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Guias e Dicas
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Como Elaborar uma Monografia (ABNT), Manuais, Projetos, Pesquisas de Educação Física

manual para elaborar uma monografia

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2010

Compartilhado em 23/09/2010

najala-matos-4
najala-matos-4 🇧🇷

4.5

(95)

127 documentos

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Baixe Como Elaborar uma Monografia (ABNT) e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Educação Física, somente na Docsity! MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS LISTA DE ABREVIATURAS A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT fixou a norma NBR-10522 em outubro de 1988 com o objetivo de uniformizar abreviaturas, em português, na redação de documentos em geral, especialmente monografias, conforme alguns exemplos apresentados no quadro a seguir: TERMOS ABREVIATURAS abril abr. acompanhamento acomp. adaptação adapt. adaptado (a) adapt. adaptador adapt. agosto ago. altitude alt. anônimo anôn. artigo art. autor (es) A., AA. bibliografia bibliogr. capítulo (s) cap. citação cit. citado (a) cit. co-edição co-ed. coordenador (a) coord. datilografado datil. dezembro dez. dicionário dic. direção, diretor (a) dir. dissertação diss. e outros et.al. e seguintes (et sequens) et.seq. edição, editado(a), editor (a) ed. encadernação, encadernado(a) enc. enciclopédia encicl. série ser. setembro set. sumário sum. tabela (s) tab. tipografia, tipográfico tip. título tít. tomo t. tradução, tradutor (a) trad. veja tambem, ver também v. tb. vocabulário vocab. volume (s) v., Vol. xerografia, xerográfico (a) xerogr. 1. INTRODUÇÃO Desde 1984, em função da resolução 11/84 do Conselho Federal de Educação, atual Conselho Nacional de Educação, foi instituída a obrigatoriedade da elaboração de uma monografia como trabalho de conclusão do curso de Ciências Econômicas, cujo objetivo é a elaboração um estudo que possibilite ao aluno utilizar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Aliás, a exigência da elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), como é o caso da monografia, não é exclusiva do curso de Ciências Econômicas senão que, faz parte de diversos currículos para diferentes cursos. Chega o dia em que todos os cursos superiores farão essa exigência. Destarte, este manual tem por objetivo contribuir de tal sorte que, tanto os alunos que devem elaborar sua monografia, quanto seus professores orientadores, possam encontrar subsídios que os permitam encontrar os parâmetros minimamente necessários para essa empreitada. É sabido que a elaboração de um trabalho científico, como, por exemplo, uma monografia, exige de seu autor uma boa dose de determinação e de humildade científica. Determinação para não esmorecer em nenhuma etapa do trabalho e, humildade científica para perceber que o conhecimento é algo tão amplo que nos torna muito pequenos diante do que há para saber. 2 PROJETO DE PESQUISA A fase inicial do trabalho é a elaboração de um projeto de pesquisa. Nele serão definidos o tema e o problema a serem analisados. É no projeto que o aluno diz como chegou a origem do problema, explicitando os motivos que o levaram a abordagem do assunto. O projeto deverá conter, na medida do possível, as seguintes partes: Identificação do tema e do problema da pesquisa; Objetivos gerais da pesquisa; Objetivos específicos da pesquisa; Teorias e conceitos a serem utilizados; Hipóteses da pesquisa; Métodos e técnicas a serem utilizadas; Cronograma de atividades; Referências bibliográficas do projeto de pesquisa; Bibliografia sugerida ou a ser consultada. A seguir, o projeto de pesquisa deve ser encaminhado ao professor orientador, para análise e eventuais alterações e/ou correções. Nesse sentido, é importante que o professor orientador se reúna, o mais rapidamente possível, com seus orientados para: comentar o projeto de pesquisa; definir o plano de trabalho para o ano letivo; e, indicar contatos e bibliografia a ser consultada. Cabe salientar a importância do projeto de pesquisa no processo de produção da monografia porque ele permite ao aluno definir e planejar o caminho que pretende seguir no desenvolvimento de seu estudo. Em outras palavras, é no projeto de pesquisa que se explicita as etapas, os instrumentos e a estratégia a ser adotada. 2.1 Identificação do tema e do problema de pesquisa 2.1.1 Tema O tema é, especificamente, o assunto no qual o aluno trabalhará. Assim, a escolha do tema é fundamental para que o aluno trabalhe com afinco e determinação. A primeira coisa a se fazer é buscar um tema pelo qual se tenha uma forte atração. Deve-se evitar temas sobre os quais não se tenha esse predicado. Por outro lado, o tema escolhido deve ser algo que o aluno e seu orientador julguem de real importância no cenário científico. Temas sem importância se transformarão em monografias sem importância, o que, liminarmente, depõe contra o trabalho. A importância do tema tanto pode levar a elaboração de uma monografia de cunho eminentemente teórico, quanto prático. Finalmente, deve-se atentar para a originalidade do tema, até porque quanto maior for o grau de originalidade, tanto maior será o interesse da comunidade em relação à monografia. Isso não significa necessariamente que o tema deva ser absolutamente original, mas que a forma de tratá-lo, sim. 2.1.2 Problema Identificado o tema, este deve ser problematizado, ou seja, transformado em um problema delimitado e específico. O problema de pesquisa deve ser entendido como uma espécie de indagação, carente de respostas, cuja solução deverá acontecer por meio de pesquisa e, se possível, de experimentação, que antecede a hipótese. Por exemplo, se o tema trata de finanças, o problema pode analisar de que forma a administração das finanças interfere no desempenho da empresa, tanto do ponto-de-vista de custos, como de lucratividade; se esse raciocínio é valido para qualquer tipo de empresa ou somente para as de médio porte; etc. Enfim, o problema deve ser suficientemente interessante e que possa propor diferentes explicações para suas causas, o que acabará por ensejar as hipóteses a ser verificadas. Importante lembrar que, ao longo da pesquisa o pesquisador deverá ter o cuidado de basear seu estudo dentro de uma ou mais linhas teóricas de modelos de crescimento ou de desenvolvimento econômico, tais como a evolução da taxa de crescimento da economia brasileira como um todo ou, setorialmente, num período dado de tempo. 2.1.2.1 Algumas sugestões para a escolha do tema e sua problematização: Estudos conjunturais Os estudos conjunturais são elaborados a partir de modelos macroeconômicos, como por exemplo, a analise e a interpretação das fases de crescimento, recessão ou estagnação. 