Treinamento Funcional e Treinamento Funcional Resistido - AN

Treinamento Funcional e Treinamento Funcional Resistido - AN

FORMA

  • FORMA

  • X

  • FUNÇÃO

DEFINIÇÃO

  • A capacidade funcional do corpo humano é a habilidade em realizar as atividades normais da vida diária com eficiência e o treinamento funcional visa melhorar esta capacidade através da atividade física. Devido ao princípio da especificidade, o treinamento funcional deve estimular o corpo humano de maneira a adaptá-lo para as atividades normais da vida cotidiana. Por isso, um aspecto de vital importância neste tipo de treinamento deve ser muito bem explorado: a utilização de exercícios que estimulem a propriocepção.

Aspectos neurofisiológicos do treinamento funcional

  • Aspectos neurofisiológicos do treinamento funcional

  • Propriocepção pode ser definida como variação especializada da modalidade sensorial do tato que compreende a sensação do movimento (sinestesia) e da posição articular. Entre as principais funções dos proprioceptores estão a regulação do equilíbrio, a orientação do corpo e a prevenção de lesões.

Aspectos neurofisiológicos do treinamento funcional

  • Aspectos neurofisiológicos do treinamento funcional

  • Corpúsculos de Rufini

  • Corpúsculos de Pacini

  • Órgãos Tendinosos de Golgi

  • Fusos Neuromusculares

  • Receptores táteis

  • Sistema Vestibular

  • Sistema Visual

Objetivos = Adaptações = Transferência 

  • Melhoria da consciência postural durante os exercícios

  • Melhoria da coordenação neuromuscular

  • Aumento da força muscular por adaptações neurais

  • Aumento da eficiência dos movimentos

  • Aumento da segurança dos exercícios

  • Melhoria do equilíbrio

  • Melhoria da postura geral

  • Aumento da sensação cinestésica

  • Melhoria das estruturas afetadas por lesão no processo de reabilitação

  • INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA

  • X

  • ESPECIFICIDADE DO TREINAMENTO

Avaliação das Atividades da Vida Diária

  • A avaliação das atividades funcionais da vida diária deve fazer parte dos instrumentos de avaliação para que a INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA seja preservada na prescrição dos exercícios do treinamento funcional e treinamento funcional resistido.

Desequilíbrios Musculares

  • Desequilíbrios Musculares

Bíceps femural

Desequilíbrios musculares

  • Desequilíbrios musculares

  • Causas

  • Stress postural

  • Padrão de sobrecarga

  • Movimentos repetitivos

  • Falta de habilidades técnicas

  • Falta de condicionamento dos músculos do CORE

  • Falta de controle neuromuscular

  • Processo de envelhecimento

  • Imobilização

  • Desequilíbrios musculares

  • Efeitos

  • Inibição recíproca: decréscimo de movimento (ROM) do músculo agonista = decréscimo de impulso neural (ROM) do músculo antagonista

  • Dominância sinergistica: músculos sinergistas, estabilizadores, ou neutralizadores entram em ação para compensar o músculo agonista que está inibido.

  • Disfunção artrocinética: disfunção biomecânica em duas articulações de parceria = resultando em movimento de junção anormal.

  • Eficiência de controle neuromuscular X Decréscimo de controle neuromuscular: capacidade dos músculos agonistas, antagonistas, estabilizadores, e neutralizadores de uma sinergistica = produzir, reduzir, e dinamicamente estabilizar toda a corrente cinética nos 3 planos de movimento (Sagital, Frontal, Transverso).

Avaliação Integrada

  • Avaliação Integrada

  • Conhecimento das limitações do cliente

  • Desequilíbrios musculares

    • Músculos fortes x músculos fracos
  • Desenvolvimento de programas individualizados

Estabilizadores

  • Estabilizadores

  • X

  • Mobilizadores

Estabilizadores: estabilizam uma articulação e aproximam superfícies articulares

  • Estabilizadores: estabilizam uma articulação e aproximam superfícies articulares

  • Mobilizadores: responsáveis por movimentos articulares e produção de torque

  • Diferentes reações = distribuição dos 2 tipos de fibras nos músculos e disposição destas fibras nas articulações.

