Auxiliar de farmácia

Auxiliar de farmácia

(Parte 1 de 6)

Presidente da República Luíz Inácio Lula da Silva

Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho

Secretário de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Remígio Todeschini

Diretor do Departamento de Qualificação Profissional - DQP Antônio Almerico Biondi Lima

Coordenadora-Geral de Qualificação Profissional - CGQUA Tatiana Scalco Silveira

Coordenador-Geral de Certificação e Orientação Profissional - CGCOP Marcelo Alvares de Sousa

Coordenador-Geral de Empreendedorismo Juvenil Misael Goyos de Oliveira

© copyright 2006 - Ministério do Trabalho e Emprego

Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE

Departamento de Qualificação DEQ Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 3º andar, Sala 306 CEP:70059-900 Brasília DF Telefones: (0XX61) 317-6239 / 317-6004 FAX: (0XX61) 224-7593 E-mail: qualificacao@mte.org.br

Tiragem: 500 exemplares (Venda Proibida)

Elaboração, Edição e Distribuição:

CATALISA - Rede de Cooperação para Sustentabilidade São Paulo - SP w.catalisa.org.br E-mail: catalisa@catalisa.org.br

Entidade Conveniada:

Instituto Educação e Pesquisa Data Brasil R. Moreira Cezar, 2715 - Sala 2B - Centro - Caxias do Sul - RS

Ficha Catalográfica: Obs.: Os textos não refletem necessariamente a posição do Ministério do Trabalho e Emprego

Qualificação Profissional - Apostila

AUXILIAR DE FARMÁCIA Este material didático se destina à Qualificação Profissional e não à formação Técnica.

SP - julho de 2006

Existe uma lacuna no mercado de farmácias e drogarias, que carecem de Auxiliares devidamente capacitados e motivados a seguir carreira farmacêutica, sendo crescente a busca por profissionais qualificados em redes de farmácia de todo o país e em hospitais públicos e privados.

O profissional da área de farmácia tem um compromisso com a promoção da saúde, contribuindo com a saúde pública e a qualidade de vida da comunidade.

Receber, conferir, organizar e encaminhar medicamentos e produtos correlatos; organizar e manter o estoque de medicamentos em prateleiras; separar requisições e receitas; providenciar por meio de microcomputador a atualização das entradas e saídas de medicamentos; manter a ordem e higiene de materiais e equipamentos sob sua responsabilidade, entre diversas outras, são atribuições do profissional Auxiliar de Farmácia, tanto em estabelecimentos como em hospitais e sempre sob a supervisão de um Farmacêutico.

A aparente simplicidade dessa ação profissional encobre grande responsabilidade, razão pela qual temas como Ética Profissional, Atendimento ao Cliente, Técnicas de Vendas, Fisiologia Humana, Classificação e Conservação de Medicamentos, Tarjas, Aviamento de Receitas, Primeiros Socorros, Lei dos Genéricos e medicamentos que exigem retenção de receita são de grande importância.

Procurando atender a essa lacuna, a CATALISA – Rede de Cooperação para Sustentabilidade (w.catalisa.org.br) desenvolveu o presente material didático, tendo por objetivo oferecer qualificação social e profissional em Auxiliar de Farmácia, a todos aqueles que desejam ingressar nessa área ou necessitam de orientações para aprimoramento de sua atuação profissional.

Essa publicação foi antecedida do Seminário “Orientação e Qualidade de Vida”, realizado pela

CATALISA no Nikkey Palace Hotel, em São Paulo, capital, sob a organização da Spot Produções e Eventos, nos dias 02 e 03 de maio de 2006, tendo seu conteúdo aprofundado por meio de uma oficina de desenvolvimento metodológico, experimentação em diversas regiões do país e validada em escala nacional, com o envolvimento de uma numerosa equipe de profissionais.

