apresentação dos slides de logistia no comércio eletrônico

apresentação dos slides de logistia no comércio eletrônico

SLIDE 2

SUMÁRIO

Introdução

  1. Comércio Eletrônico => aborda-se o Comércio Eletrônico, com definições; com ênfase no Comércio Eletrônico negócio-a-negócio, e os tipos de oportunidades geradas por essas organizações e sua atuação no mercado brasileiro

  1. Gestão Logística => será apresentada a gestão logística com conceitos e importância nas organizações, demonstrando o sistema de logística integrada.

  1. A Logística no E-business => têm-se a logística no e-business, com sua importância no setor, com destaque na categoria de negócio-a-negócio; apresentando o recurso da tecnologia de informação na logística com seus principais sistemas utilizados no e-commerce.

  1. O Mercado de Comércio Eletrônico Atual => a atenção estará voltada ao mercado de Comércio Eletrônico na atualidade, com a visão logística utilizada no setor e as perspectivas do mercado para o futuro.

  1. Relato de Caso: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos => demonstra um relato de caso de uma empresa logística brasileira de sucesso na distribuição de materiais – os Correios – com suas formas de atuação e seu portifólio de produtos voltados para o e-commerce.

Conclusão => são feitas considerações sobre a necessidade de um gestão logística de material diferenciado para cada cliente.

SLIDE 3

COMÉRCIO ELETRÔNICO

O Comércio Eletrônico aparece como um rentável canal que as organizações, que em geral, estão utilizando-o para proporcionar modernos meios de serviços aos seus clientes. O Comércio Eletrônico permite agilizar os processos de negócios e aperfeiçoar o relacionamento com clientes. para Felipini “...o e-commerce representa novos desafios e, principalmente, novas oportunidades de se chegar até o cliente de forma rápida, ágil e com um custo sensivelmente menor”. Tornando os processos organizacionais mais rápidos difundindo as informações intra-organizacional e extra-organizacional. O e-business e o e-commerce facilitam as transações comerciais com o aumento da velocidade nas mesmas, tendo como resultado uma competição acirrada entre as empresas. Faz com que elas empreguem novas tecnologias, integrando sistemas mais modernos para atender as necessidades da nova demanda do consumidor atual.

  • O que é => a utilização dos processos de negócio, em sua cadeia de valor no ambiente eletrônico, através de tecnologias de informação e comunicação, para atender aos objetivos do negócio.

    • Terminologias => e-commerce que envolve trocas entre clientes, parceiros comerciais e fornecedores; e e-business que é composto pelos mesmos elementos que o e-commerce, porém inclui operações em função do próprio negócio, como infra-estrutura corporativa, produção, desenvolvimento e gerenciamento de produtos.

  • Categorias de transações comerciais no e-business => O conceito de comércio eletrônico aporta diferentes percepções de suas potencialidades, inclusive em suas estratégias de venda ou complementar aos métodos de vendas já existentes. As operações comerciais no e-business são divididas em classes de categorias em conformidade as transações efetuadas por ele.

    1. Negócio-a-consumidor ou Business to Consumer (B2C) => tendo uma relação de consumo entre as partes, sendo elas a do adquirente do produto ou serviço (consumidor) de um lado e de outro a de venda do produto ou serviço (fornecedor), destinada à satisfação de uma necessidade particular do consumidor.

    2. Business to Goverment (B2G) => diz respeito às negociações em que uma das partes contratantes é uma pessoa jurídica integrante da Administração direta ou indireta do setor público e empresas de economia mista.

    3. Consumer to Consumer (C2C) => as duas partes contratantes que realizam o negócio não são de caráter empresarial, sendo que tal negócio é efetivado através de um agente intermediário.

De acordo com Yoshizaki (2000), o B2B tem e terá, nos próximos anos, taxas de crescimentos exponenciais maiores que as classes de e-business mais conhecidas pelo grande público – B2C e C2C – no Brasil e no resto do mundo, em relação ao volume de vendas.