  • fortalecimento dos estabilizadores concomitante alongamento de seus antagônicos mobilizadores = ineficiente pq rigidez de um músculo pode, por inervação recíproca, inibir o músculo antagônico = pseudoparese (fraqueza de um músculo causada pelo aumento do tônus de seu antagônico).

Estabilizadores (que tendem a enfraquecer e alongar):

  • Estabilizadores (que tendem a enfraquecer e alongar):

  • Estabilizadores primários

  • Multífidos

  • Transverso abdominal

  • Oblíquo interno

  • Serrátil anterior

  • Trapézio inferior

Estabilizadores (que tendem a enfraquecer e alongar):

  • Estabilizadores (que tendem a enfraquecer e alongar):

  • Estabilizadores secundários

  • Glúteo máximo

  • Quadríceps (exceto o reto femural)

  • Iliopsoas *

  • Trapézio superior *

  • Quadrado lombar *

Mobilizadores (que tendem a enrijecer e encurtar):

  • Mobilizadores (que tendem a enrijecer e encurtar):

  • Iliopsoas *

  • Isquiotibiais

  • Reto femural

  • Tensor da fáscia lata

  • Adutores do quadril

  • Piriforme

  • Oblíquo externo

  • Quadrado lombar *

  • Extensores da coluna

  • Trapézio superior

  • Rombóides

  • Peitorais maior e menor

Vejamos isso!

  • Vejamos isso!

  • Músculos da parede abdominal anterior são antagônicos dos flexores do quadril na inclinação da pelve (retroversão ou anteversão) e dos extensores da coluna com relação aos movimentos da coluna e pelve.

  • Extensores da coluna são antagônicos dos abdominais para os movimentos da pelve e coluna e tb antagônicos dos extensores do quadril para os movimentos da pelve. Os extensores do quadril são antagônicos dos extensores da coluna e dos flexores do quadril para movimentos da pelve.

  • Os flexores do quadril são antagônicos dos abdominais e dos extensores do quadril para os movimentos da pelve.

Disfunções musculares

  • Disfunções musculares

  • Síndrome dos membros inferiores: lordose lombar excessiva/inclinação anterior da pelve.

  • Síndrome dos membros superiores: rotação interna dos ombros = abdução das escápulas = cifose torácica.

  • Síndrome da pronação: pronação excessiva dos pés, flexão dos joelhos e rotação interna do quadril.

Bases do treinamento integral: CORE

  • Definição

  • Complexo: lombar x pelve x quadril

  • Unidade de funcionamento integral

  • Corrente cinética:

    • Produção e redução de forças
    • Estabilização dinâmica do complexo lombar contra forças externas
    • Presença necessária durante atividades dinâmicas

Objetivos

  • Objetivos

  • Estabilização da coluna vertebral (complexo postural)

  • Estabilidade intrínseca do complexo lombar = eficiência neuromuscular da corrente cinética

  • Eficiência neuromuscular = habilidade dos agonistas, antagonistas, estabilizadores e neutralizadores = produção e redução de forças e estabilização dinâmica da corrente nos 3 planos

  • Estabilização da coluna vertebral

Sub-sistemas Musculares

  • Sub-sistemas Musculares

Movimentos da coluna vertebral

  • Movimentos da coluna vertebral

Movimentos da pelve

  • Movimentos da pelve

Movimentos da pelve

  • Movimentos da pelve

Movimentos da pelve

  • Movimentos da pelve

Restauração do mecanismo de inclinação da pelve

  • Restauração do mecanismo de inclinação da pelve

Restabelecimento da estabilização muscular do tronco

  • Restabelecimento da estabilização muscular do tronco

Influência dos músculos bi-articulares do quadril e joelho nos exercícios abdominais

  • Influência dos músculos bi-articulares do quadril e joelho nos exercícios abdominais

Reto femural

  • Origem: espinha ilíaca ântero-inferior.

  • Inserção: tuberosidade da tíbia

  • Ação: estende o joelho, flexiona o quadril e anteversão

  • Relação anterior com o eixo frontal para a pelve, quadril e joelho.

Sartório

  • Origem: espinha ilíaca ântero-superior.

  • Inserção: borda medial da tuberosidade da tíbia.

  • Ação: flexiona, abduz e roda medialmente a articulação do quadril, flexiona e assiste a rotação medial da articulação do joelho.

