Orações Subordinadas Adjetivas

Orações Subordinadas Adjetivas

  • As orações subordinadas adjetivas exercem a função sintática de adjunto adnominal, própria de adjetivo.

  • Gil é uma aluna estudiosa.

  • Gil é uma aluna que estuda.

No primeiro exemplo, temos apenas uma oração, portanto, um período simples, na qual o adjetivo estudiosa refere-se ao substantivo aluna, exercendo, na oração, a função sintática de adjunto adnominal. Já no segundo exemplo, temos um período composto formado por duas orações:

  • No primeiro exemplo, temos apenas uma oração, portanto, um período simples, na qual o adjetivo estudiosa refere-se ao substantivo aluna, exercendo, na oração, a função sintática de adjunto adnominal. Já no segundo exemplo, temos um período composto formado por duas orações:

  • Gil é uma aluna que estuda.

  • 1ª oração 2ª oração

A segunda oração (“que estuda”) refere-se a um nome da oração principal (aluno), exercendo a mesma função de adjetivo. Trata-se, portanto, de uma oração subordinada adjetiva.

  • A segunda oração (“que estuda”) refere-se a um nome da oração principal (aluno), exercendo a mesma função de adjetivo. Trata-se, portanto, de uma oração subordinada adjetiva.

  • Outros exemplos:

  • Os alunos resolveram os exercícios que faltavam.

  • O saber é um bem que não se pode destruir.

  • O homem que fuma vive pouco.

É muito fácil reconhecer uma oração subordinada adjetiva, já que ela virá sempre introduzida por um pronome relativo. Além do pronome relativo que, também introduzem orações adjetivas os pronomes quem, onde, cujo, o qual, etc.

  • É muito fácil reconhecer uma oração subordinada adjetiva, já que ela virá sempre introduzida por um pronome relativo. Além do pronome relativo que, também introduzem orações adjetivas os pronomes quem, onde, cujo, o qual, etc.

  • Na cidade onde moro as pessoas arrumam tempo para o lazer.

  • As pessoas com quem convivo são educadas.

  • Uma cidade cujo prefeito é corrupto sofre muitas carências.

  • Essa é a cidade à qual eu me referia.

As orações subordinadas adjetivas podem ser restritivas ou explicativas:

  • As orações subordinadas adjetivas podem ser restritivas ou explicativas:

  • Restritivas: quando restringem, isto é, limitam a significação do nome a que se referem.

  • Explicativas: quando não restringem a significação do nome a que se referem, mas, ao contrário, acrescentam uma característica que lhe é própria.

O homem que fuma vive pouco.

  • O homem que fuma vive pouco.

  • O homem, que é um ser racional, muitas vezes age sem pensar.

  • No primeiro exemplo, a oração adjetiva “que fuma” restringe o significado do termo “homem”, já que atribui a ele uma característica que não é comum a todos os homens, apenas aqueles que fumam vivem pouco. Trata-se, portanto, de uma oração subordinada adjetiva restritiva.

Já no segundo exemplo, a oração “que é um ser racional” está acrescentado ao termo homem uma característica acessória que é própria de todos os elementos da espécie. Trata-se, portanto, de uma oração subordinada adjetiva explicativa.

  • Já no segundo exemplo, a oração “que é um ser racional” está acrescentado ao termo homem uma característica acessória que é própria de todos os elementos da espécie. Trata-se, portanto, de uma oração subordinada adjetiva explicativa.

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