Planejando e Controlando com Primavera Enterprise

Curso Específico

Autor:

CES

Revisor:

JGS

Versão:

05

Gravado em:

04/05/06 15:00

INDICE

LIÇÃO 1 - Introdução ao P3e – Suite de Módulos: 7

1.1. O que é o Primavera Enterprise P3e 7

1.1. O que é o Primavera Enterprise P3e 7

1.2. Suíte de produtos do P3e 8

1.2. Suíte de produtos do P3e 8

1.2.1. Project Manager 8

1.2.1. Project Manager 8

1.2.2. My Primavera 9

1.2.2. My Primavera 9

1.2.3. Portifolio Analysis 9

1.2.3. Portifolio Analysis 9

1.2.4. Methodology Manager 10

1.2.4. Methodology Manager 10

Criação dos modelos de projetos, envolvendo: 10

LIÇÃO 2 - Estruturando Projetos Corporativamente (OBS x EPS) 11

2.1. EOE (OBS) – Características Principais 11

2.1. EOE (OBS) – Características Principais 11

2.1.1. Visualizando a EOE em forma de Organograma 13

2.1.1. Visualizando a EOE em forma de Organograma 13

2.1.2. Explorando o menu da barra de Opções da OBS 15

2.1.2. Explorando o menu da barra de Opções da OBS 15

2.2. EAE (EPS) – Características Principais 16

2.2. EAE (EPS) – Características Principais 16

2.2.1. Visualizando EAE (EPS) 16

2.2.1. Visualizando EAE (EPS) 16

Nota: O nó Modelos já existe na EAE (EPS), porque ele contém projetos que serão utilizados mais adiante no curso 17

Nota: É necessário suprir sempre um responsável para cada nível da EAE (EPS). Se não for selecionado nenhum o programa adotará como padrão o que estiver na raiz da EOE (OBS). 18

