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Carlos Eduardo do Val

1ª Edição 2010

2010, Ubuntu – Guia do Iniciante - Orgulho Geek (http://orgulhogeek.net)

Atribuição: Você deve dar crédito ao autor original, da forma especificada pelo autor ou licenciante.

Vedada a criação de obras derivadas: Você não pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.

Apoio: João Fernando Costa Junior, Cesar de Souza, André Gondin, Maudy Pedrão,Miguel

Capa: Carlos Eduardo C. do Val Revisão Gráfica: Carlos Eduardo C. do Val Lourenço, Revista Espírito Livre, Blog CAVVES, Blog Ubuntu Dicas

Ubuntu é marca registrada de Canonical Ltd. E todos os seus direitos de uso de marca são assegurados. Esta obra é uma publicação independe e não possui qualquer ligação com a Canonical Ltd. e suas respectivas marcas, assim como todos os outros aplicativos, marcas e outros.

Todos os esforços foram feitos para assegurar a precisão absoluta das informações apresentadas nesta edição. O autor deste livro se isenta de qualquer tipo de garantia (explícita ou não), incluindo, sem limitações garantias implícitas de comercialização e de adequação a determinadas finalidades, com relação ao código-fonte e/ou às técnicas descritas neste livro.

Carmo do Val, Carlos Eduardo

Ubuntu – Guia do Iniciante; Vitória, ES – 2010 http://orgulhogeek.net 1. Informática, Ubuntu, Linux, Sistemas Operacionais,

Para meu amigo Miguel Lourenço, que teve uma ótima idéia: a de que eu fizesse esse livro.

Prefácio1
Introdução4
Capítulo 1: Afinal, não é como aprender a andar outra vez7
1.1. O que é Linux7
1.2. Adquirindo sua cópia do Ubuntu7
1.3. Testando o Ubuntu antes de instalar9
1.4. A área de trabalho10
1.5. O ambiente de trabalho1
1.6. Os menus do Ubuntu1
1.6.1. Aplicativos1
1.6.2. Locais12
1.6.3. Sistema12
1.6.4. Menu de contexto (no Desktop)12
1.6.5. Menu de contexto (em diretórios)13
1.6.6. Menu de contexto (em arquivos)13
1.7. O navegador de arquivos14
1.8. Mudando a visualização de arquivos15
1.9. A Pasta “Home”16
1.10. Criando e renomeando pastas no Ubuntu16
1.1. A barra de tarefas17
1.12. A Lixeira17
1.13. A área de notificações do Ubuntu18
1.14. O botão “Desligar”18
1.15. Sudo: Quem é o que faz?19
1.16. O Terminal19

Sumário 1.17. As extensões de arquivos ..........................................................................20

1.19. Central de Aplicativos21
1.20. O Synaptic23
Capítulo 2: Instalação24
2.1. Objetivo24
2.2. Configurações recomendadas24
2.3. Instalação simples25
2.4. Instalação em partições29
2.4.1. HD sem a tabela de partições30
2.4.2. HD com a tabela de partições31
2.4.2.1. Definindo a partição de instalação do Ubuntu31
2.4.2.2. Definindo a partição da pasta Home32
2.4.2.3. Definindo a partição de troca (swap)34
2.5. Reinstalando o Ubuntu e mantendo a pasta Home37
2.5.1. Definindo a partição de reinstalação do Ubuntu38
2.5.2. Configurando o ponto de montagem da pasta Home39
Capítulo 3: Ajustes visuais43
3.1. Tornando o Ubuntu ainda mais bonito43
3.2. Mudando a cor ou o tema do Ubuntu43
3.3. Instalando novos temas4
3.4. Trocando os papéis de parede do seu Desktop45
3.5. Ativando os efeitos visuais extras45
3.6. Configurando os efeitos da área de trabalho46
3.6.1. O CompizConfig47
Capítulo 4: Converse, veja, baixe e curta o melhor da Web49
4.1. Programas de internet e compartilhamento49
4.2. Mozilla Firefox49
4.5. Transmission54
4.6. Cliente de E-mail Evolution5
4.7. Open Office56
4.7.1. O Writer56
4.7.2. O Calc57
4.7.3. O Impress58
4.8. O criador de discos Brasero58
Capítulo 5: Melhorias em multimídia60
5.1. Instale codecs e assista a DVDs, vídeos e MP360
5.2. Instalando o pacote restrito60
5.2.1. Instalando através do Synaptic62
5.3. Ouvindo suas músicas no Ubuntu64
5.4. Visualizando imagens e editando com o F-Spot65
Capítulo 6: Abrindo novos horizontes67
no Ubuntu67
6.2. O Amarok67
6.3. O aMSN Messenger68
6.4. Flash Player e Adobe Reader68
6.5. O Gimp69
6.6. O VLC media player70
6.7. O Chromium71
6.8. Ubuntu One Music Store71
6.9. O ambiente KDE72
6.10. Avant Window Navigator74
Capítulo 7: Instalação de programas Windows no Ubuntu76

