Calderaria - Leitura e Interpret. Desenho

Calderaria - Leitura e Interpret. Desenho

(Parte 1 de 3)

CALDEIRARIA Módulo

Leitura e Interpretação de Desenho

SENAI-CFP “Alvimar Carneiro de Rezende”

Via Sócrates Marianni Bittencourt, 711 – CINCO

Presidente da FIEMG Robson Braga de Andrade

Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica

Diretor Regional do SENAI e Superintendente de Conhecimento e Tecnologia Alexandre Magno Leão dos Santos

Gerente de Educação e Tecnologia Edmar Fernando de Alcântara

Elaboração Equipe Técnica do CFP/ACR

Unidade Operacional Centro de Formação Profissional “Alvimar Carneiro de Rezende”

APRESENTAÇÃO1
1.. INTRODUÇÃO2
2.. NORMALIZAÇÃO4
2.1. NORMAS NACIONAIS5
2.1.1.O processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR)5
3.. FIGURAS PLANAS7
3.1. LINHAS7
3.2. ÂNGULOS7
3.3. MEDIATRIZ8
3.4. POLÍGONOS8
3.5. TRIÂNGULOS8
3.6. QUADRILÁTEROS9
3.7. POLÍGONOS REGULARES9
3.8. CÍRCULOS9
3.9. CIRCUNFERÊNCIAS9
3.10. DIAGONAIS10
3.1. ALTURAS DE FIGURAS PLANAS10
4.. SÓLIDOS GEOMÉTRICOS1
5.. LEGENDAS12
6.. CALIGRAFIA TÉCNICA13
6.1. SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÕES13
7.. LINHAS CONVENCIONAIS15
7.1. TIPOS E EMPREGOS16
7.1.1.Linhas para arestas e contornos visíveis16
7.1.2.Linhas para arestas e contornos não visíveis16
7.1.3.Linhas de centro e eixo de simetria17
7.1.4. Linhas de Cota17
7.1.7. Linhas para hachuras18
7.1.8. Linhas de rupturas18
7.1.9. Linhas para representações simplificadas18
8. DIEDROS20
DIEDRO21
9.1. PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA DO PRISMA RETANGULAR21
9.1.1. Vista frontal2
9.1.2. Vista superior2
9.1.3. Vista lateral23
9.2. REBATIMENTO DOS PLANOS DE PROJEÇÃO24
9.3. PROJEÇÃO ORTOGRÁFICA DE MODELOS27
10..PROJEÇÃO ORTOGONAL NO 3º DIEDRO30
1.. ESCALAS32
1.1. TIPOS E EMPREGOS32
1.2. ESCALAS USUAIS32
12.. SUPRESÃO DE VISTAS35
13.. CORTES36
13.1. INTERPRETAÇÃO DO CORTE36
13.2. CORTE TOTAL39
13.2.1. Corte Total Longitudinal39
13.2.2. Corte Total Horizontal41
13.2.3. Corte Total Transversal42
13.3. CORTE EM DESVIO43
13.4. MEIO CORTE4
13.5. CORTE PARCIAL4
13.6. OMISSÃO DE CORTE45
13.7. SECÇÕES46

13..7..2..Seção traçada com a interupção dda vviissttaEErrrroo!! IInnddiiccaddoorr não