2.2.2. Visualizando a EAE em forma de Organograma 19

2.2.2. Visualizando a EAE em forma de Organograma 19

2.2.3. Explorando o menu da barra de Opções da EPS 21

2.2.3. Explorando o menu da barra de Opções da EPS 21

LIÇÃO 3 - Tipos de Duração e Associando Constraints 22

3.1. Tipos de Duração 22

3.1. Tipos de Duração 22

3.1.1. Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time) 23

3.1.1. Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time) 23

3.1.2. Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time) 23

3.1.2. Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time) 23

3.1.3. Unidades Fixa (Fixed Units) 23

3.1.3. Unidades Fixa (Fixed Units) 23

3.2. Restrições – (Constraints) 64

3.2. Restrições – (Constraints) 64

3.2.1. Deverá terminar em (Must Finish by) 64

3.2.1. Deverá terminar em (Must Finish by) 64

3.2.2. Iniciar antes de (Start On or Before): 66

3.2.2. Iniciar antes de (Start On or Before): 66

3.2.3. Iniciar na data (Start On): 66

3.2.3. Iniciar na data (Start On): 66

3.2.4. Inicio imposto em (Mandatory Start): 66

3.2.4. Inicio imposto em (Mandatory Start): 66

3.2.5. Terminar antes de (Finish On or Before): 66

3.2.5. Terminar antes de (Finish On or Before): 66

3.2.6. Terminar depois de (Finish On or After): 66

3.2.6. Terminar depois de (Finish On or After): 66

3.2.7. Terminar em (Finish On): 67

3.2.7. Terminar em (Finish On): 67

3.2.8. Termino imposto em (Mandatory Finish): 67

3.2.8. Termino imposto em (Mandatory Finish): 67

3.2.9. O tarde quanto possível (As Late as Possible): 67

3.2.9. O tarde quanto possível (As Late as Possible): 67

LIÇÃO 4 - Recursos e Custos 68

4.1. Recursos 68

4.1. Recursos 68

4.1.1. Ativando o Assistente de Recursos 68

4.1.1. Ativando o Assistente de Recursos 68

4.1.2. Criando recursos através do Assistente 69

4.1.2. Criando recursos através do Assistente 69

4.1.3. Criando Recursos sem o Assistente 73

4.1.3. Criando Recursos sem o Assistente 73

4.1.4. Criando um recurso material 76

4.1.4. Criando um recurso material 76

4.1.5. Vista de Recursos 78

4.1.5. Vista de Recursos 78

4.1.6. Código de Recursos 79

4.1.6. Código de Recursos 79

4.1.7. Definindo Código de Recursos 79

4.1.7. Definindo Código de Recursos 79

4.1.8. Associando Código de Recursos 80

4.1.8. Associando Código de Recursos 80

4.1.9. Agrupando por Código de Recurso 81

4.1.9. Agrupando por Código de Recurso 81

4.2. Funções de Cargos (Roles) 81

4.2. Funções de Cargos (Roles) 81

4.3. Planilha de Recursos 82

4.3. Planilha de Recursos 82

4.3.1. Janelas - Planilha de Recursos 84

4.3.1. Janelas - Planilha de Recursos 84

4.3.2. Janela Esquerda 85

4.3.2. Janela Esquerda 85

4.3.3. Janela do Meio 85

4.3.3. Janela do Meio 85

4.3.4. Janela Direita 87

4.3.4. Janela Direita 87

LIÇÃO 5 - Nivelamento de Recursos 88

LIÇÃO 6 - Gestão de Custos 93

6.1. Alocando Despesas e classificação por centros de custo 93

6.1. Alocando Despesas e classificação por centros de custo 93

6.2. Estimativas de Custos 98

6.2. Estimativas de Custos 98

6.3. Orçamentação 98

6.3. Orçamentação 98

6.4. Controle dos Custos 100

6.4. Controle dos Custos 100

6.5. Atualizações do orçamento 101

6.5. Atualizações do orçamento 101

LIÇÃO 7 - Layouts, Agrupamentos e Filtros 103

7.1. Abrindo um layout existente 103

7.1. Abrindo um layout existente 103

7.2. Entendendo os elementos de um Layout. 103

7.2. Entendendo os elementos de um Layout. 103

7.3. Modificando um Layout - Selecionando Colunas 104

7.3. Modificando um Layout - Selecionando Colunas 104

7.4. Salvando Layouts 105

7.4. Salvando Layouts 105

7.5. Selecionando Pastas de Dados da janela Detalhe de Atividades 106

7.5. Selecionando Pastas de Dados da janela Detalhe de Atividades 106

7.6. Agrupamentos 107

7.6. Agrupamentos 107

7.6.1. Exemplo: Agrupando Atividades 107

7.6.1. Exemplo: Agrupando Atividades 107

7.6.2. Agrupando por WBS 108

7.6.2. Agrupando por WBS 108

7.6.3. Agrupando por EAP – Sumarizando 108

7.6.3. Agrupando por EAP – Sumarizando 108

7.6.4. Ordenando 109