Esperamos que os resultados previstos nesse projeto possam representar significativa contribuição na qualificação profissional de Auxiliares de Farmácia em todas as regiões do país. Sendo resultado de um trabalho de cooperação, queremos agradecer as seguintes participações:

Eduardo Coutinho de Paula Gesualdo D´Avola Filho

Coordenação técnica

Denise Simas Lamarão Patrícia de Oliveira Duarte

Coordenação pedagógica Maria do Carmo Santos Nascimento (Lia)

Denise Simas Lamarão Gilson Barbosa de Lima Patrícia de Oliveira Duarte Roseli Espindola Chaves Isabel Barros Murilo Leandro Leite

Arlete Sales Cristaldo – Cuiabá/MT Elaine Aurora Praes – Belo Horizonte/MG Fernando Luiz Chaves Pessoa – Recife/PE Gilson Barbosa de Lima – Santana de Parnaíba/SP Ivanio Reisdorfer Koshhann – Caxias do Sul/RS Izabel C. de Araújo Barros – Belém/PA Paulo Costa Coelho – Curitiba/PR Severino Job de Sousa – Recife/PE Vanessa Trabuco da Cruz – Camaçari/BA Viviane Torres Gentil – Camaçari/BA Tânia Cecília Trevisan – Cuiabá/MT

SUPORTE Luiz Roberto Segala Gomes

Digital Mix Ltda:

José Roberto Negrão Marcelo Augusto Dias Paulo Cezar Barbosa Mello Reinaldo Fonseca

Spot Produção e Eventos:

Fernanda de Souza Pinto César Augusto de Bourbon

1- ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANAS17
CÉLULA17
FORMA18
CONSTITUIÇÃO18
MEMBRANA CELULAR18
CITOPLASMA18
NÚCLEO19
HISTOLOGIA20
TECIDO EPITELIAL20
FUNÇÕES:20
TECIDO CONJUNTIVO21
SISTEMA URINÁRIO2
FUNÇÃO2
COMPOSIÇÃO2
SISTEMA NERVOSO24
FUNÇÃO24
NEURÔNIOS SENSORIAIS24
NEURÔNIOS DE ASSOCIAÇÃO24
NEURÔNIO MOTOR24
FIBRAS NERVOSAS25
SNC (SISTEMA NERVOSO CENTRAL)25
ENCÉFALO25
CÉREBRO25
CEREBELO26
TRONCO ENCEFÁLICO26
MEDULA ESPINHAL27
MENINGES27
SUBSTÂNCIA BRANCA28
SUBSTÂNCIA CINZENTA28
SNP (SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO)28
NERVOS CRANIANOS28
NERVOS RAQUIDIANOS29
SNE (SISTEMA NERVOSO EMOTIVO)29
SNA (SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO)29
SNA PARASSIMPÁTICO30
SNA SIMPÁTICO31
ALGUMAS FUNÇÕES DO SNA PARASSIMPÁTICO E SIMPÁTICO31
ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA NERVOSO31
SIMPÁTICO (VIGÍLIA)31
AUTÔNOMO31
PARASSIMPÁTICO (REPOUSO)31
SISTEMA NERVOSO CENTRAL31
NERVOS CRANIANOS (CABEÇA, PESCOÇO, OMBROS)31
PERIFÉRICO31
NERVOS RAQUIDIANO (CORPO INTEIRO)31
SISTEMA CIRCULATÓRIO32
SISTEMA CARDIOVASCULAR32
CIRCULAÇÃO PULMONAR32
CIRCULAÇÃO SISTÊMICA3
OUTRAS DEFINIÇÕES3
CARDIOVASCULAR34
ESQUEMA DE FUNIONAMENTO34
SISTEMA CIRCULATÓRIO34