13.7.3. Seções traçadas fora das vistas47
13.8. RUPTURAS48
13.9. CORTE REBATIDO48
13.10. SUPERFÍCIES FINAS EM CORTE49
14..ROTAÇÃO DE DETTAALLHHEESS OBLÍQUOS50
15.. VISTAS AUXILIARES52
15.1. VISTA AUXILIAR SIMPLIFICADA53
16.. VISTAS PARCIAIS54
17.. NOÇÕES SOBRE ROSCAS5
17.1. FINALIDADES DE UMA ROSCA56
17.2. ASPECTOS DE CLASSIFICAÇÃO DAS ROSCAS56
17.2.1. Quanto ao Perfil:56
17.2.2.Quanto ao sentido de direção do filete:56
17.2.3. Quanto ao Número de Entradas:56
17.2.4. Quanto à localização da rosca:57
17.3. ELEMENTOS PRINCIPAIS DE UMA ROSCA58
17.4. DIMENSIONAMENTO DE ROSCAS59
18.. SIMBOLOGIA DE SOLDAGEM60
18.1. POSICIONAMENTO DOS SÍMBOLOS61
18.2. SÍMBOLOS DE SOLDA62
18.2.1. Símbolos Básicos62
18.2.2. Símbolos Suplementares65
18.2.3. Representação dos Símbolos65
18.3. DIMENSIONAMENTO DE SOLDAS67
18.3.1.Juntas em Ângulo – Solda em Ângulo67
18.3.2.Junta em Ângulo – Solda em Chanfro68
18.3.3. Junta de Topo69
18.3.4.Junta em Ângulo – Solda em Ângulo Descontínua70

definido..

Apresentação

“Muda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento”. Peter Drucker

O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção, coleta, disseminação e uso da informação.

O SENAI, maior rede privada de educação profissional do país, sabe disso, e, consciente do seu papel formativo, educa o trabalhador sob a égide do conceito da competência: “formar o profissional com responsabilidade no processo produtivo, com iniciativa na resolução de problemas, com conhecimentos técnicos aprofundados, flexibilidade e criatividade, empreendedorismo e consciência da necessidade de educação continuada”.

Vivemos numa sociedade da informação. O conhecimento, na sua área tecnológica, amplia-se e se multiplica a cada dia. Uma constante atualização se faz necessária. Para o SENAI, cuidar do seu acervo bibliográfico, da sua infovia, da conexão de suas escolas à rede mundial de informações – internet- é tão importante quanto zelar pela produção de material didático.

Isto porque, nos embates diários, instrutores e alunos, nas diversas oficinas e laboratórios do SENAI, fazem com que as informações, contidas nos materiais didáticos, tomem sentido e se concretizem em múltiplos conhecimentos.

O SENAI deseja, por meio dos diversos materiais didáticos, aguçar a sua curiosidade, responder às suas demandas de informações e construir links entre os diversos conhecimentos, tão importantes para sua formação continuada !

Gerência de Educação e Tecnologia

1Introdução

Quando vamos executar uma determinada peça na oficina de nossa escola ou na indústria, necessitamos receber todas informações e dados sobre a mesma. Estas informações poderiam ser apresentadas de várias formas, tais como:

1. Descrição verbal da peça 2. Fotografia da peça 3. Modelo da peça 4. Desenho técnico da peça

Se analisarmos cada uma destas formas, veremos que nem todas proporcionam as informações indispensáveis para a execução da peça, senão, vejamos:

1. Uma Descrição Verbal não é bastante para transmitir as idéias de forma e dimensões de uma peça, mesmo que ela não seja muito complicada. Se experimentarmos descrever, usando somente o recurso da palavra, um objeto, de maneira que outra pessoa o execute, concluiremos que isto é praticamente impossível.

2. A Fotografia transmite relativamente bem a idéia da parte exterior da peça, mas não mostra seus detalhes internos e nem suas dimensões. Logo, a fotografia também não resolve o nosso problema.

modeloAlém disso, a peça pode estar sendo

3. O Modelo resolve, até certo ponto, alguns problemas. Nem todos, porém. Por exemplo, se tivéssemos que transportar uma peça de grande tamanho, para reproduzi-la pelo “projetada”, não existindo ainda um modelo da mesma.

4. Desenho Técnico pode transmitir, com clareza, precisão e de maneira simples, todas as idéias de forma e dimensões de uma peça. Além disso, há uma série de outras informações necessárias que somente o desenho pode dar, tais como: o material de que é feita a peça, os acabamentos de sua superfície, as tolerâncias de suas medidas etc.