7.6.4. Ordenando 109

7.6.5. Agrupado por EAP (WBS) – Classificando por inicio cedo 110

7.6.5. Agrupado por EAP (WBS) – Classificando por inicio cedo 110

7.6.6. Agrupar por data 110

7.6.6. Agrupar por data 110

7.7. Filtros 111

7.7. Filtros 111

7.7.1. Aplicando os Filtros Padrões 111

7.7.1. Aplicando os Filtros Padrões 111

7.7.2. Atividades Críticas 112

7.7.2. Atividades Críticas 112

7.7.3. Criando um Filtro 112

7.7.3. Criando um Filtro 112

7.7.4. Atividades do Item= seleciona por código 113

7.7.4. Atividades do Item= seleciona por código 113

7.7.5. Combinação de Filtros 113

7.7.5. Combinação de Filtros 113

LIÇÃO 8 - Acompanhamento de Projetos 115

8.1. Atualização de Atividades 115

8.1. Atualização de Atividades 115

8.2. Reprogramação das Atividades 119

8.2. Reprogramação das Atividades 119

8.3. Análise 121

8.3. Análise 121

8.3.1. - Análise dos impactos das atualizações e repogramações no cronograma 121

8.3.1. - Análise dos impactos das atualizações e repogramações no cronograma 121

8.4. Trabalhando com Tipos de Progresso %: 125

8.4. Trabalhando com Tipos de Progresso %: 125

8.4.1. Duração (Duration) 125

8.4.1. Duração (Duration) 125

8.4.2. Unidades (Units) 128

8.4.2. Unidades (Units) 128

8.4.3. Físico (Physical) 130

8.4.3. Físico (Physical) 130

8.4.4. Criando e atualizando passos (Steps) 131

8.4.4. Criando e atualizando passos (Steps) 131

8.4.5. Percentual de desempenho do projeto (Performance % complete) 133

8.4.5. Percentual de desempenho do projeto (Performance % complete) 133

8.4.6. - Análise dos impactos no prazo do projeto. 135

8.4.6. - Análise dos impactos no prazo do projeto. 135

8.4.7. - Análise dos impactos no esforço do projeto. 136

8.4.7. - Análise dos impactos no esforço do projeto. 136

8.4.8. - Análise dos impactos no recurso do projeto. 137

8.4.8. - Análise dos impactos no recurso do projeto. 137

LIÇÃO 9 - Relatórios 140

9.1. Relatórios Padrão 140

9.1. Relatórios Padrão 140

9.2. Assistente de Relatórios 142

9.2. Assistente de Relatórios 142

9.3. Batch Reports 143

9.3. Batch Reports 143

LIÇÃO 10 - Publicação na Web 144

10.1. Projeto na Web 144

10.1. Projeto na Web 144

10.2. Set-up do personal Web server 144

10.2. Set-up do personal Web server 144

10.3. Configurando o Projeto na Web 145

10.3. Configurando o Projeto na Web 145

LIÇÃO 11 - Definindo Aplicações Externas 150

11.1. Associando dados do programa MS Project ao P3e. 150

11.1. Associando dados do programa MS Project ao P3e. 150

11.2. Vinculando a Aplicação Externa 151

11.2. Vinculando a Aplicação Externa 151

LIÇÃO 12 - Importando e Exportando Dados 154

12.1. Processo de Gerenciamento de Projetos. 154

12.1. Processo de Gerenciamento de Projetos. 154

12.2. Importando e Exportando informações 155

12.2. Importando e Exportando informações 155

12.3. Transferindo Informações do Projeto a outros usuários 155

12.3. Transferindo Informações do Projeto a outros usuários 155

12.4. Formato de Exportação 155

12.4. Formato de Exportação 155

12.4.1. Formato de propriedade do primavera (XER) 155

12.4.1. Formato de propriedade do primavera (XER) 155

12.4.2. Microsoft Project ( MPX, MPP se o MS Project estiver instalado) 155

12.4.2. Microsoft Project ( MPX, MPP se o MS Project estiver instalado) 155

12.4.3. Primavera Project Planner (P3 3.0) 155

12.4.3. Primavera Project Planner (P3 3.0) 155

12.4.4. Planilhas (Spreadsheet) 155

12.4.4. Planilhas (Spreadsheet) 155

12.4.5. - Primavera Contractor 4.1 (XER) 156

12.4.5. - Primavera Contractor 4.1 (XER) 156

12.5. Tipo de Exportação 156

12.5. Tipo de Exportação 156

12.6. Projeto(s) a exportar 158

12.6. Projeto(s) a exportar 158

12.7. Nome do Arquivo 159

12.7. Nome do Arquivo 159

12.8. Wizard de importação 160

12.8. Wizard de importação 160

12.8.1. Formato de Importação 160

12.8.1. Formato de Importação 160

12.9. Tipos de importação 161

12.9. Tipos de importação 161

12.10. Nome do Arquivo 162

12.10. Nome do Arquivo 162

12.11. Opções de importação de projetos 162

12.11. Opções de importação de projetos 162