ÍNDICE - PRODUÇÃO DE ANTICORPOS (DEFESA)...................................................................34

- PASSAGEM DA LINFA PARA SISTEMA VENOSO (LIMPEZA)34
LINFÁTICO34
LINFA (LIMPEZA E IMUNIDADE)34
LINFONODOS34
SISTEMA LINFÁTICO / IMUNOLÓGICO35
LINFA35
LINFONODOS35
LEUCÓCITOS36
ANTICORPOS36
TONSILAS36
TIMO37
BAÇO37
APÊNDICE37
SISTEMA RESPIRATÓRIO37
FOSSAS NASAIS38
FARINGE38
LARINGE38
TRAQUÉIA38
PULMÕES38
BRÔNQUIOS/BRONQUÍOLOS39
ALVÉOLOS39
DIAFRAGMA39
COSTELA E MÚSCULOS INTERCOSTAIS39
SISTEMA DIGESTÓRIO40
BOCA40
LÍNGUA40
DENTES41
GLÂNDULAS SALIVARES41
ÚVULA41
FARINGE41
ESÔFAGO41
ESTÔMAGO42
PROCESSO DIGESTIVO42
PILORO42
INTESTINO42
FÍGADO4
VESÍCULA BILIAR4
PÂNCREAS45
VÁLVULA ILEOCECAL45
ESFÍNCTER ANAL45
SISTEMA ESQUELÉTICO46
OSSOS46
ESQUELETO47
ARTICULAÇÕES49
SISTEMA MUSCULAR50
TIPOS DE MÚSCULOS51
TENDÕES52
LIGAMENTO52
SISTEMA ENDÓCRINO53
HIPOTÁLAMO54
HIPÓFISE54
PINEAL - EPÍFISE5
TIREÓIDE56
PARATIREÓIDES56
TIMO57
SUPRA-RENAIS57
MEDULA SUPRA-RENAL58
PÂNCREAS59
OVÁRIOS59
E OVARIANOS DURANTE O CICLO MENSTRUAL60
SISTEMA GENITAL FEMININO62
SISTEMA GENITAL MASCULINO68
VISÃO71
AUDIÇÃO74
OLFATO76
PALADAR76
TATO78
SISTEMA TEGUMENTAR79
PELE79
PÊLOS81
UNHAS81
GLÂNDULAS SUDORÍPARAS82
GLÂNDULAS SEBÁCEAS82
2. MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA84
FUNGOS84
HERÓIS E VILÕES DA BIOSFERA84
BIORREGULADORES86
CONSTITUIÇÃO87
FUNGOS PATÓGENOS87
USO NA FARMÁCIA8
ASPECTOS POSITIVOS DOS FUNGOS89
ASPECTOS NEGATIVOS DOS FUNGOS89
MICOTOXINAS89
MICOSES CUTÂNEAS90
MANIFESTAÇÕES90
COMO EVITAR90
MICOSE DE PRAIA (PITIRÍASE VERSICOLOR)91
CUIDADOS91
MICOSE DE UNHA OU ONICOMICOSE91
CUIDADOS91
MICOSE DOS PÉS91
TIPOS91
CUIDADOS92
TRATAMENTO DAS MICOSES92
BACTÉRIAS92
FORMAS DAS BACTÉRIAS:93
INFECÇÃO94
CLASSIFICAÇÃO94
CORANTE DE GRAM94
ESTREPTOCOCOS95
INFECÇÕES CAUSADAS POR ESTREPTOCOCOS:95
ESTAFILOCOCOS96
ENTEROCOCOS96
AS INFECÇÕES POR ENTEROCOCOS INCLUEM:97
PRINCIPAIS DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS98
VÍRUS9
ESTRUTURA VIRAL100
O CAPSÍDEO E O ENVELOPE VIRAL100
O GENOMA VIRAL100
DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS101
ROTAVÍRUS101
TRANSMISSÃO101
SINTOMAS101
TRATAMENTO102
COMBATE E PREVENÇÃO102
PARASITAS102
CLASSIFICAÇÃO103
ADAPTAÇÕES DO PARASITA103
PARASITOLOGIA104
TOXOPLASMOSE104
ASCARIDÍASE106
GIARDÍASE107
TENÍASE/CISTICERCOSE108
3. PATOLOGIA GERAL112
O QUE É PATOLOGIA112
O QUE É DOENÇA?113
PATOLOGIA DE ALGUMAS DOENÇAS COMUNS113
HEMORRAGIA113
TUBERCULOSE115
REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO119
SARAMPO122
SARAMPO MODIFICADO123
CISTITE124
PROSTATITE128
URETRITE128
4. FARMACOLOGIA130
O QUE É FARMACOLOGIA130
DIVISÕES DA FARMACOLOGIA131
FARMACOCINÉTICA131
FARMACOLOGIA131
COMO SE MODIFICA O MEDICAMENTO AO ENTRAR NO ORGANISMO132
ABSORÇÃO132
DISTRIBUIÇÃO132
METABOLISMO133
ELIMINAÇÃO133
FATORES QUE AFETAM A RESPOSTA AOS MEDICAMENTOS133
GENÉTICA134
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS136
EFEITOS DE DUPLICAÇÃO136
EFEITOS OPOSTOS137
ALTERAÇÕES NA ABSORÇÃO137
ALTERAÇÕES NO METABOLISMO138
ALTERAÇÕES NA EXCREÇÃO138
COMO REDUZIR O RISCO DE INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS138
INTERAÇÕES DO TIPO MEDICAMENTO-DOENÇA139
