Infecção Hospitalar

Infecção Hospitalar

- A primeira CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar: 1963, Hospital Ernesto Dornellis - RS.

- A partir de 1970, são implantados principalmente nos Hospitais Universitários.

Histórico - Brasil:

- 1976 - INPS - OS 3924/76, exige CCIH nos hospitais credenciados (assessoramento).

- 1983 - Portaria MS nº 196, determina a implantação em todos os hospitais.

- 1985 - Publicação do Manual de Controle de Infecção Hospitalar.

Histórico - Brasil:

- 1988 - Portaria MS nº 232, cria o Programa Nacional de Controle de Infecção Hospitalar.

- 1992 - Portaria MS nº 930, determina a implantação de

Programa de Controle de Infecção Hospitalar para todos os hospitais do país, através da CCIH e SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar).

Histórico - Brasil:

- 1998 - Portaria MS nº 2616; Expede, na forma dos anexos I, I, II, IV e V, diretrizes e normas para a prevenção e o controle das infecções hospitalares;

As ações mínimas necessárias, a serem desenvolvidas, deliberada e sistematicamente, com vistas à redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções dos hospitais, compõem o Programa de Controle de Infecções Hospitalares. – PNRUA/MS

- 2000 - RDC N 48 - ANVS/MS;Cria o Roteiro de Inspeção do Programa de Controle de Infecção Hospitalar.

Portaria MS nº 2616(participação do SF):

- Promover o uso racional de antimicrobianos, germicidas e materiais médico-hospitalares;

- Definir em conjunto com a CFT políticas de utilização de antimicrobianos, germicidas e materiais médico-hospitalares;

- Cooperar com o setor de treinamento ou responsabilizar-se pelo treinamento de funcionários e profissionais no que diz respeito ao CIH

Portaria MS nº 2616(participação do SF):Anexo I

- Percentual de pacientes que usaram antimicrobianos (profilático e terapêutico) em um período considerado;

- Freqüência com que cada antimicrobiano é empregado em relação aos demais.

45.000óbitos/ano em 12 milhões de internações (CBC, 2002) R$10 bilhões/ano

- A frequência com que ocorre as infecções periodicamente.

- Identificar epidemias.

- Incidência comparada.

Fundamentos:

01)Sistema de vigilância eficiente: - CCIH

-SCIH atuante

-Busca ativa

02)Estabelecer políticas e regulação, a fim de reduzir os riscos de se adquirir infecção hospitalar.

03)Organizar e manter programa de educação contínua.

Definições para estabelecer a

existência de infecção hospitalar:

- Infecção que se apresenta após 48-72 horas de permanência no hospital, e que não estava presente ou em período de incubação no momento da internação.

Condição clínica do paciente;

Falta de vigilância epidemiológica adequada;

Uso irracional de antimicrobianos;

Utilização excessiva de procedimentos invasivos;

Métodos de proteção antiifecciosa ineficazes ou inexistentes;

Nível Prioritário de Ação:

01) Atuação sobre a fonte de infecção: - Esterilização

- Barreira (isolamento)

- Educação

Nível Prioritário de Ação:

02) Atuação de mecanismo de transmissão: - Esterilização

-Lavagem de mãos

-Coletor de urina

- Cateteres intravasculares

-Ferida Cirúrgica, etc.

Nível Prioritário de Ação:

03)Atuação sobre o indivíduo são: - Quimioprofilaxia

- Barreira

-Controle de antimicrobianos

CCIH: Órgão colegiado obrigatório, subordinado à Diretoria Clínica (ampla) - papel deliberativo.

SCIH: Braço executivo (portaria 930) - 01 médico - 04 h/dia

- 01 enfermeira para cada 200 leitos - 08 h/dia

- 01 auxiliar de enfermagem a - 08 h/dia cada 50 leitos - para busca ativa

FARMÁCIA HOSPITALAR Funções:

01) Padronização de medicamentos (Comissão de Farmacologia).

02) Orientar a aquisição, conservação e controle dos medicamentos padronizados:

- disposição de quantidade necessária,

- controle de estoque mínimo.

03) Estabelecer sistema racional de distribuição.

04) Sistema de informação sobre medicamentos. 05) Manipulação / produção de medicamentos ou correlatos.

Ações:

01) Estudos de utilização de medicamentos.

02) Elaboração de protocolos terapêuticos.

03) Participação em programas de farmacovigilância.

04) Desenvolvimento de farmacologia clínica.

05) Desenvolvimento de suporte nutricional (nutrição parenteral).

06) Desenvolvimento de misturas intravenosas e central de diluição.

Padronização (Seleção) de Medicamentos Critérios para padronização:

05) Antibióticos padronizados pela SCIH ou CCIH.

06) Utilizar os nomes genéricos (DCB - Denominações Comuns Brasileiras).

Exemplo: Padronização do Hospital das Clínicas de Marília.

Frente de preparo -Preparação da medicação na Enfermaria

-Excesso de pessoas

-Dificuldade de concentração

-Falta de controle

-Desperdício de materiais/medicamentos

-Erro de medicação

-Aumento dos custos

-Inadequação da qualidade de assistência.

FARMÁCIA HOSPITALAR Dimensionamento de Recursos Humanos

- Farmacêutico:

Dose Unitária: -01 para cada 50 leitos (40 horas semanais)

-Auxiliar de Farmácia: -01 para cada 10 leitos (30 horas semanais)

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