4.4. Gwibber ......................................................................................................52 6.1. Conheça novos programas que fazem tudo o que você precisa 7.1. Use o melhor que há do outro lado ...........................................................76

Capítulo 8: Virtualizando um sistema80
8.1. Tenha um Windows dentro do seu Ubuntu80
8.2. Pausando a máquina virtual85
8.3. Snaphots85
8.4. As teclas de atalho do VirtualBox86
8.5. O modo Seamless87
Glossário89

7.2. Instalando um programa de Windows no Ubuntu .....................................76 Apêndice ................................ ................................ ................................ ........97

Prefácio

Quando Carlos Eduardo do Val, ou simplesmente "Kadu" entrou em contato comigo, me convidando para escrever o prefácio de um livro que ele estava escrevendo, confesso que me senti muito honrado com o convite, afinal, existem tantas outras personalidades do mundo do software livre, velhos de guerra, espalhados pelo Brasil e pelo mundo, que possivelmente escreveriam algo mais bem delineado e inteligente que eu. De qualquer forma creio que o fato de estar a frente de uma publicação que em menos de um ano se tornou sucesso entre a comunidade brasileira tenha pesado na escolha. Espero ainda que não consiga desempenhar o propósito do convite da maneira que o autor e os leitores esperam. Kadu se referiu a mim, inicialmente como Prof. João Fernando, mesmo eu não tendo qualquer ligação acadêmica que o envolvesse. Neste momento me senti duplamente honrado.

"Mais um livro de software livre?", talvez esse seja o principal pensamento que alguns poderão ter. Mas já tem tanto material espalhado na rede que muitos se perdem em meio a tanta coisa. E talvez esse seja o problema para aqueles que estão chegando agora neste admirável mundo novo. É tanta coisa que o leigo não sabe por onde começar, são tantos softwares, tantas distribuições, tantos idiomas suportados, tantas comunidades, tantos sites, tantas iniciativas, tantas licenças, que aquele indivíduo que está acostumado a uma cópia pirata de um software proprietário ou ainda aquele que viveu uma vida inteira de um lado da força, ao colocar o primeiro pé do lado de cá percebe que ou ele não sabe nada, ou é tudo uma bagunça, tudo muito confuso. A princípio, confesso que no lugar de um leitor como este retratado, me sentiria deste jeito, perdido. E talvez essa tenha a sido a principal razão por ter aceitado contribuir com esse prefácio. Todas as iniciativas que visem desmistificar e facilitar a vida de quem está chegando merecem nossa atenção e apoio. Alguns podem pensar que, "já que eu aprendi sozinho batendo a cabeça, os outros também aprenderão assim também". Pois aí é que está. Com o dia-a-dia de professor, aprendemos que os seres humanos não aprendem apenas de uma única maneira, em uma única linha, em uma mesma ordem, obedecendo um mesmo tempo. Cada um tem sua velocidade, cada um aprende de uma forma diferente, cada um disponibiliza parte do seu tempo para aprender de uma forma diferente que os outros. Somos diferentes, afinal. E um bom livro, com respostas claras e objetivas, sem muito blablablá, facilita bastante.

