Apostilha E.Basica

Apostilha E.Basica

(Parte 1 de 7)

Presidente da FIEMG Robson Braga de Andrade

Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica

Diretor Regional do SENAI e Superintendente de Conhecimento e Tecnologia Alexandre Magno Leão dos Santos

Gerente de Educação e Tecnologia Edmar Fernando de Alcântara

Elaboração Rogério Silva Batista

Unidade Operacional CFP-JMS

Curso Técnico de Automação Industrial 2

Sumário

LISTA DE FIGURAS7
LISTA DE TABELAS12
APRESENTAÇÃO13
CAPÍTULO 1- ATOMÍSTICA14
1.1 DEFINIÇÃO DE ÁTOMO14
1.2 ESTRUTURA DO ÁTOMO14
CARACTERÍSTICAS DAS PARTÍCULAS:16
PARTÍCULAS FUNDAMENTAIS16
CAPÍTULO 2 - CARGA ELÉTRICA17
2.1 ORIGEM DA CARGA ELÉTRICA17
CAPÍTULO 3 - FORÇA ELETROMOTRIZ19
3.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS19
3.2 - DEFINIÇÃO19
3.3 UNIDADE DE MEDIDA20
3.4 INSTRUMENTOS DE MEDIDA21
3.5 FORMAS DE PRODUZIR TENSÃO ELÉTRICA2
3.5.1 GERAÇÃO DE TENSÃO POR ATRITO23
3.5.2 GERAÇÃO DE TENSÃO POR CALOR23
3.5.3 GERAÇÃO DE TENSÃO POR PRESSÃO23
3.5.4 GERAÇÃO DE TENSÃO POR LUZ23
3.5.5 GERAÇÃO DE TENSÃO POR ELETRÓLISE23
3.5.6 GERAÇÃO DE TENSÃO POR MAGNETISMO23
CAPÍTULO 4 - CORRENTE ELÉTRICA24
4.1DEFINIÇÃO24
4.2 UNIDADE DE MEDIDA24
4.3 INSTRUMENTOS DE MEDIDA25
CAPÍTULO 5 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA29
5.1 DEFINIÇÃO29
5.2 UNIDADE DE MEDIDA30
5.3 INSTRUMENTOS DE MEDIDA30
5.4 RESISTORES DE VALORES FIXOS3
5.5 CÓDIGO DE CORES34
CAPÍTULO 6 - RESISTIVIDADE36

Curso Técnico de Automação Industrial 3

6.1 FATORES QUE INFLUEM NO VALOR DA RESISTÊNCIA ELÉTRICA36
6.2 DEFINIÇÃO DE RESISTIVIDADE39
6.3 CÁLCULO DA RESISTÊNCIA39
6.4 VARIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE ACORDO COM A VARIAÇÃO DA TEMPERATURA40
6.5 CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS42
6.5.1 CONDUTORES42
6.5.2 RESISTORES4
6.5.3 ISOLANTES4
6.5.4 SEMICONDUTORES E DIODOS45
CAPÍTULO 7- LEI DE OHM45
GEORGE SIMON OHM(1789-1854)....................................................................................... 47
CAPÍTULO 8 - CIRCUITOS ELÉTRICOS48
8.1 CIRCUITO SÉRIE48
8.2 CIRCUITO PARALELO49
8.3 CIRCUITO MISTO50
CAPÍTULO 9 – LEI DE KIRCHHOFF51
51
9.2 2ª LEI DE KIRCHHOFF52
CAPÍTULO 10 - DIVISORES DE TENSÃO54
10.1 CONCEITOS54
10.2 INFLUÊNCIA DA CARGA5
10.3 CÁLCULO DAS POTÊNCIAS DOS RESISTORES56
CAPÍTULO 1 – TEOREMA DE THEVENIN E SUPERPOSIÇÃO57
1.1 CONCEITOS57
1.2 TENSÃO DE THEVENIN58
1.3 RESISTÊNCIA DE THEVENIN58
1.4 TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO60
CAPÍTULO 12 – POTÊNCIA ELÉTRICA62
12.1 CONCEITOS62
12.2 EFEITO JOULE64
CAPÍTULO 13 - FREQÜÊNCIA65
13.1 CONCEITOS65
13.2 CÁLCULO DO PERÍODO EM FUNÇÃO DA FREQÜÊNCIA65
13.3 VALOR DE PICO6
13.4 VALOR DE PICO A PICO67

