Infarto Agudo do Miocárdio

Infarto Agudo do Miocárdio

Infarto Agudo do Miocárdio

Introdução Doença Coronariana

  • CORAÇÃO

  • Artérias coronárias (O2)

  • Envelhecimento e riscos

  • Aterosclerose: obstrução das paredes por depósito de gordura

  • Fluxo reduzido e H2O insuficiente

A Insuficiência aguda coronariana pode causar:

  • Angina de Peito;

  • Infarto agudo do miocárdio;

  • Morte súbita.

Fatores De Risco Para Doenças Coronarianas

  • Podem ser divididos em 2 grupos:

    • Modificados:
      • Tabagismo
      • Colesterol elevado
      • Hipertensão arterial
      • Obesidade
      • Falta de exercícios físicos
    • Não Modificados:
      • Idade avançada
      • Sexo masculino
      • Diabete melito
      • Hereditariedade

Angina De Peito

  • É a dor ou desconforto que surge no tórax;

  • Obstrução parcial das coronárias por uma placa de gordura;

  • Caracterizada como um aperto no peito;

  • È desencadeada pelo exercício físico, alimentação ou estresse emocional;

  • Sintomas duram no máximo 15 minutos.

  • Conduta

  • O tratamento básico do socorrista é:

    • Perguntar sobre episódios de dor;
    • Diagnóstico prévio;
    • Uso de medicações;
    • Manter a vítima em repouso absoluto;
    • O transporte rápido é fundamental.

Infarto Agudo Do Miocárdio: Conceitos E Causas

Conceitos:

  • Doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, sendo uma das principais causas de mortes no Brasil;

  • É a necrose do músculo cardíaco produzida por uma redução prolongada na irrigação sanguínea (isquemia);

  • Manifestação de insuficiência coronária que caracteriza-se pela ocorrência de necrose miocárdica, podendo atingir toda a espessura de uma região da parede do miocárdio ou se situar apenas na camada interna dessa parede;

Principais Causas Do Infarto:

  • A causa habitual da morte celular é uma isquemia (deficiência de oxigênio) no músculo cardíaco, por oclusão de uma artéria coronária;

  • É quando há deposição de placas de gordura por dentro das paredes das artérias coronárias (aterosclerose). Quando estas placas de gordura causam obstrução ao fluxo sanguíneo das artérias para o coração, o músculo cardíaco sofre falta de sangue/oxigênio e começa a morrer;

  • Outra causa do infarto, se deve à ocorrência de um severo espasmo coronariano, devido ao colabamento das paredes das artérias coronárias, impedindo o fluxo sanguíneo ao coração;

  • Esses espasmos podem estar relacionados a:

  • Uso de drogas como a cocaína;

  • Estresse emocional;

  • Tabagismo;

  • Exposição ao frio extremo;

  • Sedentarismo;

Sintomas prodrômicos do IAM

  • Dor pré-cordial aguda, intensa e persistente, irradia para pescoço, braços, ombros e região epigástrica;

  • Palpitações;

  • Vertigem e confusão mental;

  • Cansaço e dispnéia;

  • Alterações na evolução de angina de peito estável - dor maior que da angina;

O diagnóstico de IAM iminente ou em sua fase evolutiva inicial é de fundamental importância;

  • O diagnóstico de IAM iminente ou em sua fase evolutiva inicial é de fundamental importância;

  • Mesmo que a instalação não seja evitada, a mortalidade diminui acentuadamente.

  • Diferenças entre angina de peito estável e o IAM:

  • - Duração da dor: na angina geralmente é de curta duração, se ultrapassar 15 min provavelmente se trata de infarto;

  • - A dor surge com o esforço e passa com o repouso;

  • As manifestações paralelas não costumam ser tão intensas como a do infarto;

  • A dor ou opressão retroesternal passa com o uso de comprimidos sublinguais de nitro derivados. Se a dor não ceder provavelmente se trata de um infarto.

Conduta

  • O período pré – hospitalar compreende dois momentos:

  • ▪ Do início da dor e reconhecimento do sintoma do IAM pelo paciente até a procura por socorro;

  • ▪ Procura por socorro até o deslocamento ao hospital mais próximo.

Procedimentos de Conduta

  • Realizar o avaliação primária e colher a história SEMPRE;

  • Perguntar sobre os outros episódios de dor, diagnósticos prévios e uso de medicações;

  • Todo paciente adulto com dor toráxica aguda de forte intensidade deve ser considerado como vítima de infarto agudo do miocárdio;

  • Manter a vítima em repouso absoluto;

  • Não permitir em hipótese alguma que o paciente se movimente ou ande até a ambulância;

  • Tranquilizar pacientes lúcidos;

Procedimentos de Conduta

  • Administrar O2 suplementar sob máscara em todos os casos;

  • Uso de medicação;

  • O transporte rápido é fundamental;

  • Reavaliar frequentemente o paciente;

  • Estar preparado para complicações súbitas como parada cardíaca, choque ou edema pulmonar agudo.

  • Reconhecer esses sinais são vitais.

TRATAMENTO DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

  • O tratamento do IAM objetiva aumentar

  • a quantidade e melhorar a qualidade de

  • vida dos pacientes acometidos;

  • O IAM, tem como substrato anatômico

  • a necrose miocárdica, processo irreversível.

  • Dessa maneira, poder-se-ia supor que as

  • conseqüências do IAM estariam definidas

  • no momento de sua instalação;

  • Os conhecimentos atuais mostram que essa suposição é apenas parcialmente correta, pois a evolução do IAM, desde seu inicio, é passível de ser modificada, de modo substancial;

  • O tratamento do IAM tem como objetivos principais limitar o tamanho do infarto e prevenir ou tratar as complicações.

MEDIDAS PARA LIMITAR O TAMANHO DO INFARTO

  • Como qualquer outro processo isquêmico, o IAM é resultante da desproporção entre oferta e o consumo de oxigênio miocárdico. Portanto, um dos propósitos fundamentais do tratamento é corrigir esse distúrbio;

  • Fatores que diminuem a relação entre oferta e consumo de oxigênio atuam no sentido de ocasionar sua necrose; fatores que aumentam essa relação influem na sua recuperação;

  • Os principais métodos empregados com a finalidade de evitar a ampliação da zona de necrose e recuperar o tecido isquêmico procuram diminuir o consumo de oxigênio miocárdico ou aumentar o fluxo coronário para zona isquêmica.

Redução do consumo de oxigênio miocárdico

  • Diversos procedimentos empregados no IAM têm esta finalidade: controle da dor e da ansiedade; repouso; dieta; antitérmicos; hipotensores antiarrítmicos; vasodilatadores; bloqueadores beta-adrenérgicos; tratamento da constipação intestinal.

Prevenção

  • Controlar os níveis de colesterol total no sangue com uma dieta saúdavel e de baixo teor de gordura;

  • Controlar a pressão alta através da dieta com pouco sal e tomando o remédio hipertensivo;

  • Parar de fumar;

  • Controlar o diabetes pelo frequente monitoramento do nível de açúcar no sangue, seguindo a dieta orientada e tomando a insulina ou medicamento oral conforme prescrito;

  • Praticar exercícios regularmente;

  • Manter o peso ideal.

Comentários