Negócio-a-negócio ou Business to Business (B2B) => na qual as negociações são feitas entre empresas, relacionadas à cadeia produtiva de bens e serviços, apesar de ser menos comentado que o varejo on-line, tem registrado um excelente desempenho no Brasil. os aplicativos de comércio eletrônico, no B2B (business-to-business), são utilizados para facilitar e agilizar o processo de gerenciamento da cadeia de suprimentos, utilizando o sincronismo que a Internet pode oferecer aos clientes, disponibilizando informações em tempo real, criando valor e personalização na entrega de bens e serviços àqueles que utilizam este canal. acrescenta eficiência no gerenciamento da cadeia de suprimentos.

Apesar de as transações de B2B serem dez vezes menores que no comércio de consumo, o grande volume de dinheiro está nesta categoria. Segundo Tigre e Dedrick (2003), O B2B respondia por 90% do Comércio Eletrônico total, que representava 0,32% do PIB brasileiro. algumas transações eletrônicas realizadas entre empresas, que são:

  • A empresa compra produtos de outras empresas ou vende regularmente para elas, usando Internet ou Extranet, com sua rede privada expandida.

  • A empresa realiza licitação para escolha de sua fornecedora de suprimentos ou participa como uma candidata à fornecedora de suprimentos.

  • Pequenas empresas compradoras, gerenciadas por um terceiro, unem-se para realizar compra conjunta, em maior escala, de matéria-prima, obtendo, dessa maneira, expressiva redução de custo unitário.

Utilizar meios eletrônicos, como a Internet, em transações comerciais com outras empresas é uma tendência natural. Um futuro próximo não se fará mais sentido em falar e-commerce B2B, pois logo este novo canal será quase universalmente utilizado pelas empresas em decorrência da maior produtividade trazida por ele, pode-se reduzir custos na realização de pedidos e no preço de matéria-prima, tornando mais ágil os procedimentos de escolha de fornecedores ou compradores, propiciando maior controle dos processos licitatórios e, resultando a diminuição de erros nesses processos, entre outros.

  • Benefícios da utilização do Comércio Eletrônico => A natureza global da tecnologia, o baixo custo, as inúmeras oportunidades para alcançar centenas de milhares de pessoas, a natureza interativa, a variedade de possibilidades, reforçados pelo rápido crescimento das infra-estruturas de suporte (especialmente a web) resultam em muitos benefícios potenciais para as organizações, os indivíduos e a sociedade. Com a tecnologia globalizada, o baixo custo para acessar tais mercados, e o alcance proporcionado por tal comércio são alguns dos vários benefícios que o e-commerce concede as organizações atuais. Business to Business apresenta várias vantagens como; diminuição de erros, possibilidade de atualizar os preços e informações sobre produtos instantaneamente, gerando automaticamente pedidos de compra, notas fiscais e avisos de remessa; cuidar de processos de pagamento, controle de inventário e do rastreamento de forma automática sem intervenção do usuário; compra diretamente da fábrica; e principalmente economizar tempo e dinheiro nos processos

  • No Brasil => o CE Com um faturamento, em 2005, de R$ 2,5 bilhões, compara com o ano anterior que teve um faturamento de R$ 1,75 bilhão, o crescimento foi de 43%. ao volume de pedidos efetivados no e-commerce, que em 2004 era de pouco mais de 2,5 milhões e em 2006 passou para cerca de 5 milhões de consumidores ou também chamado de “e-consumidores”. Portanto pode-se observar que é este setor da economia em grande ascensão. O Brasil é um país com variações tecnológicas, indo desde ilhas com excelência em aplicações avançadas de TI até mesmo com desligamento de amplos segmentos da economia e da sociedade, sendo que as grandes empresas e aquelas que atuam em sistemas de informação são aquelas que obtêm maiores benefícios do Comércio Eletrônico. Infelizmente, hoje, as de pequeno e médio porte, principalmente as do setor industrial, estão atrasadas na incorporação de novas tecnologias. (Ibidem), registra-se que uma das grandes dificuldades é dos canais de distribuição logísticos enfrentados pelo mercado brasileiro. Uma pesquisa realizada pela empresa e-Consulting indicando que, em 2005, as transações eletrônicas cresceram 37%, em relação ao ano anterior, análogo ao apresentado pelo e-commerce B2C, no mesmo período, na qual a economia brasileira tem uma taxa de crescimento entorno de 2% nos últimos anos. A mesma pesquisa aponta que 80% desses valores transacionados são realizados em portais privativos (empresas que possuem sistemas próprios de gerenciamento de transações eletrônicas com fornecedores, distribuidores, representantes e clientes), e os 20% restantes referem-se a empresas que utilizam portais de terceiros, que oferecem toda a infra-estrutura necessária de hardware, software e mão-de-obra.

