Amostra elivro Modelos e Metodos para Usar Mapas Mentais

Amostra elivro Modelos e Metodos para Usar Mapas Mentais

(Parte 1 de 6)

Virgílio Vasconcelos Vilela

Modelos e Métodos paraUsar Mapas Mentais

Cotidiano

Processos e Atividades

Gestão

Carreira

Evolução Pessoal

Usos detalhados de mapas mentais para seu cotidiano, seu aprendizado e suas realizações

Viagem Casa

Palestras

Autoria

Ensino Empresas

Autoconhecimento Aprendizagem

Projetos Liderança

Criatividade Concursos

4ª Edição

Modelos e Métodos para Usar Mapas Mentais Virgílio Vasconcelos Vilela

Modelos e Métodos

1 – Evolução Pessoal

Aprendizagem

Autoconhecimento e auto-estruturação

Criatividade

Objetivos e planejamento

2 – Cotidiano

Aparelhos Casa

Computador

Corpo e saúde Culinária

Eventos Filhos

Finanças

Organização pessoal

Relacionamento Software

Viagem

3 – Carreira

Concursos Emprego

4 – Gestão

Comércio

Empresa Liderança

Projetos

5 – Processos e atividades

Autoria

Desenvolvimento de sites

Desenvolvimento de software

Ensino Palestras

Reuniões

Prefácio5
Apresentação6
Roteiro para começar8
Parte 1 – Evolução Pessoal9
Aprendizagem1 1
Resumos estruturados1
Autoconhecimento e auto-estruturação1 5
Pessoas em minha vida: passado15
Possibilidades de prazer17
Parte 2 – Cotidiano2
Casa2 3
Assistência técnica23
Eventos2 5
Planejamento de casamento25
Finanças28
Possibilidades para dinheiro rápido28
Viagem3 0
Preparação da bagagem30
Parte 4 – Gestão35
Comércio3 6
Informações de produtos36
Recepção de novos funcionários37
Parte 5 – Processos e atividades39
Autoria4 0
Estágios de evolução de produtos40
Ensino4 3
Conceitos metodológicos43
Roteiros para os alunos47
Apêndice 1: Quando não usar mapas mentais51
Apêndice 2: Crenças limitantes sobre mapas mentais52
Apêndice 3: Glossário de mapas mentais54
Sobre o autor58

SUMÁRIO DESTA AMOSTRA Bibliografia ...............................................................................................................................................................59

