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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA

COORDENADORIA GERAL DE GRADUAÇÃO DA ÁREA DA SAÚDE

COORDENADORIA DE ENFERMAGEM

ORIENTAÇÕES PARA O TCC DO CURSO DE ENFERMAGEM

São Luís

2007

SUMÁRIO

1

INTRODUÇÃO....................................................................

03

2

TIPOS DE ESTUDOS.........................................................

05

2.1

Estudo Experimental........................................................

05

2.2

Estudo Observacional......................................................

06

2.3

Estudo Transversal...........................................................

06

2.4

Estudo de Coorte..............................................................

07

2.5

Estudo Caso Controle.......................................................

08

2.6

Estudo Ecológico..............................................................

09

3

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA..........................................................................

11

3.1

Delimitação do tema.........................................................

13

3.2

Planejamento operacional da pesquisa..........................

14

3.3

Variável..............................................................................

15

3.4

Instrumento de pesquisa.................................................

16

4

CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................................

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1 INTRODUÇÃO

Para o educando a pesquisa consiste em descobrir seu mundo, a fim de conhecê-lo, esclarecendo suas dúvidas e valorizar o ambiente que os cerca. Assim quando o aluno pesquisa, quando formula hipóteses, observa, experimenta, quando aprende a deixar a natureza falar, permitindo-lhe responder às suas perguntas, começa a entender as relações com o meio e o ser vivo (Demo, 1997) Para tanto, se torna necessário uma fundamentação teórica para embasamento.

Segundo ZÓBOLI (1994), pesquisa é a atividade em busca do saber já existente ou por descobrir. De acordo com Demo (1997) significa a construção de conhecimento original, de acordo com certas exigências cientificas.

É uma investigação planejada e desenvolvida segundo normas da metodologia científica. O método de abordagem de um problema em estudo confere o caráter científico à pesquisa. É, portanto, um exame cuidadoso para descobrir novas informações, ampliar e verificar o conhecimento existente.

A pesquisa pode ser utilizada desde a pré-escola até a universidade. O pesquisador deve ser um indivíduo interessado em resolver problemas, uma vez que o objetivo principal do ensino através da pesquisa é desenvolver no aluno uma concepção emancipatória do mundo, tornando-o um sujeito crítico e transformador da realidade a qual está inserido.

Para DEMO, (1997) qualquer que seja o problema, uma pesquisa implica o preenchimento de requisitos básicos: a explicação de uma pergunta/problema; a elaboração de clara descrição de um conjunto de passos que obtenha informações necessárias para respondê-las e a indicação do grau de confiabilidade na resposta obtida. Se o pesquisador atender os requisitos apontados então será possível avaliar seus produtos segundo os parâmetros do seu referencial.

Como começa uma pesquisa? A pesquisa inicia-se sempre com uma PERGUNTA. Existem algumas perguntas cujas respostas são encontradas na literatura. Há outras cujas respostas não são conhecidas. O pesquisador deve procurar respostas às perguntas que ainda não foram respondidas ou o foram de maneira incompleta, insatisfatória ou inadequada.

2 TIPOS DE ESTUDOS

Uma das maiores dificuldades durante a elaboração do projeto de pesquisa é estabelecer o Tipo de Estudo que será desenvolvida durante a pesquisa e escolher quais as variáveis que serão utilizadas. Os estudos epidemiológicos constituem um ótimo método para colher informações adicionais não-disponíveis a partir dos sistemas rotineiros de informação de saúde ou de vigilância.

A temporalidade na pesquisa pode ser desdobrada em duas categorias: prospectivo quando os dados são coletados para frente no tempo, a partir do início do estudo e retrospectivo quando os indivíduos de interesse são identificados e estudados (registros de hospital, entrevista).