2.6 Métodos e técnicas A falta de prática da pesquisa científica torna a escolha dos métodos e das técnicas um dos pontos frágeis para o desenvolvimento da investigação acadêmica. Sabe-se de várias definições utilizadas para expressar o que significam, porém, Galliano sugere de forma bastante sintética, que "método é um conjunto de etapas, ordenadamente dispostas, a serem vencidas na investigação da verdade, no estudo de uma ciência ou para alcançar determinado fim" (GALLIANO, 1986: 6). Dessa maneira, método é entendido como uma espécie de planejamento, uma estratégia para alcançar um determinado resultado que pressupõe um ordenamento seqüencial, cujas etapas facilitam atingir o objetivo almejado. Por outro lado, Galliano (1986), diz que "técnica é o modo de fazer de forma mais hábil algum tipo de atividade, arte ou ofício" (GALLIANO, 1986: 6), compreendida por um conjunto de operações (artística, científica ou industrial) que utiliza instrumentos ou materiais considerados importantes para cumprir as etapas planejadas. Comparativamente pode-se dizer que método corresponde à estratégia de uma atividade ao estabelecer quais as etapas a serem vencidas ordenadamente para que se alcance um fim, enquanto que a técnica corresponde à tática quando indica o como fazer. Por exemplo: na guerra pode-se dizer que a adoção de uma estratégia (planejamento) acertada pode levar à vitória, enquanto que a tática (recursos técnicos) adequada permite ganhar uma batalha. Isto porque, "um mesmo método permite a utilização de técnicas distintas; entre elas, porém, haverá uma mais adequada do que as demais" (GALLIANO, 1986: 8). No caso das pesquisas científicas, métodos e técnicas são tão próximos e complementares que, via de regra, são confundidos. Cabe lembrar ao aluno que se torna pouco útil o acesso aos diversos tipos de recursos tecnológicos (computadores, bibliotecas) para o desenvolvimento de sua monografia se, antes disso, ele não souber planejar e decidir o que quer pesquisar. Assim sendo, inicialmente é necessário estabelecer a estratégia para depois utilizar a tática. 2.6.1 Métodos de abordagem e de procedimento Eva Maria Lakatos (1991), costuma fazer uma classificação interessante ao estabelecer distinções entre os métodos de abordagem e os de procedimento. Para ela: Métodos de Abordagem são aqueles que tratam o problema de pesquisa em nível de abstração mais elevado, ou seja, se caracterizam por abordagens mais amplas. São eles: o método indutivo e o método dedutivo. - Método indutivo é assim denominado devido ao fato de que a investigação de coisas particulares podem conduzir ao conhecimento de uma verdade geral. Portanto, considera-se que existe verdade nas coisas, na realidade, no universo, cabendo ao homem descobri-la, através do uso da razão, para construir o conhecimento científico nas diferentes áreas. Há autores que consideram a indução como sendo responsável pelo conhecimento por experiência ou experimentação. Ela se elevaria dos fatos às leis científicas. Por exemplo: a necessidade de controlar o vírus HIV objetivando encontrar solução para os portadores de AIDS. Se, dentre as hipóteses de solução existentes, alguma delas conseguir controlar o problema através de experimentações e de comprovação, então esse conhecimento, restrito à situação da pesquisa, poderá ser generalizado a outras circunstâncias semelhantes (portadores do vírus HIV), sob a forma de teoria. Em Economia pode-se exemplificar a indução dizendo que: o aumento da carga tributária reduz a renda disponível e logo a demanda, o que por sua vez ajudaria a conter a inflação. - Método dedutivo é assim denominado porque demonstra que de uma ou de várias proposições tidas como verdadeiras (teorias científicas comprovadas), é possível verificá-las em uma circunstância semelhante (situação que está sendo estudada), através da utilização do raciocínio lógico dedutivo ou demonstrativo. Trata-se de uma cadeia de raciocínios que considera uma fórmula geral como referência para explicar uma situação particular (especial). Seria a tentativa de solucionar problemas com o auxílio de teorias e leis, comprovadamente reconhecidas, para predizer a ocorrência em fenômenos específicos. Exemplo: todas as empresas capitalistas buscam maximizar os lucros. Como a Exxon é uma empresa capitalista, então ela maximiza lucros. Métodos de Procedimento são responsáveis pelo desenvolvimento de etapas mais concretas da pesquisa, portanto, são mais explicativos e menos abstratos. São eles: Método Histórico, Método Comparativo, Método Estatístico. - Método histórico: parte do princípio que os fenômenos atuais têm sua origem determinada no passado, daí a importância de compreende-los a partir de suas raízes. Dessa forma, torna-se possível verificar as formas atuais do fenômeno e detectar-lhes possíveis influências sofridas ao longo do tempo. - Método comparativo: realiza comparações com o propósito de verificar semelhanças e explicar diferenças. Pode ser usado tanto para comparar conjuntos no presente, quanto no passado ou entre os atuais e os antigos. Normalmente é usado em observações de largo alcance, tais como o desenvolvimento da sociedade capitalista ou de diferentes fases da atividade econômica. - Método estatístico: é o que busca reduzir os fenômenos econômicos, sociológicos ou políticos a termos quantitativos e de manipulação estatística, o que permite comprovar as correlações dos fenômenos e obter generalizações sobre sua natureza, ocorrência ou significado. 2.6.2 Técnicas As técnicas compõem o conjunto de procedimentos que serão utilizados na elaboração da monografia. São elas que permitem o autor decidir "como fazer" seu trabalho. As técnicas se distinguem do método porque um mesmo método permite a utilização de várias técnicas. Uma dessas técnicas é a pesquisa documental onde o aluno poderá usar dados primários ou secundários na elaboração de sua monografia. Seguem-se alguns exemplos de fontes de dados primários: Bibliotecas públicas ou particulares; Sindicatos patronais ou de empregados; Órgãos do governo (Ministérios, Secretarias, Banco Central); Fundações (Fipe, Dieese); Federações (da indústria, do comércio); Alem disso, há as fontes de dados secundários. Nesse sentido, seguem-se alguns exemplos: Obras escritas ou eletrônicas; Jornais; Revistas; Internet. Outra técnica é a entrevista, ou seja, o contato direto do pesquisador com seu informante. O objetivo é conseguir informações diretas que corroborem na execução do trabalho. A entrevista pode ser dirigida ou livre, de acordo com as necessidades do pesquisador. Por sua vez, o questionário é muito interessante para a pesquisa de campo e pode conseguir dados para a análise estatística ou econométrica. técnica bastante utilizada nos estudos de caso. autor venha declarado no texto, coloca-se o ano da publicação e o número da página, entre parênteses. Nas citações originárias de revistas e/ou jornais, em que não há condições de identificar a autoria do texto, cita-se a revista e/ou o jornal, seu número e/ou data de publicação. Deve-se evitar as citações referentes a assuntos amplamente divulgados, rotineiros ou de domínio público, bem como a publicações de natureza didática, como as monografias e apostilas, que reproduzam em forma resumida os trabalhos originais. Nestes casos, é aconselhável consultar o original. Isto não impede que sejam citados trabalhos didáticos quando eles oferecem contribuições originais. Os alunos podem e devem consultar trabalhos didáticos para verificar como outros autores desenvolveram seus temas. 