Prefácio5
Apresentação7
Roteiro para começar9
Parte 1 – Evolução Pessoal1
Aprendizagem12
Resumos estruturados12
Cronologias15
Línguas19
Atividades possíveis de estudo23
Possibilidades para intervalos25
Autoconhecimento e auto-estruturação29
Pessoas em minha vida: passado29
Seus papéis31
Possibilidades de prazer34
Aperfeiçoando significados39
Reconhecimento40
Coleções objetivas de experiências43
Criatividade48
Fluência e flexibilidade48
Brainstorm51
Estímulo Aleatório5
Estruturação e integração de conteúdo60
Riscos criativos62
Objetivos e planejamento63
Possíveis realizações63
Planejando o dia65
Parte 2 – Cotidiano69
Aparelhos70
Celulares70
Operação da TV e associados74
Casa75
Assistência técnica75
Lista de compras76
Faxina78
Computador81
Restauração de ambiente81
Corpo e saúde85
Relaxamento-segundo85
Culinária87
Receita de omelete87
Receita como ingrediente8
Eventos91
Planejamento de casamento91
Churrasco93
Relação de convidados95
Filhos96
Fluxo da gestação96
Escolha do nome9
Finanças105
Possibilidades para dinheiro rápido105
Fontes adicionais de renda106
Organização pessoal109
Seu mapa mental máster109
Senhas e códigos1
Onde atualizar dados pessoais112
Relacionamento113
Possibilidades de prazer do outro113
Piadas113
Pessoas em minha vida: presente/futuro114
Software116
Preparação da bagagem119
Durante: distração123
Recreações125
Plano de viagem125
Parte 3 – Carreira127
Concursos128
Ementas128
Resumo do edital131
Organizando as coisas133
Emprego134
Sumário do currículo134
Parte 4 – Gestão137
Comércio138
Informações de produtos138
Informações úteis139
Desenvolvendo funcionários140
Empresa143
Missão e valores143
Documentação de procedimentos144
Escolha do nome da empresa145
Liderança149
Estruturação149
Preleções163
Perfis pessoais163
Recepção de novos funcionários165
Projetos167
Pré-estruturação de projetos167
Cronologia de equipe169
Sumário de atas171
Parte 5 – Processos e atividades173
Autoria174
Estágios de evolução de produtos174
Vencendo bloqueios176
Como ser autor sem idéias182
Modelos de estrutura de produtos184
Desenvolvimento de sites186
Pré-estruturação de conteúdo186
Análise da estrutura187
Mapa do site188
Planejamento e cronograma de publicação189
Desenvolvimento de software190
Requisitos190
Tipos de dados191
Ensino193
Conceitos metodológicos193
Possibilidades metodológicas197
Estruturação do Plano de Curso200
Definição e integração de conteúdo202
Roteiros para os alunos203
Animando os alunos206
Palestras209
Elementos de uma palestra209
Sumário do conteúdo211
Organizando e acessando elementos213
Reuniões215
Informar participantes215
Planejamento215
Opções para maior objetividade217
Trabalho em grupo219
Apêndice 1: Quando não usar mapas mentais221
Apêndice 2: Crenças limitantes sobre mapas mentais223
Apêndice 3: Glossário de mapas mentais225
Sobre o autor229

Modelos e Métodos para Usar Mapas Mentais5 Prefácio

É com grande honra e orgulho que aceitei o convite para apresentar Virgílio Vasconcelos Vilela, um autor brasileiro versátil, extremamente criativo e realizador. No quase infindável universo do conhecimento e da informação, poucas pessoas se devotaram a elaborar e divulgar conteúdos com tanto empenho, diligência e exigência por qualidade.

do ser humano, isto é, não é mais possível o indivíduo abarcar todo o conhecimentoOs indivíduos mais

Desejo fazer essa apresentação também por compartilhar de ideais semelhantes: contribuir para a construção de uma nova mentalidade na Educação Brasileira. Penso que a abundância na produção de informações que criou o conhecimento especializado foi o mesmo fator que evidenciou a ignorância crônica cultos ainda sofrem de uma ignorância miserável se levarmos em conta todo o conhecimento disponível atualmente no planeta!

Esse fenômeno cada vez mais freqüente provocou conseqüências desastrosas para a autoconfiança e a auto-estima dos professores de nossa cultura: o nascimento de um receio crescente de suas informações, tão preciosas, estarem cada vez mais freqüentemente desatualizadas (o risco das platéias, de quaisquer idades, questionarem as informações com dados mais recentes ou mais bem fundamentados).

conhecimentoEle será cada vez mais um facilitador, mediador ou focalizador do conhecimento. Ele estará

Esse cenário nos propõe uma encruzilhada: ou continuamos insistindo em memorizar informações cada vez mais voláteis ou saltamos para um novo estágio do conhecimento: aprender a aprender. Essa transição exige uma mudança no papel do professor e em seus métodos: ele será cada vez menos responsável pelos conteúdos e estará cada vez mais envolvido com a orientação de pesquisas e processos de descoberta do cada vez mais envolvido em oferecer os métodos e processos de aprendizagem.

Portanto, como um verdadeiro bandeirante, um profissional corajoso de vanguarda, Virgílio operacionalizou e didatizou uma das mais simples e poderosas metodologias de gerenciamento de informações: os mapas mentais. E tratou o assunto de uma forma muito elegante, simples e estruturada, tornando o método acessível a partir de exemplos auto-explicativos ao apresentar modelos de organização de informações de diferentes setores de nossas vidas, desde a construção de currículos até a lista de compras familiar, desde uma receita culinária até o desenvolvimento pessoal, desde o diagnóstico de um negócio até as dicas de comandos de softwares.