12.12. Opções de alteração de projetos 163

12.12. Opções de alteração de projetos 163

12.13. Modificando Configurações de Importação 164

12.13. Modificando Configurações de Importação 164

12.14. Transferindo informações entre Primavera e Microsoft Excel 168

12.15. Importar e Exportar Informações do Projeto 168

12.15. Importar e Exportar Informações do Projeto 168

12.16. Formato Exportação 168

12.16. Formato Exportação 168

12.17. Tipo de exportação 169

12.17. Tipo de exportação 169

12.18. Selecionar o(s) projeto(s) 170

12.18. Selecionar o(s) projeto(s) 170

12.19. Selecionar um template 171

12.19. Selecionar um template 171

12.20. Adicionar Colunas no Arquivo XLS. 172

12.20. Adicionar Colunas no Arquivo XLS. 172

12.21. Sumário 175

12.21. Sumário 175

12.22. Modificando Informações do Projeto no Excel 175

12.22. Modificando Informações do Projeto no Excel 175

12.23. Incluindo informações no Excel 176

12.23. Incluindo informações no Excel 176

12.24. Melhores Práticas 176

12.24. Melhores Práticas 176

12.25. Continuando Alterações de Informação no Excel 177

12.25. Continuando Alterações de Informação no Excel 177

12.26. Importando Informações de Excel para Dentro do Primavera 179

12.26. Importando Informações de Excel para Dentro do Primavera 179

12.27. Adicionando um Novo Cálculo para o Primavera Usando o Excel 185

12.27. Adicionando um Novo Cálculo para o Primavera Usando o Excel 185

12.28. Tranferir os Cálculos Existentes do Arquivo em Branco 186

12.28. Tranferir os Cálculos Existentes do Arquivo em Branco 186

  1. Introdução ao P3e – Suite de Módulos:

    1. O que é o Primavera Enterprise P3e

A PRIMAVERA SYSTEMS (INC) mantém, um estreito relacionamento com o Project Management Institute (PMI) nos EUA. Essa referência é importante para destacar uma das principais características dos sistemas PRIMAVERA:

A sua aderência, em termos de sistema computacional, às metodologias de gerenciamento de projetos difundidas pelo PMI (explicitadas no PMBok).

A partir de 1999 a PRIMAVERA lança o sistema Primavera Enterprise (P3e). A partir desta versão de sistema de gerenciamento de projetos, a PRIMAVERA passou a abranger o conceito de Software Corporativo na modalidade “Gestão Corporativa por Projetos”.

Primavera porporciona gerenciamento de multi-projetos e multi-usuários para gerenciamento de projetos corporativos, observando um nível de detalhamento gerencial a um detalhamento operacional, com as atribuições de cada membro da equipe.

Primavera é uma solução corporativa:

  • Trabalha de maneira idêntica em projetos únicos e multiprojetos.

  • Arquitetura cliente/servidor

  • Base de dados corporativa (Oracle, SQL Server e MSDE).

  • Interface simples e intuitiva

  • Vários Wizards

  • Grande capacidade de customização a cada organização

  • Banco único de recursos (corporativo);

  • Padronização de sistemáticas;

  • Controles de acessos;

  • Visões Gerenciais consolidadas;

  • Forte amarração na metodologia para garantir o acuro das informações;

  • Acesso a informação via WEB.

A seguir, as ferramentas que integram a suíte de produtos Primavera:

    1. Suíte de produtos do P3e

      1. Project Manager

  • Uso para planejamento, acompanhamento e controle de projetos.

  • Guardar e gerenciar projetos de maneira centralizada.

Características Gerais:

  1. Gerenciamento multi-projetos;

  2. Acesso Multi-usuário com bloqueio individual de registros;

  3. Arquitetura Cliente / Servidor;

  4. Banco de dados relacional Oracle;

  5. Gerenciamento centralizado de Recursos;

  6. Melhor comunicação do Gerente do Projeto com a Equipe;

  7. Trabalho idêntico no modo mono-projeto ou multi-projeto;

  8. Tabela de Atividades, Gráfico de Gantt, Pert e Histograma de Recursos;

  9. Permite dependências, cálculo e nivelamento entre projetos;

  10. Análise de Custos, Programação e Valor Obtido (Earned Value);

  11. Controle de ocorrências (Issues);

Usuários:

  • Gerentes de Projeto;

  • Equipe de Planejamento;

  • Project Office (PO).