FARMACODINÂMICA: SELETIVIDADE DA AÇÃO DOS MEDICAMENTOS139
RECEPTORES139
FÁRMACO139
SELETIVIDADE E NÃO-SELETIVIDADE140
UM ENCAIXE PERFEITO140
RECEPTORES140
ENZIMAS142
AFINIDADE E ATIVIDADE INTRÍNSECA142
POTÊNCIA E EFICÁCIA143
TOLERÂNCIA143
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DOS MEDICAMENTOS143
CLASSIFICAÇÃO DE MEDICAMENTOS144
ALGUNS CONCEITOS BÁSICOS DE FARMACOLOGIA147
GRUPOS FARMACOLÓGICOS151
ANTIINFLAMATÓRIOS151
ANALGÉSICOS151
PRINCIPAIS GRUPOS ANALGÉSICOS:151
ANTIALÉRGICOS151
ANTIBIÓTICOS152
PRINCIPAIS GRUPOS DE ANTIBIÓTICOS152
ANTIVIRAIS152
ANTIFÚNGICOS153
ANTIINFECCIOSOS153
AÇÃO DOS MEDICAMENTOS SOBRE O ORGANISMO153
SISTEMA CIRCULATÓRIO153
SISTEMA RESPIRATÓRIO154
SISTEMA DIGESTÓRIO154
SISTEMA URINÁRIO154
ESTUDANDO OS FENÔMENOS QUÍMICOS155
A QUÍMICA DA SAÚDE156
QUÍMICA MEDICINAL156
O PAPEL ESSENCIAL DA FÍSICO-QUÍMICA NA FORMULAÇÃO DE MEDICAMENTOS159
DISTINTOS ASPECTOS PRESENTES NA ETAPA DE PRÉ-FORMULAÇÃO159
A SÍNTESE DE FÁRMACOS160
AÇÃO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS NO ORGANISMO162
6. FARMACOBOTÂNICA E FARMACOGNOSIA167
A IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS MEDICINAIS167
METABÓLITOS SECUNDÁRIOS DE PLANTAS169
PLANTA MEDICINAL, FITOTERÁPICO E FITOFÁRMACO170
FITOTERÁPICOS: ENTRE O CONHECIMENTO POPULAR E O CIENTÍFICO170
FITOTERÁPICOS – ALTERNATIVA PARA O BRASIL172
OS SEGREDOS DOS CHÁS176
SALVOS PELO CHÁ177
JAPONESES CONSUMIDORES DE CHÁ177
INDICAÇÃO DO CHÁ177
PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS DAS FRUTAS179
7. FARMACOTÉCNICA182
FORMAS E FÓRMULAS FARMACÊUTICAS183
FORMA FARMACÊUTICA183
FORMAS FARMACÊUTICAS E VIAS DE ADMINISTRAÇÃO186
FÓRMULA FARMACÊUTICA187
ALGUNS COMPONENTES DA FÓRMULA FARMACÊUTICA188
TOS191
CUIDADOS BÁSICOS COM MEDICAMENTOS191
UMIDADE192
EXPOSIÇÃO AO SOL192
ÁLCOOL/ACETONA/ÉTER/BENZINA192
COMO RECONHECER MEDICAMENTOS DETERIORADOS192
VALIDADE DOS MEDICAMENTOS194
TERMINOLOGIA194
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS195
MICROBIOLOGIA DA PELE195
INDICAÇÕES DA LAVAGEM DAS MÃOS196
USO DO ÁLCOOL GLICERINADO197
ANTI-SEPSIA DAS MÃOS198
INSTALAÇÕES FÍSICAS:198
TÉCNICA DA ANTI-SEPSIA (ESCOVAÇÃO) DAS MÃOS:199
DESINFECÇÃO199
PRODUTOS UTILIZADOS:200
9 - BIOSSEGURANÇA203
O QUE É BIOSSEGURANÇA?203
PROTEÇÃO NO DIA-A-DIA204
PRECAUÇÕES-PADRÃO204
LAVAGEM DAS MÃOS204
MANIPULAÇÃO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS204
MANIPULAÇÃO DE MATERIAIS CORTANTES E DE PUNÇÃO205
AMBIENTE E EQUIPAMENTOS205
VACINAÇÃO205
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL206
PROTETOR RESPIRATÓRIO (RESPIRADORES)207
AVENTAL E GORRO208
PREPARO DO FERIMENTO, PELE OU MUCOSA DO PACIENTE208
COLETA SELETIVA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SAÚDE210
RESÍDUOS COMUNS210
RELAÇÃO DOS RESÍDUOS:210
COMO ACONDICIONAR DENTRO DA SALA:210
ONDE ARMAZENAR ATÉ A COLETA FINAL:211
RESÍDUOS RECICLÁVEIS211
RELAÇÃO DOS RESÍDUOS:211
COMO ACONDICIONAR DENTRO DA SALA:211
ONDE ARMAZENAR ATÉ A COLETA FINAL:211
RESÍDUOS INFECTANTES212
RELAÇÃO DOS RESÍDUOS:212
COMO ACONDICIONAR DENTRO DA SALA:212
RELAÇÃO DOS RESÍDUOS PÉRFURO-CORTANTES:212
COMO ACONDICIONAR DENTRO DA SALA:212