Esse é o ambiente da exploração dessa obra construída para facilitar a vida da dona de casa, do estudante, do executivo, do líder ou daqueles que aprendem por simples prazer. Creio que seja disso que precisamos cada vez mais: conhecimentos que possam simplificar e tornar mais eficientes o aprendizado e a produção e atualização de novos conhecimentos.

Walther Hermann

Fundador, Diretor e Instrutor do IDPH - Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano (w.idph.com.br) - Campinas/SP.

Co-autor do livro Mapas Mentais – Enriquecendo Inteligências

Apresentação

Provavelmente, ao aprender, muitas vezes as coisas não tenham saído como você esperava, talvez seu rendimento não tenha sido tão bom, talvez não tenha conseguido. Buscando causas, para eventualmente saber como lidar com a situação, talvez as tenha procurado em você, e encontrado. Mas pode ter ocorrido que você tenha encontrado causas no local errado.

De fato, a aprendizagem e, em geral, a evolução da inteligência, resultam de vários fatores, alguns deles relacionados a nós. No entanto, a partir de experiências, pesquisas e descobertas, chegamos à conclusão inequívoca que o principal fator de baixo rendimento de aprendizado é adidática. Os seres humanos têm potenciais, têm capacidades, mas a forma com que vêm sendo ensinados muitas vezes é inadequada. Por exemplo, o aluno é solicitado a criar quando ainda não preparado para isso: sem conhecimentos suficientes, sem experiências suficientes, sem estrutura suficiente.

O fato é que, para se obter qualquer resultado, conhecer só não basta, é preciso saber o quefazer e o que será assimobtido, o resultado. Assim, não é que você não teve capacidade, simplesmente não soube o que fazer. Isto significa que, se você souber o que será feito e o que fazer, fará praticamente qualquer coisa. E se tiver à sua disposição modelos do que será feito e métodos que descrevam o que fazer, então poderá pôr-se a caminho.

Essas idéias foram incorporadas à essência desta obra, cujo propósito geral é mostrarmodelos de possíveis resultados e métodos para obtê-los. Você não precisa abrir seu caminho para chegar onde quer, ele lhe é mostrado, com as devidas marcações e sinalizações, incluindo de eventuais perigos.

Fazer algo muitas vezes depende de dispormos de recursos que nos apóiem, como as ferramentas, que expandem nossas forças e proporcionam maior produtividade. Uma outra dimensão da essência desta obra é o uso de uma espécie de ferramenta, os mapas mentais. Se você não sabe o que são, dispense descrições pouco didáticas e descubra como faz desde bebê: folheie esta obra eobserve os exemplos, em particular os que tiverem conteúdo familiar para você.

Há várias publicações disponíveis sobre usos de mapas mentais, mas via de regra são genéricas noquê e omissas nocomo, o que dificulta o seu uso sem um significativo esforço de detalhamento. O que você pode esperar encontrar aqui são possibilidades de uso de mapas mentais, descritas em um nível de detalhe suficiente para que você consiga transformar esses conhecimentos em ação com relativa facilidade. Isso é obtido por meio da descrição de métodos que usam mapas mentais e descrevendo estruturas lógicas de organização de conhecimento, de forma que você se concentre o máximo possível em inserir seu conteúdo nessas estruturas. Quando apropriado, também é explicado o porquê ou os porquês de uma determinada possibilidade, proporcionando critérios e sustentação para a motivação de fazer ou não uma escolha e facilitando a avaliação da aplicabilidade a contextos pessoais específicos. Enfim, buscamos impor realismo e praticidade ao conteúdo.

Em que oportunidades você irá querer aplicar um conteúdo desta obra? Tipicamente, você vai usar um modelo ou método quando ele se inserir ou se encaixar em um fluxo de objetivo que você tenha, seja no objetivo em si ou em seu plano de ação, e essa inserção lhe trouxer algum benefício, como por exemplo maior produtividade em relação ao plano atual e eventualmente viabilidade.