Figura 1 Figura 2

Figura 3 Figura 4

Portanto, o conhecimento de Desenho Técnico é indispensável a todos aqueles que necessitam executar tarefas que sejam de ajustagem, tornearia, marcenaria, eletricidade etc.

O Desenho Técnico é usado na indústria pelos engenheiros, projetistas, desenhistas, mestres e operários qualificados, como uma linguagem técnica universal, pela qual se expressam e registram idéias e dados para a construção de móveis, máquinas e estruturas.

Sendo uma linguagem gráfica universal, o Desenho Técnico possui normas específicas para o seu traçado e interpretação. Estas normas são elaboradas por entidades especializadas que padronizam e normalizam o seu emprego.

No Brasil, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – padronizou as normas NBB, NB 13 e outras, que fixam as condições gerais que devem ser observadas na execução dos desenhos técnicos e representações convencionais.

Para que o emprego do desenho técnico se torne fácil e preciso, recorre-se ao uso de instrumentos apropriados, chamando-se, neste caso, “Desenho com Instrumentos”. Quando executado à mão, sem o auxílio de instrumentos, denominase “Desenho à Mão Livre” ou “Esboço”.

O nosso objetivo é estudar e exercitar a linguagem universal do desenho técnico, a fim de expressá-la e escrevê-la com clareza, bem como interpretá-la quando escrita por outrem.

O objetivo do estudo de desenho não é formação de desenhistas, mas sim a preparação daqueles que irão orientar-se por meio do desenho, na escola e na vida profissional, dando-lhe condições de:

Ler e interpretar, com segurança, desenhos técnicos de sua especialidade, de acordo com as normas da ABNT;

Executar traçados à mão livre e com instrumentos básicos, como forma de expressão de sua linguagem técnica.

2Normalização

Uma norma técnica é um documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou para seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto. Esta é a definição internacional de norma.

Deve ser realçado o aspecto de que as normas técnicas são estabelecidas por consenso entre os interessados e aprovadas por um organismo reconhecido. Acrescente-se ainda que são desenvolvidas para o benefício e com a cooperação de todos os interessados, e, em particular, para a promoção da economia global ótima, levando-se em conta as condições funcionais e os requisitos de segurança.

As normas técnicas são aplicáveis a produtos, serviços, processos, sistemas de gestão, pessoal, enfim, nos mais diversos campos.

Usualmente é o cliente que estabelece a norma técnica que será seguida no fornecimento do bem ou serviço que pretende adquirir. Isto pode ser feito explicitamente, quando o cliente define claramente a norma aplicável, ou simplesmente espera que as normas em vigor no mercado onde atua sejam seguidas.

Elas podem estabelecer requisitos de qualidade, de desempenho, de segurança (seja no fornecimento de algo, no seu uso ou mesmo na sua destinação final), mas também podem estabelecer procedimentos, padronizar formas, dimensões, tipos, usos, fixar classificações ou terminologias e glossários, definir a maneira de medir ou determinar as características, como os métodos de ensaio.

Se não existissem normas haveria...

Figura 5

2.1. Normas Nacionais

Normas nacionais são normas técnicas estabelecidas por um organismo nacional de normalização para aplicação num dado país. No Brasil, as normas brasileiras (NBR) são elaboradas pela ABNT , e em cada país, normalmente, existe um organismo nacional de normalização.

Há países que têm diversos organismos nacionais de normalização que atuam em setores específicos (como é o caso freqüentemente da área elétrica e eletrônica).

A ABNT é reconhecida pelo Estado brasileiro como o Fórum Nacional de Normalização, o que significa que as normas elaboradas pela ABNT - as NBR - são reconhecidas formalmente como as normas brasileiras.

