Aplicação de fontes alternativa de fertilizantes organicos em cultivo do tomateiro em ambiente protegido

Aplicação de fontes alternativa de fertilizantes organicos em cultivo do tomateiro...

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PATOS DE MINAS, MG 2010

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de graduado em Agronomia pela Faculdade de Engenharia e Ciências Agrárias do Centro Universitário de Patos de Minas, sob orientação da professora M. Sc. Nívia Maria Borges Pereira.

PATOS DE MINAS, MG 2010

Resumo: Adubação orgânica apresenta-se como alternativa capaz de reduzir as quantidades de adubações minerais a serem aplicados. O presente trabalho foi desenvolvido objetivando avaliar o efeito da aplicação de fontes alternativas de fertilizantes orgânicos para o cultivo do tomateiro (Lycopersicon esculentum Mill.) em ambiente protegido. O experimento foi conduzido no mês de junho a outubro de 2010, em estufa plástica, adotando-se delineamento experimental em blocos ao acaso constando cinco tratamentos, (testemunha (TM); adubação mineral (AM); esterco bovino sólido (EBS), vermicompostagem bovino sólido (VBS) e composto orgânico (CO)). Foram avaliadas as variáveis produtividade, massa média dos frutos, número de frutos por planta e diâmetro de fruto. Não houve efeito significativo estatisticamente nas seguintes variáveis massa média e diâmetro de frutos, mas mostrou diferenças significativas de produtividade e número de frutos, os tratamentos VBS, AM, EBS e CO não diferenciaram entre si. A maior média de produtividade e número de frutos foi alcançada pelo tratamento VBS.

Palavras-chaves: Lycopersicon esculentum Mill., ambiente protegido, fertilizantes orgânicos

Abstract: Organic fertilization is presented as an alternative capable of reducing the quantities of mineral fertilizers to be applied. This study was conducted to evaluate the effect of alternative sources of organic fertilizers for the cultivation of tomato (Lycopersicon esculentum Mill.) In a greenhouse. The experiment was conducted in June and October 2010, in greenhouse, adopting the experimental design in blocks consisting five treatments (control (TM), mineral fertilizer (PM), solid cattle manure (EBS), vermicomposting veal solid (VBS) and compost (CO)).Were the variables yield, average fruit weight, fruit number per plant and fruit diameter. There was no statistically significant effect on the following variables mass and diameter of fruits, but showed significant differences in yield and fruit number, treatments VBS, AM, EBS and CO did not differentiate between them. The highest average yield and fruit number was achieved by treatment VBS.

Key-words: Lycopersicon esculentum Mill., Greenhouse, organic fertilizers

1. INTRODUÇÃO

A maioria das hortaliças necessita de quantidades relativamente grandes de nutrientes num período de tempo quase sempre muito curto, sendo assim consideradas plantas exigentes em nutrientes. O tomateiro (Lycopersicon esculentum Mill.) é considerado uma das hortaliças mais exigentes em nutrientes, a espécies que melhor responde as doses elevadas de adubos químicos (ALVARENGA, 2004), o que, consequentemente, caracteriza-a como uma das mais adubadas (SILVA JR & VIZZOTO, 1989).

O conceito moderno de agricultura sustentável pressupõe basicamente, entre outros, a aplicação racional de fertilizantes para a preservação do meio ambiente. Diante disso, para maximizar a produção de tomate com sustentabilidade, são necessários que se conheçam profundamente todos os fatores que influenciam no crescimento, desenvolvimento e composição da planta do tomateiro. Tais fatores são a água, luz, CO2, temperatura, genótipo, nutrição e manejo cultural (ALVARENGA, 2004).

