Maceió Craveiro Costa

Maceió Craveiro Costa

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Bibliotec, f"lacei6. : Ac. 2505.

Doa<;30 -.

. RS 1.68· comemorativa do da c!ddc de Ma:.cel6 (9 de detembro de 1939) -promovlda.

peia P'Tt:c'eltura Municipal, sob a. orienta!;o do Departamento Municipal de Estat(st!co..

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SERV[(;OS CRAncos DE ALAGOAS SfASERGAS.-\

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Ao leitor

\ Em meio, aos ~(raba/hos desempenhados pela Se- creraria de Educac;ao e.. Cultura, merece urn elogio especial, o proposiro, da Ore-ediS·OIJ das obras hisroricas de aUlores a/agoanos.

Observando toda ur, a linha de trabalho executada pefa SEC, s€fHim05 que, a~ longo de tempo, houve uma preocupac;ao maior pela rea.(idade -Edllcac;50", Todavia, em "0550S dias, urge reconheque 0 Sistema Educ.l(jo do ESlado njo sorre abalo em s{J8"..marcha, evidenciando-se urn interesse crescente do Exme: ~(Ie F.<JuC;)(JO pela dinamizac;ao da CuhurJ.

A re-edic;ao de -Macei6 -de ~vCos/a e conscientiza<;:jo do quanta J Sec/eear;a dee Cullura objetiva no scu plano de Arabalho n.1 ~\cU/lur:tI para 1981.

A olcolha dessa abra, teve 0 d'«!/ do Egregio

Conse/ho Estadual de Cu/tura, dianle do seu valor informativo para as gera<;6cs cia presen(e e fUluro

A prime ira edi<;:<io de Maceia de Craveiro Costa em 1939 feita pe/d Livraria Jose Olympia Edirara, no Rio de

Janeiro COm a pJlroc!nio da Prefeitura tvlunicipiJ! de Ma- CCHi

Me/hor presente, a ent<io Prefoi(o da Capital, Or. [us- {jql1io Comes de Mel/o, nao poderj oferecer a' comunida-

(fe, quando doAI? <.fa e/eva<;ao de ;\4ar:cio a (idade 0 Capita/ <las A/agoas.

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Agora. essa obra de import.3ncia historica volta " .H'I enlregue a Comunidade, gra,as ao e510«;0 do Prof, Medeiros, 0,0. Secrelario de Educa<;ao e Cullura, porlador de grande sensibiliclade culcura/, es{or<;o €ste, que ref/ere concrecizac;ao da filosofia do Governo Cuilherme Pa/mcira. A re-edic;ao cia obra sera fiel a sua origem. sob wdos os ai-pectos, is(o provando 0 respeito a hiswricidade cia mes-

_ IV/ciceio -de Craveiro Costa tern nas suas paginas o f€crato fiel da tragetoria hiscorica de um engenho, povoaclo;Vila e cidade,..QWie-eAGoalUl1lJ.QU.120esia earle que sai da pena do 1\-1estre Crave/fO Costa. --COriiOCOii1plemenlo de lao im ortanle uabalho, eSla no final, um apendice ~ I Oieoue -Junior que mosira ~ourbana e social de Maceio no periodo re- pubficano .

Quem foi joaQ Craveiro Cosca? Na5Ceu em tv/acero, a 27 de janeiro de 1871, vindo a (a- leeer neSla cidade a 31 de agasea de 1934, Iniciau a sua vida. como auxiliar de eomereio. Alias, a profis:,Jo baleonista sempre foi a passo de inicia(50 a vida social para a juventude. tvluiros valores tiveram no balcao a lmiea oportunidade rnotivadora para 0 crescer s6cio- cultural em suas vidas. Craveiro Costa, por razoes pofi(icJ) passou a residir no

Rio de Janeiro e Sao Paulo. Retornou a IV/aeeie e novamen- Ie cleixa a ESlac/o com deslino ao ESlado clo Amazonas, Nova crise politica a faz re(Ornar a Aiagoas, quancio se ea- sou com Dona Laura Guimaraes Passos. Apcs a seu casamento reso/veu residir no [erri[orio do Acre. Ali (eve uma awa(ao brilhante, criancio 0 primeiro Grupo Escolar e 0

Jamal Cruzeiro do SuI. Faieceu a sua espOSJ em 1914, sendo que no ano se-

,uinle conlraiu seguncla nupcia com D. Adelaide Sampaio

FigueiredoEm 1922 retornou a Aiagoas, Gcupando 05 car-

go; de Adminislrador e Conlador cia Recebedaria de Renclas, Dire(Or do Crupa Oiegues Junior e Contador-Ceral do

ESlaelo. Craveiro CostJ fa; urn ham em de uma inteligencia pr;- vilegiada. Urn jornalista de valor, tendo atuado nos "Correio 1\!lercanlil", "A Republica", "0 Rebate", "Quin,o de Novembro", "Correio de Alagoas", e "Cultemberg".

Deixou viirias obras, o'estacando_se: "0 Fim da [po- peia", "0 ViSconde de 5inimbu", "Alagoas em 7937 ", "Historia dJ5 Alagoas" e "Alacei6".

Realmente, re-edilar a obra -"Maceia" _ de Craveiro

COsia e, ,oodemos afirmar, um valoi050 presen1e da Serrelaria da Educa,ao e CUllura ;i comunidade Alagoana.

rer nas maos Maceio de Craveiro COSla, I' saborearum Irabalho serio, onde a pesquisa serviu de base, urn eSlilo

suave que envolve 0 leilor, Uma forma eleganle que reve:a ser 0 aUlor urn qUJliiicado Ar(iSla .

A sua pena nao serviu apenas para deixar sinm no braneo do papel, foi Um Cinlel a esculpir uma obra de Ar(e. Era C1ssim Crilveiro COsta.

Nossos parabens ao Prof. Jose Medeiros e nolSO incen_ livo para que OUlras promo,6es dessa feilura sejam conue_ l izadJ5.

Criar uma Consciencia Cultural I' 0 grande emb","_ menlO para um movimenlO CUllural explosivo e obl0li,'0 em prof dZi cornunidade a/JgoanJ.

lvlacei6, 75 de janeiro de 7987

ERNANI OTACiliO MERO Diretor -DAC

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