  • Relação anterior com o eixo frontal para a pelve, quadril e joelho.

Tensor da Fáscia Lata

  • Origem: espinha ilíaca ântero-superior e lábio externo da crista iliaca.

  • Inserção: tracto ilio-tibial.

  • Ação: flexiona, abduz e roda medialmente a articulação do quadril, tenciona a fáscia lata e pode assistir na extensão do joelho.

Músculos abdominais superficiais

  • Músculos abdominais superficiais

Músculos abdominais superficiais

  • Músculos abdominais superficiais

Músculos abdominais superficiais

  • Músculos abdominais superficiais

Músculos abdominais superficiais

  • Músculos abdominais superficiais

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

  • Transverso Abdominal

Músculos abdominais profundos

  • Músculos abdominais profundos

Fáscia toracolombar: estrutura e mecanismo

  • Fáscia toracolombar: estrutura e mecanismo

Fáscia toracolombar: estrutura e mecanismo

  • Fáscia toracolombar: estrutura e mecanismo

Benefícios

  • Benefícios

Estabilização da Coluna Vertebral

  • Estabilização da Coluna Vertebral

Grupos musculares

  • Grupos musculares

Grupos musculares

  • Grupos musculares

Adutores do quadril

Mecanismos de Ação dos Músculos do CORE: Estabilização

  • Mecanismos de Ação dos Músculos do CORE: Estabilização

Mecanismos de Ação dos Músculos do CORE: Estabilização

  • Mecanismos de Ação dos Músculos do CORE: Estabilização

Mecanismos de Ação dos Músculos do CORE: Estabilização

  • Mecanismos de Ação dos Músculos do CORE: Estabilização

Bases Biomecânicas do Treinamento Funcional

Cinemática Descrição do Movimento

  • Esqueleto humano = sistema de componentes ou alavancas

  • Osso = força e movimento

  • Variações para movimentos

    • a) Tipo de movimento
    • b) Local do movimento
    • c) Magnitude do movimento
    • d) Direção do movimento

Tipos de movimento

  • Movimento rotatório (angular) = movimento de um objeto ou segmento em volta de um eixo fixo (ou relativamente fixo) que percorre uma trajetória curvilínea.

  • Movimento translatório (linear) = movimento de um objeto ou segmento em uma linha reta, sem rotação articular (descompressão ou compressão).

Localização do movimento

  • Cinemática de um movimento inclui os

  • segmentos e articulações movidas, o lugar, ou

  • plano desse movimento.

  • Planos de movimento do corpo humano

    • Transverso
    • Sagital
    • Frontal

Localização do movimento

Os movimentos

  • Flexão

  • Extensão

  • Hiperextensão

  • São realizados no plano sagital e possuem um eixo frontal.

Os movimentos

  • Flexão lateral

  • Adução

  • Abdução

  • São realizadas no plano frontal sobre o eixo sagital.

Os movimentos

  • Rotação medial

  • Rotação lateral

  • São realizadas no plano transverso sobre o eixo longitudinal.

Cinética = Análise de forças

  • Força = ação exercida por um objeto sobre

  • outro (só no movimento humano).

  • A gravidade é uma força que constantemente

  • afeta todos os objetos, é a primeira força

  • externa a ser considerada no corpo humano.

  • Forças internas são forças que agem no corpo

  • provenientes de fontes internas do corpo

  • humano.

Músculos

        • Músculos
        • Ligamentos
        • Ossos
  • Neutralizam as forças externas que danificam

  • a integridade da estrutura articular do corpo

  • humano.

  • Outras formas de força:

  • - pressão atmosférica e fricção

Vetores de força

  • Um vetor é tradicionalmente representado por

  • um traço que:

  • 1) Tem uma base no objeto na qual a força

  • está agindo (ponto de aplicação).

  • 2) Tem um corpo e uma seta na direção da

  • força sendo exercida (linha de ação).

  • 3) Tem um comprimento que representa a

  • quantidade de força sendo aplicada

  • (magnitude).