9.1 1ªLEI DE KIRCHHOFF OU LEI DOS NÓS

Curso Técnico de Automação Industrial 4

13.5 VALOR EFICAZ68
CAPÍTULO 14 - MAGNETISMO69
14.1 ÍMAS69
14.2 CAMPO MAGNÉTICO70
CAPÍTULO 15 - ELETROMAGNETISMO73
15.1 ELETROÍMÃ73
15.2 FLUXO MAGNÉTICO74
15.3 FORÇA ELETROMOTRIZ INDUZIDA78
15.3.1 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA78
15.3.2 LEI DE LENZ79
15.3.3 CÁLCULO DA FORÇA ELETROMOTRIZ INDUZIDA79
CAPÍTULO 16 – INSTRUMENTOS ELÉTRICOS85
16.1 GALVANÔMETRO85
16.2 INSTRUMENTO DE FERRO MÓVEL85
16.3 INSTRUMENTO DE BOBINA MÓVEL86
16.4 INSTRUMENTO ELETRODINÂMICO87
16.5 INSTRUMENTO ELETRODINÂMICO COM BOBINAS CRUZADAS87
16.6 INSTRUMENTO COM LÂMINAS VIBRÁTEIS8
16.7 SIMBOLOGIA8
16.8 ERRO POR EFEITO PARALAXE91
16.9 AMPERÍMETRO92
16.10 VOLTÍMETRO92
16.1 OHMÍMETRO93
16.12 MULTÍMETRO94
16.13 MEGÔHMETRO95
16.14 TERRÔMETRO95
16.15 WATTÍMETRO96
16.16 FASÍMETRO97
16.17 ALICATE OHM-VOLT-AMPERÍMETRO97
16.18 TACÔMETRO98
16.19 LUXÍMETRO9
16.20 ANALISADOR UNIVERSAL DE ENERGIA ELÉTRICA9
16.21 TERMÔMETRO SEM CONTATO100
CAPÍTULO 17 - DEFASAGEM ENTRE TENSÃO E CORRENTE101
17.1 CONCEITOS101
17.2 RESISTORES LINEARES OU PUROS102
ALTERNADA103

17.2.2 COMPORTAMENTO DA RESISTÊNCIA PURA QUANDO ENERGIZADA E CORRENTE CONTÍNUA OU COM CORRENTE

Curso Técnico de Automação Industrial 5

17.2.2 RESISTORES NÃO-LINEARES103
CAPÍTULO 18 - INDUTORES E INDUTÂNCÍA104
18.1 LNDUTÂNCIA104
18.2 CONSTRUÇÃO DO INDUTOR104
18.3 TENSÃO INDUZIDA NO INDUTOR (E)105
18.4 - ASSOCIAÇÃO EM SÉRIE E EM PARALELO106
CAPÍTULO 19 - CAPACITORES E CAPACITÂNCIA107
19.1 CAPACITORES107
107
19.2 CAPACITÂNCIA107
19.3 CONSTRUÇÃO DO CAPACITOR108
19.4 - ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES1
19.5 - TIPOS DE CAPACITORES112
19.6 - APLICAÇÕES DOS CAPACITORES112
CAPÍTULO 20 - REATÂNCIA113
20.1 REATÂNCIA INDUTIVA113
20.2 REATÂNCIA CAPACITIVA114
CAPÍTULO 21 - IMPEDÂNCIA115
21.1 CIRCUITO RL SÉRIE116
21.2 CIRCUITO RL PARALELO117
21.3 CIRCUITO RC SÉRIE119
21.4 CIRCUITO RC PARALELO121
21.5 CIRCUITO RLC SÉRIE123
21.6 CIRCUITO RLC PARALELO125
CAPÍTULO 2 - POTÊNCIAS MONOFÁSICA E TRIFÁSICA DE CORRENTE ALTERNADA128
CAPÍTULO 23 - CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA130
23.1 CAPACITOR PARA CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA131
ANEXO 1- CÁLCULO APLICADO132
TRIGONOMETRIA, CÁLCULO DE ÁREA E VOLUME132
RELAÇÃO DE PITÁGORAS144
CÁLCULO DE ÁREA144
CÁLCULO DE VOLUME145
ANEXO 2 – SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES147
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS150