Os estudos descritivos são aqueles em que o observador descreve as características de uma determinada amostra, não sendo de grande utilidade para estudar etiologia de doenças ou eficácia de um tratamento, porque não há um grupo-controle para permitir inferências causais. Entretanto os estudos descritivos têm a vantagem de ser rápidos e de baixo custo, sendo muitas vezes o ponto de partida para um outro tipo de estudo epidemiológico. Sua grande limitação é o fato de não haver um grupo-controle, o que impossibilita seus achados serem comparados com os de uma outra população. É o tipo de estudo mais indicado nos trabalhos monográficos por serem baratos e fáceis.

Já os estudos analíticos pressupõem a existência de um grupo de referência, o que permite estabelecer comparações. Estes, por sua vez, de acordo com o papel do pesquisador, podem ser: experimentais e observacionais.

2.1 Estudo Experimental (Ensaio Randomizado)

Abrangem os chamados estudos de intervenção, que apresentam como característica principal o fato de o pesquisador controlar as condições do experimento. O estudo de intervenção é um estudo prospectivo que objetiva avaliar a eficácia de um instrumento de intervenção e, para tanto, seleciona dois grupos: um deles é submetido à intervenção objeto do estudo e o outro, não; em seguida, compara-se a ocorrência do evento de interesse nos dois grupos. Parte-se da “causa” em direção ao “efeito”.

Os participantes são colocados “aleatoriamente” para formar os grupos: o de estudo e o de controle, objetivando formar grupos com características semelhantes. Procede-se a intervenção em apenas um dos grupos (o de estudo), o outro (controle) serve para comparação dos resultados. No “ensaio clínico randomizado” procura-se verificar a incidência de casos, nos grupos de expostos e não-expostos. A relação entre os grupos é expressa pelo risco relativo. Ex: investigação sobre a eficácia de uma vacina quando comparada com placebo.

2.2 Estudo Observacional

Nos estudos observacionais, a alocação de uma determinada exposição está fora do controle do pesquisador (por exemplo, exposição à fumaça do cigarro ou ao asbesto). Eles compreendem:

  • Estudo transversal.

  • Estudo de coorte.

  • Estudo de caso-controle.

  • Estudo ecológico.

2.3 Estudo Transversal (Cross-Sectional)

É um tipo de estudo que examina as pessoas em um determinado momento, fornecendo dados de prevalência; aplica-se, particularmente, a doenças comuns e de duração relativamente longa. Envolve um grupo de pessoas expostas e não expostas a determinados fatores de risco, sendo que algumas dessas apresentarão o desfecho a ser estudado e outras não. A idéia central do estudo transversal é que a prevalência da doença deverá ser maior entre os expostos do que entre os não-expostos, se for verdade que aquele fator de risco causa a doença.

As vantagens do estudo transversal são a rapidez, o baixo custo, a identificação de casos e a detecção de grupos de risco. Entretanto algumas limitações existem, como, por exemplo, a da causalidade reversa. Exposição e desfecho são coletados simultaneamente e freqüentemente não se sabe qual deles precedeu o outro. Nesse tipo de estudo, episódios de doença com longa duração estão sobre-representados e doenças com duração curta estão sub-representadas (o chamado viés de sobrevivência). Outra desvantagem é que se a prevalência da doença a ser avaliada for muito baixa, o número de pessoas a ser estudado precisará ser grande.

2.4 Estudo De Coorte

É um tipo de estudo em que um grupo de pessoas com alguma coisa em comum (nascimento, exposição a um agente, trabalhadores de uma indústria etc.) é acompanhado ao longo de um período de tempo para observar-se a ocorrência de um desfecho. Por exemplo, uma coorte de nascimentos pode ser um grupo de pessoas que nasceram no mesmo ano, e, a partir daí são acompanhadas por um período para avaliar-se um desfecho como a mortalidade infantil, as hospitalizações no primeiro ano de vida, a duração da amamentação ou outro desfecho qualquer. Sendo a dimensão tempo a base do estudo de coorte, torna-se possível determinar a incidência de doenças. No início do acompanhamento do estudo de coorte, os participantes devem estar livres da doença ou do desfecho sob estudo, segundo os critérios empíricos usados para medir a doença.