Em virtude da quantidade cada vez maior de resíduos orgânicos gerados pelas atividades humana e industrial, o uso agronômico deles como fonte de nutrientes às plantas e como condicionadores dos solos, tem se constituído em alternativa viável na preservação da qualidade ambiental (MELO & MARQUES, 2000). No Brasil, o potencial de uso de resíduos orgânicos em plantas hortícolas é grande, em virtude das extensas áreas que ocupam. Para o tomateiro, hortícola de alto valor econômico, a adubação orgânica tem sido normalmente praticada como fonte de nutrientes, dentre eles o nitrogênio, visando suprir parte das necessidades nutricionais dessa espécie (MELLO & GODOFREDO, 2002).

Os solos cultivados com a cultura do tomateiro apresentam características completamente diferentes, com sérias implicações na recomendação do correto uso de fertilizantes e corretivos. No cultivo intensivo, é comum encontrar-se solos com teores elevados dos nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas, porém completamente desbalanceados entre si (TAKAZAKI & VECCHIA, 1993). Para adubações, quando eram realizadas em áreas de terceiros, não se percebia o problema do desequilíbrio nutricional, porém, à medida que os agricultores deixaram de ser nômades e iniciaram o uso mais intensivo de suas propriedades, em função da adição maciça de nutrientes e da sensível depauperação da matéria orgânica do solo, esse fenômeno tornou-se mais freqüente (TAKAHASHI, 1993).

Algumas alternativas de uso de novas fontes de fertilizantes têm sido propostas com a finalidade de reduzir o uso de adubos inorgânicos importados. Uma boa fonte de nutrientes que tem mostrado boas perspectivas em pequenas e médias áreas são os biofertilizantes. Ela tem origem nos resíduos de agricultura (cascas, palhas, grãos), nos resíduos de pecuária (sangue de animais, ossos, chifres, cascos, vísceras e fezes), assim como nos resíduos dos esgotos e na biomassa de cultivos, inclusive das plantas silvestres (OLIVEIRA et al., 1986).

Até hoje, a pesquisa brasileira, na área de nutrição e adubação mineral de hortaliças, parece ter se preocupado em gerar conhecimento e resultados mais para o cultivo nômade de hortaliça. Porém, no cultivo protegido, a forma de aplicação de nutrientes precisa ser diferenciada em relação ao campo, pois o produtor, utilizando-se de uma estrutura de boa qualidade, sementes de alto valor, bom sistema de irrigação, deverá utilizar critérios técnicos específicos para que a planta receba a quantidade ideal e que não ocorra desperdício de fertilizantes. Pois além de ser oneroso, nesse sistema não ocorrem chuvas, podendo ocorrer danos irreparáveis ao solo, como a salinização, por exemplo, (ROGRIGUES et al., 2002).

De acordo com Tagliari & Grassmann (1995), a aplicação continua de fertilizantes nos solos, aliadas as doses freqüentes de inseticidas, fungicidas e herbicidas, e manejo inadequado da camada arável do solo tem causado grande desgaste e quase esterilização, reduzindo significativamente a atividade microbiana do solo. Em cultivos sob ambiente protegido, essa situação tem apresentado maiores transtornos devido a grande parte destes cultivos ser realizada diretamente no solo.

A busca de fontes alternativas para o cultivo de espécies que exigem tratos culturais intensivos como tomateiro, destacando-se o cultivo de plantas com adubação orgânica, que, além de fornecerem os elementos essenciais às plantas, ainda apresentam efeito positivos significativos nas características físicas, químicas e microbiológicas do solo. Indiferentes à origem, sabe-se que os estercos, quando aplicados em doses adequadas, apresentam efeito positivo sobre os rendimentos físicos e químicos do solo. As hortaliças reagem à adubação feita com materiais orgânicos, obtendo-se resultados excelentes tanto em produtividade como na qualidade dos produtos obtidos (FILGUEIRA et al., 1981).

De acordo com Pons et al.(1980), a matéria orgânica contribui de várias formas para a fertilidade do solo, dando uma estrutura favorável e estável, sendo um reservatório de elementos essenciais ao desenvolvimento das plantas, através de sua oxidação de nutrientes como nitrogênio, fósforo e enxofre são liberados em uma forma aproveitável pelas plantas.