leigos que estão conhecendo o mundo do GNU/Linux. Fácil, hein

Compreendo que falar sobre licenciamento, filosofia e comunidades, para mim é algo pertinente. Mas será que aquele usuário que está chegando agora entenderá isso tudo antes de começar a usar uma distribuição GNU/Linux? Talvez ele simplesmente queira ligar o seu computador desktop e ter uma máquina funcional, sem se preocupar muito. Percebo inclusive que muitos dizem que este é o problema: o usuário não procura saber destas coisas, e por isso acaba fazendo besteira, em um contexto de software proprietário, claro. Sem querer (ou querendo) o usuário que compra seu computador (em uma loja de geladeira, por exemplo), não consegue distinguir Creative Commons, de GPL ou domínio público. Ele simplesmente não sabe e provavelmente não vai querer saber. E não pense que este público é pequeno, eles são a maioria. Vários deles utilizam o computador pessoal para diversão, algo esporádico ou com a mesma frequência que usa o liquidificador da cozinha. Claro que em hipótese alguma estou querendo comparar um computador pessoal com um eletro-eletrônico da cozinha, mas vejo que muitos não sabem e não querem saber de certas coisas que nós, da comunidade, sempre nos preocupamos. Me arrisco a dizer, e "Kadu", me corrija se eu estiver errado, que parte do públicoalvo deste livro são estas pessoas. Elas não querem um terminal para executar comandos digitados, elas querem ligar sua impressora na porta usb e com 3 cliques ter seu documento impresso já em mãos. Sorte a nossa, que a distribuição GNU/Linux que será abordada neste livro consegue tal proeza. O GNU/Linux que será apresentado nesta obra, destina-se a todos os seres humanos (esta é a frase de efeito que o tornou tão famoso). Ele é conhecido por sua versatilidade e facilidade. É gratuito e tem seu código-fonte aberto, para quem quiser saber como ele funciona. Se aventurar. É amplamente popular ao redor do mundo e notadamente é conhecido por ser a porta de entrada dos

Então o objeto de estudo deste livro é um GNU/Linux para a vovó? Ou para crianças? Longe disso. O poder do Ubuntu está justamente aí: Ele consegue ser um GNU/Linux para a vovó, para seu filho, para seu pai e sua mãe, para o cunhado, para a sogra e tantos outros que possivelmente nunca, nunca lerão uma EULA de um sistema proprietário para saberem se estarão infringindo a lei ou não. O engraçado e ao mesmo tempo intrigante, é que o mesmo GNU/Linux que atentem a tantos públicos também consegue ser robusto para ser uma excelente estação de trabalho, uma estação multimídia, uma estação de jogos, sem falar em bom servidor de arquivos e muito mais. Talvez pela sua base, herdada de uma distribuição conhecida por ser usada por usuários avançados, o DEBIAN.

Mas não quero falar de dificuldades, coisa que a presente obra espera abolir, ou pelo menos minimizar. Nas próximas páginas você descobrirá que instalar um GNU/Linux em seu computador em algumas ocasiões é mais fácil que passar o café; e que configuração de dispositivos -- aqueles que em sistemas proprietários você nem tem suporte como impressoras e webcams (cabendo a você ter um cd de instalação na mão e 40 minutos livres para aguardar instalações de drivers) -- pode ser feita com 3 cliques (como é o caso de maior parte das impressoras que encontramos no mercado).

