Metodologia científica fundamentos e conceitos básicos

Metodologia científica fundamentos e conceitos básicos

UNIFESP – PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ORL E CCP 2009.

Coordenador: Prof. Dr. Luc Weckx Pró-coordenadora: Profa. Dra. Norma Penido

Professores responsáveis: Prof. Dr. Mauricio Ganança Prof. Dr. Paulo Pontes

UNIFESP – PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ORL E CCP 2009.

AULA 01 – A REDAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO (DELIMITAÇÃO DO TEMA E FORMULAÇÃO DA HIPÓTESE). DATA – 17/02/09. ALUNOS – ANTONIO PONTES E DENISE CALUTA. ORIENTADOR – PROF. LUC WECKX.

AULA 02 – COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA. DATA – 03/03/09. ALUNOS – FERNANDO DANELON LEONHARDT. ORIENTADOR – PROF. MARCIO ABRAHÃO.

AULA 03 – DESENHO DE ESTUDO I – (ESTUDO OBSERVACIONAL). DATA – 10/03/09. ALUNOS – LUIZ CESAR NAKAO IHA. ORIENTADOR – PROF. OSWALDO LAÉRCIO MENDONÇA CRUZ.

AULA 04 – DESENHO DE ESTUDO I – (ESTUDO EXPERIMENTAL). DATA – 17/03/09. ALUNOS – LEONARDO BOMEDIANO SOUZA GARCIA. ORIENTADOR – PROF. LUIZ CARLOS GREGÓRIO.

AULA 05 – DESENHO DE ESTUDO I – (METANÁLISE E REVISÃO SISTEMÁTICA). DATA – 24/03/09. ALUNOS – GUSTAVO POLACOW KORN. ORIENTADOR – Prof.ª NOEMI GRIGOLETTO DE BIASE.

AULA 06 – MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS. DATA – 31/03/09. ALUNOS – FRANCISCO DE SOUZA AMORIM FILHO. ORIENTADOR – PROF. OSÍRIS DE OLIVEIRA CAMPONÊS DO BRASIL.

AULA 07 – COMPREENDENDO AS ASSOCIAÇÕES ESPÚRIAS (ERRO ALEATÓRIO E VIÉS). DATA – 07/04/09. ALUNOS – ANTONIO CARLOS CEDIN ORIENTADOR – Prof.ª SHIRLEY SHIZUE NAGATA PIGNATARI.

AULA 08 – COMPREENDENDO AS ASSOCIAÇÕES REAIS (RELAÇÃO CAUSA-EFEITO, EFEITO-CAUSA E CONFUNDIMENTO). DATA – 14/04/09. ALUNOS – CRISTINA MARTINS NAHAS ORIENTADOR – RICARDO TESTA.

AULA 09 – AMOSTRA (RECRUTAMENTO, DIMENSIONAMENTO, PODER ESTATÍSTICO). DATA – 28/04/09. ALUNOS – JULIANA SATO. ORIENTADOR – Prof.ª SHIRLEY PIGNATARI.

AULA 10 – COLETA DE DADOS (ELABORAÇÃO DO PROTOCOLO, GERENCIAMENTO DOS DADOS, SOFTWARES). DATA – 05/05/09. ALUNOS – JULIANA MARIA GAZZOLA. ORIENTADOR – PROF. FERNANDO FREITAS GANANÇA.

AULA 1 – MÉTODOS DE CEGAMENTO E RANDOMIZAÇÃO. DATA – 12/05/09. ALUNOS – HUGO VALTER LISBOA RAMOS ORIENTADOR – PROF. LUC LOUIS MAURICE WECKX

AULA 12 – PLANEJANDO AS MEDIÇÕES (ESCALAS DE MEDIDA, PRECISÃO E ACURÁCIA). DATA – 19/05/09. ALUNOS – SABRINA CHIOGNA LOPES. ORIENTADOR – Prof.ª HELOISA HELENA CAOVILLA.