Os resíduos orgânicos de origem animal, vegetal, agroindustrial e outros, usados adequadamente têm a finalidade de aumentar a produção e com grandes vantagens de melhorias nas características do solo, refere Alvarenga et al. (2004. Para Ribeiro et al. (2000), a utilização de vermicompostagem bovina proporciona melhorias nas características físicas e químicas do solo, eleva a capacidade de troca catiônica (CTC) e proporciona uma maior disponibilidade de nutrientes para as plantas.

Para cultura do tomateiro espera-se que o aporte de matéria orgânica, proporcione uma diversificação da microbiota, disponibilize nutriente (MONEGAT et al., 1991), além de promover bom desenvolvimento vegetativo, com reflexos positivos na produção (SOUZA et al., 2003), Lopes Filho et al. (1977), adubando com matéria orgânica, constataram incremento na produção do tomateiro.

O presente estudo foi desenvolvido objetivando estudar o efeito da aplicação de fontes alternativas de fertilizantes orgânicos para o cultivo do tomateiro em ambiente protegido, proporcionando características produtivas.

2MATERIAL E MÉTODOS

Este estudo foi conduzido no período de junho a outubro de 2010, na área experimental da Escola Estadual Agrotécnica Afonso Queiroz – Campus I do Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM), localizado na Fazenda Canavial no município de Patos de Minas, Minas Gerais (MG), latitude 18º36’34,07” S, longitude 46º29’15,31” W e altitude de 890 metros.

O experimento foi realizado em estufa plástica com cobertura tipo teto em arco, disposta no sentido de Leste-Oeste, com uma área de 630m².

O delineamento experimental adotado em blocos ao acaso, constando de com cinco tratamentos, (TM - testemunha; AM - adubação mineral (N 40 kg/ha, P2O5 500 kg/ha e K2O 80 kg/ha); EBS - esterco bovino sólido (50m3/ha); VBS – vermicompostagem bovino sólido

(5m3/ha); CO - composto orgânico (50m3/ha)) e quatro repetições. As dosagens de acordo com as Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais; 5ª Aproximação, Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais-(CFSEMG); Viçosa-1999 e Tomate, produção em campo, em campo, em casa-de-vegetação e em hidroponia; Lavras-2004.

A cultivar de tomateiro escolhido para o trabalho foi o Débora-Max do grupo Santa

Cruz, Empresa Sakata, de hábito de crescimento indeterminado, fruto tipo oblongo, longavida estrutural. As mudas foram adquiridas do Viveiro de Mudas Valoriza em Patos de Minas (MG), e o transplante foi realizado no dia 21/06/2010. O espaçamento adotado foi de 0,50 metros entre planta e 1 metro entre linhas, numa densidade de 2 plantas m-2. Cada bloco com 75 plantas e parcelas compostas por 15 plantas, por ocasião de transplante.

O sistema de irrigação foi do tipo localizado (tripas viradas para baixo) para atender a necessidade de água. Foi utilizado tensiômetros que foram distribuídos pelo experimento, a 50% da profundidade efetiva do sistema radicular, ou seja, a 10 cm durante o estágio vegetativo, a 15 cm da floração ao inicio da frutificação (30 a 50 DAT), e a 20 cm a partir daí, para que ocorresse melhor aproveitamento da irrigação. De acordo com Marouelli et al. (1991), durante os estádios vegetativo e de maturação a tensão de água no solo atingia de 50 a 70 kPa e 25 a 30 kPa durante o estádio de frutificação. As plantas foram conduzidas em uma haste única, tutoradas verticalmente com uso de fitilho e arame.

A primeira colheita teve inicio no dia 04/09/2010 (74 dias após o transplante - DAT) estendendo até o dia 20/10/2010 (122 DAT), colhendo frutos de coloração verde rosado. Foram escolhidas aleatoriamente 3 plantas por parcela, os dados analisados foram produtividade, números de frutos por planta, massa média dos frutos e diâmetro transversal. Teve a ulitização de balança de precisão 5 gramas e o paquímetro para pesar e medir os frutos do tomateiro.