      1. My Primavera

Características Gerais:

  1. Visualização dos projetos via Web;

  2. Visualizações de controle personalizadas (Carteiras de Projetos);

  3. Navegação dinâmica hierárquica.

Usuários

  • Diretoria;

  • Coordenadores de Áreas;

  • Gerentes de Projeto;

  • Project Office (PO).

      1. Portifolio Analysis

  • Resumo do Projeto e informação de acompanhamento para executivos, gerentes sênior, e gerentes de programa, através de uma rica gama de gráficos, planilhas e relatórios.

  • Custo, cronograma e performance em projetos únicos ou ambientes de multi-projetos.

Usuários

  • Lideres de Projeto (LIP);

  • Diretoria e gerência;

      1. Methodology Manager

  • Processo integrado de melhoria da plataforma de entrega com melhores práticas, lições aprendidas, padrões organizacionais em forma de templates / modelos de projetos, e estimativas.

  • Criar, capturar, organizar e melhorar componentes reutilizáveis para construir futuros Planos de Projetos.

Características Gerais:

Criação dos modelos de projetos, envolvendo:

  1. Associação de documentos padrão;

  2. Designação de funções para execução de atividades;

  3. Parametrização de complexidade de projetos.

Usuários:

  • Project Office (PO).

  1. Estruturando Projetos Corporativamente (OBS x EPS)

PROPOSTA E OBJETIVO

Esta lição descreve como definir a EOE – Estrutura Organizacional do Empreendimento (OBS – Organizational Breakdown Structure) e a EAE - Estrutura Analítica do Empreendimento (EPS - Enterprise Project Structure). Ao completar este curso o estudante será capaz de:

  • Definir EOE (OBS);

  • Visualizar e modificar a EAE (EPS);

    1. EOE (OBS) – Características Principais

A Estrutura Organizacional do Empreendimento - EOE (OBS – Organizational Breadkdown Structure) é o arranjo hierárquico da estrutura gerencial da empresa. Pode ser representada pelos indivíduos ou pelas funções que compõe seus níveis gerenciais.

  • Cada nível da EOE (OBS) é associado a um ou mais “nós” da EAE (EPS)

  • Cada nível da EOE (OBS) é também associado a um ou mais níveis da EAP (WBS), sendo responsável por todo o trabalho incluído no item da EAP (WBS) correspondente

  • É por meio da EOE (OBS) que se faz o controle de acesso às informações do projeto e/ou EAP (WBS). Para um usuário do P3e ter acesso a um projeto e/ou EAP (WBS), ele deve ter permissão de acesso ao nível da EOE (OBS) à qual o projeto e/ou EAP (WBS) pertence

  • Além do controle de acesso do usuário aos projetos e/ou EAP (WBS) pertencentes a um determinado nível da EOE (OBS), também é possível limitar o tipo de ação do usuário dentro do escopo da sua responsabilidade.

  • Permite a utilização em grandes projetos, envolvendo muitos gerentes de projetos com diferentes áreas de responsabilidade.

  • Pode ser criado e/ou editado a qualquer momento

  1. Criando a EOE (OBS)

Vamos criar uma EOE (OBS)1 para a empresa fictícia Hidra Participações, que nos ajudará no aprendizado do P3e, durante o transcorrer deste curso:

  • Selecione o nível existente na EOE (OBS) <Padrão>

  • Clique na palavra “Padrão” para entrar no modo de edição e altere-o para <Hidra: Presidência – Marcos Anselmo>

  • Na barra de comandos, pressione <Add> e digite o ID da nova EOE (OBS) <Divisão: Investimentos – Ivan Teixeira>

  • Quando a EOE não estiver no nível correto, clique nas setas , para movimentar a EOE (OBS) para o nível correto

  • Na pasta “General” digite: < Empresa fictícia que fabrica sistemas hidráulicos e componentes eletrônicos para automação. Também fornece projetos e monta fábricas. Além disso, possui uma Divisão que atua no setor de Energia.>

  • “Users”: lista usuários que tem acesso a este nível. Não preencher.