SLIDE 4

GESTÃO LOGÍSTICA

  • O que é => é uma forma estratégica de gerenciar a aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados (e o fluxo de informação que possui relação mútua entre as partes) através da organização e de seus canais de suprimento e distribuição, de modo a poder ter maior grau de lucro presente e futuro, através do atendimento dos pedidos a baixo custo. U um dos mandamentos da logística é que os produtos devem estar nos lugares certos, na hora certa, nas quantidades certas, e ao menor custo possível. Missão satisfazer o cliente, facilitando as operações relevantes de produção e marketing, criando valor para o cliente pelo menor custo total possível, equilibrando as expectativas de serviços e os gastos de modo a alcançar os objetivos do negócio. A logística passou por um renascimento nas décadas de 80 e 90, que envolveu as mudanças na infra-estrutura regulatória, disponibilidade de recursos computacionais de baixo custo. A revolução da tecnologia de informação, a difusão da qualidade total e a aceitação universal das alianças contribuíram, em conjunto, para a criação de uma visão inovadora em quase todos os aspectos da logística, reestruturando suas competências dentro das empresas, e tornando a excelência operacional uma parte fundamental da estratégia empresarial. A logística pode se tornar um diferencial competitivo para empresas que precisam oferecer resultados como quantidade, variedade, qualidade, preço e prazos, conciliáveis com as necessidades e expectativas dos clientes para sobreviver no ambiente turbulento do mercado atual. Através dela pode-se fornecer melhor nível de rentabilidade nos serviços que a logística oferecem aos clientes, facilitando o fluxo de produtos. Ao transportar o conceito de logística ao ambiente do e-commerce, depois que o cliente adquire o produto via Internet através do site da empresa, o mesmo não deve demorar a chegar a suas mãos. Era comum acontecer a demora ou até mesmo o não recebimento do produto ao cliente, o que comprometia a credibilidade do e-commerce, gerando insatisfação do cliente. Esse tipo de ocorrência não é mais admitida, pois acarreta o encerramento das operações entre a empresa e o cliente, Isto é inadmissível para o Comércio Eletrônico na atualidade.

  • O Supply Chain => com a evolução e a criação de nova concepção no sistema logístico empresarial, ocorreu a integração de diversas áreas envolvidas na produção, dimensionando os armazéns, alocando produtos em depósitos, roteirizando e dimensionando a frota de veículos para melhor aplicação dos transportes na distribuição de seus materiais, e até mesmo selecionando fornecedores e clientes externos com maior rigor, ocorrendo o surgimento da logística integrada ou também conhecida como Supply Chain Management – SCM. Os objetivos do SCM são satisfazer o cliente no tempo certo e reduzir, em todos os elos da cadeia, dos custos financeiros decorrentes da diminuição dos tempos de espera, armazenamentos, transportes e controles. Alerta sobre o assunto dizendo, que integrar a logística, não deve colocá-la dentro de uma única área específica, mas sim ser uma área independente, permitindo o atendimento ao cliente por meio da sincronia entre diversas estratégias das áreas de uma empresa. Segundo Bowersox e Closs (2001, p. 61 - 62), “as funções da logística são combinadas em três áreas operacionais principais: distribuição física, apoio à manufatura e suprimento.” Estas áreas devem funcionar em sintonia entre si, para que haja uma boa rápida resposta, variação e estoque mínimo, consolidando a movimentação, com qualidade e apoio ao ciclo de vida dos produtos. a logística e o Supply Chain Management buscam facilitar o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição até o ponto de consumo, de forma rápida, proporcionado por alianças estratégicas nos vários níveis da cadeia e um fluxo de informação ágil. Todo este processo aumenta o elo entre os integrantes da cadeia mudando a perspectiva na relação entre cliente-fornecedor, com um objetivo único atender as expectativas do cliente. O supply chain, por possuir como característica a personalização de soluções, derruba um dos mitos do e-business no qual diz que apenas produtos padronizados são bem adaptáveis à Internet. A logística integrada ou supply chain surge como uma nova forma de gestão para a área de logística nas empresas, utilizando métodos como o just in time, fluxo sincrônico de material, EDI, ECR e etc; com o intuito de satisfazer os clientes, reduzir custos, tornando as empresas mais competitivas, rápidas e eficazes.