AULA 13 - TESTES MÉDICOS (UTILIDADE, REPRODUTIBILIDADE, SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE, INFLUÊNCIA SOBRE AS DECISÕES CLÍNICAS). DATA – 26/05/09. ALUNOS – ANA PAULA SERRA. ORIENTADOR – PROF. FERNANDO FREITAS GANANÇA.

AULA 14 – INDICADORES EM SAÚDE. DATA – 09/06/09. ALUNOS – YEDA GABILAN ORIENTADOR – PROF. MARIO SÉRGIO LEI MUNHOZ.

AULA 15 – ESTATÍSTICA PARA O NÃO-ESTATÍSTICO I. DATA – 16/06/09. ALUNOS – MARIA CLAUDIA MATTOS SOARES. ORIENTADOR – PROFESSOR LIA RITA AZEREDO BITTENCOURT.

AULA 16 – ESTATÍSTICA PARA O NÃO-ESTATÍSTICO I. DATA – 23/06/09. ALUNOS – PAULO SERGIO LINS PERAZZO. ORIENTADOR – PROF. PAULO AUGUSTO DE LIMA PONTES.

AULA 18 – ONDE PUBLICAR? (HIERARQUIA DA PUBLICAÇÃO, FATOR DE IMPACTO). DATA – 30/06/09. ALUNOS – GILBERTO ULSON PIZARRO. ORIENTADOR – PROF. REGINALDO RAIMUNDO FUJITA.

AULA 19 – ARTIGOS REJEITADOS PARA PUBLICAÇÃO. DATA – 07/07/09. ALUNOS – LUCIANO RODRIGUES NEVES. ORIENTADOR – PROF. PAULO AUGUSTO DE LIMA PONTES.

Metodologia Cientí fica Problema, hipótese e redação

Aluno: Antonio Pontes Orientador: Prof. Luc Weckx

Pesquisa

Formulação do problema Construção de hipótesesDeterminação do plano

Aprovação pelo comitê de ética

Pré -teste dos instrumentos

Seleção da amostraColeta de dados

Operacionalização das variáveis

Análise e interpretação dos dados

Redação do relatório da pesquisa

Elaboração dos intrumentos de coleta de dados

Pesquisa

Formulação do problema Construção de hipótesesDeterminação do plano

Aprovação pelo comitê de ética

Pré -teste dos instrumentos

Seleção da amostraColeta de dados

Operacionalização das variáveis

Análise e interpretação dos dados

Redação do relatório da pesquisa

Elaboração dos intrumentos de coleta de dados

Problema

“Assunto controverso, ainda não satisfatóriamente respondido, em qualquer campo do conhecimento,e que pode ser objeto de pesquisas científicas ou discussões acadêmicas”

Dicionário Houaiss da língua portuguesa, 1a edição 2001

Ordem Prática

Ordem Intelectual

a maneira mais prática para entender o que é um

Problema problema científico, consiste em primeiramente em indetificar que não é.”

Kerlinger, 1980

Problema

Como Formular um problema?

Complexidade da questão

Processo criativo imersão sistemática no objeto

Estudo da literatura

Discussão com pessoas que acumulam muita experiência prática no campo de estudo Selltiz, 1967

Problema

Como Formular um problema?

O problema deve ser formulado como pergunta O problema deve ser claro e preciso

O problema deve ser empírico

O problema deve ser suscetível de solução O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável

Problema

Como Formular um problema?

O problema deve ser formulado como pergunta O problema deve ser claro e preciso

O problema deve ser empírico

O problema deve ser suscetível de solução O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável

Problema

Como Formular um problema?

O problema deve ser formulado como pergunta O problema deve ser claro e preciso

O problema deve ser empírico

O problema deve ser suscetível de solução O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável

Problema

Como Formular um problema?

O problema deve ser formulado como pergunta O problema deve ser claro e preciso

O problema deve ser empírico

O problema deve ser suscetível de solução O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável

Problema

Como Formular um problema?

