Cidade Universitaria da Uniso

Cidade Universitaria da Uniso

UNOESC –Universidade do Oeste de Santa Catarina

Arquitetura e Urbanismo -2011/1

Disciplina: Projeto I

Professores: Marco e Tuize

Acadêmica: Nayani Dalmagro Trabalho: Estudo de Caso

Dados da Obra:

Nome da Obra: Cidade Universitária da Uniso Universidades de Sorocaba

Local: Sorocaba –SP

Data do Projeto: 1997

Data de Conclusão da Obra: 1999

Área do Terreno: 1 376 0 m²

Área Construída 35 517,32 m²(primeira fase)

Autor do Projeto: Arquiteto Ricardo Bandeira, em parceria com os engenheiros José Antônio de Milito e Marco Antônio BenglaMestre.

Programa De Necessidades:

Primeira Fase: Prédio de apoio

Blocos de salas de aulas

Sanitários, escadas e salas de apoio

Reitoria e SAA

Biblioteca

Circulação

Estacionamento

Programa de Necessidades:

Segunda Fase: Centro de serviços

Centro comercial

Centro esportivo

Lago

Bosques

Parque ecológico/jardim botânico

Centro de pesquisa

Faculdade de Meio Ambiente/agronomia

Hotel-fazenda-escola

Parâmetros de Projeto:

O terreno em que se implanta a cidade universitária pertencia a uma antiga chácara e foi adquirido em 1996 pela Fundação Dom Aguirre, mantenedora da Uniso.

A maior parte das edificações do campus será construída com elementos prémoldados.

Rampas e passarelas formam uma espécie de espinha dorsal que possibilita a relação entre os diferentes blocos e setores, facilitando a circulação (inclusive para deficientes físicos) e conciliando modernidade, conforto e funcionalidade.

Edificações com um formato básico que deverá se repetir, em termos gerais.

A parte do lote mais afastada da estrada ficou para os edifícios de ensino, deixando as áreas mais próximas da via para os futuros centro de compras e hotel.

O arquiteto optou desde o início, em soluções que pudessem abreviar o período de obras. Daí a adoção de técnicas construtivas industrializadas. Elas não impediram, no entanto, que o autor trabalhasse com variações volumétricas e formas de certa complexidade - o desenho hexagonal do SAA é uma delas - que dão caráter pessoal e refinado ao campus.

Dispostos num patamar intermediário do terreno, os blocos didáticos abrem-se em formação radial: os acessos principais (dos alunos) ficam voltados para a parte externa de uma circunferência.

Construções de desenho predominantemente retangular (neste caso das salas de aulas), eles têm uma de suas laterais totalmente revestida por vidros. No lado oposto, a circulação vertical e as atividades auxiliares abrigam-se numa espécie de anexo cujas extremidades curvas criam um interessante contraponto à ortogonalidade existente. No miolo situa-se a circulação horizontal, que se conecta na parte traseira às passarelas.

No pavimento térreo, cada bloco possui auditório para 450 pessoas.

Os dois prédios de apoio, situados imediatamente atrás dos edifícios didáticos, têm formas retangulares e sua disposição no terreno obedece à mesma formação.

O edifício do SAA é o que tem maior ousadia formal.

Seu desenho, hexagonal, exigiu peripécias da empresa contratada para desenvolver as peças prémoldadas. Encimada por uma cúpula que brota no centro do hexágono, a construção possui cobertura de telhas metálicas e faces envidraçadas.

No térreo, também no centro do hexágono, uma bela escada desenhada pelo arquiteto leva ao segundo pavimento.

No terceiro, o acesso é restrito.

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