    1. A gestão de estoque => a entrega física porta a porta não é o maior gargalo do Comércio Eletrônico, mas sim no atendimento ao pedido, que abrange entre outros a gestão do estoque. controlar o estoque é indispensável, pois o estoque absorve 40% dos custos totais. o supply chain tem a intenção de promover fluxo contínuo da entrada (matéria-prima) até o ponto de venda (distribuição), sem interromper os processos, para minimizar o uso de estoques pelas empresas e diminuindo, assim os custos e conseqüentemente o preço final aos clientes. afirma que a melhor forma de gerir estoques é reduzir o lead time é o tempo que decorre entre o instante de entrada de um item no sistema até o instante de saída deste item do sistema. O tempo que uma peça leva para mover-se ao longo de todo um processo ou um fluxo de valor, desde o começo até o fim. Ou seja, lead time é o tempo necessário para produção de um lote de produção e tempo de ciclo é o tempo de saída de cada peça deste lote. de fornecimento e ter produtos disponíveis sempre que necessário aos seus clientes, planejando os estoques conforme demanda das mercadorias, com o objetivo de manter um estoque mínimo, para atender a demanda instantaneamente, com qualidade e sem desperdícios. Quando aplica-se a gestão de estoque no ambiente do Comércio Eletrônico, deve-se deixar disponível a informação do estoque de produtos no site, para alinhar com a real disponibilidade dos produtos no estoque da empresa vendedora, garantindo, assim a entrega do produto adquirido pelo cliente, sempre mantendo um controle do estoque para que não haja defasagens de informação, com um sistema de reposição automático dos produtos quando atingir o estoque mínimo, mantendo o ciclo de suprimentos junto aos fornecedores sempre atualizado para que não haja risco à falta de produtos no estoque da empresa

    2. Logística de distribuição => Bowersox e Closs (2001, p. 44), “a área de distribuição física trata da movimentação de produtos acabados para entrega aos clientes.”. A logística de distribuição é responsável pela distribuição física do produto até ao consumidor final e assegurar que os pedidos sejam entregues, preciso e completos na data combinada. O objetivo principal da gestão de distribuição física é de ajudar na geração de receitas, para prestar em níveis estratégicos conforme desejado pelos clientes, ao menor custo total. Os clientes tornaram-se mais exigentes, gerando a entrega de maior freqüência (rotatividade do produto) e consistentes, entregas no tempo programado, transações sem erro, disponibilidade de estoque, além de o valor agregado como prestador de serviço esperado pelos clientes como vantagem competitiva da empresa no mercado, sempre avaliando evolução de seus mercados e investindo em sistema de informação de ponta para estar ligado a outros membros do canal de distribuição (fornecedores, transportadores e clientes). Em aspectos econômicos há necessidade de especialização para melhor eficiência na distribuição, que geralmente é de uma empresa que terceiriza tais serviços, pois sua capacidade de exercer funções específicas com desempenho superior, afinal quando uma empresa que executa a função de distribuidor tem o domínio da área específica, alcançando a escala e o escopo adequados para atingir economias operacionais. Afirma que uma alternativa para as empresas é a utilização da distribuition utility, que é uma associação de empresas não concorrentes e que servem os mesmos clientes finais, permitindo entregas mais freqüentes das cargas de todos os fabricantes da aliança, fornecendo possibilidades de redução das flutuações devido à sazonalidade e melhor utilização dos recursos de distribuição. Segundo Ching (2001), uma solução encontrada pelo distribuition utility ao usar uma empresa de terceirização poderá haver um maior controle direto, no qual essa empresa terceirizada seria um segundo nível de estocagem. O transporte e a entrega dos produtos aos clientes são terceirizados para empresas especializadas existentes no mercado como exemplo tem-se a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), que opera com um serviço exclusivamente voltado a empresas de Comércio Eletrônico chamado “e-Sedex”, com âmbito nacional. Qualquer que seja o operador que distribui os produtos será obrigatório haver um “sistema de rastreamento” que permita o cliente acompanhar o pedido pela internet em tempo real e a empresa possa também ter tal controle caso haja devolução do produto.