Curso Técnico de Automação Industrial 6

FIG. 1 – ESTRUTURA DO ÁTOMO14
FIG. 2 – CAMADAS DOS ÁTOMOS15
FIG. 3 - MOLÉCULA16
FIG.4 – PARTÍCULAS FUNDAMENTAIS DO ÁTOMO16
FIG. 5 – ÁTOMO EM EQUILÍBRIO17
FIG. 6 – ÁTOMO EM DESEQUILÍBRIO17
FIG. 7 – ÁTOMO EM DESEQUILÍBRIO18
FIG. 8 – MATERIAL COM ÁTOMOS EM EQUILÍBRIO19
FIG. 9 – DESLOCAMENTO DE CARGAS19
FIG. 10 – DESLOCAMENTO DE CARGAS20
FIG. 1 – REPRESENTAÇÃO DO VOLTÍMETRO21
FIG. 12 – REPRESENTAÇÃO DO KILOVOLTÍMETRO21
FIG. 13 – REPRESENTAÇÃO DO MILIVOLTÍMETRO21
FIG. 14 - PROCESSO DE CARGA DE UM CORPO2
FIG. 15 – REPRESENTAÇÃO DO AMPERÍMETRO25
FIG. 16 – REPRESENTAÇÃO DO KILOAMPERÍMETRO25
FIG. 17 – REPRESENTAÇÃO DO MILIAMPERÍMETRO25
FIG. 18 – AMPERÍMETRO DE BANCADA28
FIG. 19 – MEDIÇÃO DE CORRENTE SEM INTERRUPÇÃO DO CIRCUITO29
FIG. 20 – REPRESENTAÇÃO DO OHMÍMETRO31
FIG. 21 – REPRESENTAÇÃO DO MEGÔMETRO31
FIG. 2 – REPRESENTAÇÃO DO KILO-OHMÍMETRO31
FIG. 23 – REPRESENTAÇÃO DO MILI-ÔHMÍMETRO31
FIG. 24 – ÔHMÍMETRO DE BANCADA32
FIG. 25 – MEDIÇÃO DE RESISTÊNCIA3
FIG. 26 – MEDIÇÃO DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO3
FIG. 27 – RESISTOR DE FILME DE CARBONO34
FIG. 28 – CÓDIGO DE CORES35
FIG. 29 – ÁTOMO DE CARBONO37

Curso Técnico de Automação Industrial 7

FIG. 30 – ÁTOMO DE COBRE37
FIG. 31 – CONDUTOR DE COBRE38
FIG. 32 – SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM CONDUTOR DE COBRE38
FIG. 3 – SEÇÃO TRANSVERSAL DE UM CONDUTOR DE COBRE38
FIG. 34 – VARIAÇÃO DA RESISTÊNCIA EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA41
FIG. 35 – CIRCUITO ELÉTRICO46
FIG. 36 – CIRCUITO COM 3 LÂMPADAS EM SÉRIE48
FIG. 37 - OBTENÇÃO DA RESISTÊNCIA TOTAL (RT)48
FIG. 38 - OBTENÇÃO DA CORRENTE TOTAL ( IT )48
FIG. 39 – CIRCUITO COM TRÊS LÂMPADAS EM PARALELO49
FIG. 40 - OBTENÇÃO DA RESISTÊNCIA TOTAL (RT)49
FIG. 41 - OBTENÇÃO DA CORRENTE TOTAL ( IT )49
FIG. 42 – CIRCUITO MISTO50
FIG. 43 – REPRESENTAÇÃO DA 1ª LEI DE KIRCHHOFF51
FIG 4 – ENTRADA E SAÍDA DAS CORRENTES DO NÓ51
52
FIG. 46 – REPRESENTAÇÃO DA 2ª LEI DE KIRCHHOFF52
FIG. 47 -DIVISOR DE TENSÃO54
FIG. 48 – DIVISOR DE TENSÃO54
FIG. 49 -COMPORTAMENTO DO DIVISOR DE TENSÃO COM A CARGA LIGADA5
FIG 50 – POTENCIAIS DO DIVISOR DE TENSÃO COM CARGA LIGADA56
FIG. 51 – CIRCUITO MISTO PARA ANÁLISE57
FIG. 52 – CIRCUITO EQUIVALENTE THEVENIN57
FIG. 53 – MEDIÇÃO DA TENSÃO THEVENIN58
FIG. 54 – MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA DO CIRCUITO COM FONTE CURTO-CIRCUITADA58
FIG. 5 – OBTENÇÃO DO CIRCUITO EQUIVALENTE THEVENIN59
FIG. 56 – TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO61
FIG. 57 – FREQÜÊNCIA EM CA65
FIG. 58 – GRÁFICO DA CA65
FIG. 59 – PERÍODO DA CA6

