(Parte 1 de 4)

Fernando da Costa Baêta Professor Titular da UFV

Valmir Sartor Professor Assistente da UFV

Editora UFV 1998

INTRODUÇÃO
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
ORÇAMENTO
3.1 Conceito
3.2 Composição de Custos

SUMÁRIO 3.2.1 Utilização dos Índices para Composição de

Custos
3.2.2 Preço dos Materiais
3.2.3 Mão-de-obra e Encargos Sociais
3.2.4 Gasto com Ferramentas
3.2.5 Benefícios e Despesas Indiretas
3.2.6 Composição
3.2.6.1 Esquema de composição
3.2.6.2 Exemplo
3.3 Eventuais
3.4 Administração da Obra
3.5 Feitura do Orçamento
de Custos
CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO DA OBRA
APÊNDICE
5.1 Índices para Composição de Custos
Instalações e Obras
Demolições
Escavações
Compactação
Preparo do Terreno
Escoramentos
Instalações Provisórios
Enrocamento
Transporte em carrinho
Formas
Estacas moldadas “in loco”
Estacas tipo franki
Tubulões
Estruturas
Concreto de Cimento e Cascalho
Preparo Manual
Preparo Mecânico
Concreto de Cimento, Areia e Brita de Gnaise
Preparo Manual
Preparo Mecânico
Lançamento:
De Pedra de Mão
De Concreto sem Vibrador
Formas
Desforma
Ferragens
Concreto Armado
Elementos Pré-Moldados
Alvenarias e Divisões
De Tijolos Maciços
De Tijolos Furados
De Blocos de Concreto
De Pedra
Argamassa
Argamassa de Cimento e Areia
De Cimento e Saibro
De Cimento, Saibro e Areia
De Cimento e Cal, Areia e Saibro
De Cal e Areia
Coberturas e Forros
Para Telhas Tipo Calhas
Cobertura em Telhas de Barro
Em Telhas de Cimento Amianto
Em Telhas de Madeira Compensada
Em Telhas de Alumínio
Em Telhas de Zinco
Forro de Madeira
Pisos e Rodapés
Piso em Concreto
Pisos de Cimento
Pisos de Ladrilhos Hidráulicos
Pisos em Ladrilhos Cerâmicos
Pisos em Madeira
Pisos em Mármore
Rodapés, Soleira e Peitoris
Revestimentos
Massa
Azulejos
Pastilhas
Ladrilhos Hidráulicos
Pedras
Mármore
Madeiras
Instalações Hidráulico-Sanitárias
Tubos de Ferro Galvanizado
Conexões em Ferro Galvanizado
Tubos de Ferro Fundido Tipo Esgoto
Conexões de Ferro Fundido
Tubos de Cimento Amianto
Tubos de Concreto
Manilha Cerâmica
Complementos
Estimativas para Instalações Completas
Instalações Elétricas
Tubulações
Tomada e Interruptores
Média por Ponto
Esquadrias
Madeira
Metálicas
Muros e Cercas
Pinturas
Aparelhamentos de Superfícies
Emassamento
A Cal
A Óleo
Verniz
Limpeza
Urbanização
Drenagem
Calçamento
Pequenas Construções Rurais
5.2 Exemplo de Memorial Descritivo
5.3 Exemplo de Orçamento
5.4 Exemplo de Cronograma Físico-Financeiro

Atendendo à necessidade de realizar o máximo, com o mínimo de desperdício, numa época em que o mundo segue sua marcha ascendente em sua evolução tecnológica, é de grande importância sair do empirismo das observações rudimentares para penetrar na profundeza dos assuntos, com maior rigor. Esta consideração é de caráter geral, e no ramo das construções é grandemente exaltada, uma vez que extrema variedade de elementos se congregam para compor as construções que se realizam. Este trabalho visa apresentar, de forma clara e objetiva, conhecimentos que facilitem a previsão, a partir de uma especificação técnica bem feita, de quantidade de materiais, custo e tempo.

2 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Deverão ser claras e concisas as descrições dos serviços, modos e processos de execução, materiais, aparelhos e peças a serem empregados, baseadas no projeto arquitetônico, elétrico, hidráulico, estrutural e/ou outros.

A apresentação deve ser feita em grupos de serviços, como mostrado no exemplo do apêndice, que, na medida do possível, devem ser os mesmos do orçamento e cronograma físico-financeiro.

