismo geométrico (clássico) da perspectiva, conquanto se não pretenda revivalista, nem se postulem (neste género pictural) convicções da Arte como cópia fotográfica da realidade. Mas, por outro lado, tende para a integração de elementos surpreendentes, inusitados ou enigmáticos, que invadem, em proporções alógicas, na dimensão e no ambiente espacial do quadro (por exemplo e no caso da pintura de cavalete): quer estabelecendo escalas e tonalidades de cor inhabituais, atraentes, ou absorçoras da atenção involuntária do observador, quer na utilização de artifícios oficinais que provocam efeitos subliminares, ou geram tromps d’oeil, equacionados em algoritmos, ou soluções expeditas de desenho, cumulativamente perfeccionistas.

Numa acepção de significância autonómica e pan-definitiva (embora de rigor precário) que vários especialistas estimáveis lhe atribuem – na versão inflaccionária dos lugar-comuns e termos de gíria – o conceito generalista de hiper-realismo pode sintetizar-se admitindo como suficiente que a sua «temática fundamental [...] é a ilusão da realidade e a realidade da ilusão»5, no sentido básico de que «tudo é como é e, sem embargo, é diferente daquilo que aparenta»6, ou no pretensiosismo absoluto e noção virtuosa da produção de algo «mais verdadeiro que o real»7.

geoestratégica e fronteiras continentaisou sem elas!) deturpará ostensivamente o vulgo real sem

Fruto de rebeldia elementar ou resposta masscultural aos desafios da competição concorrencial no mercado artístico mundial – concentrado nos centros urbanos norte-americanos e nas capitais da Europa Unida que se alarga ao Leste – o hiper-realismo (com definição conceptual, origem postergá-lo, mas sim reformulando a sua anatomia estática, ou enfatizando partes do seu todo. Assim se adquiriu, num contexto de linguagem plástica, visual e performativa8. Expande-se e propaga-se como uma semântica aceite, na progressão inovadora de registos legíveis, gerando uma dinâmica comportamental própria – nos criadores e produtores que o cultivam – para inocular-se nas sinergias da comunicação semiótica, interactiva e social, acabando por atingir, sensibilizar e seleccionar públicos preferenciais que o acolheram, elegem e promovem.

Todavia, constata-se no nosso quotidiano, com cada vez maior evidência, que as proporções do seu contributo cultural e da sua valia económico-social, no âmbito do novo e da raridade, autodenunciam a precariedade da sua sobrevivência futura, isolada e (re)criativa.

5 segundo Karin Thomas (fonte: Artur de Távola v. 5) 6 expressão banalizada, atribuída a Howard Kanovitz um dos pioneiros do «novo-realismo» norte-americano 7 citação não referenciada, numa comunicação de Artur de Távola (jornalista e senador brasileiro do PSDB-RJ, crítico de Mass Media) Barcelona, 1993. [fonte internet]

8 recordem-se os happenings de Allen Kaprow (1959), as performances ecologistas de Joseph Beuys, a Body Art, do francês Yves Klein e do norte-americano Bruce Nauman, etc.

[...] «Nos últimos anos deste século, a Arte sofreu uma clara transformação. Embora, na sua própria essência, seja a mudança permanente, desta vez ela atingiu camadas mais profundas, não se limitando aos aspectos externos. O próprio conceito de Arte é posto em causa. Talvez por isso a Arte nunca tenha alcançado tanta popularidade como hoje» [...] A arte contemporânea tornou-se uma componente natural da sociedade de consumo. Até as obras recém-saídas do atelier de um artista são bem acolhidas e obtêm reconhecimento relativamente rápido», porque «o novo não é durável» mas reflecte o «espírito da época»9 em que vivemos: dispensa (marginaliza e supera), em numerosos casos exemplares, o pronunciamento crescentemente contraditório da literatura crítica especializada, do jornalismo opinativo e das raras (por vazes obsoletas) recensões públicas de «connaisseurs» tradicionais, cronistas sociais e «especialistas instantâneos»10