Curso Técnico de Automação Industrial 8

FIG. 60 – VALOR DE PICO DA CA67
FIG. 61 – VALORES PICO A PICO DA CA67
FIG. 62 – O PLANETA TERRA COMO UM IMENSO ÍMÃ70
FIG. 63 – ESPECTRO MAGNÉTICO70
FIG. 64 – CAMPO MAGNÉTICO71
FIG. 65 – ELETROÍMÃ COM NÚCLEO DE SEÇÃO QUADRADA73
FIG. 6 - REATOR74
FIG. 67 – TRANSFORMADOR MONOFÁSICO74
FIG. 68 – REGRA DO SACA-ROLHAS75
FIG. 69 – REGRA DA MÃO ESQUERDA75
FIG.70 – LINHAS DE FORÇA76
FIG. 71- CONCENTRAÇÃO DO CAMPO MAGNÉTICO7
FIG. 72 – REGRA DA MÃO ESQUERDA79
FIG. 73 – ANÁLISE DA CURVA SENOIDAL80
FIG. 74 – CORRENTE EM PONTOS DIFERENTES DA SENÓIDE82
FIG. 75 – EXPANSÃO E RETRAÇÃO DO CAMPO MAGNÉTICO82
FIG. 76 – EFEITO DA AUTO-INDUTÂNCIA EM UMA BOBINA83
FIG. 7 – CRIAÇÃO DE UMA FEM INDUZIDA84
FIG. 78 - GALVANÔMETRO85
FIG. 79 – INSTRUMENTO FERRO MÓVEL86
FIG. 80 – INSTRUMENTO DE BOBINA MÓVEL86
FIG. 81 – INSTRUMENTO ELETRODINÂMICO87
FIG. 82 – INSTRUMENTO DE BOBINAS CRUZADAS87
FIG. 83 – INSTRUMENTO TIPO RESSONANTE8
FIG. 84 – ELEMENTOS PRINCIPAIS DO AMPERÍMETRO92
FIG. 85 – ELEMENTOS PRINCIPAIS DO VOLTÍMETRO92
FIG. 86 – ELEMENTOS PRINCIPAIS DO ÔHMÍMETRO93
FIG. 87 – MULTÍMETRO ANALÓGICO94
FIG. 8 - MEGÔMETRO95
FIG. 89 - TERRÔMETRO96

Curso Técnico de Automação Industrial 9

FIG. 90 – CONEXÕES DO WATTÍMETRO MONOFÁSICO96
FIG. 91 – CONEXÕES DO FASÍMETRO97
FIG. 92 – MEDIÇÃO DE CORRENTE ELÉTRICA COM UM ALICATE AMPERÍMETRO98
FIG. 93 – TACÔMETRO DIGITAL98
FIG. 94 – LUXÍMETRO DIGITAL9
FIG. 95 – ANALISADOR DE ENERGIA ELÉTRICA100
FIG 96 – TERMÔMETRO DIGITAL SEM CONTATO100
FIG. 97 – PROJEÇÃO DA CA EM CÍRCULO101
FIG. 98 – DEFASAGEM ENTRE TENSÃO E CORRENTE102
FIG. 9 – RELAÇÃO LINEAR EM RESISTORES103
FIG. 100 - BOBINA105
FIG. 101 – SÍMBOLO DO INDUTOR105
FIG. 102 – INDUTORES EM SÉRIE106
FIG. 103 – INDUTORES EM PARALELO106
FIG. 104 - CAPACITOR107
FIG. 105 – PLACAS E DIELÉTRICO DE UM CAPACITOR108
FIG. 106 – CARREGAMENTO DE CARGAS EM UM CAPACITOR108
TAB. 17 – RIGIDEZ DIELÉTRICA DE ALGUNS MATERIAIS110
FIG. 107 – CARGA E DESCARGA EM CAPACITOR110
FIG. 108 – CAPACITORES EM SÉRIE1
FIG. 109 – CAPACITORES EM PARALELO112
FIG. 110 – MODELOS DE INVÓLUCRO DE CAPACITORES112
FIG. 1 – CAPACITOR EM CA112
FIG. 112 – TENSÃO E CORRENTE EM FASE113
FIG. 113 – CIRCUITO RL SÉRIE116
FIG. 114 – ÂNGULO DE DEFASAGEM ENTRE VR E VG116
FIG. 115 – RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS ENTRE TENSÕES117
FIG. 116 – CIRCUITO RL PARALELO118
FIG. 117 – DIAGRAMA FASORIAL118
FIG. 118 – RELAÇÃO TRIGONOMÉTRICA118