  • “Responsability” lista os projetos e/ou EAP (WBS) que estão designadas para este nível.

Acrescentar os demais níveis da estrutura da Hidra, conforme abaixo:

Nível

Nome da OBS

Nome

1

Hidra Participações

 

1.1

Divisão: Investimentos

Ivan Teixeira

1.1.1

Gerente Montagens

Tomás Moreira

1.1.1.1

Coord. Sist. Automatizados

Anderson Menezes

1.1.1.2

Coord. Transportadores

Margarete Frias

1.1.2

Gerente Construções

Linda Honorato

1.1.2.1

Coordenador Construções

Joel Nogueira

1.2

Divisão: Produtos Manufaturados

Tadeu Costa

1.2.1

Samuel Travesso

Samuel Travesso

1.2.2

Jaime Camargo

Jaime Camargo

1.2.3

Paulo Souza

Paulo Souza

1.2.4

Oscar Freire

Oscar Freire

1.3

Divisão: Energia

Energia

1.3.1

Diretor

Diretor

1.3.1.1

Gerente de Sistemas de Tratamento de Água

Gerente de Sistemas de Tratamento de Água

1.3.1.1.1

Engo. Sanitarista

Engo. Sanitarista

1.3.1.2

Gerente Telefonia e Ar condicionado

Gerente Telefonia e Ar condicionado

1.3.1.2.1

Engo. Utilidades

Engo. Utilidades

1.4

Divisão: Administrativa

Divisão: Administrativa

Visualizando o resultado da inclusão da OBS.

      1. Visualizando a EOE em forma de Organograma

Para visualizar a EOE criada em forma de organograma:

  • Pressione a barra de opções <Display-OBS> e selecione a opção <Chart View>

  • Pressione os botões <+> ou <> para expandir ou colapsar os diferentes níveis da EOE (OBS)

  • Dê um <duplo clique> sobre qualquer caixa para obter um zoom +. Dê um <duplo clique> fora das caixas para obter um zoom -.

  • Pressione <Close> para fechar a janela.

Nota: Para alterar o número máximo de níveis da OBS, na barra de menu selecione <Admin>, <Admin Preferences>, <Data Limits> (padrão= 20 / máximo= 25). Manter o valor 20.

      1. Explorando o menu da barra de Opções da OBS

Para visualizar o menu:

  • Pressione a barra de opções <Display-OBS>

Modo: chart view

Modo: table view

    1. EAE (EPS) – Características Principais

O objetivo da EAE (EPS) é permitir o gerenciamento de múltiplos projetos. Caracteriza-se por ser uma estrutura hierárquica que relaciona os diversos projetos e a posição relativa de cada um no Empreendimento. Criando-se esta estrutura analítica determina-se o nível de sumarização no qual o projeto estará inserido.

Benefícios:

  • O gerenciamento de cada projeto é feito separadamente, permitindo, no entanto a sumarização de dados e seu transporte e/ou visualização em níveis estruturais mais altos;

  • Mudar a posição relativa dos projetos, por meio da movimentação do nó da EAE (EPS) a níveis mais baixos ou mais altos, dependendo do foco da análise e hierarquia, facilitando análises por Gerentes;

  • Os recursos pertencem à EAE (EPS), mas são alocados dentro dos projetos. Desta forma é possível obter relatórios de todos os recursos alocados a um projeto específico ou todos os projetos em que um determinado recurso está engajado. Permite também sumarizações para fins gerenciais.

      1. Visualizando EAE (EPS)

A EAE (EPS) representa uma estrutura hierárquica de projetos e capacita alocar subdivisões de informações no empreendimento.

Visualizando a EAE (EPS):

  • Na barra de menu selecione <Enterprise>, <Enterprise Project Structure>.

Nota: Para alterar o número máximo de níveis da EPS, na barra de menu selecione <Admin>, <Admin Preferences>, <Data Limits> (padrão= 20 / máximo= 50). Manter o valor 20.