Essa decisão envolve de fato duas escolhas: a de que algo será feito ecomo será feito. Uma vez que você decida fazer algo, via de regra terá opções de como fazê-lo: texto em papel, documento de texto, mapa mental em papel, mapa mental em software, planilha? Usar um mapa mental nem sempre será a melhor opção em todos os aspectos; assim, procuramos apontar critérios que o aproximem da melhor definição quanto a isso. Esses critérios são complementados no apêndice 1, para você reconhecer mais facilmente quando pode não ser melhor usar mapas mentais.

Mapas mentais estão cada vez mais difundidos, e cada vez se fala mais neles. Certas generalizações sobre esses diagramas podem ser muito improdutivas, principalmente quando se tornam convicções não sujeitas a questionamento e amadurecimento. Por isso, incluímos um apêndice sobre possíveis crenças limitantes a respeito de mapas mentais.

Caso você tenha alguma dúvida sobre os termos de mapas mentais, como “raiz” ou “nível”, veja o apêndice 3, que contém em alguns casos ilustrações para facilitar a compreensão e a instalação do significado.

Um uso de mapas mentais não incluído aqui é o mapeamento mental do discurso, ou seja, de textos e falas, que, por sua maior complexidade e diferentes características, será tratado em outra obra. E sendo nosso

Modelos e Métodos para Usar Mapas Mentais7 foco, além da aplicação prática, em estrutura, tanto de mapas mentais quanto de ação, a formatação dos mapas mentais não foi enfatizada.

Como usar melhor esta obra

Esta obra é uma espécie de manual e foi feita para serusada, o que significa que se espera que você em algum momento selecione algum conteúdo e oaplique para atingir ou avançar na concretização de um objetivo. Ou seja, em algum momento, você estará deliberando sobre o que irá fazer para isso; nesse momento, você terá a opção de consultar este volume para ver se há alguma opção.

Idealmente, você sabe o que há aqui dentro e os detalhes de execução, e nem precisa consultá-lo. Como “saber tudo” não é prático nem conveniente, consideramos que a melhor estratégia é sabero que há aqui, para, quando surgir a oportunidade, você saiba que pode ser a solução de que precisa, e só então consulta os detalhes.

Assim, uma boa linha de ação é familiarizar-se com os contextos para os quais há modelos e métodos disponíveis. Uma primeira forma de fazer isso é olhar o sumário. Outra é fazer o chamadosobrevôo: percorrer o volume, lendo os títulos e subtítulos, olhando os mapas mentais e eventualmente a parte introdutória de cada uso, onde este é contextualizado e são descritas as razões que o tornam potencialmente útil – ou não. Posteriormente, na ocasião do uso, você complementa as informações.

Isso não é muito diferente do que se faz, por exemplo, com softwares e telefones celulares. Ou pelo menos se deveria fazer, para evitar o risco de, após longo tempo fazendo algo de um jeito, descobrir que havia, debaixo do nariz, outro jeito melhor e que teria economizado muito tempo e esforço.

Alguns dos usos sugeridos, como os de fluência e flexibilidade criativas, têm caráter deexercício. Isso significa que, para obter melhores resultados através dos mesmos, você precisará se dedicar regularmente durante algum tempo. Nossa sugestão é você reservar alguns minutos diariamente para esses exercícios, que podem incluir, claro, os demais usos. Enfatizamos ao máximo o exercício e o trabalhocolaborativos, isto é, em grupo: as idéias são multiplicadas, o comprometimento fica mais garantido e pode ser mais divertido.

Comentários são bem-vindos e podem ser enviados diretamente ao autor pelo e-mail virgiliovv@uol.com.br

O Autor

Roteiro para começar

No caso de uma nova ferramenta, é interessante que você possa obter resultados rapidamente. Veja aqui um roteiro para você usar este livro e o programa EasyMapper para elaborar mapas mentais úteis em questão de minutos.

1) Baixe e instale o EasyMapper (w.easymapper.com.br). 2) Pratique um pouco os comandos mínimos para usar o programa (abaixo).