O princípio lógico do estudo de coorte é a identificação de pessoas sadias, a classificação das mesmas em expostas e não-expostas ao fator de risco e o acompanhamento destes dois grupos por um período de tempo suficientemente longo para que haja o aparecimento da doença. A análise do estudo será a comparação da incidência da doença em estudo entre os indivíduos expostos e entre os não-expostos. Esse tipo de coorte é a coorte prospectiva. A coorte histórica ou retrospectiva é quando a exposição é medida através de informações colhidas do passado e o desfecho é medido daquele momento em diante.

Os estudos de coorte são excelentes para avaliar várias exposições e doenças ao mesmo tempo; estão indicados para doenças freqüentes e doenças que levam à seleção dos mais saudáveis; por outro lado, sendo estudos caros e demorados, as perdas de acompanhamento podem distorcer o estudo, não servem para doenças raras e as associações podem ser afetadas por variáveis de confusão.

2.5 Estudo Caso Controle

O estudo caso e controle parte do desfecho (do efeito ou da doença) para chegar à exposição. A investigação do tipo caso-controle parte do “efeito” para chegar as “causas”. É portanto, uma pesquisa etiológica retrospectiva. No estudo de caso-controle o cálculo é inverso em relação aos estudos anteriores (ensaio clínico e coorte): busca-se quantificar a proporção de expostos, nos grupos de casos e de controles. Neste tipo de investigação, o risco relativo é estimado pelo cálculo do odds ratio, também denominado “razão dos produtos cruzados”.

O grupo, tanto de casos quanto de controles, não precisa ser necessariamente representativo da população em geral. Os casos podem ser um subgrupo de pessoas, desde que atendam aos critérios de elegibilidade previamente estabelecidos pelo pesquisador. Por exemplo, o propósito do investigador pode ser o estudo de pacientes com asma grave que requeiram hospitalização. A população de origem dos casos, portanto, é a população de asmáticos, e desta mesma população devem originar-se os controles. Os controles devem representar a população de onde se originaram os casos, e não a população geral.

Os mesmos critérios de inclusão e exclusão para os casos devem ser aplicados aos controles. Por exemplo, para simplificar o estudo em termos logísticos, decide-se estudar casos de câncer de pulmão somente da zona urbana de uma localidade; os controles também deverão ser apenas da zona urbana. Um dos princípios básicos para a escolha dos controles é que a probabilidade de incluir um controle não pode estar associada com o fator de risco em estudo (a exposição), para não ocorrer viés de seleção. Por exemplo, um controle para um caso de câncer de pulmão não deve ser um paciente com câncer de bexiga, já que esse tipo de câncer está bastante ligado ao fumo (fator de exposição). Outro item a considerar é que o controle deve ser alguém, que, se desenvolver a doença, deve ser detectado pelo estudo e participar como caso.

2.6 Estudo Ecológico

Nos estudos ecológicos, a unidade de observação é um grupo de pessoas, e não o indivíduo, como nos outros tipos de estudos até aqui comentados. Esses grupos podem ser turmas de alunos em escolas, fábricas, cidades, países etc. O princípio do estudo é o de que, nas populações onde a exposição é mais freqüente, a incidência das doenças ou a mortalidade serão maiores. Incidência e mortalidade são as medidas mais usadas para quantificar a ocorrência de doenças nesse estudo.

A análise de correlação mostrará a associação entre o fator de risco e a doença (isso não quer dizer relação de causa/efeito). Os estudos ecológicos são conhecidos como estudos de correlação. É freqüente a utilização de dados secundários para os estudos ecológicos, pois seria muito dispendioso e demorado realizar uma pesquisa para obterem-se dados primários em grandes grupos. O estudo ecológico pode utilizar dados primários, quando, por exemplo, o propósito do estudo é averiguar difusão de doenças infecciosas.

3 NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA*

  • Projeto deverá ser fundamentado na disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa.

  • Aluno escolherá a linha de pesquisa, selecionando o assunto de interesse na área de conhecimento da Enfermagem, elaborando o projeto do trabalho monográfico sob assessoria de um professor orientador.