Força da gravidade

  • É a atração que a massa da Terra exerce sobre

  • outros objetos e, na superfície terrestre tem

  • uma magnitude média de 9,8 m/s ². A força da

  • gravidade dá peso aos objetos de acordo com

  • a fórmula a seguir:

  • Peso = Massa x aceleração da gravidade

  • ou

  • P = m x g

A gravidade age em todos os pontos de um

  • A gravidade age em todos os pontos de um

  • objeto ou segmento de um objeto. Seu ponto

  • de aplicação é dado como centro de gravidade

  • do objeto ou segmento.

  • A linha de ação e direção da força da

  • gravidade, agindo no objeto, está sempre na

  • vertical em direção ao centro da Terra,

  • independentemente da orientação do objeto no

  • espaço.

Centro de gravidade no corpo humano

  • Quando todos os segmentos do corpo estão

  • combinados e o corpo é dado como um único

  • sólido objeto na posição anatômica, o centro

  • de gravidade fica aproximadamente anterior à

  • segunda vértebra sacral. A posição precisa do

  • CG para uma pessoa depende de suas

  • proporções e tem magnitude igual ao peso da

  • mesma.

cont.

  • cont.

  • Em outras posições do corpo humano o CG

  • altera. A quantidade de mudança no CG

  • depende do grau de desproporção em que o

  • segmento se desloca.

Relação entre estabilidade e centro de gravidade

  • Para a manutenção do equilíbrio do corpo humano a linha de gravidade deve estar, sempre, em cima da base de suporte (nos pés).

  • Quando o corpo se movimenta e o centro se move para fora da base de suporte = perda de equilíbrio.

  • Dado que a (LG) deve cair sobre a base para estabilidade, dois fatores afetam a estabilidade do corpo:

Relocalização do centro de gravidade

  • A localização do CG do objeto não depende somente da disposição do segmento no espaço, mas também da distribuição de sua massa.

  • Toda vez que é adicionada uma massa externa ao nosso corpo, o novo CG, devido à massa adicionada, se deslocará em direção ao peso adicional.

  • O deslocamento será proporcional ao peso adicionado.

  • Ex. Gestante, abdução unilateral do ombro.

Alterações nas Bases de Suporte Intermediárias

  • Quantidade de partes do corpo em contato com a base de suporte intermediária

  • Nível de estabilidade exigido pela base de suporte intermediária

  • Tamanho da área de contato da base de suporte intermediária com o solo

Torque Estabilidade Dinâmica Estabilidade Estática Controle Motor

Braço de momento de força (BM)

  • É a distância entre o eixo de uma articulação e o ponto de aplicação de força muscular (inserção do músculo).

  • O BM é sempre a menor distância entre a linha de ação da força muscular e o eixo articular. É achado pela mensuração do comprimento de uma linha traçada perpendicularmente ao vetor de força e intersectando o eixo da articulação.

As linhas de ações de músculos raramente aproximam-se de um ângulo de 90º, o que significaria que a inserção do músculo estaria perpendicular ao osso.

  • As linhas de ações de músculos raramente aproximam-se de um ângulo de 90º, o que significaria que a inserção do músculo estaria perpendicular ao osso.

  • A maioria dos músculos tem linhas de ações que são muito próximas de paralelas aos ossos em que estão inseridos.

  • Quanto maior for o braço de momento (BM) para um determinado músculo maior será o torque produzido pelo músculo para a mesma magnitude de força.

Braço de momento de força

  • Braço de momento de força

  • F

  • d

  • E

  • Note que a distância “d“ é a menor distância perpendicular entre a força “F“ e o eixo do movimento “E“ (articulação do cotovelo).

Braço de Momento da Resistência

  • Qualquer força aplicada a uma alavanca pode mudar seu ângulo de aplicação à medida que a alavanca se move no espaço. A mudança no ângulo de aplicação resultará num aumento ou diminuição no Braço de Momento (BM) da força da resistência.

  • O braço de momento (BM) da força da resistência será o maior quando a força for aplicada a 90º em relação à alavanca.

cont.

  • cont.

  • Como a gravidade sempre age verticalmente para baixo, a força da gravidade é aplicada perpendicularmente à alavanca, sempre que a alavanca está paralela ao chão.

  • Quando uma alavanca do corpo está paralela ao chão, a gravidade, agindo naquele segmento, exerce seu máximo torque.