ONDE ARMAZENAR ATÉ A COLETA:213
RESÍDUOS FARMACÊUTICOS E QUÍMICOS213
RELAÇÃO DOS RESÍDUOS:213
COMO ACONDICIONAR DENTRO DA SALA:213
10 - PRIMEIROS SOCORROS214
TIPOS DE ACIDENTES216
QUEIMADURAS216
QUEIMADURAS QUÍMICAS216
QUEIMADURAS SOLARES217
QUEIMADURAS POR ELETRICIDADE217
FRATURAS, ENTORSES, LUXAÇÕES E CONTUSÕES217
FRATURA217
ENTORSE218
LUXAÇÃO218
CONTUSÃO218
INTOXICAÇÕES E ENVENENAMENTOS219
PICADAS DE ANIMAIS PEÇONHENTOS220
PICADAS DE INSETOS220
PICADAS DE CARRAPATOS220
PICADAS DE ESCORPIÕES220
PICADAS DE COBRAS221
SANGRAMENTOS221
SANGRAMENTO EXTERNO221
SANGRAMENTO INTERNO2
SANGRAMENTOS NASAIS2
CHOQUE ELÉTRICO223
CORPOS ESTRANHOS E ASFIXIA224
NO OUVIDO224
NOS OLHOS224
NO NARIZ224
OBJETOS ENGOLIDOS225
PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA225
PROCEDIMENTOS PRELIMINARES225
A RESSUSCITAÇÃO CÁRDIO-PULMONAR225
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS226
DESMAIO226
CONVULSÕES226
1. FARMÁCIA HOSPITALAR227
ADMINISTRAÇÃO DA FARMÁCIA HOSPITALAR228
DESAFIOS PARA A FARMÁCIA HOSPITALAR BRASILEIRA228
AÇÕES GERENCIAIS PARA FARMÁCIAS HOSPITALARES228
PESQUISA FARMACOLÓGICA CLÍNICA235
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS236
NUTRIÇÃO PARENTERAL245
COMUNICAÇÃO E ACONSELHAMENTO AO PACIENTE247
COMUNICAÇÃO COM OS DEMAIS PROFISSIONAIS DE SAÚDE247
SEGUIMENTO DO PACIENTE EM TERAPIA NUTRICIONAL248
PARTICIPAÇÃO NA EDUCAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE248
PARTICIPAÇÃO EM PESQUISA CLÍNICA248
FORMULAÇÕES DE NUTRIÇÃO PARENTERAL249
PREPARO INTRA-HOSPITALAR DA NUTRIÇÃO PARENTERAL249
MÉTODOS USUALMENTE UTILIZADOS NA MANIPULAÇÃO NO BRASIL E NO EXTERIOR250
BARREIRA DE ISOLAMENTO251
CONTROLE DE QUALIDADE DA NUTRIÇÃO PARENTERAL251
NOVOS SUBSTRATOS EM TERAPIA NUTRICIONAL252
CONSIDERAÇÕES FINAIS252
12. SAÚDE PÚBLICA E EPIDEMIOLOGIA253
CONCEITO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE PÚBLICA253
PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES257
SAÚDE PÚBLICA E IMUNIZAÇÃO258
SOROS259
EPIDEMIOLOGIA259
AIDS259
SINONÍMIA260
AGENTE ETIOLÓGICO260
RESERVATÓRIO260
MODO DE TRANSMISSÃO260
PERÍODO DE INCUBAÇÃO261
PERÍODO DE LATÊNCIA261
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE261
DIAGNÓSTICO261
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL262
TRATAMENTO262
OBJETIVOS DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA262
NOTIFICAÇÃO262
DEFINIÇÃO DE CASO263
MEDIDAS DE CONTROLE263
SÍFILIS CONGÊNITA264
DESCRIÇÃO264
SINONÍMIA266
AGENTE ETIOLÓGICO266
RESERVATÓRIO266
MODO DE TRANSMISSÃO266
PERÍODO DE INCUBAÇÃO266
DIAGNÓSTICO266
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL267
TRATAMENTO267
OBJETIVOS DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA268
NOTIFICAÇÃO269
DEFINIÇÃO DE CASO269
MEDIDAS DE CONTROLE270
DENGUE270
DESCRIÇÃO270
SINONÍMIA271
AGENTE ETIOLÓGICO271
VETORES HOSPEDEIROS271
MODO DE TRANSMISSÃO271
PERÍODO DE INCUBAÇÃO271
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE271
COMPLICAÇÕES272
DIAGNÓSTICO272
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL272
TRATAMENTO272
CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS272
NOTIFICAÇÃO273
DEFINIÇÃO DE CASO273
MEDIDAS DE CONTROLE274