O âmbito e a massificação radical da Cultura, emergente nas últimas décadas, determinariam alterações profundas nos métodos da análise fenomenológica e de avaliação do seu espectro socioeconómico e político, no pressuposto de hipóteses dinâmicas ainda não sedimentadas. «A arte dos anos 80 e 90 apresenta-se como uma vasta coabitação de posições extremamente diversas, todas com direito de cidadania, alargando o seu campo de intervenção a domínios como o design, os media, a publicidade, a arquitectura, o cinema, o teatro, a dança e a música» [...]. «Alguns artistas adoptam estratégias sociais em que o autor é mediador de comunicação, actor social, ou até terapeuta. Outros, pelo contrário, negam qualquer função social à arte e insistem na sua autonomia»11, persistindo no exercício de um profissionalismo marginal, de radical libertário, ou puramente aleatório, no domínio da inserção do individual na sociedade.

«Ao fazer-se um exame das correntes artísticas dos anos 80 [...] «fala-se dos novos ‘pintores selvagens’, de uma ‘arte neofigurativa’, de uma nova pintura alemã, austríaca, [(etc.)...] a que se segue, «numa rápida mudança, uma arte com um programa neogeométrico, o ‘neogeo’»12.

E esta acelerada sucessão (premente, incessante e imatura) de mutações inovatórias prossegue: [...] «ainda os artistas ‘neofigurativos’ e ‘neogeométricos’ de Nova Iorque e Colónia, Paris e Viena, Londres e Milão – que definiam as tendências – não tinham saído dos ateliers para iniciarem as suas digressões organizadas e apresentarem as suas exposições em museus e galerias de arte

9 de um texto de Klaus Honnef in «Contemporary Art» - Taschen 10 na acepção de M. Dana Rodna «Bluff Your Way in Modern Art»|«O especialista instantâneo em Arte Moderna», PÚBLICO/Gradiva,1996 (revisão técnica(?) de Alexandre Melo. 1 Uta Grosenick/Burckhard Riemschneider in prefácio da edição «ART At the turn of the Millennium» - Taschen

12 extracto textual de Klaus Honnef in «Contemporary Art» - Taschen

voragem do mercantilismo oportunata14, obviamente, não reconhecia nada de novo

internacionais, já os ‘neoconceptualistas’ reclamavam a atenção do mundo da arte»13 e exigiam, sem êxito, o privilégio da novidade sazonal da crítica que os aplaudira, fomentara e, nessa grande

O hiper-realismo sobrevive diluído, perde autonomia, mas reganha-se em apropriações estéticas, técnico-oficinais, tecnológicas e, mesmo éticas, filosóficas e massculturais, ultrapassa o interim dos anos 80 e a mudança a-crónica do século (na passagem mítica do milénio!) e reconverte-se numa tendência quase puramente morfológica e utilitária, processual, como fórmula (alternativa, não modular) susceptível de desenvolvimento objectual aplicável (enquanto noção de princípio visual) à pintura oficinal de cavalete, no género pictórico de estilo e a outras modalidades plásticas, sejam elas pendentes, independentes ou dependentes, com atributos inter ou trans disciplinares.

A perenidade tendencial do hiper-realismo parece, assim, evidenciar-se como portadora de uma intemporalidade relativa (não-datável e sustentada por forte perpetuidade imagística), surja ela convencionalmente, no histórico dos anos 60, ou atribuam-se-lhe mais remotas origens.

Os seus presumíveis propósitos de registo estático, de fixação da realidade nos habitats urbanos e as suas afinidades com a nitidez virtual irrecusável de algumas posturas temáticas de rigor figurativo (no retrato, na paisagem, na nature morte...), poderiam remontar, desde as pré-históricas belas-artes, ao academismo (pré e pós) impressionista (coincidente com a descoberta e a industrialização revolucionária da fotografia). As lógicas (incontornáveis) da visão futurista e da imaginação onírica freudiana, no «surrealismo bretoniano»15, ou da inventiva libertária, no «surrealismo não-alinhado»16, acabariam, através de diversas vias, por interpelar as consciências da convicção hiper-realista, estabelecendo interessantíssimas sinergias e acasalamentos de estilo relativamente equilibrados que poderão reclamar-se, indiscriminadamente, do hiper e do surreal.