Curso Técnico de Automação Industrial 10

FIG. 119 – RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS ENTRE CORRENTES119
FIG. 120 – CIRCUITO RC SÉRIE119
FIG. 121 – DIAGRAMA FASORIAL120
FIG. 122 – RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS ENTRE TENSÕES120
FIG. 123 – CIRCUITO RC PARALELO121
FIG. 124 – DIAGRAMA FASORIAL122
FIG. 125 – RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS ENTRE I V Z122
FIG. 126 – CIRCUITO RLC SÉRIE123
FIG. 127 – DIAGRAMA FASORIAL124
FIG. 128 – FREQÜÊNCIA DE RESSONÂNCIA125
FIG. 129 – CIRCUITO RLC PARALELO126
FIG. 130 – DIAGRAMA FASORIAL126
FIG. 131 – RELAÇÃO TRIGONOMÉTRICA ENTRE CORRENTES126
FIG. 132 – FREQÜÊNCIA DE RESSONÂNCIA127
FIG. 133 – TRIÂNGULO DAS POTÊNCIAS130
FIG. 134 – BANCO DE CAPACITORES PARA CORREÇÃO DE FATOR DE POTÊNCIA132

Curso Técnico de Automação Industrial 1

TAB. 1 – NÚMERO MÁXIMO DE ELÉTRONS POR CAMADA15
TAB. 2 – MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO VOLT21
TAB. 3 – MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO AMPÉRE25
TAB. 4 – MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO OHM30
TAB. 5 – RELAÇÃO ENTRE CORES E NÚMEROS NOS RESISTORES35
TAB. 6 – TOLERÂNCIA DOS RESISTORES36
TAB. 7 – RESISTIVIDADE DE ALGUNS MATERIAIS39
TAB. 8 – TEMPERATURA DE RESISTÊNCIA INFERIDA42
TAB. 9 – VALORES DA FIGURA 5160
TAB. 10 – CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE63
TAB. 1 – SIMBOLOGIA UTILIZADA NOS INSTRUMENTOS89
TAB. 13 – SIMBOLOGIA REFERENTE À CA E C90
TAB. 14 – TENSÃO DE ISOLAÇÃO DOS INSTRUMENTOS91
TAB. 15 – CLASSE DE EXATIDÃO DOS INSTRUMENTOS91
TAB. 16 – CONSTANTE DIELÉTRICA DE ALGUNS MATÉRIAIS110

Lista de tabelasLista de tabelas TAB. 12 – SIMBOLOGIA REFERENTE A POSIÇÃO DE TRABALHO DOS INSTRUMENTOS...90

Curso Técnico de Automação Industrial 12

ApresentaçãoApresentação

“Muda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento. “ Peter Drucker

O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção, coleta, disseminação e uso da informação.

O SENAI, maior rede privada de educação profissional do país,sabe disso , e ,consciente do seu papel formativo , educa o trabalhador sob a égide do conceito da competência:” formar o profissional com responsabilidade no processo produtivo, com iniciativa na resolução de problemas, com conhecimentos técnicos aprofundados, flexibilidade e criatividade, empreendedorismo e consciência da necessidade de educação continuada.”

Vivemos numa sociedade da informação. O conhecimento , na sua área tecnológica, amplia-se e se multiplica a cada dia. Uma constante atualização se faz necessária. Para o SENAI, cuidar do seu acervo bibliográfico, da sua infovia, da conexão de suas escolas à rede mundial de informações – internet- é tão importante quanto zelar pela produção de material didático.

Isto porque, nos embates diários,instrutores e alunos , nas diversas oficinas e laboratórios do SENAI, fazem com que as informações, contidas nos materiais didáticos, tomem sentido e se concretizem em múltiplos conhecimentos.