  1. Modificando a EAE (EPS)

Acrescentando novos níveis na EAE (EPS). Vamos criar uma EAE (EPS) para a empresa Hidra do nosso programa:

  • Selecione um nível (nó) existente na EAE (EPS) <Modelos>

    • Nota: O nó Modelos já existe na EAE (EPS), porque ele contém projetos que serão utilizados mais adiante no curso

  • Na barra de comandos, pressione <Add>

  • Digite o ID da nova EAE (EPS) <Hidra>

  • Digite o nome da nova EAE (EPS) <Hidra Participações>

  • Clique na seta e em seguida seta para movimentar a EAE (EPS) Hidra para o topo da estrutura

  • Selecione o Gerente responsável (Responsible Manager)<Padrão>

    • Nota: É necessário suprir sempre um responsável para cada nível da EAE (EPS). Se não for selecionado nenhum o programa adotará como padrão o que estiver na raiz da EOE (OBS).

Acrescentar os demais níveis da estrutura Hidra, conforme abaixo:

Nivel

EPS ID

EPS Name

Responsible Manager

1

Hidra

Hidra Participações

Hidra Participações

1.1

Investimentos

Novos Empreendimentos & Expansões-1

Hidra Participações

1.1.1

Montagens

Linhas de Montagem

Hidra Participações

1.1.2

Construções

Construção Civil & Utilidades

Hidra Participações

1.2

Produção

Divisão de Manufaturados

Divisão: Produtos Manufaturados - Tadeu Costa

1.2.1

Eletrônicos

Produtos Eletrônicos

Samuel Travesso

1.2.2

Hidráulicos

Sistemas Hidráulicos

Oscar Freire

1.3

Energia

Divisão de Geração de Energia

Divisão: Energia

1.3.1

Rio Verde

Termoelétrica de Rio Verde

Diretor

2

Modelos

Modelo de Projetos

Hidra Participações

2.1

Construção

Modelos de Construção Civil & Utilidades

Hidra Participações

2.2

Montagem

Modelos de Linhas de Montagem

Hidra Participações

Visualizando o resultado da inclusão da EPs.

      1. Visualizando a EAE em forma de Organograma

Para visualizar a EAE criada em forma de organograma:

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      1. Explorando o menu da barra de Opções da EPS

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  1. Tipos de Duração e Associando Constraints

PROPOSTA E OBJETIVO

Esta lição reforça conceitos como tipos de duração e de como associar constraints em um projeto, ao término desta lição o aluno será capaz de:

  • Diferenciar entre diferentes tipos e durações

  • Aplicar uma linha de fim para projetos

  • Descrever os tipos de Constraints existentes

  • Aplicar Constraits a atividades individuais

    1. Tipos de Duração

É a base para estimar o tempo de execução da atividade selecionada em função do esforço de trabalho2. O tipo de duração de uma atividade pode ser:

  • Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time),

  • Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time),

  • Unidades Fixa (Fixed Units), ou

  • Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units).

Sempre temos que considerar as seguintes variáveis:

  • Prazo para execução da atividade  Dur;

  • Esforço de trabalho em quantidade de Unidades  Unid;

  • E alocação do esforço de trabalho, ou produtividade  UPT.

E

    Dur = UPTxUnid

    Unid = Dur÷UPT

    UPT = Unid ÷ Dur

o comportamento desta equação é conforme a seguir, dependendo do tipo de duração selecionado:

      1. Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

Indica que para a atividade selecionada está se adotando o padrão de alocação como sendo fixo.

E

    () Dur = UPTxUnid ()

ntão se uma atividade possui um prazo de execução de 10 dias e o recurso tem um padrão de alocação de 4 horas/dia, isto resultara, no momento da designação do recurso à atividade, num esforço de trabalho de 40 horas. Entretanto, a partir deste instante se aumentarmos o esforço de trabalho a duração diminui e se o diminuirmos a duração aumenta o esforço de trabalho, conforme esquema da equação a seguir:

      1. Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

Indica que para a atividade selecionada está se adotando primeiro a duração e em seguida o padrão de alocação como sendo as variáveis da equação que não podem ser alteradas.

E

    Unid = Dur÷UPT

ntão, neste caso, é a variável do esforço de trabalho que será sempre recalculada.