Em Portugal, os vestígios originais desse movimento do Realismo Internacional são fátuos e controversamente atravessados, em todas as direcções, pelo miserabilismo crítico e néon-realista prolongado, simultaneamente e à margem da cumplicidade conspiratória e da censura oficial17, que desembocam em atitudes do surrealismo tardio, isolacionista ou múltiplo-grupal e precário, com desenvolvimentos pós-geracionais não necessariamente convictos e esclarecidos.

17até 1974, substituída no pós-25 de Abril (e alongada aos anos 90), pela miopia politicocultural e do ensino, pelo

13 idem, ibidem 14 «táctica de expedientes on marketing para reintrodução de excedentes de produtos banais fora de prazo, com marcas recicladas, através de circuitos comerciais liderados por negociantes inescrupulosos» J-J. Grisard (apócrifo) 1986 15 expressão militante do falecido Pintor e diplomata José Sarmento 16 expressão verbal dilecta do grande Poeta esquecido Manuel de Castro (1931-197?). mecenato fiscal, pela omissão crítica, pela alienação comunical e pela consequente apatia dos públicos

Ignorando, porventura, a investigação paraescolar, a persistência provinciana, ou a caducidade vocacional do alfobre espontâneo da jovem pintura portuguesa (circundante, ou irreverente), na última década do séc.X, a desinformação crítica e a precipitação da análise histórica, restritiva e monocular, dos investigadores oficiais especializados, rendeu-se às tácticas comerciais de um mercado sem estratégia cultural e acabou na promoção de estereótipos, tornando a criatividade plástica refém indefesa da desqualificação generalizada. Os cronistas periféricos do caos, na emergência da nova desordem estética, deixam uma herança bibliográfica colossal aos pesquisadores de passados, num futuro que começou ontem.

José-Luis Ferreira Caramulo, 2003

José-Luis Ferreira nasceu em Viseu, 1938. Sociólogo, escritor, investigador de arte, gestor e consultor de empresas. Estudou em Paris1, (e estagiou2 em) Bourges3, Orléans4, Bruxelas5 e Anvers/Antuérpia6. Foi professor-convidado (investigador e docente), em cursos de pós-graduação universitária7. Dedica-se, desde a década de 70, a projectos de marketing-creative e promocional, de planeamento e gestão empresarial, estudos de corporate image, publicidade institucional e advertising promocional, em serviços e novos produtos (bens duradouros e de grande consumo)8. Tem exercido cargos de administrador, gestor e consultor técnico9 em empresas de estudos socioeconómicos e em sectores empresariais (ramos imobiliário, turístico e transportes), tendo participado em vários conselhos de administração10 de sociedades anónimas, como responsável por pelouros de áreas de gestão tecnicoeconómica e financeira, relações públicas e negociais. Tem vindo a participar (como coordenador, técnico superior11 e consultor) em equipas pluridisciplinares, para estudos de projecto em áreas diversificadas: turismo de espécie e cultural, infraestruturas de urbanoturismo, tecnologia industrial, científicas culturais. Tem desenvolvido várias iniciativas e eventos culturais e estudos de investigação (como crítico, promotor, escritor e divulgador de arte12), intervindo em peritagens e como membro de júris em concursos, no país e estrangeiro. Exerceu funções de adjunto e assessor em gabinetes ministeriais, participou em comissões do Governo (após 197513) e foi diplomata14, nos Países- Baixos. Autor de artigos, ensaios, palestras, conferências, monografias e prefácios em catálogos de centenas de exposições de artistas plásticos contemporâneos, participou e interveio em congressos, simpósios e diversos júris de Colectivas, em Portugal e no estrangeiro. Vasta bibliografia (poesia e ficção) editada15 e inédita. Colaboração esparsa (na imprensa16 regional e diária, revistas especializadas, rádio e TV17). Membro, entre outras, das Instituições: Sociedade Portuguesa de Ciências Sociais e Humanas, Sociedade de Língua Portuguesa, ANAP-Associação Nacional dos Artistas Plásticos18, dos Comités de Portugal para a AIAP- Association Internationale des Arts Plastiques (UNESCO) e Luso-Galaico para o Desenvolvimento Cultural e do Círculo Cultural e Artístico Artur Bual, Ass. Les Amis de Marcel Gili, etc.