Braço de Momento da Resistência (BMR)

  • BMR

  • P

  • BMR

  • P

  • BMR

  • P

Braço de Momento de Resistência (BMR)

  • Enquanto o peso do objeto (P) permanece constante, a distância horizontal (BMR) entre o peso e o eixo do movimento (articulação do cotovelo) muda por todo o movimento, afetando diretamente o torque da resistência.

Força motiva

  • É a força que movimenta o sistema músculo-esquelético. Geralmente este nome é aplicado à força feita pelos músculos no esqueleto.

  • Força resistiva

  • É a força que movimenta o sistema músculo-esquelético. Geralmente dá-se este nome à força gerada por uma resistência externa.

Linha de ação

  • A linha de ação da força é uma linha infinita que passa através do ponto de aplicação da força, orientada na direção na qual a força é exercida.

Torque

  • Em movimentos rotatórios, a força e o ponto de aplicação da força no objeto em movimento são importantes.

  • Rotação

  • Posição do peso

  • Distância do eixo

  • Quantidade de força exercida

Cadeia Cinemática Aberta Cadeia Cinemática Fechada

  • Quando a extremidade distal livre do corpo

  • humano se movimenta  Cadeia Cinemática

  • Aberta.

  • Ex.:

  • 1) O antebraço se desloca em direção ao braço

  •  flexão do cotovelo.

  • 2) O braço se desloca em direção ao tronco  flexão do ombro.

Cadeia Cinemática Aberta Cadeia Cinemática Fechada

  • Os mesmos músculos contraem-se através das mesmas articulações, para produzir movimentos quando as extremidades distais estão estáticas  Cadeia Cinemática

  • Fechada.

  • Ex.:

  • 1) O movimento de elevação do tronco do chão

  •  flexão do quadril.

  • 2) Abdução horizontal do ombro no chão.

Energia Elástica: Relação Força -Comprimento

  • A relação Força – Comprimento diz que a força contrátil que um músculo é capaz de produzir aumenta com o comprimento do mesmo e é máxima quando o músculo está no comprimento de repouso. Ponto onde existe a maior sobreposição dos filamentos de actina e miosina.

  • A maior força total (força produzida no esqueleto) existe quando o músculo está em

uma posição alongada. O aumento de tensão que ocorre no músculo alongado, entretanto, não é somente devida a força de contração mas também pela contribuição dos componentes elásticos nos tecidos.

  • uma posição alongada. O aumento de tensão que ocorre no músculo alongado, entretanto, não é somente devida a força de contração mas também pela contribuição dos componentes elásticos nos tecidos.

  • Em geral, a maior tensão total pode ser produzida entre 120 – 130 % do comprimento de repouso.

  • Aumento máxima (músculo + elástico)

  • de tensão

  • devido ao elástico

  • componente

  • elástico

  • máxima (músculo) contrátil

  • Tensão

  • 50% 100% 120%

Insuficiência Ativa e Passiva dos Músculos Bi-articulares

  • Insuficiência Ativa – os músculos Bi-articulares não podem exercer tensão bastante para encurtarem-se suficientemente e causarem amplitude articular total em ambas articulações ao mesmo tempo.

  • Ex.: reto femural para realizar força e amplitude para a extensão do joelho e a flexão do quadril ao mesmo tempo.

Quando um músculo começa a atingir uma insuficiência ativa, este precisa recrutar um maior número de unidades motoras para continuar produzindo movimento eficientemente.

  • Quando um músculo começa a atingir uma insuficiência ativa, este precisa recrutar um maior número de unidades motoras para continuar produzindo movimento eficientemente.

  • Músculos mono-articulares também são acometidos.

  • Ex.: Deltóide na abdução do ombro.

Insuficiência Passiva – é muito difícil para um músculo Bi-articular se alongar o bastante para permitir total amplitude de movimento articular em ambas as articulações ao mesmo tempo.

  • Insuficiência Passiva – é muito difícil para um músculo Bi-articular se alongar o bastante para permitir total amplitude de movimento articular em ambas as articulações ao mesmo tempo.

  • Ex.: os isquiotibiais geralmente não conseguem deixar que a articulação do joelho estenda e a do quadril flexione completamente ao mesmo tempo. Os alongamentos favorecem a elasticidade muscular e, portanto, diminuem a probabilidade de insuficiência passiva.