4.4 Tipos de citações A citação direta é uma cópia literal do texto. Transcrevem-se geralmente, leis, decretos, regulamentos, fórmulas científicas ou trechos de obras. O tamanho da citação determinará sua localização no trabalho. Se a citação tiver até três linhas, virá incorporada ao parágrafo, entre aspas duplas. As citações com mais de três linhas ficarão abaixo do parágrafo, em bloco, com início sob a linha anterior, a quatro cm à direita da tabulação, em espaço simples. Ao final da citação indica-se o autor, o ano de publicação e a página da qual foi conseguida a referência. Exemplo: (ANTUNES, 1997: 62). A citação indireta é a reprodução das idéias de um autor citado, sem sua transcrição. Enquanto que no caso anterior transcreve-se literalmente o texto, neste caso utiliza-se a idéia ou a linha de raciocínio. Então a referência ao autor será feita citando-se seu sobrenome em maiúsculas, seguido do ano de publicação da obra entre parêntesis. Por exemplo: CAMARGO (1984), pensa que... A citação de citação é a menção de um documento ao qual não se teve acesso diretamente. Ocorre quando o pesquisador encontra uma citação dentro de uma obra que está consultando (portanto, indiretamente). Neste caso, deve-se proceder da seguinte forma: ...segundo PEREIRA apud CAMARGO, "a tributação é muito importante" (PEREIRA apud CAMARGO, 1985:34). Importante lembrar que a citação de citação só deve ser utilizada em casos extremos. O ideal é consultar a própria fonte. 4.5 Localização das Citações As citações podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. 5. ELEMENTOS DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Seguindo as determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, na norma NBR-6023/2002, as referências bibliográficas representam o conjunto de elementos que permitem a identificação de documentos consultados pelo pesquisador para a elaboração de seu trabalho cientifico, e servem de fonte de pesquisa para novas investigações. É fundamental que o pesquisador elabore uma lista de referências bibliográficas e a insira no final da redação de seu trabalho, em página separada, com o título REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS alinhado à esquerda, em letras maiúsculas, tamanho 16, fonte times new roman e negrito. As obras deverão ser listadas em ordem alfabética. 5.1 São três os elementos essenciais das referências bibliográficas, que permitem a identificação de qualquer documento: 1. Sobrenome do (s) autor (es), prenome (s). 2. Título da publicação (em negrito) – subtítulo (sem negrito). 3. Número da edição. 3.1 local da publicação: 3.2 nome da editora, 3.3 ano da publicação. Exemplos de elementos essenciais nas referências bibliográficas: a) Obras produzidas por um, dois ou três autores: BARAZAL, Neusa Romero. Yanomami – um povo em luta pelos direitos humanos. São Paulo: EDUSP, 2001. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 4ed. São Paulo: Atlas, 1981. MUSGRAVE, Richard A.; MUSGRAVE, Peggy B. Finanças Públicas – teoria e prática. São Paulo: Editora Campus, 1980. VASCONCELLOS, Marco A. Sandoval de; GREMAUD, Amaury P.; TONETO JUNIOR, Rudnei. Economia Brasileira Contemporânea – para cursos de economia e administração. São Paulo: Atlas, 1996. b) Obras com mais de 3 autores: (deve-se mencionar um autor seguido da expressão et al.) COOK, A. C., et al. Full cost pricing I the multiproduct firm. Victoria: Economic Record, 1956, v.32, n.3. c) Obras produzidas por entidades coletivas (órgãos governamentais, empresas, institutos, congressos, conferências, etc.): nestes casos deve-se citar inicialmente a entidade responsável pela obra, cujo nome deve ser escrito por extenso. Seguem-se alguns exemplos: EMPRESA GOIANA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Relatório técnico 1981. Goiânia: 1982. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Faculdade de Veterinária. Histórico da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense – Diagnósticos da situação. Niterói: 1980. BRASIL. Ministério da Agricultura. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. Carrapato, berne e bicheira no Brasil. Brasília: 1984. CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 35° , 1988, Belém. Anais. São Paulo: Sociedade Brasileira de Geologia, 1988. d) Referências obtidas em TCCs (trabalhos de conclusão de curso), dissertações de mestrado, teses de doutoramento ou de livre-docência: ALVAREZ, Ramon Barazal. O principio da eqüidade tributaria e o tratamento dado às pequenas empresas. Dissertação de Mestrado, Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo: 2000. e) Artigo de jornal assinado: PINTO, J. N. Programa explora tema raro na TV. O Estado de São Paulo, São Paulo: 8.2.1975, caderno 2, p.7. SIMÕES, Gilda N. A educação da vontade. O Estado de São Paulo, São Paulo: 31.10.1976, Suplemento Cultural, p.2. f) Artigo de jornal não assinado: Economista recomenda investimento no ensino. O Estado de São Paulo, São Paulo: 24.5.1977, p.21. g) Artigo de revista assinado: VIEIRA, Marceu. O ataque da receita. Revista Época, Rio de Janeiro: 28.08.2000, ano III, n.19, p. 99. h) Artigo de revista não assinados: Procede-se como no item "f". i) Meio Eletrônico (obras consultadas on line): Considerações Finais ou Conclusão Referências Bibliográficas Glossário Anexos 6.1 Capa Deve conter os dados identificadores da instituição de ensino, o título do trabalho e o local e o ano de produção. Não é numerada e nem conta para a numeração das páginas da monografia. Deve obedecer a cor determinada pela Coordenação de Monografias para aquele ano letivo. Obs.: quando da encadernação, deve-se atentar par a "lombada". Modelo: CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E ADMINISTRATIVAS A ECONOMIA DO BRASIL SANTO ANDRÉ – SP 2003 6.2 Página de rosto Depois da capa, o leitor deve encontrar uma página em branco, seguida da página de rosto da monografia, cujo modelo vem a seguir: CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E ADMINISTRATIVAS A ECONOMIA DO BRASIL NOME DO(A) ALUNO(A) Número do(a) aluno(a) Monografia apresentada à Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas do Centro Universitário Fundação Santo André, como exigência regimental para a obtenção do título de bacharel em Ciências Econômicas. Professor Orientador: Nome completo do Professor 6.3 Dedicatória É de caráter facultativo. De preferência deve ser concisa e evitar detalhes. Segue-se um modelo: Dedicada aos meus pais. 6.4 Página de Agradecimento A página de agradecimento é de caráter facultativo. Dirige-se a instituições ou a pessoas, a critério do autor. Possui somente o texto de agradecimento que, em espaço dois, deve ficar situado na parte direita inferior da página. Modêlo: agradeço a todos os que contribuíram para a realização deste trabalho. 6.5 Sumário O sumário é colocado no início do trabalho após a dedicatória e os agradecimentos. Inicia-se pelas listas de tabelas/quadros/figuras, de abreviaturas; segue-se pelo resumo, abstract, introdução, capítulos e considerações finais (conclusão); e, termina pelas referências bibliográficas, glossário e anexos. A numeração das páginas deve ser feita em algarismos romanos minúsculos (i; ii; iii; iv; v; etc.) desde a lista de tabelas até o abstract. A partir da introdução, a numeração deverá ser em algarismos arábicos (1; 2; 3; etc.) até o final do trabalho (anexos). Em ambos os casos os números devem aparecer no alto da página e a direita. 6.6 Lista de tabelas/quadros/gráficos Ao longo do texto cada tabela/quadro/gráfico deve ser identificada por um título e pela fonte de onde foi extraída (se for o caso). O título deve estar no alto alinhado pela esquerda, enquanto que a fonte deve estar abaixo, alinhada pela esquerda. Na lista de tabelas/quadros/gráficos, todas as tabelas deverão ser ordenados numericamente com números romanos maiúsculos. 6.7 Lista de figuras Ao longo do texto cada figura (diagramas, mapas e ilustrações) deve ser identificada por um título e pela fonte de onde foi extraída (se for o caso). O título deve estar no alto alinhado pela esquerda, enquanto que a fonte deve estar abaixo, alinhada pela esquerda. A lista das figuras deve ser ordenada numericamente e relacionada com números romanos maiúsculos. 