As Normas Brasileiras são elaboradas nos Comitês Brasileiros da ABNT (ABNT/CB) ou em Organismos de Normalização Setorial (ONS) por ela credenciados. Os ABNT/CB e os ONS são organizados numa base setorial ou por temas de normalização que afetem diversos setores, como é o caso da qualidade ou da gestão ambiental.

Tão importante quanto saber quais normas se encontram em consulta pública ou foram publicadas é saber quais normas se planeja desenvolver num setor específico, de modo a que qualquer interessado possa se preparar para participar do processo e interferir nos seus resultados.

A ABNT publica anualmente um Plano Nacional de Normalização, contendo todos os títulos que se planeja desenvolver ao longo do ano. Esse plano é acessível mediante contato com os respectivos ABNT/CB ou ONS, ou para associados na página da ABNT.

Clique para ver os projetos de normas brasileiras que estão em consulta pública, bem como as Normas Brasileiras publicadas, emendas e erratas publicadas, NBR canceladas ou cancelamentos de NBR em consulta pública.

Freqüentemente uma norma se refere a outras normas que são necessárias para a sua aplicação. As normas podem ser necessárias para o cumprimento de Regulamentos Técnicos ou na certificação compulsória.

2.1.1. O processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR)

Os textos das normas são desenvolvidos em Comissões de Estudos (ABNT/CE), no âmbito dos ABNT/CB, ONS, ou, quando se justifica e o assunto é restrito, em CE Especiais Temporárias (ABNT/CEET), independentes. A participação é aberta a qualquer interessado, independentemente de ser associado da ABNT.

O processo de desenvolvimento de uma norma inicia-se com a identificação da demanda pela norma, a sua inclusão num plano de normalização setorial e a atribuição a uma ABNT/CE da responsabilidade de desenvolver o texto.

Quando os membros da ABNT/CE atingem o consenso em relação ao texto, este é encaminhado, como projeto de norma brasileira, para consulta pública. O anúncio dos projetos que se encontram em consulta pública consta da página da ABNT.

Qualquer pessoa ou entidade pode enviar comentários e sugestões ao projeto de norma ou recomendar que não seja aprovado, com a devida justificativa técnica. Todos os comentários têm necessariamente que ser considerados, cabendo à ABNT/CE acatar ou não as sugestões ou manifestações de rejeição, com a respectiva justificativa técnica.

Aprovado o texto do projeto de norma brasileira na consulta pública, o projeto converte-se em norma brasileira (NBR), entrando em vigor 30 dias após o anúncio da sua publicação, que também é feito na página da ABNT.

As normas brasileiras podem ser canceladas, devido à sua substituição por outras normas novas, obsolescência tecnológica ou outras razões que justifiquem o cancelamento. Este cancelamento também é submetido à consulta pública, cujo anúncio também é efetuado na página da ABNT.

Figura 7

3Figuras Planas

reta curva quebrada mista horizontal vertical inclinada paralelas oblíqua perpendicular segmento de reta - AB linha poligonal

raso ângulo central ângulo de 360°

complementares α suplementares

Bissetriz

3.3. Mediatriz 3.4. Polígonos

3.5. Triângulos replementaresA B r D Bissetriz - AD

Mediatriz C-D lados e ângulos iguais polígono regular lados e ângulos diferentes polígono irregular equilátero isósceles escaleno retângulo

3.6. Quadriláteros 3.7. Polígonos regulares

3.8. Círculos 3.9. Circunferências quadrado retângulo trapézio paralelogramo losango pentágono sextavado octógono heptágono círculo setor circularsegmento circularcoroa circularsetor de coroa circular

Circunferência Circunf.

Concêntricas Circunf.

Excêntricas Circunf. Exteriores

cun

3.10. Diagonais 3.1. Alturas de Figuras Planas

Circunf. Tangentes

Interiores

Circunf. Tangentes

Exteriores

Circunferêcias Secantes

Linhas das Cirncunferências Circunferêcias

Circunscrita

Circunferêcias Inscrita

Quadrado Retângulo Losango Trapézio

OBS. : A altura é sempre perpendicular à base.