Os dados foram submetidos à análise de variância, e as médias foram comparadas pelo teste Tukey ao nível de 5% de probabilidade, utilizando o software SISVAR.

3RESULTADOS E DISCUSSÃO

A análise de variância não mostrou diferenças significativas entre os tratamentos para as variáveis de massa média dos frutos e diâmetro do fruto e mostrou diferenças significativas para as variáveis, número de frutos por planta e produtividade.

Na tabela 1, são apresentados os resultados dos componentes de rendimento avaliados no período do experimento.

Tabela 1. Produtividade (P), massa média de frutos (MMF), número de frutos por planta (NFP) e diâmetro médio fruto (DMF).

TratamentoP(t ha-1) MMF(kg) NFP

DMF(m)

TM40,70 b 0,118 a 17,16 b 58,72 a
AM58,26 a b 0,120 a 24,16 a b 58,09 a
EBS57,58 a b 0,125 a 2,91 a b 59,61 a
VBS64,64 a 0,122 a 26,24a 58,63 a
CO54,38 a b 0,127 a 21,3 a b 59,2 a
Média geral5,12 0,12 2,36 58,86
DMS23,35 0,015 8,30 2,14
CV (%)18,79 5,48 16,47 1,61

Fonte: Médias seguidas por letras distintas, na mesma coluna diferem entres si pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. TM: testemunha; AM: adubação mineral; EBS: esterco bovino sólido; VB: vermicompostagem bovino; CO: composto orgânico.

A produtividade apresentou variação entre 40,70 e 64,64 ton ha-1 para os tratamentos

TM e VBS, respectivamente. Tratamento VBS apresentou a maior média, porém não deferiram estatisticamente dos tratamentos AM, EBS e CO. O experimento conduzido com densidade de 2 plantas m-2 teve produção média de 5,12 ton ha-1. De acordo com Beckmann et al. (2007), também em estudos com tomateiro em ambiente protegido registrou produção inferior de 8,54 kg m-2 com uma densidade de 3,6 plantas m-2, trabalhos citado por Rodrigues et al. (2002), observa-se, através dos pesos por frutos e peso por planta, com população de 3,1 plantas m-2, tem-se uma produção superior à deste estudo, em torno de 10,2 kg m-2, resultado esse semelhante a 10,3 kg m-2, encontrado em Jaboticabal por Martins (1992). Em estudo semelhante citado por Mello et al.(2002), observaram na produção de tomate (3,1 kg planta-

1), com aplicação anual de composto de lixo urbano, durante dois anos. Resultados equivalentes deste estudo, com o experimento de Mello et al. (2002), com influência de materiais orgânicos, produtividade média de 53 ton ha-1.

Essa produtividade, provavelmente seria mais alta, por ocorrer o aparecimento de frutos quinados no meio da produção, que são frutos ausentes de sementes, de mucilagem que as envolve tornando os frutos leves e não comerciáveis. Todos tratamentos tiveram a ocorrência de frutos quinados, este fato ocorrido poderia ser por altas temperaturas, excesso de nitrogênio e deficiência de potássio, que afetam a polinização (MELO et al., 2005).

Com relação às adubações, observou-se que não houve diferenças significativas entre as fontes de adubação utilizada na variável de massa média do fruto. Os resultados variaram de 0,118 a 0,127 kg/fruto, com média 0,122 kg/fruto. Estes resultados foram inferiores aos citados por Postingher et al. (1996), para estufa plástica onde observaram peso médio de fruto entre 0,125 a 0,190 kg, e por Pereira (1988), citado por Postingher et al. (1996) que observou médias entre 0,173 a 0,230 kg/fruto. Resultados semelhantes foram obtidos por Carvalho et al. (2000), ao trabalharem com cultivares de tomateiro de hábito semi-determinado e determinado, com massa média dos frutos de 0,053 e 0,182 kg. Também Mello & Godofredo (2002), em experimento com resíduos orgânicos, obtiveram uma massa média dos frutos de tomateiro entre 0,108 e 0,122 kg. Carvalho & Tessarioli Neto (2005), tiveram resultados inferiores em estudos em ambiente protegido com massa média dos frutos de 0,078 a 0,125 kg.