6.8 Lista de abreviaturas e siglas Relacionam-se numa única lista as abreviaturas e as siglas, em ordem alfabética, que foram utilizadas no decorrer do texto, com seus respectivos significados. 6. 9 Resumo O resumo deve apresentar, de forma concisa, a essência da monografia, indicando a natureza do problema analisado, a metodologia utilizada e as principais conclusões. Deve ter uma lauda e é obrigatório. 6.10 Abstract É o mesmo texto do resumo, porém em inglês. Sua apresentação também é obrigatória. 6.11 Introdução Como visto anteriormente, a introdução tem por objetivo apresentar o trabalho ao leitor de forma sintética. O autor explicará as razões que o levaram a escolher o tema e os objetivos que perseguiu durante a investigação. Mostrará, ademais, como o trabalho será desenvolvido, sua seqüência lógica. São as seguintes as idéias que deverão constar da introdução: Inicialmente o tema de ser apresentado, identificando o problema de forma clara, situando-o no tempo e no espaço. Deve-se justificar a escolha do tema, indicar a metodologia utilizada, bem como outros pontos que o autor considerar relevantes. Em seguida, deve-se mostrar, por capítulos, como o assunto será desenvolvido, quais seus os pontos principais, as deduções mais importantes, até chegar-se à conclusão. Margem inferior: 2 mm. Margem direita: 2 mm. 7.4 Numeração das páginas A numeração das páginas não considera a capa, folha de rosto, a dedicatória, agradecimentos, e o sumário. Todas as demais contam. A numeração das páginas das listas deve ser feita com algarismos romanos minúsculos (i,ii,iii.iv,v, etc.) desde a lista de tabelas até o abstract. A partir da introdução até os anexos, devem ser numeradas com algarismos arábicos (1,2,3,4,5). O número deverá ser colocado à direita e ao alto da página. 7.5 Títulos e subtítulos Cada capítulo deve começar em nova página. Seu título deve ser alinhado pela esquerda, em letras maiúsculas, fonte times new roman, em negrito, tamanho 16. Os subtítulos, também em negrito, devem estar em letras minúsculas, excetuando-se a primeira, a partir da margem esquerda. Neste caso usa-se tamanho 14. 7.6 Notas de rodapé As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos adicionais, comprovar ou justificar uma informação, ou fazer ligações com outras partes do texto. Também há situações em que as notas de rodapé apresentam referências bibliográficas. Nesses casos, utiliza-se o sistema numérico de identificação no texto e no rodapé. Exemplo: No texto: De acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira, é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria. No rodapé: Vide abaixo. 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023. Informação e documentação. Referências e elaboração. Rio de Janeiro, ago.2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520. Informação e documentação. Citações em documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, Ago.2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR. 6032. Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. Rio de Janeiro, ago.1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10522. Abreviação na descrição bibliográfica. Rio de Janeiro, out.1988 AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica – diretrizes para a elaboração de trabalhos acadêmicos. 4ed. Piracicaba: Editora Unimep, 1996. GIL, Antonio Carlos. Técnicas de pesquisa em economia. São Paulo: Atlas, 1988. HÜBNER, Maria Martha. Guia para elaboração de monografias e projetos de dissertação. São Paulo: Pioneira, 1998. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa. 2ed. São Paulo: Atlas, 1990. . Metodologia científica. 2ed. São Paulo: Atlas, 1991. MARTINS, Gilberto de A. ; LINTZ, Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000. MONTEIRO, Gilson. Guia para a elaboração de projetos, trabalhos de conclusão de curso (TCCs), dissertações e teses. São Paulo: Edicon, 1998. MUSSE, Luciana Barbosa. Normas para apresentação de monografia. São Bernardo do Campo: Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, 1999. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica – projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 1997. SÁ, Elisabeth S. de. et al. Manual de normalização de trabalhos técnicos, científicos e culturais. 2ed. Petrópolis: Vozes, 1996. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21ed. São Paulo: Cortez Editora, 2000. VIEIRA, Sonia. Como escrever uma tese. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1991. 9 ANEXOS ANEXO I: Endereços da Internet Entidade Endereço ABNT – Associação Brasileira de Normas www.abnt.org.br Técnicas Banco Central do Brasil www.bcb.gov.br Bireme – Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde www.bireme.br/P/pDescr.htm Britsh Council E-mail: saopaulo@britcoun.org.br Capes – Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior www.capes.gov.br CNPq – Conselho Nacional de Desenv. Científico e Tecnológico www.cnpq.br Comissão Fulbrigth – Comissão para o Intercâmbio Educacional entre os EUA e o Brasil E-mail:fulbrigth@ibase.br fulb@omega.incc.br Comut – Programa de Comutação Bibliográfica www.ct.ibict.br:8000/comut/html/principal.htm Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras www.crub.org.br/crubinfo.htm Conselho Regional de Administração – CRA - SP www.crasp.com.br Curso de Administração – PUC/SP www.pucsp.br/areas/cursos/admempr.html Curso de Administração Pública da Unesp www.unesp.br/scripts/prograd/prograd Daad – Serviço Alemão de intercâmbio Acadêmico www.daad.de E-mail: daad.rj@nc-rj.rnp.br Depto de Administração da Universidade de Brasília www.unb.br./admin/pa100000.html Faculdade de Administ.e Ciências Cont. da UFRJ www.ufrj.br/facc Administradores Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo www.usp.br/sibi/sibi.html ou www.usp.br/sibi/sibiconv.html TV Cultura Programa Nossa Língua Portuguesa www.tvcultura.com.br/resguia/portug/guia1.htm Universidade de São Paulo www.usp.br Universidade Federal de Minas Gerais www.bu.ufmg.br Fonte: MARTINS, Gilberto de A.; LINTZ, Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Atlas. São Paulo. 2000. p.84. ANEXO II: Pesquisa Inteligente na Internet Sinal/Termo Utilização Exemplo " " (aspas) Para definir uma frase na ordem desejada "Presidente Fernando Henrique Cardoso". Assim evitam-se resultados como ‘O presidente foi à Rua Cardoso’ * (asterisco) Para conseguir respostas que comecem com parte de uma palavra comunis* trará textos relacionados a, por exemplo, comunismo e comunista - (menos) Para eliminar uma palavra ou frase no resultado salada-tomate trará sites que contenham a palavra salada, porém sem o ingrediente tomate t: antes de digitar uma palavra Para que a palavra seguinte ao símbolo ‘t:’ apareça no título do site pesquisado t: FHC trará sites que contenham no título a sigla FHC u: antes de digitar uma palavra Para que a palavra seguinte ao símbolo ‘u:’ faça parte do endereço do site pesquisado u: FHC trará sites que contenham a sigla FHC no endereço do site, tais como www.fhc.com.br ou www.buscar.com.br/fhc.htm e (ou and) Para achar duas ou mais palavras em uma mesma página sapato e tênis e sandália ou (ou or) Para achar qualquer uma das palavras digitadas sapato ou tênis ou sandália MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS LISTA DE ABREVIATURAS A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT fixou a norma NBR-10522 em outubro de 1988 com o objetivo de uniformizar abreviaturas, em português, na redação de documentos em geral, especialmente monografias, conforme alguns exemplos apresentados no quadro a seguir: TERMOS ABREVIATURAS abril abr. acompanhamento acomp. adaptação adapt. adaptado (a) adapt. adaptador adapt. agosto ago. altitude alt. anônimo anôn. artigo art. autor (es) A., AA. bibliografia bibliogr. capítulo (s) cap. citação cit. citado (a) cit. co-edição co-ed. coordenador (a) coord. datilografado datil. dezembro dez. dicionário dic. direção, diretor (a) dir. dissertação diss. e outros et.al. e seguintes (et sequens) et.seq. edição, editado(a), editor (a) ed. encadernação, encadernado(a) enc. enciclopédia encicl. série ser. setembro set. sumário sum. tabela (s) tab. tipografia, tipográfico tip. título tít. tomo t. tradução, tradutor (a) trad. veja tambem, ver também v. tb. vocabulário vocab. volume (s) v., Vol. xerografia, xerográfico (a) xerogr. 