SLIDE 5

A LOGÍSTICA NO E-BUSINESS

  • O que é e-Logistics => pode-se chamar de e-Logistics a área de serviços logísticos voltados para o Comércio Eletrônico. A característica principal é atender grande número de pequenos pedidos, geograficamente dispersos, mesmo no comércio entre empresas, que são entregues de forma fracionada porta a porta, resultando principalmente em altos custos de entrega. As motivações para adoção do comércio eletrônico por empresas comerciais são de maioria (62,6%) pela coordenação logística com fornecedores e clientes, como intermediários entre produtores e consumidores. Menciona que, a logística de comércio eletrônico (e-Logistics) precisa de importantes melhorias para que possa atingir todo seu potencial. Uma das causas de falência de muitos e-business é a logística mal projetada. uma estratégica bem sucedida no e-business é a personalização, serviço de alta qualidade ao cliente e um melhor gerenciamento da cadeia de suprimentos – gerenciamento estratégico dos canais de distribuição e os processos que os sustentam. ), Um dos maiores problemas no e-business é a falta de preocupação que algumas empresas têm com um item básico e de extrema importância que é a entrega do produto. Enfim a logística de um e-business deve primar pela entrega precisa e rápida e com custos compatíveis

  • O e-Logistics no B2B => o comércio eletrônico, na perspectiva negócio-a-negócio, facilita as aplicações de negócios em termos de gerenciamentos em vários segmentos que são os: de fornecedor, estoque, distribuição e canal de pagamento. Pode-se perceber que quatros das cinco citadas são relacionadas com logística. Alguns dos fatores que fazem o aumento do B2B no Comércio Eletrônico ser uma realidade é a diminuição do número de interligações entre parceiros e o aumento do escopo geográfico (fornecedores e clientes podem vir de qualquer lugar). No B2B a funcionalidade que a logística tem em facilitar e agilizar os processos de gerenciamento da cadeia de suprimentos apenas favorece tal tipo de mercado. Afirma que, os modelos de negócios B2B são bastante diversificados e podem ser aplicados a qualquer seguimento da logística (suprimento ou distribuição, transporte ou armazenagem).

  • A importância da Tecnologia da Informação – TI => é imprescindível o uso da tecnologia de informação como recurso chave para se obter integração na cadeia logística. A informação é um poderoso recurso das organizações, que através de constantes fluxos bidirecionais entre a empresa e o macroambiente permite um alinhamento estratégico perfeito, para que cumpra sua missão corporativa, pois é o fluxo de informação que une e coordena seus componentes, permitindo que mantenha o equilíbrio e a integração no ambiente em constante mutação, que é o mercado atual. A tecnologia de informação é direcionada para apoiar os processos produtivos e transações de bens e serviços no e-commerce. Afirmam que milhares de organizações utilizam a TI para viabilizar e otimizar o relacionamento como clientes e o macroambiente e obter vantagens competitivas nos seus negócios. O Comércio Eletrônico e a tecnologia da informação impulsionam o crescimento econômico em termos globais e devem ser incentivados para que se utilize todo seu potencial. Nos últimos 20 anos a evolução da Tecnologia da Informação (TI) se transformou não apenas como função de suporte para uma função de parceiro estratégico e vital nos negócios, com dependência de 100%, portanto não existe venda, compra, produção e serviços em qualquer seguimento da economia.