Usufrua do livro, compartilhe-o, já que sua licença (ops, falei de novo de um nome para muitos completo demais) lhe permite distribuí-lo a quem quiser sem nenhum ônus. E quando um amigo lhe dizer que "Linux é difícil", ofereçalhe uma cópia desta obra, se possível acompanhada com uma cópia do Ubuntu (sim, você pode copiar o cd sem medo de ser feliz, sem medo de estar infringindo a lei). Aproveite e para complementar o estudo sugira a leitura da Revista Espírito Livre, onde praticamente em todas as edições são publicados artigos sobre o Ubuntu.

Boa leitura! Você vai descobrir que nunca foi tão fácil conviver com um pinguim.

João Fernando Costa Júnior Coordenador GUBrO-ES - Grupo de Usuários de BrOffice.org do ES / Iniciativa Espírito Livre / Equipe Bestlinux

Introdução

O site do Ubuntu descreve o projeto Ubuntu com as seguintes palavras: “O

Projeto Ubuntu tem por intenção criar um sistema operacional e uma série completa de aplicações, exclusivamente compostas de Software Livre e de Código Fonte Aberto, No coração da Filosofia Ubuntu sobre a liberdade do software, encontramos os seguintes ideais:

Todas as pessoas deverão ter a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, partilhar, personalizar, modificar e melhorar o software para qualquer objetivo, sem ter que pagar direitos de licenciamento

Todas as aplicações deverão ser usadas por qualquer pessoa independentemente de sua linguagem materna ou de qualquer deficiência.

Segundo a Wikipédia, a Enciclopédia Livre, o nome Ubuntu deriva do conceito sul africano também denominado Ubuntu, que, traduzido significa “Humanidade para com os outros” ou “Sou o que sou pelos que nós somos” e continua com o trecho do Arcebispo Desmond Tutu em “Nenhum Futuro Sem Perdão”:

“Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, assegurada pelos outros, não sente intimidada que os outros sejam capazes e bons, para ele ou ela ter própria autoconfiança que vem do conhecimento que ele ou ela tem seu próprio lugar no grande todo.”

Usuários de Linux são apaixonados pelo sistema, pelas suas particularidades, como a famosa segurança do sistema, por ser um sistema UNIX-Like, por ter uma ampla comunidade on-line e pela colaboratividade na forma como o sistema é desenvolvido.

Por ser um sistema Open Source (de Código Fonte Aberto), qualquer pessoa com o mínimo conhecimento em programação pode fazer mudanças pessoais no sistema, mas exatamente este ponto, o de ser aberto, deixava a desejar quando alguns assuntos eram procurados por usuários novatos, que quando não recebiam a resposta “procure no Google” ou RTFM (abreviações para “Read The Fucking Manual” ou Leia o Maldito Manual), encontravam informações dispersas.

Eu, Carlos Eduardo, trabalho em uma livraria (Logos Livraria, em Vitória – ES) e tenho um blog1 que traz assuntos variados, desde músicas e clipes, até tutoriais complexos de como montar um sistema operacional personalizado, recebi alguns clientes na loja que trabalho em busca de material para iniciantes, ou, no mínimo, um livro que ensinasse os procedimentos básicos, por exemplo, como configurar o Ubuntu para rodar DVDs ou arquivos de MP3, ou então como rodar aplicativos exclusivos para Windows no Ubuntu e não encontravam um material que trouxesse tais assuntos. Encontravam livros de programação, de configuração de servidores e livros voltados para porção “corporativa” do Linux. De Ubuntu mesmo, nada específico.

Esta obra visa atender a esta demanda de pessoas que precisam de informações básicas, de comandos simples e uma linguagem informal, descontraída, sem os famosos jargões técnicos e que possa tornar mais agradável o uso do Ubuntu com música, vídeos, games e programas de edição de imagens, incluindo a opção de comprar músicas pela nova Ubuntu One Music Store, a funcionalidade de fazer cópia de segurança de dados na internet e a opção de personalização do sistema mas antes, vou deixar aqui os valores fundamentais do Ubuntu:

O Ubuntu será sempre gratuito e não existe custo extra para a “edição corporativa”. Nós disponibilizamos o nosso melhor produto sob os mesmos termos de liberdade.