1. INTRODUÇÃO Desde 1984, em função da resolução 11/84 do Conselho Federal de Educação, atual Conselho Nacional de Educação, foi instituída a obrigatoriedade da elaboração de uma monografia como trabalho de conclusão do curso de Ciências Econômicas, cujo objetivo é a elaboração um estudo que possibilite ao aluno utilizar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Aliás, a exigência da elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), como é o caso da monografia, não é exclusiva do curso de Ciências Econômicas senão que, faz parte de diversos currículos para diferentes cursos. Chega o dia em que todos os cursos superiores farão essa exigência. Destarte, este manual tem por objetivo contribuir de tal sorte que, tanto os alunos que devem elaborar sua monografia, quanto seus professores orientadores, possam encontrar subsídios que os permitam encontrar os parâmetros minimamente necessários para essa empreitada. É sabido que a elaboração de um trabalho científico, como, por exemplo, uma monografia, exige de seu autor uma boa dose de determinação e de humildade científica. Determinação para não esmorecer em nenhuma etapa do trabalho e, humildade científica para perceber que o conhecimento é algo tão amplo que nos torna muito pequenos diante do que há para saber. 2 PROJETO DE PESQUISA A fase inicial do trabalho é a elaboração de um projeto de pesquisa. Nele serão definidos o tema e o problema a serem analisados. É no projeto que o aluno diz como chegou a origem do problema, explicitando os motivos que o levaram a abordagem do assunto. O projeto deverá conter, na medida do possível, as seguintes partes: Identificação do tema e do problema da pesquisa; Objetivos gerais da pesquisa; Objetivos específicos da pesquisa; Teorias e conceitos a serem utilizados; Hipóteses da pesquisa; Métodos e técnicas a serem utilizadas; Cronograma de atividades; Referências bibliográficas do projeto de pesquisa; Bibliografia sugerida ou a ser consultada. A seguir, o projeto de pesquisa deve ser encaminhado ao professor orientador, para análise e eventuais alterações e/ou correções. Nesse sentido, é importante que o professor orientador se reúna, o mais rapidamente possível, com seus orientados para: comentar o projeto de pesquisa; definir o plano de trabalho para o ano letivo; e, indicar contatos e bibliografia a ser consultada. Cabe salientar a importância do projeto de pesquisa no processo de produção da monografia porque ele permite ao aluno definir e planejar o caminho que pretende seguir no desenvolvimento de seu estudo. Em outras palavras, é no projeto de pesquisa que se explicita as etapas, os instrumentos e a estratégia a ser adotada. 2.1 Identificação do tema e do problema de pesquisa 2.1.1 Tema O tema é, especificamente, o assunto no qual o aluno trabalhará. Assim, a escolha do tema é fundamental para que o aluno trabalhe com afinco e determinação. A primeira coisa a se fazer é buscar um tema pelo qual se tenha uma forte atração. Deve-se evitar temas sobre os quais não se tenha esse predicado. Por outro lado, o tema escolhido deve ser algo que o aluno e seu orientador julguem de real importância no cenário científico. Temas sem importância se transformarão em monografias sem importância, o que, liminarmente, depõe contra o trabalho. A importância do tema tanto pode levar a elaboração de uma monografia de cunho eminentemente teórico, quanto prático. Finalmente, deve-se atentar para a originalidade do tema, até porque quanto maior for o grau de originalidade, tanto maior será o interesse da comunidade em relação à monografia. Isso não significa necessariamente que o tema deva ser absolutamente original, mas que a forma de tratá-lo, sim. 2.1.2 Problema Identificado o tema, este deve ser problematizado, ou seja, transformado em um problema delimitado e específico. O problema de pesquisa deve ser entendido como uma espécie de indagação, carente de respostas, cuja solução deverá acontecer por meio de pesquisa e, se possível, de experimentação, que antecede a hipótese. Por exemplo, se o tema trata de finanças, o problema pode analisar de que forma a administração das finanças interfere no desempenho da empresa, tanto do ponto-de-vista de custos, como de lucratividade; se esse raciocínio é valido para qualquer tipo de empresa ou somente para as de médio porte; etc. Enfim, o problema deve ser suficientemente interessante e que possa propor diferentes explicações para suas causas, o que acabará por ensejar as hipóteses a ser verificadas. Importante lembrar que, ao longo da pesquisa o pesquisador deverá ter o cuidado de basear seu estudo dentro de uma ou mais linhas teóricas de modelos de crescimento ou de desenvolvimento econômico, tais como a evolução da taxa de crescimento da economia brasileira como um todo ou, setorialmente, num período dado de tempo. 2.1.2.1 Algumas sugestões para a escolha do tema e sua problematização: Estudos conjunturais Os estudos conjunturais são elaborados a partir de modelos macroeconômicos, como por exemplo, a analise e a interpretação das fases de crescimento, recessão ou estagnação. 2.6 Métodos e técnicas A falta de prática da pesquisa científica torna a escolha dos métodos e das técnicas um dos pontos frágeis para o desenvolvimento da investigação acadêmica. Sabe-se de várias definições utilizadas para expressar o que significam, porém, Galliano sugere de forma bastante sintética, que "método é um conjunto de etapas, ordenadamente dispostas, a serem vencidas na investigação da verdade, no estudo de uma ciência ou para alcançar determinado fim" (GALLIANO, 1986: 6). Dessa maneira, método é entendido como uma espécie de planejamento, uma estratégia para alcançar um determinado resultado que pressupõe um ordenamento seqüencial, cujas etapas facilitam atingir o objetivo almejado. Por outro lado, Galliano (1986), diz que "técnica é o modo de fazer de forma mais hábil algum tipo de atividade, arte ou ofício" (GALLIANO, 1986: 6), compreendida por um conjunto de operações (artística, científica ou industrial) que utiliza instrumentos ou materiais considerados importantes para cumprir as etapas planejadas. Comparativamente pode-se dizer que método corresponde à estratégia de uma atividade ao estabelecer quais as etapas a serem vencidas ordenadamente para que se alcance um fim, enquanto que a técnica corresponde à tática quando indica o como fazer. Por exemplo: na guerra pode-se dizer que a adoção de uma estratégia (planejamento) acertada pode levar à vitória, enquanto que a tática (recursos técnicos) adequada permite ganhar uma batalha. Isto porque, "um mesmo método permite a utilização de técnicas distintas; entre elas, porém, haverá uma mais adequada do que as demais" (GALLIANO, 1986: 8). No caso das pesquisas científicas, métodos e técnicas são tão próximos e complementares que, via de regra, são confundidos. Cabe lembrar ao aluno que se torna pouco útil o acesso aos diversos tipos de recursos tecnológicos (computadores, bibliotecas) para o desenvolvimento de sua monografia se, antes disso, ele não souber planejar e decidir o que quer pesquisar. Assim sendo, inicialmente é necessário estabelecer a estratégia para depois utilizar a tática. 