  • O projeto deverá contemplar os seguintes itens:

  1. Elementos pré-textuais

    • Capa (obrigatório)

    • Folha de rosto (obrigatório)

    • Dedicatória (opcional)

    • Agradecimentos (opcional)

    • Epígrafe (opcional)

    • Sumário ( obrigatório)

  1. Elementos textuais

    • Justificativa

    • Objetivos (Geral e Específicos)

    • Metodologia

    • Cronograma

  1. Elementos pós – textuais

  • Referências

  • Apêndice

  • Anexos

  • Normas elaboradas pela UNICEUMA - Resolução n º 043/2006/CEPE

Para que todo os itens mencionados anteriormente sejam alcançados, é necessário que o Projeto de Pesquisa responda algumas perguntas:

1) O QUE FAZER?

  • Formular o problema

  • Definir os termos do problema

  • Estabelecer as bases teóricas, isto é, a relação que existe entre a teoria, a formulação do problema e o enunciado da hipótese.

2) POR QUÊ? PARA QUÊ? E PARA QUEM FAZER?

  • Justificativa da pesquisa

Motivos que justificam a pesquisa: motivos de ordem teórica e de ordem prática. O referencial teórico deve ser claro e objetivo.

  • Objetivo geral da pesquisa

Definir, de modo geral, o que se pretende alcançar com a execução da pesquisa (visão global e abrangente).

  • Objetivos específicos da pesquisa

Fazer aplicação dos objetivos gerais a situações particulares.

3) ONDE FAZER? COMO? COM QUÊ? QUANTO? QUANDO?

  • População e amostragem

  • Controle de variáveis

  • Instrumento de pesquisa

  • Técnicas estatísticas

3.1. ONDE? COMO?

Descrever o campo de observação com suas unidades de observação e variáveis que interessam à pesquisa:

  • População com suas características.

  • Se for utilizar amostra, justificar, dando os motivos, e apresentar o modo como a mostra será selecionada e suas características.

  • Local

  • Unidades de observação relevantes para a pesquisa

  • Quais as variáveis que serão e como serão controladas. Qual o plano de experimento que será utilizado.

3.2. COM QUÊ?

  • Descrever o instrumento da pesquisa que vai ser utilizado.

  • Que informações se pretender obter com eles.

  • Como o instrumento será usado ou aplicado para obter estas informações.

3.3. QUANTO? (utilização de provas estatísticas)

  • Quais as hipóteses estatísticas enunciadas.

  • Como os dados obtidos serão codificados.

  • Que tabelas serão feitas e como serão feitas.

  • Que provas estatísticas serão utilizadas para verificar as hipóteses.

  • Em que nível de significância.

  • Previsão sobre interpretação dos dados.

3.4. QUANDO? (cronograma)

Definir o tempo que será necessário para executar o projeto, isto é, para realizar a pesquisa, dividindo o processo em etapas e indicando que tempo é necessário para realização de cada etapa.

3.1 Delimitação Do Tema

Para que uma pesquisa seja objetiva e nos conduza a respostas específicas devemos, sempre pesquisar temas específicos. Quando necessário, podemos encaminhar pesquisas paralelas, mas cada uma delas dentro de temas o mais específico possível. Se quisermos pesquisar o tema violência, por exemplo, devemos delimitá-lo a uma dimensão menor, tal como: A violência nas escolas.

3.2 Planejamento Operacional Da Pesquisa

O planejamento operacional da pesquisa consiste em prever as ações que deverão ser efetuadas para aplicar a estratégia da pesquisa escolhida. Estas ações dizem respeito à seleção da população a ser estudada, à definição das variáveis e à coleta de dados, assim como à análise dos dados recolhidos.

