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Comportamento - é o conjunto de relações que se estabelece entre aspectos de um organismo e aspectos do meio no qual ele atua considerando as situações antecedentes e as alterações resultantes desta interação.

O "fazer" das pessoas é central na construção de um processo de trabalho mais saudável e seguro para o indivíduo e para a coletividade.

Prevenção - implica agir em relação aos determinantes dos problemas e não apenas em relação aos problemas ou as suas conseqüências. É antecipar-se à constituição do acidente ou da doença atuando na redução das probabilidades de sua ocorrência.

Promoção da Saúde e da Segurança do Trabalho - manutenção e aperfeiçoamento das melhores condições de saúde e segurança existente. Ë uma forma de atuar com foco na qualidade de vida e não somente na evitação dos males e danos à saúde das pessoas.

1. Missão:

Disseminar a Cultura do Cuidado Ativo nas Organizações.

Apoiar na melhoria da Gestão do Clima e Cultura Preventiva.

Desenvolver projetos e ações customizadas.

Compartilhar os conhecimentos da Psicologia aplicáveis às Organizações.

Atuar de forma responsável e sustentável com os stakeholders.

Utilizar a Psicologia para o Desenvolvimento Organizacional.

2. Visão 2015: Ser referência como prestadora de serviços em Psicologia Ambiental e em Psicologia da Segurança do Trabalho na América Latina.

3. Valores: Respeito, Transparência, Cuidado Ativo, Coerência, Honestidade, Lealdade e Respaldo Científico.

4. Competência Diferencial: Psicologia Aplicada, Vínculo e Customização dos Serviços.

5. Negócio Ampliado: Utilizar a Psicologia para pesquisas, diagnósticos e intervenções nas Organizações.

6. Unidades de Negócios: Psicologia aplicada em: Segurança e Saúde no Trabalho, Meio Ambiente, Emergências e Desastres.

O que fazemos: identificamos, avaliamos, potencializamos, implementamos, reestruturamos processos psicossociais, através de indicadores e ações de natureza preventiva.

Qualidade de vida” - Um direito de todos

Um tema atual, e que merece um enfoque mais aprofundado, a tão almejada qualidade de vida, é uma condição que abriga muitos conceitos, mas que na verdade pouco tem possibilidade de acesso.

Então, o que podemos considerar como qualidade de vida?; Ela é a mesma para todas as pessoas, podendo ser rotulada com extremos, como boa ou má?.

Dentro da bioética, entende-se que qualidade de vida, seja algo intrínseco, onde apenas o sujeito pode fazer a devida avaliação, priorizando-se a subjetividade. Portanto, para uma maior compreensão, deve-se observar também o conceito de realidade, já que segundo Jung, o sujeito considera como realidade apenas aquilo que age sobre ele.

Além de ser um tema complexo e pouco esmiuçado, nos últimos anos, houve a difusão de várias outras terminologias correlatas, agravando ainda mais a capacidade de entendimento. Ao invés de considerar o Homem como uma unidade sócio-psicossomática, priorizando o enfoque holístico, existe uma tendência de fragmentar esta unidade, como se fosse mais fácil assim o estudo.

Qualidade de vida no trabalho (QVT) e Qualidade de Vida nas cidades (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM), são conceitos criados, pelo fato da saúde pública necessitar de indicadores para a elaboração de suas políticas, mas que não necessariamente refletem a realidade, podendo ocorrer certas discrepâncias, como no último ranking de qualidade de vida municipal elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Foi constatado que de 1991 a 2000 a distribuição de renda piorou em dois terços dos municípios brasileiros, mesmo assim, a qualidade de vida medida pelo IDHM melhorou em 99,9% dos municípios.

O fato é que este índice baseia-se além da renda, na educação e expectativa de vida, ou seja, havendo um grande crescimento em um destes componentes, o índice apresenta-se como favorável no todo.

Deixando os índices à parte, cabe ressaltar que, o melhoramento da qualidade de vida, “aspiração básica para a humanidade”, depende de uma ação conjunta de esforços dos governantes e da comunidade, mudando paradigmas, para permitir, o que na verdade todos tem direito, ou seja, uma Vida com Qualidade.

Habib Assad Nader

Cirurgião Dentista

e-mail: h.nader@ig.com.br

Lesões por Esforços Repetitivos(LER):

É preciso prevenir

As Lesões por Esforços Repetitivos (LER), atualmente denominadas Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT), tem merecido atenção especial, em virtude do acometimento cada vez maior de profissionais, obrigando-os ao afastamento temporário de suas atividades laborais.