2.6.1 Métodos de abordagem e de procedimento Eva Maria Lakatos (1991), costuma fazer uma classificação interessante ao estabelecer distinções entre os métodos de abordagem e os de procedimento. Para ela: Métodos de Abordagem são aqueles que tratam o problema de pesquisa em nível de abstração mais elevado, ou seja, se caracterizam por abordagens mais amplas. São eles: o método indutivo e o método dedutivo. - Método indutivo é assim denominado devido ao fato de que a investigação de coisas particulares podem conduzir ao conhecimento de uma verdade geral. Portanto, considera-se que existe verdade nas coisas, na realidade, no universo, cabendo ao homem descobri-la, através do uso da razão, para construir o conhecimento científico nas diferentes áreas. Há autores que consideram a indução como sendo responsável pelo conhecimento por experiência ou experimentação. Ela se elevaria dos fatos às leis científicas. Por exemplo: a necessidade de controlar o vírus HIV objetivando encontrar solução para os portadores de AIDS. Se, dentre as hipóteses de solução existentes, alguma delas conseguir controlar o problema através de experimentações e de comprovação, então esse conhecimento, restrito à situação da pesquisa, poderá ser generalizado a outras circunstâncias semelhantes (portadores do vírus HIV), sob a forma de teoria. Em Economia pode-se exemplificar a indução dizendo que: o aumento da carga tributária reduz a renda disponível e logo a demanda, o que por sua vez ajudaria a conter a inflação. - Método dedutivo é assim denominado porque demonstra que de uma ou de várias proposições tidas como verdadeiras (teorias científicas comprovadas), é possível verificá-las em uma circunstância semelhante (situação que está sendo estudada), através da utilização do raciocínio lógico dedutivo ou demonstrativo. Trata-se de uma cadeia de raciocínios que considera uma fórmula geral como referência para explicar uma situação particular (especial). Seria a tentativa de solucionar problemas com o auxílio de teorias e leis, comprovadamente reconhecidas, para predizer a ocorrência em fenômenos específicos. Exemplo: todas as empresas capitalistas buscam maximizar os lucros. Como a Exxon é uma empresa capitalista, então ela maximiza lucros. Métodos de Procedimento são responsáveis pelo desenvolvimento de etapas mais concretas da pesquisa, portanto, são mais explicativos e menos abstratos. São eles: Método Histórico, Método Comparativo, Método Estatístico. - Método histórico: parte do princípio que os fenômenos atuais têm sua origem determinada no passado, daí a importância de compreende-los a partir de suas raízes. Dessa forma, torna-se possível verificar as formas atuais do fenômeno e detectar-lhes possíveis influências sofridas ao longo do tempo. - Método comparativo: realiza comparações com o propósito de verificar semelhanças e explicar diferenças. Pode ser usado tanto para comparar conjuntos no presente, quanto no passado ou entre os atuais e os antigos. Normalmente é usado em observações de largo alcance, tais como o desenvolvimento da sociedade capitalista ou de diferentes fases da atividade econômica. - Método estatístico: é o que busca reduzir os fenômenos econômicos, sociológicos ou políticos a termos quantitativos e de manipulação estatística, o que permite comprovar as correlações dos fenômenos e obter generalizações sobre sua natureza, ocorrência ou significado. 2.6.2 Técnicas As técnicas compõem o conjunto de procedimentos que serão utilizados na elaboração da monografia. São elas que permitem o autor decidir "como fazer" seu trabalho. As técnicas se distinguem do método porque um mesmo método permite a utilização de várias técnicas. Uma dessas técnicas é a pesquisa documental onde o aluno poderá usar dados primários ou secundários na elaboração de sua monografia. Seguem-se alguns exemplos de fontes de dados primários: Bibliotecas públicas ou particulares; Sindicatos patronais ou de empregados; Órgãos do governo (Ministérios, Secretarias, Banco Central); Fundações (Fipe, Dieese); Federações (da indústria, do comércio); Alem disso, há as fontes de dados secundários. Nesse sentido, seguem-se alguns exemplos: Obras escritas ou eletrônicas; Jornais; Revistas; Internet. Outra técnica é a entrevista, ou seja, o contato direto do pesquisador com seu informante. O objetivo é conseguir informações diretas que corroborem na execução do trabalho. A entrevista pode ser dirigida ou livre, de acordo com as necessidades do pesquisador. Por sua vez, o questionário é muito interessante para a pesquisa de campo e pode conseguir dados para a análise estatística ou econométrica. técnica bastante utilizada nos estudos de caso. autor venha declarado no texto, coloca-se o ano da publicação e o número da página, entre parênteses. Nas citações originárias de revistas e/ou jornais, em que não há condições de identificar a autoria do texto, cita-se a revista e/ou o jornal, seu número e/ou data de publicação. Deve-se evitar as citações referentes a assuntos amplamente divulgados, rotineiros ou de domínio público, bem como a publicações de natureza didática, como as monografias e apostilas, que reproduzam em forma resumida os trabalhos originais. Nestes casos, é aconselhável consultar o original. Isto não impede que sejam citados trabalhos didáticos quando eles oferecem contribuições originais. Os alunos podem e devem consultar trabalhos didáticos para verificar como outros autores desenvolveram seus temas. 4.4 Tipos de citações A citação direta é uma cópia literal do texto. Transcrevem-se geralmente, leis, decretos, regulamentos, fórmulas científicas ou trechos de obras. O tamanho da citação determinará sua localização no trabalho. Se a citação tiver até três linhas, virá incorporada ao parágrafo, entre aspas duplas. As citações com mais de três linhas ficarão abaixo do parágrafo, em bloco, com início sob a linha anterior, a quatro cm à direita da tabulação, em espaço simples. Ao final da citação indica-se o autor, o ano de publicação e a página da qual foi conseguida a referência. Exemplo: (ANTUNES, 1997: 62). A citação indireta é a reprodução das idéias de um autor citado, sem sua transcrição. Enquanto que no caso anterior transcreve-se literalmente o texto, neste caso utiliza-se a idéia ou a linha de raciocínio. Então a referência ao autor será feita citando-se seu sobrenome em maiúsculas, seguido do ano de publicação da obra entre parêntesis. Por exemplo: CAMARGO (1984), pensa que... A citação de citação é a menção de um documento ao qual não se teve acesso diretamente. Ocorre quando o pesquisador encontra uma citação dentro de uma obra que está consultando (portanto, indiretamente). Neste caso, deve-se proceder da seguinte forma: ...segundo PEREIRA apud CAMARGO, "a tributação é muito importante" (PEREIRA apud CAMARGO, 1985:34). Importante lembrar que a citação de citação só deve ser utilizada em casos extremos. O ideal é consultar a própria fonte. 