O problema deve ser formulado como pergunta O problema deve ser claro e preciso

O problema deve ser empírico

O problema deve ser suscetível de solução O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável

Hipótese

É a proposição testável que pode vir a ser a solução do problema.

Hipótese

Hipóteses casuís ticas

Hipóteses que se referem à frequencia de acontecimentos

Hipóteses que estabelecem relação de associação entre variá veis

Hipóteses que estabelecem relação de dependência entre duas ou mais variáveis

Hipótese

Hipóteses casuís ticas

Afirmam uma característica “Moisés era egípcio, e não judeu” Freud(1973)

Hipótese

Hipóteses que se referem à frequencia de acontecimentos

“A crença em horóscopo é muito difundida entre habitantes de certa cidade.”

Hipótese

Hipóteses que estabelecem relação de associação entre variá veis

“Alunos de medicina são mais conservadores que alunos de ciências-sociais”

Hipótese

Hipóteses que estabelecem relação de dependência entre duas ou mais variáveis

“A classe social da mãe influencia no tempo de amamentação dos filhos”

Classe social(x) (y)Tempo de amamentação

Hipótese

Como chegar a uma hipótese “Gênio”

Obser vação Resultado de outras pesquisas

Teorias Intuição

Hipótese

Características da hipótese aplicável Deve ser conceitualmente clara

Deve ser específica Deve ter referências empíricas

Deve ser parcimoniosa Deve estar relacionada com as técnicas disponíveis

Pesquisa

Formulação do problema Construção de hipótesesDeterminação do plano

Operacionalização das variáveis

Elaboração dos intrumentos de coleta de dados

Pré -teste dos instrumentos Seleção da amostr a Coleta de dados

Análise e interpretação dos dados

Redação do relatório da pesquisa

Redação do relatório da pesquisa

Partes do trabalho 1.Folha de rosto

2. Sumário/índice

3. Partes obrigatórias

1. Introdução 2. Desenv olvimento

3. Conclusão

4.Parte referencial

1.Apêdices e anexos 2. Bibliogr afia

Redação do relatório da pesquisa

Folha de rosto Sumário/índice

Redação do relatório da pesquisa

Introdução

Esclarecer, de maneira sucinta, o assunto

Delimitar a extensão e profundidade que se pretende adotar no enfoque do tema

Dar idéia, de forma sintética, do que se pretende fazer

Evidenciar a relevância do assunto a ser tratado Apontar objetivos do trabalho

Redação do relatório da pesquisa

Desenv olvimento

Método

Resultado Discussão ou comentário

Redação do relatório da pesquisa

Conclusão

Apêndices e anexos Bibliogr afia

Redação do relatório da pesquisa

Proposição de extensão das partes de um trabalho de pesquisa. (Cervo e Bervian, 1983 p. 100)

20% conjunto de introdução

40% idéias principais

30% desenvolvimento 10% conclusão

Redação do relatório da pesquisa

Aspectos exteriores

Seriedade, ordem e empenho NBR 14724:2005, válida a partir de 30-1-2006

Papel branco, A4, impresso com tinta preta, apenas no anverso da folha, exceto página de aprovação. Todas as folhas devem ser enumeradas.

Mar gens:

superior e esquerda: 3 cm inferior e direita: 2 cm

Redação do relatório da pesquisa

Títulos e subtítulos títulos e páginas iniciais de capítulos: 5 cm da borda superior, em maiúsculas e centralizados

Numeração dos tópicos As partes poderão ser indicadas por letras ou algarismos romanos

Capítulos são numerados com algarismos romanos e as seções com arábicos

Redação do relatório da pesquisa

Fonte legível, tamanho 12, sem erros

ABNT: Bibliografia espaços simples separadas entre si por espaços duplos.

Pesquisa Bibliográfca Princípios Básicos

Programa de Pós-Graduação em

Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Denise Abranches

Tema Defnido

Programa de Pós-Graduação em

Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Programa de Pós-Graduação em

Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Identifcar os conceitos da pesquisa

DeCS

Descritores em Ciências da Saúde Vocabulário Controlado

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