O Ubuntu vem com suporte profissional em termos comerciais de centenas de companhias em todo o mundo, se precisar desses serviços. Cada versão do Ubuntu recebe gratuitamente atualizações de segurança durante 18 meses depois de um lançamento, algumas versões (LTS) são suportadas por um maior período de tempo.

O Ubuntu inclui a melhor infraestrutura de suporte a traduções e acessibilidade que a comunidade de aplicações informáticas livres têm para oferecer, de modo a tornar o Ubuntu útil pelo maior número possível de pessoas.

O Ubuntu é totalmente aderente ao princípio do desenvolvimento de aplicações informáticas livres; encorajamos as pessoas a usar aplicações de Código Fonte Aberto, a melhorar essas aplicações e a disponibilizarem-nas a outras pessoas.

Com esta obra, espero estar ajudando a uma pequena comunidade que cresce rapidamente e que é muito promissora e muito satisfeita.

1 O Orgulho Geek – http://orgulhogeek.net (ex O Pirata Digital)

As práticas descritas neste guia foram confeccionadas no Ubuntu 10.04 beta 1 e beta 2 e algumas telas podem diferenciar-se da versão final do sistema, mas é garantido seu funcionamento desde a versão 8.04.

Capítulo 1: Afinal, não é como aprender a andar outra vez

Se você está migrando de outra plataforma para o Ubuntu, as coisas podem ser um pouco diferentes, mas nem tanto, daquilo que você estava acostumado a fazer. Criar pastas, gerenciar, copiar e excluir arquivos, gravar CDs e DVDs e navegar pela internet serão tarefas parecidas com as que você fazia no outro sistema, porém, este capítulo irá mostrar como fazer estas tarefas simples, para o caso de dúvidas.

Além do fato de ser gratuito, o Ubuntu tem vantagens sobre o Windows: Vem com diversos aplicativos úteis prontos para uso; não é necessário o uso de softwares antivírus, pois o Ubuntu é construído sobre o Linux, Linux é imune a vírus e outras pragas virtuais criadas para atingir os indefesos usuários Windows, e o melhor: A cada seis meses é disponibilizada uma nova versão do Ubuntu, o que acelera e muito a chegada de novas tecnologias ao seu computador.

1.1. O que é Linux?

Muita gente confunde o Linux com o sistema operacional, mas não sabe que na verdade, o Linux nada mais é do que o kernel do sistema operacional. O kernel é o componente central da maioria dos sistemas operacionais e serve de ponte entre o sistema operacional (a parte que você vê na tela) e o hardware (as peças do computador).

O Ubuntu, assim como o Mandriva, o Fedora, o CentOS e outros, são sistemas operacionais construído sobre a solidez do kernel do Linux, logo, Ubuntu não é Linux. Linux, em uma comparação simples é o coração do Ubuntu. Assim como o Ubuntu usa o kernel do Linux, há uma versão do Ubuntu com o kernel Solaris, que recebe o nome “Nexenta”, entretanto, neste livro vamos abordar o Ubuntu construído sobre o Linux.

1.2. Adquirindo sua cópia do Ubuntu

O Ubuntu é um sistema operacional colaborativo, mas o comando por trás do sucesso deste sistema está nas mãos de uma empresa: a Canonical, que tem sua sede na Ilha de Man, na África do Sul.

Instalar o Ubuntu é por vezes mais fácil que instalar, por exemplo, o Windows XP ou outra versão, mas, diferentemente destes sistemas, não existe pirataria no software livre, exatamente pelo fato dele ser livre, mesmo que hajam softwares

livres e pagos (que não é o caso do Ubuntu, que é gratuito) e você pode adquiri-lo de várias formas, são elas;

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