4.5 Localização das Citações As citações podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. 5. ELEMENTOS DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Seguindo as determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, na norma NBR-6023/2002, as referências bibliográficas representam o conjunto de elementos que permitem a identificação de documentos consultados pelo pesquisador para a elaboração de seu trabalho cientifico, e servem de fonte de pesquisa para novas investigações. É fundamental que o pesquisador elabore uma lista de referências bibliográficas e a insira no final da redação de seu trabalho, em página separada, com o título REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS alinhado à esquerda, em letras maiúsculas, tamanho 16, fonte times new roman e negrito. As obras deverão ser listadas em ordem alfabética. 5.1 São três os elementos essenciais das referências bibliográficas, que permitem a identificação de qualquer documento: 1. Sobrenome do (s) autor (es), prenome (s). 2. Título da publicação (em negrito) – subtítulo (sem negrito). 3. Número da edição. 3.1 local da publicação: 3.2 nome da editora, 3.3 ano da publicação. Exemplos de elementos essenciais nas referências bibliográficas: a) Obras produzidas por um, dois ou três autores: BARAZAL, Neusa Romero. Yanomami – um povo em luta pelos direitos humanos. São Paulo: EDUSP, 2001. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 4ed. São Paulo: Atlas, 1981. MUSGRAVE, Richard A.; MUSGRAVE, Peggy B. Finanças Públicas – teoria e prática. São Paulo: Editora Campus, 1980. VASCONCELLOS, Marco A. Sandoval de; GREMAUD, Amaury P.; TONETO JUNIOR, Rudnei. Economia Brasileira Contemporânea – para cursos de economia e administração. São Paulo: Atlas, 1996. b) Obras com mais de 3 autores: (deve-se mencionar um autor seguido da expressão et al.) COOK, A. C., et al. Full cost pricing I the multiproduct firm. Victoria: Economic Record, 1956, v.32, n.3. c) Obras produzidas por entidades coletivas (órgãos governamentais, empresas, institutos, congressos, conferências, etc.): nestes casos deve-se citar inicialmente a entidade responsável pela obra, cujo nome deve ser escrito por extenso. Seguem-se alguns exemplos: EMPRESA GOIANA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Relatório técnico 1981. Goiânia: 1982. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Faculdade de Veterinária. Histórico da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense – Diagnósticos da situação. Niterói: 1980. BRASIL. Ministério da Agricultura. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária. Carrapato, berne e bicheira no Brasil. Brasília: 1984. CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 35° , 1988, Belém. Anais. São Paulo: Sociedade Brasileira de Geologia, 1988. d) Referências obtidas em TCCs (trabalhos de conclusão de curso), dissertações de mestrado, teses de doutoramento ou de livre-docência: ALVAREZ, Ramon Barazal. O principio da eqüidade tributaria e o tratamento dado às pequenas empresas. Dissertação de Mestrado, Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo: 2000. e) Artigo de jornal assinado: PINTO, J. N. Programa explora tema raro na TV. O Estado de São Paulo, São Paulo: 8.2.1975, caderno 2, p.7. SIMÕES, Gilda N. A educação da vontade. O Estado de São Paulo, São Paulo: 31.10.1976, Suplemento Cultural, p.2. f) Artigo de jornal não assinado: Economista recomenda investimento no ensino. O Estado de São Paulo, São Paulo: 24.5.1977, p.21. g) Artigo de revista assinado: VIEIRA, Marceu. O ataque da receita. Revista Época, Rio de Janeiro: 28.08.2000, ano III, n.19, p. 99. h) Artigo de revista não assinados: Procede-se como no item "f". i) Meio Eletrônico (obras consultadas on line): Considerações Finais ou Conclusão Referências Bibliográficas Glossário Anexos 6.1 Capa Deve conter os dados identificadores da instituição de ensino, o título do trabalho e o local e o ano de produção. Não é numerada e nem conta para a numeração das páginas da monografia. Deve obedecer a cor determinada pela Coordenação de Monografias para aquele ano letivo. Obs.: quando da encadernação, deve-se atentar par a "lombada". Modelo: CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E ADMINISTRATIVAS A ECONOMIA DO BRASIL SANTO ANDRÉ – SP 2003 6.2 Página de rosto Depois da capa, o leitor deve encontrar uma página em branco, seguida da página de rosto da monografia, cujo modelo vem a seguir: CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E ADMINISTRATIVAS A ECONOMIA DO BRASIL NOME DO(A) ALUNO(A) Número do(a) aluno(a) Monografia apresentada à Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas do Centro Universitário Fundação Santo André, como exigência regimental para a obtenção do título de bacharel em Ciências Econômicas. Professor Orientador: Nome completo do Professor 6.3 Dedicatória É de caráter facultativo. De preferência deve ser concisa e evitar detalhes. Segue-se um modelo: Dedicada aos meus pais. 6.4 Página de Agradecimento A página de agradecimento é de caráter facultativo. Dirige-se a instituições ou a pessoas, a critério do autor. Possui somente o texto de agradecimento que, em espaço dois, deve ficar situado na parte direita inferior da página. Modêlo: agradeço a todos os que contribuíram para a realização deste trabalho. 6.5 Sumário O sumário é colocado no início do trabalho após a dedicatória e os agradecimentos. Inicia-se pelas listas de tabelas/quadros/figuras, de abreviaturas; segue-se pelo resumo, abstract, introdução, capítulos e considerações finais (conclusão); e, termina pelas referências bibliográficas, glossário e anexos. A numeração das páginas deve ser feita em algarismos romanos minúsculos (i; ii; iii; iv; v; etc.) desde a lista de tabelas até o abstract. A partir da introdução, a numeração deverá ser em algarismos arábicos (1; 2; 3; etc.) até o final do trabalho (anexos). Em ambos os casos os números devem aparecer no alto da página e a direita. 6.6 Lista de tabelas/quadros/gráficos Ao longo do texto cada tabela/quadro/gráfico deve ser identificada por um título e pela fonte de onde foi extraída (se for o caso). O título deve estar no alto alinhado pela esquerda, enquanto que a fonte deve estar abaixo, alinhada pela esquerda. Na lista de tabelas/quadros/gráficos, todas as tabelas deverão ser ordenados numericamente com números romanos maiúsculos. 6.7 Lista de figuras Ao longo do texto cada figura (diagramas, mapas e ilustrações) deve ser identificada por um título e pela fonte de onde foi extraída (se for o caso). O título deve estar no alto alinhado pela esquerda, enquanto que a fonte deve estar abaixo, alinhada pela esquerda. A lista das figuras deve ser ordenada numericamente e relacionada com números romanos maiúsculos. 6.8 Lista de abreviaturas e siglas Relacionam-se numa única lista as abreviaturas e as siglas, em ordem alfabética, que foram utilizadas no decorrer do texto, com seus respectivos significados. 6. 9 Resumo O resumo deve apresentar, de forma concisa, a essência da monografia, indicando a natureza do problema analisado, a metodologia utilizada e as principais conclusões. Deve ter uma lauda e é obrigatório. 6.10 Abstract É o mesmo texto do resumo, porém em inglês. Sua apresentação também é obrigatória. 