O LIS no Comércio Eletrônico => um sistema de informação logístico (LIS – Logistical Information Sistems) deve ser desenvolvido com base em sistema transacional que inclua módulos de controle gerencial, análise de decisão e planejamento estratégico, que irá resultar um LIS com características próprias de disponibilidade de informação, precisão, atualização em tempo hábil, possibilidade de análise baseadas em exceções, flexibilidade e formatação adequada. O investimento em sistemas de informação de ponta de modo a ligar os membros do canal (fornecedores, transportes e clientes), são agregadores de valor no mercado competitivo atual, além de reduzirem custos constantemente. Os melhores sistemas permitem que gerentes e compradores analisem os padrões e tendências dos mercados podendo, assim, conferir diariamente o desempenho das vendas. A flexibilidade e o poder de respostas rápidas ao consumidor, para responder as necessidades particulares dos clientes, é permitida pelos sistemas adotados no Comércio Eletrônico, que possuem o ciclo de vida de produzir e entregar os produtos e serviços aos clientes com uma natureza instantânea. ) Afirmam que os bancos de dados utilizados pelas organizações são limitados a funções específicas e acesso interfuncional, dificultando a integração da mesma, pois os aplicativos de sistemas são criados com base na estrutura da organização, sem a preocupação de compartilhar informações para um melhor funcionamento entre a empresa e o fornecedor. Tendo que haver sempre um comprometimento em investimentos significativos na área de criação e manutenção dos sistemas. Afirma que, dos 500 milhões de dólares previstos para serem investidos no e-commerce brasileiro, 200 milhões de dólares serão utilizados para aperfeiçoar os sistemas logísticos das empresas. (Ibidem), segundo a Comexnet (Comunidade de comércio Exterior, Transporte e Logística), uma instituição que congrega quatro mil empresas da área de logística na América Latina, 100 milhões de dólares irão para área de logística de distribuição de B2B. Segundo Fedichina et al. (2005, p. 6), “os principais softwares aplicativos ligados ao e-business que tem obtido mais notoriedade no momento são: o ERP, o DW (Data-Warehouse- Um data warehouse (ou armazém de dados, ou depósito de dados no Brasil) é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão. ), o CRM (Consumer Relationship Management), entre outros.” Pois eles auxiliam não só dentro como fora da cadeia logística de um e-business.

    1. ERP – Enterprise Resource Planning => ERP (Enterprise Resource Planning) – Resposta Eficiente ao Consumidor – com ferramenta do e-business, utilizando a rede mundial de computadores, para a realização dessa integração. O ERP é um tipo de gestão logística em que a união entre empresas, com intuito de integração intensa com o ambiente externo, por meios da Internet, viabilizando o SCM. O ERP, é um sistema de gestão de informações com um banco de dados único, contínuo e firme; que desempenha um importante instrumento para a melhoria dos processos de negócio, e assim integrando diversas atividades empresariais.

    2. EDI – Eletronic Data Interchange => os sistemas EDI (intercâmbio eletrônico de dados), podem ser utilizados na execução e distribuição entre fornecedores e fabricantes, auxiliando as empresas no gerenciamento de suas cadeias de suprimentos e são compostos de uma mistura de computadores e equipamentos de comunicação que dão aos negócios a capacidade para operar transações eletronicamente confiáveis. As transações no Comércio Eletrônico negócio-a-negócio utilizam o EDI – intercâmbio eletrônico de dados - e o correio eletrônico (e-mail) como forma de compra de mercadorias e serviços. Os sistemas EDI, para a Internet, podem ser utilizados para que as empresas unam seus sistemas de informação a outras empresase ECR – Efficiente Consumer Response => Efficiente Consumer Response ou Resposta Eficiente ao Consumidor. Trata-se de software que permite o gerenciamento automático de estoques visando a reposição automática de itens, utilizando-se de código de barras, scanner, EDI etc. É um modelo estratégico de negócios, no qual fornecedores e varejistas trabalham de forma integrada, visando melhorar a eficiência na cadeia de abastecimento, de forma a entregar maior valor agregado ao cliente/usuário final. Procura-se relacionar vendas finais no varejo com as programações de produção e a expedição com a cadeia de abastecimento. Também chamado de Programa de Resposta Rápida (quick response) ou, simplesmente, Resposta Rápida. o ECR (Efficiente Consumer Respnse), sendo ele um dos principais caminhos para os EDI’s.

