gravidade quantica 2

gravidade quantica 2

(Parte 1 de 5)

Victor O. Riv elles rivelles@fma.if.usp.br

Instituto de Fısica

Univ ersidade de S˜ ao Paulo

OLHC éum aceler ador de par tículas dedicado .

Projetado par a detectar o Higgs e estudar afísica na escala de TeV .

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.1/16

OLHC éum aceler ador de par tículas dedicado .

Projetado par a detectar o Higgs e estudar afísica na escala de TeV .

Isso é possív el porque existe o modêlo padrão das par tículas elementares (teor ia de gauge com grupo

S U (3) × S U (2) U (1) mais a quebr a espontânea de simetr ia) que é utilizado par afaz er pre visões do que vai ser encontr ado .

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.1/16

OLHC éum aceler ador de par tículas dedicado .

Projetado par a detectar o Higgs e estudar afísica na escala de TeV .

Isso é possív el porque existe o modêlo padrão das par tículas elementares (teor ia de gauge com grupo

S U (3) × S U (2) U (1) mais a quebr a espontânea de simetr ia) que é utilizado par afaz er pre visões do que vai ser encontr ado .

Por ´ em, espera-se encontrar muito mais que isso: fısica no va na escala de TeV .

GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.1/16

Situação semelhante a da década de 50 e 60 quando os aceler adores produziam uma enor me quantidade de par tículas elementares e não ha via uma teor ia apropr iada par a descre ve-las .

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.2/16

Situação semelhante a da década de 50 e 60 quando os aceler adores produziam uma enor me quantidade de par tículas elementares e não ha via uma teor ia apropr iada par a descre ve-las .

Essa situação mudou em meados da década de 60 com o adv ento do modêlo à quar ks e na década de 70 com ateor ia de campos como aferr amenta correta par a descre ver os quar ks, léptons e bósons de gauge .

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.2/16

Situação semelhante a da década de 50 e 60 quando os aceler adores produziam uma enor me quantidade de par tículas elementares e não ha via uma teor ia apropr iada par a descre ve-las .

Essa situação mudou em meados da década de 60 com o adv ento do modêlo à quar ks e na década de 70 com ateor ia de campos como aferr amenta correta par a descre ver os quar ks, léptons e bósons de gauge .

Assim como na década de 50 e 60, não há, atualmente , uma teor ia que antecipe o que vai ser encontr ado . Existem vár ias propostas: supersimetr ia, technicolor , little Higgs , etc.

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.2/16

Situação semelhante a da década de 50 e 60 quando os aceler adores produziam uma enor me quantidade de par tículas elementares e não ha via uma teor ia apropr iada par a descre ve-las .

Essa situação mudou em meados da década de 60 com o adv ento do modêlo à quar ks e na década de 70 com ateor ia de campos como aferr amenta correta par a descre ver os quar ks, léptons e bósons de gauge .

Assim como na década de 50 e 60, não há, atualmente , uma teor ia que antecipe o que vai ser encontr ado . Existem vár ias propostas: supersimetr ia, technicolor , little Higgs , etc.

Há inclusiv e a possibilidade de que o Higgs não seja encontr ado!

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.2/16

Situação semelhante a da década de 50 e 60 quando os aceler adores produziam uma enor me quantidade de par tículas elementares e não ha via uma teor ia apropr iada par a descre ve-las .

Essa situação mudou em meados da década de 60 com o adv ento do modêlo à quar ks e na década de 70 com ateor ia de campos como aferr amenta correta par a descre ver os quar ks, léptons e bósons de gauge .

Assim como na década de 50 e 60, não há, atualmente , uma teor ia que antecipe o que vai ser encontr ado . Existem vár ias propostas: supersimetr ia, technicolor , little Higgs , etc.

Há inclusiv e a possibilidade de que o Higgs não seja encontr ado!

Como descobr ir a no vafísica com os dados do LHC? Totalmente não trivial!!! O modêlo supersimétr ico mínimo , por exemplo , tem cerca de 100 parâmetros .

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.2/16

Situação semelhante a da década de 50 e 60 quando os aceler adores produziam uma enor me quantidade de par tículas elementares e não ha via uma teor ia apropr iada par a descre ve-las .

Essa situação mudou em meados da década de 60 com o adv ento do modêlo à quar ks e na década de 70 com ateor ia de campos como aferr amenta correta par a descre ver os quar ks, léptons e bósons de gauge .

Assim como na década de 50 e 60, não há, atualmente , uma teor ia que antecipe o que vai ser encontr ado . Existem vár ias propostas: supersimetr ia, technicolor , little Higgs , etc.

Há inclusiv e a possibilidade de que o Higgs não seja encontr ado!

Como descobr ir a no vafísica com os dados do LHC? Totalmente não trivial!!! O modêlo supersimétr ico mínimo , por exemplo , tem cerca de 100 parâmetros .

Olimpíada do CERN (julho 2005).

O GRA VIT AC ˜ AO E TEORIAS DE GA UGE – p.2/16

Situação semelhante a da década de 50 e 60 quando os aceler adores produziam uma enor me quantidade de par tículas elementares e não ha via uma teor ia apropr iada par a descre ve-las .

Essa situação mudou em meados da década de 60 com o adv ento do modêlo à quar ks e na década de 70 com ateor ia de campos como aferr amenta correta par a descre ver os quar ks, léptons e bósons de gauge .

Assim como na década de 50 e 60, não há, atualmente , uma teor ia que antecipe o que vai ser encontr ado . Existem vár ias propostas: supersimetr ia, technicolor , little Higgs , etc.

Há inclusiv e a possibilidade de que o Higgs não seja encontr ado!

Como descobr ir a no vafísica com os dados do LHC? Totalmente não trivial!!! O modêlo supersimétr ico mínimo , por exemplo , tem cerca de 100 parâmetros .

Olimpíada do CERN (julho 2005).

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