3) Neste livro, escolha um uso de mapa mental que lhe pareça interessante. A seção Cotidiano pode ser uma boa opção inicial.

4) Verifique se o modelo correspondente está disponível na Ajuda. Use o menuAjuda/Modelos ou, nesse mesmo menu, abra o mapa mental Sumário. Se estiver, abra-o (no sumário, clique no tópico do modelo e tecle F6), e use-o como ponto de partida. Caso contrário, crie um novo documento.

5) Com base na descrição do uso escolhido e no modelo correspondente, preencha o mapa mental com seu conteúdo, excluindo os tópicos que não lhe servem.

Depois

Faça o tutorial inicial do EasyMapper (F1 ou menuAjuda/Tópicos) para se familiarizar rapidamente com as possibilidades para ilustração, formatação e outros recursos mais usados.

Modelos e Métodos para Usar Mapas Mentais9 Parte 1 – Evolução Pessoal

Modelos e Métodos

1 – Evolução Pessoal

Aprendizagem

Resumos estruturados Cronologias

Línguas Atividades possíveis de estudo Possibilidades para intervalos

Autoconhec imento e auto-estruturação

Pessoas em minha vida: passado

Seus papéis Possibilidades de prazer Aperfeiçoando si gnificados

Reconhec imento

Coleções objetivas de experiências

Criatividade

Fluência e flexibilidade Brainstorm Técnica do Estímulo Aleatório

Estruturação e integração de conteúdo

Riscos criativos

Objetivos e planejament o

Possíveis realiz ações Planejando o dia

2 – Cotidiano

Modelos e Métodos para Usar Mapas Mentais11

Aprendizagem

Veja nesta seção alguns modelos e métodos para sua maior produtividade e melhor experiência de aprendizado. Antes, alguma motivação: para quê e por que você usaria mapas mentais no estudo e na aprendizagem? Nossas finalidades e razões:

1)Extrair o essencial – Os conteúdos muitas vezes são apresentados em formato de prosa ou, como preferimos,discursivo, assim como um professor falando. Do que está escrito, apenas uma parte constitui conteúdo utilizável e, portanto, que precisa ou vale a pena ser aprendido. Um mapa mental ajuda e facilita filtrar o que é relevante e representá-lo de forma sintética.

2)Organizar as idéias – Um texto discursivo descreve idéias de forma seqüencial, mas nem todas as idéias são seqüenciais: uma pode estar dentro de outra ou várias podem se referir a uma mesma. Além disso, idéias relacionadas podem estar distantes muitos parágrafos e páginas, e o leitor é que deve juntá-las na compreensão. Um mapa mental permite organizar e nivelar melhor as idéias segundo suas precedências e dependências.

3)Aprender – Fazer um mapa mental de um conteúdo nem sempre é imediato; o esforço aplicado à extração, síntese, filtragem e reorganização de idéias constitui um poderoso estabilizador de aprendizado. Isso pode às vezes resultar em uma curiosa situação, a de você não precisar tanto do mapa mental só porque o fez! Preparar cola é também uma forma de estudar...

4)Facilidade de revisão – Uma vez que tenha os mapas mentais, ficará fácil e rápido fazer revisões; podem até ser carregados na bolsa para aproveitar tempo ocioso, como em esperas.

5)Planejamento - Como um mapa mental é estruturado, você pode fazer verificações de quais componentes e blocos de conteúdo já sabe e ainda não sabe, e assim planejar melhor sua dedicação.

6)Colaboração – Um curso on-line fez uma pesquisa com seus alunos sobre quais os recursos foram mais efetivos para o seu aprendizado. Os dois primeiros colocados foram o fórum e o chat! Estudo em dupla ou em grupo permite enriquecimento mútuo, além de ser potencialmente mais divertido. Mapas mentais podem melhorar ainda mais os resultados por constituírem um foco comum para os trabalhos e poderem ser compartilhados. Além disso, mapas mentais elaborados ou submetidos ao grupo poderão ter maior qualidade, pela contribuição de mais pessoas na forma de idéias e críticas.

(Parte 1 de 6)

Comentários