JIT – Just in Time => o sistema just in time (JIT) é um sistema de gerenciamento de estoque no qual as companhias podem programar a remessa de mercadorias quando são necessárias, limitando as despesas de estoques, que através dos sistemas utilizados nos e-business totalmente integrados, fará um pedido on line de reposição quando os estoques caírem abaixo do nível crítico, acabando com a necessidade de um depósito para mercadorias, pois estas são entregues diretamente do caminhão. Os motivos da utilização de métodos como just in time (JIT), são a resposta rápida (QR – Quick Response Sistema de ligação de todos os elementos à cadeia de abastecimento, eletronicamente, podendo utilizar expedições diretas dos fornecedores para os usuários finais. Sistema para relacionar vendas finais no varejo às programações de produção e expedição com a cadeia de abastecimento. Emprega escaneamento no ponto de vendas e troca eletrônica de dados, também pode usar expedições diretamente da fábrica.) e o reabastecimento contínuo (CR – Contínuos Replenishmint - é uma ferramenta que tem por finalidade repor os produtos na gôndola de forma rápida e adequada à demanda, com os objetivos de minimizar estoques e faltas), pois o mercado atual exige de obter um controle efetivo das operações logísticas utilizando a tecnologia de informação, recém-desenvolvidas, para substituir imprecisões das projeções para uma resposta rápida as necessidades do cliente. O ideal de just in time é muito difícil de se obter, pois depende principalmente do fornecedor, afetando, assim, qualquer planejamento prévio que tenha sido feita por sua empresa. O sistema just in time (JIT), apesar de ser o ideal, não é fácil de implantar, porém surge o fluxo sincrônico de material em que a produção e a distribuição se tornam integradas por meio do uso de tecnologia de informação.O fluxo do material é balanceada de uma só vez ao longo do processo de compras/produção/distribuição por um sistema automatizado de gestão de materiais. Esse sistema fornece um fluxo sincronizado de informação que atualiza simultânea e instantaneamente todas as partes envolvidas: fornecedores, fábricas, estoque regulador e distribuição. que balanceia de uma só vez o longo processo de compras/ produção/ distribuição em um sistema automatizado de gestão de materiais, fornecendo um fluxo sincronizado de informações de atualização simultânea e instantânea em todas as partes envolvidas que são as de fornecedores, fábricas, estoques regulador e distribuição.

    1. CRM – Custumer Relationship Management => CRM é um conjunto de estratégias que as empresas podem utilizar para aumentar a lucratividade e a satisfação dos clientes, focalizando vendas, marketing e atendimento a cliente. Por o e-business se tratar de um mercado bastante competitivo, há necessidade da oferta de conveniência, personalização e excelentes serviços ao cliente, neste caso o CRM se torna um diferencial, é focado em fornecimento e manutenção de serviços, informações e soluções que abordem, de forma eficiente, problemas, desejos e necessidades dos clientes, destaca-se o suporte operacional tratando cada cliente de forma diferente atendendo suas expectativas, pois por ser um relacionamento distante entre a empresa e seus clientes, a necessidade de conhecê-la mais, estreitando laços, para que o retorno do seu cliente seja repetido novamente, pois é mais barato manter os clientes atuais do que conquistar novos. O CRM é composto de uma infra-estrutura de processos, que através das informações obtidas com os clientes, melhoram o relacionamento como eles para o melhor atendimento a suas necessidades. O e-CRM no business to business é diferente das demais formas de negócio, pois a venda geralmente não é para o consumidor final do produto, portanto há necessidade de conseguir o contato com o usuário final para que com suas opiniões, possa representar a suas expectativas e dar continuidade a melhoria do produto; esse tipo de contato é feito através da integração de sistemas entre o seu cliente e a sua organização.

SLIDE 6

O MERCADO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO ATUAL

  • Como é

    • Empresas mais competitivas => o mercado global atual induz as empresas a se tornarem mais competitivas e a utilizarem tecnologias que criem diferenciadores para distinguir de forma positiva de sua concorrência.

    • Estoques em níveis condizentes as necessidades da organização => o cliente satisfeito retorna a comprar na organização, tornando seus pedidos mais freqüentes e querendo maior variedade e conformidade nos produtos, consequentemente a empresa trabalha no sentido de manter os níveis de estoque exatamente na medida de suas necessidades para atender seus clientes.

    • Evitar extremos no ambiente empresarial => o valor dado a um produto é inserido pela sua excelência, porém a mesma não garante vantagem competitiva e lucrativa, mas precisa-se também de um melhor gerenciamento de suas cadeias de suprimentos e rede de parceiros evitando os extremos como internaliza-las ou terceirizar a maioria de suas funções.