Seguindo as mesmas tendências das demais variáveis dependentes, o número de frutos por planta apresentou como superior o tratamento VBS, com maior número de frutos, mas não diferindo estatisticamente dos tratamentos AM, EBS, CO. Os números de frutos por planta foram drasticamente inferiores comparados aos de Fayad et al. (2001), indicando 38 frutos por planta. De acordo com estudos de Postingher et al (1996), teve rendimento médio por planta de 28,3 frutos. Beckmann et al. (2004), ao trabalhar com adubação orgânica obteve média de 15 frutos por planta, sendo inferior a este estudo desenvolvido.

Os tratamentos não diferiram significativamente entre si, para o diâmetro dos frutos.

Os valores médios de diâmetro dos frutos dos tratamentos enquadram-se na classificação de frutos de Tomate Oblongo e Calibre 5, na classe média com maior diâmetro entre 50 até 60 m, classificados pelas Normas e Padrões de Classificação para tomate de mesa (CEAGESP, 2004). Comparando dados de Carvalho & Tessarioli Neto (2005), que obtive maior número de frutos do híbrido Débora Max na mesma classificação deste estudo.

No sistema convencional, são utilizados adubos químicos de alta solubilidade, que são agentes degradantes da matéria orgânica. Na produção orgânica são utilizados adubos de baixa solubilidade e com altos teores de matéria orgânica, que visam estruturar a microbiologia do solo como afirmar Luz et al. (2002).

Em estudos de Gerber et al. (1981), houve incremento de 25,5% na produção de tomate com a aplicação de lodo de esgoto. De acordo com Viana et al. (2002), as plantas de tomate cultivadas organicamente apresentaram maior desenvolvimento em relação àquelas que receberam adubação convencional. Beckmann et al. (2007), verificaram que a adubação orgânica resultou na produção de frutos de tomateiro em níveis produtividade equivalentes aos obtidos com a utilização de adubo mineral.

Campbell et al. (1986), não obtiveram incrementos no conteúdo da matéria orgânica do solo com aplicação de quantidades pequenas de adubos orgânicos. Holanda et al. (1982), constataram que adição de 12 t ha-1 de esterco de galinha não aumentou o pH e os teores trocáveis de Ca e de K do solo, após treze meses. Aumentos na CTC (capacidade de troca catiônica) do solo não foram obtidos com a adição de 50 t ha-1 de composto de lixo (GIUSQUIANI et al., 1988).

Portanto, torna-se necessário realizar estudos empregando materiais orgânicos, visando reduzir a adubação mineral e o custo de produção. Além disso, outros resultados de pesquisas, envolvendo varias alternativas podem comprovar a sua eficiência como fonte de nutrientes e condicionador do solo, viabilizando a produção deles a partir de materiais orgânicos provenientes de resíduos, gerados em grandes quantidades pelas indústrias, agropecuária e atividades humanas.

4CONCLUSÃO

A utilização de adubação orgânica, como fontes alternativas como vermicompostagem bovino sólido, esterco bovino sólido e composto orgânico, proporcionaram produtividades a níveis equivalentes a produtividade obtidos com a utilização de adubo mineral.

Verificou-se com este estudo que as características relacionadas à produtividade foram significativas, incrementando a produção e sim tornando viável a utilização destas fontes.

ALVARENGA, M.A.R; Tomate: produção em campo, em casa de vegetação e em hidroponia. Ed.UFLA, Lavras, MG, 2004.. 400 p.

Produtividade de tomateiro de hábito de crescimento determinado cultivado sob adubação orgânica em ambiente protegido. Horticultura Brasileira, Brasília, v.2, n.2, jul.2004.

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