3 ORÇAMENTO

3.1 CONCEITO

Orçamento é o custo provável de um serviço ou obra a ser executada.

Assim, sendo o serviço ou obra executada dentro das especificações técnicas preestabelecidas, feitas as compensações monetárias, o orçamento deve retratar o custo estimado.

Existem diversas maneiras de fazer o orçamento. Uma delas seria a partir da estimativa das quantidades de materiais e horas de serviço, porém, como se pode imaginar, além de trabalhoso, é comum incorrer em erros, quando se utiliza este método. Outra, mais simples e precisa, consiste nas “Unidades Compostas”, que são montadas por empresas ligadas ao ramo, por meio de contínuo e rigoroso controle no próprio canteiro de obras.

3.2 COMPOSIÇÃO DE CUSTOS

Quando não se dispõe das “Unidades Compostas” calculadas e atualizadas, (citadas em revistas específicas), elas podem ser feitas como será mostrado a seguir, a partir de: índices para composição de custos, preços dos materiais, preço da mão-de-obra (acrescida de encargos sociais que incidem sobre ela), gastos com ferramentas, benefícios e despesas indiretas; inerentes ao serviço a ser executado.

3.2.1 Utilização dos Índices para Composição de Custos

Os índices são os conjuntos dos coeficientes de materiais e da mão-de-obra de um serviço. Exemplo:

Engradamento para telhas de barro com duas águas, vão até oito metros.

Unidade Coeficiente

Peroba do campo m3 0,024 Pregos 18 x 30 kg 0,400

Carpinteiro de esquadrias h 1,800

3.2.2 Preço dos Materiais

Devem ser considerados ao pé da obra, acrescidos de carretos, I.P.I. (quando for o caso) etc.

3.2.3 Mão-de-obra e Encargos Sociais

O custo da mão-de-obra é obtido a partir do salário recebido diretamente pelo empregado, acrescido da incidência de encargos sociais.

O quadro seguinte mostra a incidência dos encargos sociais sobre a mão-de-obra produtiva.

I -Básicos INSS 20,0

SESI 01,80 SENAI 01,30

INCRA 0,20 Salário educação 02,50

Seguro acidente de trabalho 03,0 FGTS 08,0

SECONCI 01,0 Sub-total 37,80

I –Sociais (com incidência dos encargos básicos, já incluídos) Repouso remunerado 43,52

Férias 15,39 Auxílio enfermidade 01,96

Acidente de trabalho 01,67 Descanso paternidade 0,1

13 salário 16,73 Sub-total 79,38

I - Sociais (sem incidência dos encargos básicos) Indenização (recisão s/ justa causa) 03,01

Aviso prévio (indenizado) 1,08 Sub-total 14,09

Total Geral 131,27

Ocorrem, ainda, despesas indiretas sobre a mão-de-obra, tais como: mestre de obra, guarda noturno, chuvas etc; que perfazem um total de 19%.

3.2.4 Gasto com Ferramentas

A amortização e manutenção de equipamentos e ferramentas, de modo geral, é da ordem de 3%, com relação à mão-de-obra.

3.2.5 Benefícios e Despesas Indiretas

Refere-se a impostos sobre serviços de qualquer natureza, despesas legais, transporte de equipamentos etc.

Segundo a revista “A Construção”, os benefícios e despesas indiretas correspondem a 15%, e são aplicados ao custo total de cada serviço.

3.2.6 Composição 3.2.6.1 Esquema da composição Ud Coef. P. Unitário P.Total

Materiais
Mão-de-obra

Leis Sociais e ferramentas 131,27 Sobre M.O. Total Total da Mão-deobra

Benefícios e despesas indiretas

15,0 Sobre Mat. + M.O.

Total Custo Total do Serviço

3.2.6.2 Exemplo

Alvenaria de tijolos maciços assentes com argamassa de cimento e areia traço 1:6, espessura 0,10m (m2).

Variável Ud Quant. P. Unit. P. Total

Pedreiro h1,5 1,43 2,15
Servente h1,8 0,90 1,62

Tijolos maciços mil 0,070 227,50 15,92 Argamassa m3 0,030 43,3 1,30

Leis sociais e ferramentas % 131.27 - 4,95

Benefícios e despesas indiretas % 15,0 - 3,89

3.3 Eventuais

Por causa da ocorrência de eventualidades, que sejam de caráter técnico ou econômico, durante o transcurso da obra, é comum acrescentar 10% sobre o subtotal do orçamento.