As LER abrangem diversas patologias, sendo que as mais conhecidas são: Tenossinovite, Bursite, Tendinite, Cervicobraquialgia, Epicondilite, Síndrome do Túnel do Carpo, Síndrome do Túnel Ulnar e Síndrome do Redondo Pronador. Podem ser consideradas como um fenômeno relacionado ao trabalho, provocadas pelo uso inadequado e excessivo do sistema que agrupa ossos, nervos, músculos e tendões. Típicas do trabalho intenso e repetitivo, as LER são causadas por diversos tipos de pressão existentes no trabalho, envolvendo trabalhadores que exercem os mais diversos tipos de funções, e embora atinjam principalmente os membros superiores: Mãos, Punhos, Braços, Antebraços, Mãos e Coluna Cervical, as LER podem afetar o ser humano como um todo.

As principais recomendações em relação à prevenção das LER, referem-se a uma análise ergonômica do local de trabalho, adequando o equipamento ao espaço disponível, atentando-se à disposição e altura de gavetas e instrumentais, permitindo posturas confortáveis e liberdade de movimento. O profissional deve, também, habituar-se a programar pausas de 10 minutos a cada hora trabalhada, podendo, neste período, fazer exercícios leves, como a simples flexão e extensão dos dedos das mãos.

Ainda, como medidas de ordem pessoal, atividades físicas regulares como ioga, tai chi chuan, exercícios de alongamento e aeróbicos, além de ajudarem na manutenção da saúde e do condicionamenteo físico, ajudam a prevenir a ocorrência de LER.

Habib Assad Nader

Cirurgião Dentista

Maria Helena Palucci Marziale

Profa. Dra. Da EERP/USP

DDS sobre proteção dos olhos

Neste DDS vamos lembrá-lo que a proteção dos olhos é um dos pontos importantes na prevenção de acidentes.

A finalidade dos óculos de segurança é proteger a pessoa contra partículas sólidas projetadas e / ou em suspensão.

Em muitos locais de trabalho existem muitos riscos que podem ter como conseqüência a lesão nos olhos. É por isto, que os óculos de segurança é considerado um EPI básico e, em muitos casos, obrigatório para todo empregado ou pessoa que trabalhe ou transite numa área industrial.

Para ser aprovado os óculos de segurança deve ser confeccionado segundo as normas da ABNT e possuir o C A (certificado de aprovação).

Recomendações sobre o uso e conservação dos óculos:

Os óculos devem ajustar-se perfeitamente ao rosto, sem deixar aberturas;

A haste ou elástico deve manter os óculos firmes no rosto, porém sem incomodar ou machucar;

Use-o constantemente durante todo o tempo que permanecer no trabalho para o qual for designado;

Ao colocar ou retirar não segure os óculos apenas por uma haste, mas pelas duas ao mesmo tempo;

Limpe as lentes somente com tecido ou papel limpo e macio;

Não deixe que as lentes tenham contato com qualquer superfície, coloque os óculos com as lentes sempre para cima;

Não os guarde ou o carregue nos bolsos traseiros das calças;

Não os transporte junto de ferramentas;

Não os abandone junto a fontes de calor;

Não os deixe em local onde possam receber respingos de óleo, graxa, ácidos, corrosivos, solventes ou qualquer substância que possam danificá-lo;

Não use os óculos com defeitos (falta de proteção lateral, elástico ou haste danificada ou lentes riscadas);

Em locais sujeitos a embaçamento das lentes, use o líquido anti-embaçante. Este DDS também pode ser útil para seus colegas de trabalho.

Temas abordados no DDS

O DDS aborda uma grande variedade de temas, tais como:

Cuidados com o uso de solventes;

Poluição causada por produto químico;

Armazenamento de produtos inflamáveis;

Riscos do choque elétrico;

Proteção das mãos;

Importância do uso do equipamento de proteção individual;

Riscos do ruído;

Acidentes em escritório.

Dicas de implementação do DDS

O DDS Online sugere que, ao implementar o DDS na sua empresa, sejam seguidas as seguintes recomendações:

Convide profissionais de outras áreas da empresa para falar sobre temas técnicos. Médicos, enfermeiros, psicólogos, engenheiros ou técnicos são boas opções para dinamizar mais a reunião.

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