População: Toda questão de pesquisa define um universo de objetos aos quais os resultados do estudo deverão ser aplicados. A população alvo, também chamada população estudada, é composta de elementos distintos possuindo um certo número de características comuns. Estes elementos, chamados de unidades populacionais, são as unidades de análise sobre as quais serão recolhidas informações. Uma população é um conjunto de pessoas, objetos, acontecimentos ou fenômenos com pelo menos uma característica comum.

Amostra: Uma amostra é um subconjunto de indivíduos da população alvo. Para que as generalizações sejam válidas, as características da amostra devem ser as mesmas da população. Existem dois tipos de amostras, as probabilísticas, baseadas nas leis de probabilidades, e as amostras não probabilísticas, que tentam reproduzir o mais fielmente possível a população.

Existem várias técnicas de amostragem, cada uma tem vantagens e desvantagens, e a escolha deverá ser feita pelo pesquisador de acordo aos objetivos propostos pela pesquisa, de forma a garantir (tanto quanto possível) o sucesso da pesquisa e dos resultados. Deve haver critério para a seleção desses elementos; cada elemento da população deve ter a mesma chance de ser escolhido para garantir à amostra o caráter de representatividade.

3.3 Variável

É a característica de interesse que é medida em cada elemento da amostra ou população. Como o nome diz, seus valores variam de elemento para elemento. As variáveis podem ter valores numéricos ou não numéricos.

Classificação das variáveis

  1. Qualitativa

São as características que não possuem valores quantitativos, mas, ao contrário, são definidas por várias categorias, ou seja, representam uma classificação dos indivíduos. Podem ser nominais ou ordinais.

  • Nominal: não existe ordenação entre as categorias. Exemplos: sexo, raça.

  • Ordinal: existe uma ordem natural nas categorias. Exemplos: classe social, grau de instrução, consumo de álcool.

  1. Quantitativa

São as características que podem ser medidas em uma escala quantitativa, ou seja, apresentam valores numéricos que fazem sentido. Podem ser contínuas ou discretas.

  • Discretas (resultado de contagens): características contáveis que podem assumir apenas um número finito ou infinito contável de valores e, assim, somente fazem sentido valores inteiros. Exemplos: número de filhos, número de reprovações.

  • Contínuas (resultados de mensurações): características mensuráveis que assumem valores em uma escala contínua (na reta real), para as quais valores fracionais fazem sentido. Usualmente devem ser medidas através de algum instrumento. Exemplos: estatura, nota na prova.

3.4 Instrumento De Pesquisa

Chama-se de “instrumento de pesquisa” o que é utilizado para a coleta de dados. Em nossos estudos, vamos considerar, o questionário e a entrevista. Estes dois instrumentos têm, de comum, o fato de serem constituídos por uma lista de indagações que, respondidas, dão ao pesquisador as informações que ele pretende atingir. E a diferença entre um e outro, é ser o questionário feito de perguntas, entregues por escrito ao informante e às quais ele também responde por escrito, enquanto que, na entrevista, as perguntas são feitas oralmente, quer a um indivíduo em particular quer a um grupo, e as respostas são registradas, geralmente pelo próprio entrevistador. Os questionários e entrevistas possuem técnicas próprias de elaboração e aplicação, que precisam ser obedecidas, como garantias para sua validade e fidedignidade.

Geralmente se preferem, para o questionário, perguntas fechadas e, para a entrevista, perguntas abertas ou simplesmente tópicos. De fato, como nesta última o entrevistador se encontra junto ao informante, bastam apenas indicações mais amplas, podendo fazer, no momento oportuno, as adaptações e complementações que forem necessárias, o que não acontece no questionário onde o informante se encontra sozinho e sem nenhuma ajuda. Perguntas fechadas são as que alguém responde assinalando uma das alternativas, já anteriormente fixada no formulário.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente manual tem como proposta auxiliar orientadores e orientandos quando à elaboração do TCC do Curso de Enfermagem.

Tem-se como proposta principal fornecer as normas de forma clara e precisa aos profissionais/docentes/discentes que precisam familiarizar-se com o trabalho científico de conclusão de curso referindo-se ao projeto de pesquisa e ao artigo científico.

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