    • Obter máxima qualidade => afirma que a qualidade dos produtos das organizações e a forma como utilizam seus recursos, dentre eles a informação, são elementos vitais para os negócios

  • O e-Logistics no mercado atual => propiciam uma busca por estratégias de ação que renovam as relações entre cliente-fornecedor, através de uma parceria ligando todo o elo da cadeia de suprimentos, com o objetivo de controle de qualidade total e melhoria na cadeia de valor. a busca para melhoria nos empreendimentos no e-business necessita de um redimensionamento na forma de tomada de decisão logística, com cadeias integradas que se interagem compartilhando informações com outros agentes externos, para obter apoio estratégico para sobreviver no mercado globalizado atual. a tendência é que num futuro não muito distante as organizações sejam em rede, de forma que elas sejam integradas entre seus vários componentes para que se tornem mais dinâmicas e livres. os executivos estão aprendendo a utilizar a tecnologia de informação atual para elaborar soluções logísticas únicas e inovadoras. a integração logística entre fornecedor-empresa-cliente é a forma mais rentável e racional de distribuição dos produtos no mercado atual. o desafio enfrentado pelas empresas está em gerenciar a flexibilidade e possuir uma alta capacidade de adaptação para realizar as mudanças necessárias, utilizando adequadamente os recursos tecnológicos disponíveis para tornar os clientes satisfeitos com o produto e/ ou serviço prestado. o desafio na logística atual está em integrar o transporte, o estoque, o desenvolvimento de novos produtos, a produção flexível e o serviço ao cliente para alcançar uma total integração organizacional, combinando uma variedade de capacidades em novas unidades organizacionais. no artigo sobre investimentos em distribuição do Comércio Eletrônico, afirma que o e-commerce no Brasil é limitado pelo sistema de distribuição, pois possuem distribuidoras regionais ou segmentadas em áreas específicas, atendendo apenas a varejos de pequeno e médio porte, pois os e-business utilizam serviços de várias transportadoras para a distribuição de seus produtos.

O futuro do e-business => As mudanças que ocorrem no meio empresarial atual, provocam uma reorganização intensa em todos os setores, como modificações profundas nas organizações, pois a necessidade de adaptar-se aos novos tempos, através de dinamismo, inovação e com alta capacidade de resposta às necessidades do ambiente tornando tais adaptações cruciais para o sucesso numa organização voltada ao Comércio Eletrônico, principalmente. em breve a utilização da Internet nos negócios entre empresas será tão natural, que o termo B2B não será mais utilizado, pois utilização deste canal aumenta consideravelmente a produtividade, agiliza os procedimentos de escolha de fornecedores ou compradores, reduz custos na realização de pedidos e no preço de matéria-prima, entre outros, portanto o comércio B2B será uma necessidade nos mercados competitivos. às tecnologias podem impulsionar um redesenho das relações inter-organizacionais que permitem às companhias melhorar a coleta de informações sobre seu ambiente de além da fronteira; estabelecer parcerias baseadas em meios eletrônicos com seus clientes e fornecedores e compartilhar plataformas e mercados eletrônicos com seus concorrentes. que o processo de globalização econômica demanda novas tecnologias para que seja possível avançar na integração das cadeias produtivas, e coordenar atividades de desenvolvimento, produção, comercialização e distribuição de produtos e serviços, apesar do Brasil possuir uma infra-estrutura física e social precária, a sua evolução neste tipo de comércio é crescente. a criação de comunidades eletrônicas para atender as múltiplas necessidades sociais e comerciais, poderá acrescentar um diferencial decisivo na forma dos negócios o e-business, estabelecendo novos índices de lealdade dos clientes e aumentar os retornos econômicos. (Ibidem), afirma que a criação, manutenção e consolidação dessas comunidades virtuais, tem base em quatro princípios: atração de conteúdo, lealdade dos membros, perfil dos membros e oferta de transações; para atender diversas necessidades do consumidor. operações B2B on-line no Brasil possuem resultados tímidos perante a poderio da nossa economia off-line. no início da introdução o e-business teve muitos fracassos, porém seu poder de revolução e mudanças no cenário mundial, modificam os princípios estratégicos organizacionais, gerando novos modelos e regras que estão sendo adaptadas no mercado atual.

Comentários