O SENAI deseja , por meio dos diversos materiais didáticos, aguçar a sua curiosidade, responder às suas demandas de informações e construir links entre os diversos conhecimentos, tão importantes para sua formação continuada !

Gerência de Educação e Tecnologia

Curso Técnico de Automação Industrial 13

CAPÍTULO 1- AtomísticaCAPÍTULO 1- Atomística 1.1 Definição de átomo

Tudo que ocupa lugar na natureza e tem massa é matéria, sejam sólidos, líquidos ou gases. Por exemplo, a água é matéria e está em estado líquido. Dividindo-se consecutivas vezes uma porção de água, chega-se a uma gota. Continuando-se a divisão, haveria um determinado momento em que, se fosse dividida novamente, a água deixaria de existir e apareceriam, separados, os elementos que a compõem. A menor partícula em que se pode dividir um material sem se alterarem as suas características básicas é chamada de molécula. As moléculas são constituídas por elementos puros, diferentes ou não, que se agrupam para formá-las. Esses elementos são chamados de átomos. Pode-se afirmar que o átomo é o elemento básico de toda a natureza. Se um átomo de hidrogênio, por exemplo, for dividido, deixará de ser o elemento hidrogênio, ou seja, deixará de existir como matéria. Então, átomo é o elemento básico da matéria

1.2 Estrutura do átomo

negativa

Os átomos são compostos de duas partes: núcleo e eletrosfera O núcleo é a parte pesada do átomo e suas partículas não se movimentam. A eletrosfera é a parte externa do átomo e tem suas partículas sempre movimentando-se em volta do núcleo. As partículas que formam o núcleo são: os prótons, que têm carga elétrica positiva, e os nêutrons, que não têm carga elétrica. As partículas que formam a eletrosfera são os elétrons, que têm carga elétrica Pode-se observar a estrutura do átomo através da ilustração a seguir

Fig. 1 – Estrutura do átomo

Curso Técnico de Automação Industrial 14

Cada elemento existente na natureza apresenta átomos diferentes dos demais elementos. Essa diferença está, basicamente, no número de prótons, elétrons e nêutrons que formam os seus átomos.

Os elétrons têm órbitas definidas na eletrosfera, obedecendo a um número máximo por camada, conforme a tabela seguinte:

Tab. 1 – Número máximo de elétrons por camada

Observa-se, a seguir, a eletrosfera nos átomos de carbono e de alumínio, respectivamente.

Fig. 2 – Camadas dos átomos

Quanto maior o número de elétrons presentes no átomo maior o seu número de camadas. Como já foi estudado, os prótons do núcleo têm cargas elétricas positivas. Os elétrons, por terem cargas elétricas negativas, são atraídos pelo núcleo e permanecem girando ao redor do mesmo. Os elétrons da última camada são fracamente atraídos pelo núcleo por estarem mais distantes do mesmo,- sendo através desses elétrons que os átomos combinam-se uns com os outros para formarem as moléculas que, agrupadas, formam a matéria. A última camada de elétrons é chamada camada de valência, porque valência é o nome dado à propriedade que os átomos possuem de se combinarem uns com os outros. Na camada de valência, sempre haverá um número máximo de oito elétrons, independente de qual seja ela (K, L, M, N, 0, P ou Q ). A ilustração a seguir mostra um exemplo de molécula.

Curso Técnico de Automação Industrial 15

Fig. 3 - Molécula

Características das Partículas:

Prótons: tem carga elétrica positiva e uma massa unitária. Nêutrons: não tem carga elétrica mas tem massa unitária. Elétrons: tem carga elétrica negativa e quase não possuem massa.

Partículas Fundamentais

Os físicos dividem as partículas atômicas fundamentais em três categorias: quarks, léptons e bósons. Os léptons são partículas leves como o elétron. Os bósons são partículas sem massa que propagam todas as forças do Universo. O glúon, por exemplo, é um bóson que une os quarks e estes formam os prótons e os nêutrons no núcleo atômico. Os quarks se combinam para formar as partículas pesadas, como o próton e o nêutron. As partículas formadas pelos quarks são chamadas hádrons. Tal como outras partículas tem cargas diferentes, tipos diferentes de quarks tem propriedades distintas, chamadas "sabores" e "cores" , que afetam a forma de como eles se combinam.

Fig.4 – Partículas fundamentais do átomo

Curso Técnico de Automação Industrial 16

(Parte 1 de 7)

Comentários