6.11 Introdução Como visto anteriormente, a introdução tem por objetivo apresentar o trabalho ao leitor de forma sintética. O autor explicará as razões que o levaram a escolher o tema e os objetivos que perseguiu durante a investigação. Mostrará, ademais, como o trabalho será desenvolvido, sua seqüência lógica. São as seguintes as idéias que deverão constar da introdução: Inicialmente o tema de ser apresentado, identificando o problema de forma clara, situando-o no tempo e no espaço. Deve-se justificar a escolha do tema, indicar a metodologia utilizada, bem como outros pontos que o autor considerar relevantes. Em seguida, deve-se mostrar, por capítulos, como o assunto será desenvolvido, quais seus os pontos principais, as deduções mais importantes, até chegar-se à conclusão. Margem inferior: 2 mm. Margem direita: 2 mm. 7.4 Numeração das páginas A numeração das páginas não considera a capa, folha de rosto, a dedicatória, agradecimentos, e o sumário. Todas as demais contam. A numeração das páginas das listas deve ser feita com algarismos romanos minúsculos (i,ii,iii.iv,v, etc.) desde a lista de tabelas até o abstract. A partir da introdução até os anexos, devem ser numeradas com algarismos arábicos (1,2,3,4,5). O número deverá ser colocado à direita e ao alto da página. 7.5 Títulos e subtítulos Cada capítulo deve começar em nova página. Seu título deve ser alinhado pela esquerda, em letras maiúsculas, fonte times new roman, em negrito, tamanho 16. Os subtítulos, também em negrito, devem estar em letras minúsculas, excetuando-se a primeira, a partir da margem esquerda. Neste caso usa-se tamanho 14. 7.6 Notas de rodapé As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos adicionais, comprovar ou justificar uma informação, ou fazer ligações com outras partes do texto. Também há situações em que as notas de rodapé apresentam referências bibliográficas. Nesses casos, utiliza-se o sistema numérico de identificação no texto e no rodapé. Exemplo: No texto: De acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira, é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria. No rodapé: Vide abaixo. 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023. Informação e documentação. Referências e elaboração. Rio de Janeiro, ago.2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520. Informação e documentação. Citações em documentos. Apresentação. Rio de Janeiro, Ago.2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR. 6032. Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. Rio de Janeiro, ago.1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10522. Abreviação na descrição bibliográfica. Rio de Janeiro, out.1988 AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica – diretrizes para a elaboração de trabalhos acadêmicos. 4ed. Piracicaba: Editora Unimep, 1996. GIL, Antonio Carlos. Técnicas de pesquisa em economia. São Paulo: Atlas, 1988. HÜBNER, Maria Martha. Guia para elaboração de monografias e projetos de dissertação. São Paulo: Pioneira, 1998. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa. 2ed. São Paulo: Atlas, 1990. . Metodologia científica. 2ed. São Paulo: Atlas, 1991. MARTINS, Gilberto de A. ; LINTZ, Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000. MONTEIRO, Gilson. Guia para a elaboração de projetos, trabalhos de conclusão de curso (TCCs), dissertações e teses. São Paulo: Edicon, 1998. MUSSE, Luciana Barbosa. Normas para apresentação de monografia. São Bernardo do Campo: Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, 1999. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica – projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 1997. SÁ, Elisabeth S. de. et al. Manual de normalização de trabalhos técnicos, científicos e culturais. 2ed. Petrópolis: Vozes, 1996. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21ed. São Paulo: Cortez Editora, 2000. VIEIRA, Sonia. Como escrever uma tese. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1991. 9 ANEXOS ANEXO I: Endereços da Internet Entidade Endereço ABNT – Associação Brasileira de Normas www.abnt.org.br Técnicas Banco Central do Brasil www.bcb.gov.br Bireme – Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde www.bireme.br/P/pDescr.htm Britsh Council E-mail: saopaulo@britcoun.org.br Capes – Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior www.capes.gov.br CNPq – Conselho Nacional de Desenv. Científico e Tecnológico www.cnpq.br Comissão Fulbrigth – Comissão para o Intercâmbio Educacional entre os EUA e o Brasil E-mail:fulbrigth@ibase.br fulb@omega.incc.br Comut – Programa de Comutação Bibliográfica www.ct.ibict.br:8000/comut/html/principal.htm Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras www.crub.org.br/crubinfo.htm Conselho Regional de Administração – CRA - SP www.crasp.com.br Curso de Administração – PUC/SP www.pucsp.br/areas/cursos/admempr.html Curso de Administração Pública da Unesp www.unesp.br/scripts/prograd/prograd Daad – Serviço Alemão de intercâmbio Acadêmico www.daad.de E-mail: daad.rj@nc-rj.rnp.br Depto de Administração da Universidade de Brasília www.unb.br./admin/pa100000.html Faculdade de Administ.e Ciências Cont. da UFRJ www.ufrj.br/facc Administradores Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo www.usp.br/sibi/sibi.html ou www.usp.br/sibi/sibiconv.html TV Cultura Programa Nossa Língua Portuguesa www.tvcultura.com.br/resguia/portug/guia1.htm Universidade de São Paulo www.usp.br Universidade Federal de Minas Gerais www.bu.ufmg.br Fonte: MARTINS, Gilberto de A.; LINTZ, Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Atlas. São Paulo. 2000. p.84. ANEXO II: Pesquisa Inteligente na Internet Sinal/Termo Utilização Exemplo " " (aspas) Para definir uma frase na ordem desejada "Presidente Fernando Henrique Cardoso". Assim evitam-se resultados como ‘O presidente foi à Rua Cardoso’ * (asterisco) Para conseguir respostas que comecem com parte de uma palavra comunis* trará textos relacionados a, por exemplo, comunismo e comunista - (menos) Para eliminar uma palavra ou frase no resultado salada-tomate trará sites que contenham a palavra salada, porém sem o ingrediente tomate t: antes de digitar uma palavra Para que a palavra seguinte ao símbolo ‘t:’ apareça no título do site pesquisado t: FHC trará sites que contenham no título a sigla FHC u: antes de digitar uma palavra Para que a palavra seguinte ao símbolo ‘u:’ faça parte do endereço do site pesquisado u: FHC trará sites que contenham a sigla FHC no endereço do site, tais como www.fhc.com.br ou www.buscar.com.br/fhc.htm e (ou and) Para achar duas ou mais palavras em uma mesma página sapato e tênis e sandália ou (ou or) Para achar qualquer uma das palavras digitadas sapato ou tênis ou sandália não (ou not) Para pesquisar textos que contenham uma palavra, mas não a outra bolsas não valores localizará sites que apresentem a expressão bolsas, mas não apresentem a expressão bolsas de valores Near Para encontrar documentos que tragam palavras próximas uma das outras em cerca de até 10 palavras Chocolate – Manteiga near bolo para trazer receitas de bolo de chocolate, mas não receitas para chocolate com manteiga ( ) (parênteses) Para agrupar frases complexas (chocolate AND manteiga) AND (bolo OR torta) pode trazer tanto resultados com as palavras chocolate e manteiga e bolo ou com as palavras chocolate e manteiga e torta Fonte: Saiba como pesquisar na Internet. Folha de São Paulo. Caderno de Informática. 27/10/1999. p.6. apud MARTINS, Gilberto de A.; LINTZ, Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo. 2000. p87. ANEXO III: Revistas e Periódicos Fonte: MARTINS, Gilberto de A. ; LINTZ, Alexandre: Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Atlas. São Paulo. 2000. p.89.
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