3.4 Administração da Obra

As percentagens cobradas para a administração variam com os diversos fatores relacionados com cada caso particular. Entre estes podemos citar: valor da obra, tipo da construção (popular, de luxo, obras de arte, obras especiais etc.) localização da obra, desembolso mensal etc.

Existem diversos tipos de administração. Além da administração técnica, exigida por lei, outros serviços podem ser prestados à obra pelo engenheiro ou firma administradora. Relacionamos a seguir os principais serviços normalmente pertinentes à administração da obra. 1.1 Administração técnica;

1 administração técnica; 2 seleção e contratação de pessoal;

3 execução de folha e pagamento de pessoal; 4 compra de material;

5 fornecimento de equipamento e ferramentas; 6 fornecimento de madeira de uso provisório;

7 execução de projeto arquitetônico; 8 execução de projeto estrutural

9 execução de projeto de instalações hidráulicas 10 execução de projetos de instalações elétricas

1 execução de projetos de detalhes construtivos.

Dependendo dos serviços a serem prestados, as porcentagens, sobre o valor da obra, cobrados em Belo Horizonte, são:

De 1 a 1 20 a 30%

De 1 a 5 e de 7 a 1 18 a 30% De 1 a 6 17 a 25% De 1 a 4 e de 7 a 1 15 a 25%

De 1 a 4 10 a 15% De 1 a 3 8 a 13% De 1,2 e 4 8 a 13%

1 e 4 6 a 10% 1 e 2 5,5 a 9% 1 4 a 9%

3.5 Feitura do Orçamento Orçamento:

Obra:

Local: Proprietário:

Item Discriminação do ser-viço

Ud Quant. Preço

Unit. Preço Total

Total de Item

5.0 Alvenarias

5.1 Alvenaria de

0,10 com tijolos maciços

5.2 Alvenaria de

0,20 com tijolos maciços

Subtotal40.30,0

Eventuais (10%) 4.030,0

Subtotal Geral4.330,0

Administração (20%) 8.060,0

Total Geral52.390,0

Viçosa, 01 de junho de 1999.

Onde: A Ud é a unidade do serviço a ser executado.

A quantidade é calculada com base no projeto.

O P. Unit. (preço unitário) é o total da unidade composta correspondente.

Obs.: Consta no apêndice um exemplo real.

3.6 OUTRA UTILIZAÇÕES DOS ÍNDICES PARA COMPOSIÇÃO DE CUSTOS

É de grande importância para profissionais que administram obras fazer previsões de quantidades de materiais e o tempo necessário a determinado serviço.

Para tanto basta conhecer o serviço a ser executado e estar de posse dos índices para composição de custos.

Exemplo: Quantos tijolos maciços e dias de um pedreiro serão necessários para elevar a alvenaria 0,20m de espessura de um muro com 10m de comprimento a 2m de altura?

Consultando os índices para composições de custos, item 5.6, gasta-se por m2:

Tijolos maciços mil 0,140 Pedreiro h 2,400

Assim se a área do muro a ser construído é 20m2, são necessários:

140 tijolos/m2 x 20m2 = 2.800 tijolos 2,4 horas/pedreiro/m2 x 20m2 = 48 horas = 6 dias

4 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO

Estabelece-se, em primeiro lugar, a parte física do cronograma, ou seja, o tempo necessário à execução dos serviços.

Para isto, toma-se como base uma equipe de trabalho composta por pedreiros, servente, carpinteiros, bombeiros, eletricistas etc. Assim, fixados estes números, relaciona-se o tempo dos serviços a serem executados com o número de operários correspondentes.

Exemplo:

Suponha calculada a área interna a ser revestida com reboco tipo paulista, e que seja de 180m2.

Portanto, 180m2 x 0,65 h/m2 = 117 horas de serviço, ou seja, aproximadamente 14 dias de serviço.

Havendo na equipe 2 pedreiros, este serviço será executado em 7 dias de trabalho, aproximadamente.

Da mesma forma são calculados os tempos de todos os serviços.

