ABNT - Tecnicas para monografi

ABNT - Tecnicas para monografi

Lista de tabelas – elemento opcional

Segundo ABNT, NBR 14724:2002, deve ser “elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página”.

Lista de abreviaturas e siglas – elemento opcional

Esta lista deve vir logo após a lista de tabelas e “consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo”. (ABNT, NBR 14724:2002).

Lista de símbolos – elemento opcional

Esta lista deve vir logo após a lista de abreviaturas e siglas e “deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, com o devido significado”. (ABNT, NBR 14724:2002).

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Sumário – elemento obrigatório

O sumário constitui-se na “enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede”. As partes do trabalho são acompanhadas dos respectivos números das páginas.

Os títulos devem ser destacados gradativamente, usando-se os recursos de negrito, itálico ou grifo, caixa alta e caixa baixa. Devem ser numerados de acordo com a Norma NBR 6024/1989 (Numeração progressiva).

6.1.2 Descrição dos elementos textuais:

Os elementos textuais constituem o núcleo do trabalho, compreendendo: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.

Introdução

Essa parte da monografia tem por objetivo apresentar o modo como a pesquisa foi efetuada e situar o leitor no contexto do trabalho realizado. Segundo ABNT, NBR 14724:2002, a introdução

INTRODUÇÃO
Modernismo

CAPÍTULO I – Mário de Andrade e o

Andrade

CAPÍTULO I – Nacional e popular em Mário de

nacional

A gênese do

pensamentonacional

Elemento popular: a instauração de um

arte

CAPÍTULO I – Um projeto para a nacionalização da

objeto

A música como

nacional

Processos de autenticação do

CAPÍTULO IV – A manipulação da nacionalidade na música

Vestígios de manipulação na formação da música popular

Música erudita nacional: relações com o popular CAPÍTULO V - A geração de uma nova arte erudita

PDF Creator - PDF4Free v2.0 http://www.pdf4free.com constitui-se na “parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho”. Nela ainda, o pesquisador enfatiza a relevância social do tema escolhido, bem como se explicitam as razões de elaboração do estudo, procedimentos e metodologia empregados e no final, uma suscinta apresentação de cada capítulo da monografia.

Segundo a ABNT, NBR 10719:1989, “a introdução, não deve repetir ou parafrasear o resumo, nem dar detalhes sobre a teoria experimental, o método ou os resultados, nem antecipar as conclusões e as recomendações”.

Embora a Introdução inicie o texto de uma monografia, sua redação final só pode ser elaborada após a conclusão do trabalho, não dispensando por parte do pesquisador a escrita de versões preliminares das partes introdutórias.

Desenvolvimento

É a segunda parte do texto, ou seja, o corpo do trabalho. Fundamenta-se no desenvolvimento lógico do conteúdo do trabalho e relata os resultados da pesquisa. Os capítulos devem ser divididos de forma a obedecer a um raciocínio coerente. Segundo Fachin (2001, p.163), os capítulos devem ser divididos numa ordenação lógica das idéias, ou seja, os capítulos são um ajuste seqüencial das idéias, de forma que todo o texto fique claro e compreensível. Por sua vez, eles devem manter certo equilíbrio em suas divisões: o número de páginas deve ser proporcional entre os capítulos, um não pode ter numeração muito maior que o outro. Esse equilíbrio é importante para uma ordenação adequada e para o cumprimento dos procedimentos da metodologia.

Os capítulos devem conter, exclusivamente, o material relativo ao tema em estudo, citações bibliográficas pertinentes; pois estas enriquecem o trabalho e dão suporte às idéias discutidas pelo pesquisador. Porém sua utilização deve ser criteriosa e estar intimamente relacionada ao problema analisado. Assim, elas passam a fazer parte integrante do texto e possibilitam o desenvolvimento consistente da argumentação pelo pesquisador. Ver anexo B referente a apresentação de citações.

Segundo ABNT, NBR 14724:2002, o desenvolvimento é a “parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método”.

Esta é a parte mais extensa e apoiada na análise descritiva, o pesquisador não deve se esquecer de utilizar uma linguagem científica que possua clareza e precisão, de modo que o leitor possa acompanhar os passos do estudo e o raciocínio do autor do trabalho.

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Conclusão

Segundo a ABNT, NBR 14724:2002, a conclusão é “a parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses”. Ela encontra-se presente em todo o trabalho; na introdução sob forma de hipótese plausível, que se confirma aos poucos por meio do desenvolvimento, transformando-se, finalmente em certeza ou na mais provável das hipóteses.

a)retomaraspectosdaintrodução;
b)proporcionarumresumoconciso,porémqueabranjatodoodesenvolvimento;
c)demonstraraavaliaçãodotrabalhoefetuadoe
d)exporcommaiorclarezaasopiniões,assugestões,críticasecontribuiçõesfeitaspelo

De acordo com Castro (1978, apud FACHIN, 2001 p.165), “a conclusão não é uma idéia nova, um pormenor ou apêndice que se acrescenta ao trabalho e, muito menos, um simples resumo”. Assim sendo, uma conclusão caracteriza-se por: pesquisador em relação ao assunto estudado.

A conclusão deve definir o ponto de vista do pesquisador, sendo resultado de seu trabalho nada mais justo do que trazer sua marca pessoal, assim precisa apontar um fato original, novo, descoberto por ele, caso isso não aconteça, o título deverá chamar-se Considerações Finais e não Conclusão. Segundo Cervo e Bervian (1996, p.89), “o ponto de vista do autor aparece sempre que ele chegue a uma conclusão original, a um conhecimento novo ou simplesmente a uma nova reformulação de conhecimentos existentes”.

A conclusão ainda pode possibilitar o estudo de novas abordagens a partir da temática investigada.

6.1.3 Descrição dos elementos pós-textuais: Referências – elemento obrigatório

Segundo a ABNT, NBR 14724:2002, referências são um “conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um documento, que permite sua identificação individual”. Devem ser normalizadas de acordo com ABNT, NBR 6023:2002 (Informação e documentação –

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Referências – Elaboração). Os trabalhos que não possuem referências bibliográficas não são considerados de cunho científico, pois não apresentam embasamento teórico e desta forma são tratados como obra de ficção.

Em um trabalho, as referências devem ser ordenadas alfabeticamente e separadas entre si por espaço duplo. Devem ser elaboradas de acordo com a NBR 6023. Ver anexo C referente a elaboração de referências.

Glossário – elemento opcional

Em um trabalho científico

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