TUBERCULOSE276
DESCRIÇÃO276
AGENTE ETIOLÓGICO277
RESERVATÓRIO277
MODO DE TRANSMISSÃO277
PERÍODO DE INCUBAÇÃO277
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE277
COMPLICAÇÕES277
DIAGNÓSTICO277
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL278
TRATAMENTO279
CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS279
OBJETIVOS DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA279
NOTIFICAÇÃO279
DEFINIÇÃO DE CASO:279
MEDIDAS DE CONTROLE280
OBSERVAÇÕES283
POLIOMIELITE283
DESCRIÇÃO283
SINONÍMIA284
AGENTE ETIOLÓGICO284
RESERVATÓRIO284
MODO DE TRANSMISSÃO284
PERÍODO DE INCUBAÇÃO284
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE284
COMPLICAÇÕES284
DIAGNÓSTICO284
TRATAMENTO286
CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS286
OBJETIVOS DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA286
NOTIFICAÇÃO286
DEFINIÇÃO DE CASO287
MEDIDAS DE CONTROLE288
13. POLÍTICA DE MEDICAMENTOS289
POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS289
PROGRAMAS ESTRATÉGICOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE292
PROGRAMA NACIONAL DE DST/AIDS292
PROGRAMA NACIONAL DE ELIMINAÇÃO DA HANSENÍASE293
PROGRAMA DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS – ALTO CUSTO294
PROGRAMA DE PNEUMOLOGIA SANITÁRIA (TUBERCULOSE)294
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DA DENGUE295
FARMÁCIA POPULAR296
PROJETO FARMÁCIAS NOTIFICADORAS297
MEDICAMENTOS GENÉRICOS – LEI 9787/9298
PRESCRIÇÃO E DISPENSAÇÃO DOS MEDICAMENTOS GENÉRICOS300
LISTA DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS REGISTRADOS301
CÓDIGO DE ÉTICA DA PROFISSÃO FARMACÊUTICA310
CAPÍTULO I311
CAPÍTULO I312
CAPÍTULO I314
CAPÍTULO IV316
CAPÍTULO V317
TARJAS E RÓTULOS321
MEDICAMENTOS MANIPULADOS321
TIPOS DE RECEITAS322
15. PRÁTICAS PROFISSIONAIS327
PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE NA ATIVIDADE FARMACÊUTICA327
COMO ADMINISTRAR MEDICAMENTOS328
16. TÉCNICAS DE VENDAS336
RELAÇÃO TÉCNICO DE FARMÁCIA - CLIENTE336
FIDELIZAÇÃO DO CLIENTE339
O RESPEITO FIDELIZA339
CONFIANÇA PARA A FIDELIZAÇÃO339
PROATIVIDADE: POSTURA DO VENDEDOR340
MARKETING PESSOAL340
RAPPORT – PERCEPÇÃO E COMUNICAÇÃO340
PRINCÍPIOS DO ATENDIMENTO QUE VENDE341
LIDANDO COM CLIENTES IRRITADOS344
DIFERENCIAL NO ATENDIMENTO:345
SONDAGEM345
DEMONSTRAÇÃO346
FECHAMENTO DA VENDA347
EXPANSÃO DA VENDA347
17. NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DA FARMÁCIA349
COMO ORGANIZAR A FARMÁCIA349
ORGANIZAÇÃO DOS MEDICAMENTOS350
CAIXA DE EMERGÊNCIA350
CUIDADOS COM A GELADEIRA351
RECEBIMENTO DE MEDICAMENTOS351
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS:352
MOVIMENTAÇÃO DE ESTOQUES DE MEDICAMENTOS352
FICHA DE PRATELEIRA353
PROCEDIMENTOS PARA O PREENCHIMENTO DA FICHA DE PRATELEIRA:353
CONTAGEM FÍSICA DO ESTOQUE354
O PROGRAMA 5S354
NOÇÕES DE CONTABILIDADE356
NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO356
SISTEMA DE OPERAÇÃO DE LOJA356
SISTEMA DE COMPRA356
SISTEMA DE VENDAS E MARKETING357
SISTEMA DE SERVIÇO AO CLIENTE357
SISTEMA DE APOIO357
SISTEMA DE OPERAÇÃO DE LOJA357
MANUAL DE PROCEDIMENTOS358
INDICADORES DE DESEMPENHO358
NOÇÕES DE CONTABILIDADE359
HISTÓRIA DA CONTABILIDADE359