Finalmente, em segundo lugar, são distribuídos os custos totais dos serviços (acrescidos de eventuais (10%) mais administração

(20%), e calculadas as previsões de faturamento mensal, como indica o exemplo a seguir:

Exemplo de Cálculo da previsão de Faturamento Mensal

Cronograma Físico-Financeiro Obra: Local:

Proprietário:

Item Serviços Meses Total do Serviço (R$)*

1 Serviços preliminares 50% 50%5.60,0
50% 50%1.550,0

1º 2º 3º 2 Terraplanagem escavações

Previsão do Faturamento mensal (R$)

3.575,0 3.575,052.390,0

* Consta no apêndice, a título de exemplo, um cronograma físico-financeiro completo. Viçosa, 01 de junho de 1999

5 APÊNDICE 5.1 ÍNDICES PARA COMPOSIÇÃO DE CUSTOS

1 INSTALAÇÕES E OBRAS

1. De pisos cimentados sobre base de concreto

Servente h 0,800 m2

2. De pisos com ladrilhos hidráulicos

Pedreiro h 0,200 Servente h 0,700 m2

3. De pisos com ladrilhos cerâmicos

Pedreiro h 0,200 Servente h 0,700 m2

4. De pisos de tacos de madeira

Carpinteiro de formas h 0,500 Servente h 1,0 m2

5. De alvenaria de tijolos comuns c/limpeza e empilhamento

Pedreiro h 1,0 Servente h 6,0 m3

6. De alvenaria de tijolos furados com limpeza e empilhamento

Pedreiro h 6,0

Servente h 10,0 m3

7. De concreto simples com empilhamento lateral

Pedreiro h 1,500 Servente h 12,0 m3

8. De concreto armado com empilhamento lateral

Pedreiro h 1,500 Servente h 12,0 m3

9. De revestimento de pedras naturais

Pedreiro h 0,380 Servente h 1,100 m3

10. De revestimento de lambris naturais

Pedreiro h 0,350 Servente h 1,0

1. De revestimento de azulejos naturais

Pedreiro h 0,400

Servente h 1,200

12. De revestimento de argamassa de cimento e areia

Servente h 1,0 m2

13. De telhado (engradamento e cobertura), telhas comuns de barro ou cerâmica

Carpinteiro de Formas h 0,500 Servente h 1,200 Pedreiro h 0,200 m2

14. De telhado (engradamento e cobertura) telhas de cimento amianto

Carpinteiro de Formas h 0,500 Servente h 1,0 m2

15. Retirada de esquadrias de madeira ou metálica

Pedreiro h 0,220 Servente h 0,400 m2 ESCAVAÇÕES

1. Manual em terra compacta, até 1m de profundidade c/ transporte até 30m

Servente h 2,700 m3

2. Idem de 1,0 a 2,0m de profundidade,

Servente h 3,100 m3

3. Idem 2,0 a 4,0m de profundidade

Servente h 4,200 m3

4. Escavação manual de vala em material de primeira categoria (areia, argila ou piçarra), até 1,50m de profundidade. Exclusive escoramento e esgotamento

Servente h 3,070 m3

5. Escavação manual de vala em material de primeira categoria (areia, argila ou piçarra). Entre 1,50 e

3,00m de profundidade, exclusive esgotamento e escoramento

Servente h 4,370 m3

6. Escavação manual de vala em material de primeira categoria (areia, argila ou piçarra) entre 3,0 e 4,50m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Servente h 5,920 m3

7. Escavação de vala, a frio em material de segunda categoria (moledo ou rocha decomposta) até 1,50m de profundidade, exclusive esgotamento e escoramento

Cavouqueiro h 4,0 Servente h 1,600 m3

8. Escavação de vala, a frio, em material de segunda categoria (moledo ou rocha decomposta) entre 1,50m e

3,00m de profundidade, exclusivo escoramento e esgotamento

Cavouqueiro h 5,650 Servente h 2,250 m3

9. Escavação de vala, a frio, em material de segunda categoria (moledo ou rocha decomposta) entre 3,00m a

4,50m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Cavouqueiro h 7,650 Servente h 3,050 m3

10. Escavação de vala, a frio, em material de segunda categoria (moledo ou rocha decomposta) entre 4,50m a

6,00m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Cavouqueiro h 9,300

Servente h 3,700 m3

1. Escavação manual de vala, a frio, em material de terceira categoria (rocha viva) até 1,50m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Cavouqueiro h 20,0 Servente h 5,0 m3