e-mail: alcoba@netc.pt

1 Sciences Sociales (UCP Hum.)| 1961-65 2 bolseiro do Estado, da Fund. Calouste Gulbenkian, da JTCS, da S. C. C. e outras instituições mecenáticas 3 tese (Drat) Intégration des Arts dans l'Architecture des Sociétés Occidentales Contemporaines» (patrono Prof. H.Malvaux) ENSBAAI | 1966 4 Assistente do prof. Marcel Gili (Sc.Sociales appliquées. Sociologie de la sculpture Phb) | 1964-67 5 Institut du travail (ULB Master.) 1971 6 Gestion et Planification du Développement Economique (lic./MterPhc) | 1970 7 ant.º Instituto de Orientação Profissional / U.L. (cad.ras de Sociologia I e I e Estruturas Socio-Económicas) e de pós-graduação (Sociologia da

Publicis, sa/ Mc Cann Erikson, sa/ Promo-NCK, sa |1970-76

Comunicação) in Cursos de Formação on job, da RTP - IEFP | 1976-7 e 1993 8 Investigação e pesquisa de mercado, estudos, criação e planeamento estratégico em campanhas publicitárias para os massmedia (copywriter sénior e Director Criativo), em agências de publicidade nacionais e estrangeiras: SPSP - Serviço de Publicidade Suíço-Português, Ltd./ 9Agrinco, sarl / Transitum, Ltd / Probeta, sarl / OPL- urbanisme, architecture, architecture d’intérieurs et décoration / Pref.67/ Calorel,sarl /

Silux,Ld./Gab.Est.Engº.AlmeidaGarrett/DeltaFoods,Ltd/Interfina,SA/GrupoCentrel-EID,SA/Hidroterra,Ld/ATISO/Socovias,sarl/Tecnobrita,Ltd/ Pereira Costa Ld../Grº.Terrazul-Sulpedras / EECOG, Ld. ./ Arca-Filme / Zoom’out / Vilamoura-LeClub/Compta-RH / Civiconsult,Ltd / Tabaqueira,sa / Operação Capital / etc.|1997-2000 10 Aga, Editora,Ld./ Turisbel,sarl (Óbidos)/ Urbanitel,sarl / Soc.Com. Guérin,sa / InterRent (gmbh) /Grutas Sra. do Cabo, sa (Sesimbra)| 1979-95 1 quadro superior da Expo’98: Análise-Coordenação|Planeamento Estratégico/D-G.Operações (197-9), Consultor actual Mkt & Gestão | 2002 12 autor de estudos monográficos, de vários artigos publs. em livro e na imprensa diária e revistas culturais e de especialidade, de prefácios em catálogos, palestras e conferências, comunicações em simpósios e congressos, em Portugal e no estrangeiro | 1961-2002 13 Ministério da Agricultura e Pescas (Assessor e Adj. do Minº), Presidência do Conselho de Ministros, Secretaria e Subsecretaria de Estado da

Comunicação Social: Comissão de institucionalização INOP- INEO(Vice-Pres.) | Gab. Estudos de Opinião ( Dir.Serv.) | 1976-78 14 Ministério dos Negócios Estrangeiros (Adido de Imprensa/Cons.Cultural Embaixada de Portugal em Den Haag-Países Baixos) | 1979-80

15 Livros inéditos (1) editados (6 títulos|1 vols. Editores: IPM-MA, Aveiro, Polígono, Porto Universitária Editora) aut.div. prefácios e posfácios 16 desde 1953 (Director da revista ARTE da Sociedade Nacional de Belas Artes 1962/64) últimas publicações in «Espaços», «Casa & Jardim» e

Jornal «Artes&Artes» | 2002 17 RTP (Prod.Ass.1970-71), WDR “Ihre Heimat, Unser Heimat – Soziale Politiek & Kulturel“ 30 progrs.(Report Research Cultural Advisor) | 1982-86 18 Presidente do Conselho de Parecer Profissional (mandatos suc.vos. , desde 1995, até 2003 Dezembro) | 2002

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