CAMPO DE ATUAÇÃO DA CONTABILIDADE360
CONCEITO DE CONTABILIDADE360
FUNÇÃO DA CONTABILIDADE360
FINALIDADE DA CONTABILIDADE360
O CAMPO DE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE361
ESCRITURAÇÃO361
CONTA361
REGRAS BÁSICAS DA ESCRITURAÇÃO COMERCIAL361
OBRIGATORIEDADE DE MANTER A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL362
RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL362
GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS363
19. INFORMÁTICA BÁSICA372
O CÉREBRO ELETRÔNICO373
O COMPUTADOR373
OS DISCOS374
MICROSOFT WINDOWS XP374
INICIALIZANDO O WINDOWS XP375
ÁREA DE TRABALHO (DESKTOP)376
TRABALHANDO COM O MICROSOFT WORDPAD377
WINDOWS EXPLORER378
WORD (VERSÃO 2000)382
INICIAR O EDITOR DE TEXTOS382
CONFIGURAR AMBIENTE DE TRABALHO382
FORMATANDO FONTES383
ALINHAMENTO DO TEXTO384
COR DA FONTE384
ABRIR DOCUMENTO/SALVAR/SALVAR COMO384
NUMERAÇÃO E MARCADORES385
SELECIONANDO, COPIANDO E COLANDO PARTES DO TEXTO386
TECLAS DE ATALHO386
LOCALIZANDO TEXTOS E PALAVRAS387
SUBSTITUINDO TEXTOS E PALAVRAS387
VERIFICANDO ORTOGRAFIA E GRAMÁTICA387
MÚLTIPLAS COLUNAS389
TABELAS389
AUTOFORMATAÇÃO DE TABELAS390
ALTERAR LARGURA DE LINHAS E COLUNAS DAS TABELAS390
ACRESCENTAR E EXCLUIR LINHAS DA TABELA391
ACRESCENTAR OU EXCLUIR COLUNAS DA TABELA391
FORMATAR BORDAS DA TABELA392
ORDENAÇÃO DE DADOS EM UMA TABELA392
INSERIR FIGURAS393
MODIFICAR A FIGURA393
INSERINDO AUTOFORMAS394
TRABALHANDO COM WORD ART394
EXCEL395
CARREGANDO O EXCEL 7395
A TELA DE TRABALHO396
MOVIMENTANDO-SE PELA PLANILHA397
USANDO TECLAS397
USANDO A CAIXA DE DIÁLOGO398
USANDO O MOUSE398
INSERINDO OS DADOS399
ENTRADA DE NÚMEROS399
ENTRADA DE TEXTOS400
ENTRADA DE FÓRMULAS401
A AUTO-SOMA402
ALTERAÇÃO DO CONTEÚDO DE UMA CÉLULA402
SALVANDO UMA PLANILHA403
CARREGANDO UMA PLANILHA404
FORMATAÇÃO DE CÉLULAS405
SELEÇÃO DE FAIXAS405
SELECIONANDO COM O MOUSE405
SELECIONANDO COM O TECLADO406
DESMARCANDO UMA FAIXA406
FORMATAÇÃO DE TEXTOS E NÚMEROS406
FORMATAÇÃO DE NÚMEROS406
ALTERAÇÃO DA LARGURA DAS COLUNAS407
ALTERANDO A LARGURA DA COLUNA COM O MOUSE407
ALTERANDO A LARGURA DA COLUNA POR MEIO DA CAIXA DE DIÁLOGO407
APAGANDO O CONTEÚDO DE UMA OU MAIS CÉLULAS408
CRIANDO GRÁFICOS408
IMPRESSÃO DA PLANILHA411
FECHANDO A PLANILHA ATUAL411
CRIAÇÃO DE UMA NOVA PLANILHA411
INTERNET EXPLORER412
O QUE É A INTERNET?412
WORLD WIDE WEB (W)412
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS413
O PROGRAMA INTERNET EXPLORER413
OS BOTÕES DE NAVEGAÇÃO414
CORREIO ELETRÔNICO415
O QUE É UM CORREIO ELETRÔNICO?415
GERENCIAR A CAIXA DE CORREIO416
GUARDAR MENSAGENS EM ARQUIVOS CONVENCIONAIS416
RESPONDER E RETRANSMITIR MENSAGENS416
CRIAR E USAR APELIDOS416
IMPRIMIR MENSAGENS416
O QUE É UMA MENSAGEM?417
ESTRUTURA DOS ENDEREÇOS ELETRÔNICOS417
QUANTO AO CONTEÚDO DAS MENSAGENS418
QUANTO AO ENVIO E RECEBIMENTO DE MENSAGENS420
20. PSICOLOGIA APLICADA421
ADESÃO421
ACOLHIMENTO422
ATENÇÃO FARMACÊUTICA424
ANTÍDOTO PARA A “EMPURROTERAPIA”425
NOVO PARADIGMA425
LUCRO EM SEGUNDO PLANO426
SEM PRESCRIÇÃO427
“AGORA EU QUESTIONO”428
O PLACEBO E A ARTE DE CURAR429
EFEITOS COLATERAIS INDUZIDOS PELOS PLACEBOS430
1. O PACIENTE431
2. QUEM CURA432

1- ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANAS

Nesse capítulo vamos abordar algumas das principais funções do corpo humano, bem como conhecer melhor suas estruturas e órgãos.

É a unidade viva fundamental. As células são consideradas como a menor porção viva do organismo. São tão pequenas que somente podem ser vistas depois de aumentadas centenas de vezes pelo microscópio. Cada órgão é um agregado de numerosas células, que se mantêm unidas por estruturas intercelulares.

É muito variável a forma das células que constituem o organismo humano.

Nosso sangue possui células vermelhas (em forma de disco) e células brancas (globulosas). As células que formam os órgãos nervosos são estreladas e piramidais, e as que se encontram nos ossos são também estreladas.

As células se compõem de numerosos elementos, mas fundamentalmente são formadas por três partes:

É a camada que envolve a célula. Nas células vegetais, e em muitas células animais (células da pele, músculo), ela é visível ao microscópio, mas em muitos outros tipos de células a membrana é tão fina que somente processos mais delicados permitem evidenciá-la. Através de seus diminutos poros ela seleciona os alimentos a serem absorvidos pelo organismo (tecido).

É a porção da célula situada por dentro da membrana. É formado por diversos elementos.

No citoplasma ocorrem as transformações químicas (metabolismo).

Veja alguns exemplos dos elementos citoplasmáticos:

-Retículo endoplasmático: o retículo endoplasmático aumenta o contato entre a célula e o exterior, facilitando a entrada e saída de substâncias.

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