12. Escavação manual de vala em pedra solta do tamanho médio de pedra de mão ou argila rija, até 1,50m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Servente h 3,900 m3

13. Escavação manual de vala em pedra solta do tamanho médio de pedra de mão ou argila rija entre 1,50m e 3,00m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Servente h 5,550 m3

14. Escavação manual de vala em pedra solta do tamanho médio de pedra de mão ou argila rija entre 3,00m a 4,50m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Servente h 7,620 m2

15. Escavação manual de vala em pedra solta do tamanho médio de pedra de mão ou argila rija, entre 4,50m a

6,00m de profundidade, exclusive escoramento e esgotamento

Servente h 9,150

16. Abertura de poço para cisternas, em terreno compacto, com diâmetro de 1m até 5m de profundidade

Poceiro h 2,500 Servente h 2,500 m3

17. Idem de 5 a 10m de profundidade

Poceiro h 3,0 Servente h 3,0 m3

18. Idem de 10 a 15m de profundidade

Poceiro h 4,0 Servente h 4,0 m3

19. Idem de 15 a 20m de profundidade

Poceiro h 5,0 Servente h 5,0 m3

20. Idem de 20 a 25m de profundidade

Poceiro h 6,0 Servente h 6,0 m3

21.Esgotamento de água de chuva ou lençol freático em escavações, pago por m3 de água retirada

Servente h 0,300 m3 COMPACTAÇÃO

1. Nivelamento e compactação de fundo de valas ou cavas, com maço de 30 kg

Servente h 0,800 m2

2. Aterro c/ apiloamento, em camadas de 20 cm c/ maço de 30 kg

Servente h 3,0 m2 PREPARO DO TERRENO 1. Roçado e destocamento

Servente h 0,100 m2

2. Capina e limpeza de terreno com raspagem superficial

1. Escoramento simples de

Servente h 0,300 m2 ESCORAMENTOS terreno até 3m de profundidade

Tábuas de pinho de 3ª m2 0,600 Pregos 18x30 kg 0,100 Pontaletes 8x8 m 0,400 Carpinteiro de Formas h 1,500 Ajudante de carpin- teiro h 2,0 m2

2. Escoramento aberto de valas, inclusive fornecimento dos materiais com tábuas de pinho colocadas na vertical, entroncadas com madeiras de lei ou eucalipto espaçadas de 1,00m. Madeira aproveitada 3 vezes

Pranchão de pinho de terceira m3 0,004

Carpinteiro de for- mas h 0,500 Servente h 0,500 m2

3. Escoramento aberto de valas, inclusive fornecimento dos materiais com tábuas de pinho colocadas na vertical, entroncadas com madeira de lei ou eucalipto, espaçadas de 1,50m. Madeira aproveitada 3 vezes.

Pranchão de pinho de terceira m3 0,003

Carpinteiro de for- mas h 0,375 Servente h 0,375 m2

4. Escoramento aberto de valas, inclusive fornecimento dos materiais com tábuas de pinho colocadas na vertical, entrocadas com madeiras de lei ou eucalipto espaçadas de 2,00m.

Pranchão de pinho de terceira m3 0,002

Carpinteiro de for- mas h 0,250 Servente h 0,250 m2

5. Escoramento fechado de valas com pranchões, inclusive fornecimento de material sem esgotamento

(madeira aproveitada 3 vezes)

primeira2 pol. 0,115

Pranchão de pinho de Madeira roliça de esco- ra m 1,0 Carpinteiro de for- mas h 4,0 Servente h 2,500 m3

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS 1. Locação de obra

m2

Tábuas de pinho de 3ª m2 0,060 Pontaletes 8x8 m 0,300 Pregos 18x30 kg 0,050 Carpinteiro de formas h 0,100 Ajudante de carpin- teiro h 0,100

2. Barracão de obra, em tábuas de pinho de 3ª e pontaletes assoalhado, com cobertura de cimento amianto 5mm considerado sem reaproveitamento do material

Tábuas de pinho de 3ª m2 4,0 Pontaletes 8x8 m 4,500 Sarrafos 2,5x5 m 0,700 Ripas de madeira de lei m 7,0 Dobradiças 3x3 peça 3,0 Cadeado com cor- rente peça m 1,0 Telhas C.A. 5mm m2 1,600 Pregos 18x30 kg 0,300 Carpinteiro de Formas h 4,0

(Parte 1 de 4)

Comentários