4Sólidos geométricos

*Nota: A pirâmide pode ser classificada segundo sua base, então teremos pirâmide de base triangular, quadrangular, pentagonal,sextavada, etc.

cilindro (barra redonda) tronco de cilindro barra pentagonal barra sextavada

Barra Oitavada

* Pirâmide (base sextavada)

Tronco de pirâmide Cone

Tronco de cone

Cilindro oco (tubos)

EsferaAnel Alongado (elo oblongo) cubo (barra quadrada) paralelepípedo (barra chata) barra triangular

5Legendas

1. Toda folha (formato 2AO, AO, A1, A2, A3) desenhada deve levar no canto inferior direito um quadrado destinado à legenda. Na folha formato A4, a legenda fica na parte inferior, ao longo da largura.

2. As legendas nos desenhos industriais, de um modo geral, não são normalizadas, pois variam de acordo com as necessidades internas da firma, mas todas elas devem ter obrigatoriamente os seguintes itens:

a) Nome da firma ou empresa; b) Título do desenho; c) Escala em que foi desenhado; d) Número da folha ou desenho; e) Número do desenho de conjunto ou referência; f) Datas e assinatura dos responsáveis pela execução, verificação e aprovação; g) Lista de materiais que é composta de:

Posição das peças dentro do conjunto; Quantidade para fabricação; Tipo de material de cada peça; Dimensão real ou em bruto; Nome das peças; Pesos reais e totais.

Exemplo de legenda

POS QUANT MATERIAL DIMENSÕES DENOMINAÇÃO PESO KG Desenhista Escalas

Projetista NOME DA FIRMA Des. Referência

ControleDe. Conjunto n°

Aprovação TÍTULO DO DESENHO

Desenho n°

Obs. n°°°° 01 - A lista de materiais normalmente fica sobre a legenda e as posições são colocadas em ordem crescente de baixo para cima, mas em casos especiais, a lista de materiais poderá estar ao lado esquerdo das legendas em forma de faixas.

Obs. n°°°° 02 - A lista de materiais normalmente fica sobre a legenda e as posições são colocadas em ordem crescente de baixo para cima, mas em casos especiais, a lista de materiais poderá estar ao lado esquerdo das legendas em forma de faixas.

6Caligrafia técnica

6.1. Seqüência de operações Verticais

Inclinadas

Normas para o traçado de Letras e Algarismos:

1 – As letras e algarismos usados em legendas ou anotações podem ser verticais ou inclinadas para a direita, adotando neste caso, um ângulo de in- clinação com a linha de base de aproximadamente de 75o .

2 – Para o traçado rápido e execução perfeita das letras e algarismos a mão livre, devemos fazer pautas a lapis com llinhas quase invisíveis, e seguir as seqüências de operações para a execução das mesmas.

7Linhas Convencionais

1Contínua larga Contornos visíveis e arestas visíveis

Contínua estreita

Contornos e arestas fictícios, linhas de chamada e de medida,traçados, representação de peças indicadas a título de referência, contornos de secções rebatidas no local.

C Contínua estreita a

mão livre (1)

Limites de vistas ou cortes parciais ou interrompidas se o limite não coincidir com linhas traço e ponto

Tracejada larga (1)Contornos não visíveis e arestas não visíveis

E Traço e ponto estreita

Lnhas de centro Linhas de simetrias Trajetórias

Traço e ponto estreita, larga nas extremidades e na mudança de direção

Planos de cortes

G 1Traço e ponto larga

Indicação das linhas ou superfícies com indicação especial

(1) Se existirem duas alternativas em um mesmo desenho, deve-se observar a regra de preferência. (2) A relação aproximada de espessura é em função da linha de contorno visível.

Figura 8

OBS.: Se forem usados tipos de linhas diferentes, os seus significados devem ser explicados no respectivo desenho ou por meio de referência as normas específicas correspondente.

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