Mono-articulares Bi-articulares Multi-articulares Gerais

Métodos de progressão

Variações na progressão

Princípios de adaptação neural

  • Sobrecarga

  • Intensidade, duração, séries, repetições, número de exercícios, ordem dos exercícios, combinações, velocidade do movimento, tipo de contração muscular, quantidade de músculos utilizados no movimento, etc...

  • Variação (novidade)

  • Prevenção de overtraining, (garantia de melhorias na saúde sistêmica)

  • Especificidade

  • Padrão de ativação neuromuscular (ex. sistema endócrino)

  •  

Aquecimento e Volta à Calma

  • Importantes partes de qualquer bom programa de condicionamento físico, especialmente no treinamento funcional ou de equilíbrio.

  • Aquecimento

  • Aclimatação dos sistemas nervoso e músculoesqueléticos:

  • melhora a percepção

  • a performance

  • habilidades motoras

Volta à Calma

  • Retorna o corpo, de maneira segura, ao estado pré-exercício. A seguir estão descritos vários possíveis mecanismos pelos quais o aquecimento melhora a performance e as respostas neuromusculares como um resultado de:

  • fluxo sanguíneo

  • temperatura central e dos músculos

1) Permite um aumento gradual nos requerimentos metabólicos

  • A hemoglobina libera oxigênio para os músculos com mais eficiência em temperaturas mais altas = aumento da extração de oxigênio pelos músculos = resposta fisiológica q melhora a performance cardiovascular = diminui o estresse para o coração = melhora capacidades de movimentos.

2) Previne o aparecimento prematuro de acúmulo de ácido lático e conseqüentemente fadiga

  • O aquecimento progressivo evita que o corpo mude muito rápido de esforços de baixa para alta intensidade = fluxo sanguíneo aumenta progressivamente devido ao aumento gradual do esforço cardiovascular e da temperatura central e dos músculos = vasodilatação = maior disponibilidade de sangue = mais oxigênio e nutrientes nos músculos em contração e uma eficiente remoção dos resíduos do metabolismo energético.  

É IMPORTANTE LEMBRAR !!!

  • A fadiga diminui a capacidade de propriocepção e conseqüente controle neuromuscular, e a prevenção do aparecimento precoce da fadiga talvez seja o maior benefício do aquecimento, do ponto de vista neurológico.

3) Causa um gradual aumento na temperatura dos músculos

  • Reduz a probabilidade de lesões dos tecidos moles do sistema músculoesquelético = permite uma maior eficiência mecânica devido à diminuição da viscosidade do protoplasma do tecido muscular = permite que os filamentos protéicos (actina e miosina), deslizem menor resistência = músculos produzem força mais rápida e eficientemente.

4) Aumenta a transmissão nervosa para contração muscular e recrutamento de unidades motoras

  • Melhoria das habilidades motoras quando o corpo está aquecido = porque os impulsos nervosos “viajam” mais rápido = aumenta a velocidade de contração muscular = produção de força, beneficiando atividades que requerem coordenação, pouco tempo de reação e agilidade.

  •  

  •  

Efeito Da Fadiga No Controle Neuromuscular

  • programa de exercícios  extremamente condizente condicionamento físico

  • Fadiga causada pelo esforço incoerente com a capacidade do indivíduo durante uma sessão de treinamento, tem efeitos deletérios sobre:

  • a propriocepção articular

  • afeta o controle neuromuscular das articulações

  • o equilíbrio

  • contrações musculares menos eficientes

Preparação De Músculos Intrínsecos

  • A função principal dos músculos intrínsecos = mais próximos às articulações = contribuir para a estabilidade articular = é coerente prescrever (durante a fase inicial do treinamento que visa a melhoria da força muscular) exercícios específicos para o fortalecimento desses músculos = falta de força dos músculos intrínsecos = ineficientes no controle da estabilidade estática e dinâmica das articulações.

  • Ex. manguito rotador e piriforme

Infra espinhal

Redondo menor

Piriforme

Formas De Abordagem

  • Há três maneiras de um indivíduo interagir com as informações que recebe = depende da maneira como ele recebe a informação:

  • visual

  • cinestésica

  • auditiva

  • ou uma combinação das três.

  • MUITO OBRIGADO !!!

Profº. Silvio Pecoraro Cref. 033196 – G/SP slpecoraro@yahoo.com.br

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