      1. Unidades Fixa (Fixed Units)

Indica que o esforço de trabalho da atividade selecionada está fixo, exceto quando o esforço ainda for zero3.

E

    () Dur = () UPTxUnid

ntão, se aumentarmos o padrão de alocação a duração diminui e se o diminuirmos a duração aumenta o padrão de alocação, conforme esquema da equação a seguir:Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

Indica que a duração e o esforço de trabalho da atividade selecionada são fixos, e o cálculo do padrão de alocação do recurso na atividade deverá se ajustar.

E

    UPT = Unid ÷ Dur

ntão, o padrão de alocação sempre seguira a equação a seguir:

Tipo de Duração: É a base para estimar o tempo de execução da atividade selecionada. O tipo de duração de uma atividade pode ser:

  1. Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time),

  2. Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time),

  3. Unidades Fixa (Fixed Units),

  4. Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units).

Nota: Entenda-se por unidades o esforço de trabalho para a execução de uma atividade podendo ser mão de obra (Labor), que normalmente utilizamos homem horas, homem dias, etc., ou de “NÃO mão de obra” (Nonlabor) a qual usualmente pode ser horas máquina, quantidades de material (M3, M2, Kg) etc.

Façamos algumas considerações para exemplificar o efeito desta escolha no cálculo que o PRIMAVERA faz para o prazo da atividade e o seu respectivo esforço de trabalho:

  1. A atividade tem originalmente um prazo de execução de 10 dias e o esforço de trabalho para executá-la será pré-definido em 100 homens horas. Alternaremos a simulação em havendo esse esforço de trabalho definido e em não havendo.

  1. Existem dois recursos que irão executar a atividade.

  • Supervisor cujo padrão de alocação é 25% da sua disponibilidade ou, a cada alocação do Supervisor numa atividade qualquer, é atribuído 2 horas/dia (25% de 8 horas/dia de disponibilidade total de acordo com o calendário que o recurso siga) na atividade como padrão.

  • Operador, cujo padrão de alocação é 50% da sua disponibilidade ou, a cada alocação do Operador numa atividade qualquer, é atribuído 4 horas/dia.

1 - Tabela com Tipos de Duração

  1. A seguir vamos exemplificar o efeito da alocação de recursos na atividade. Primeiramente, somente com um recurso (Operador) e alternando com a existência ou não do esforço de trabalho:

1ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time);

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 25 dias por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) são 4 horas/dia;

  2. Já existe esforço de trabalho definido na atividade 100 horas

Portanto o cálculo é: Duração = 100 h ÷ 4 h/dia = 25 dias

2ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time);

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece nos 10 dias e o esforço de trabalho passa para 40 horas por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) são 4 horas/dia;

  2. Por estar se lançando esforço de trabalho numa atividade no qual este esforço ainda é zero e o mesmo não interfere no prazo da atividade.

Portanto o cálculo é: Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

3ª Situação:

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time);

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

O esforço de trabalho passa de 100 horas para 40 horas por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) são 4 horas/dia e na atividade este parâmetro é definido como fixo;

  2. Apesar de já existir esforço de trabalho definido na atividade (100 horas), prevalece a definição do Tipo de Duração atribuída à atividade.

Portanto o cálculo é: Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

4ª Situação:

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time);

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece nos 10 dias e o esforço de trabalho passa para 40 horas por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) são 4 horas/dia e na atividade este parâmetro é definido como fixo;

  2. Por estar se lançando esforço de trabalho numa atividade no qual este valor ainda é zero, então o mesmo não interfere no prazo da atividade.

Portanto o cálculo é: Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

5ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units);

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 25 dias por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) são 4 horas/dia;

  2. Já existe esforço de trabalho definido na atividade 100 horas e o Tipo de Duração atribuído a esta atividade é para que este valor não seja alterado.

Portanto o cálculo é: Duração = 100 h ÷ 4 h/dia = 25 dias

6ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units);

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 horas).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece nos 10 dias e o esforço de trabalho passa para 40 horas por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) são 4 horas/dia;

  2. Por estar se lançando esforço de trabalho numa atividade no qual este valor ainda é zero, então o mesmo não interfere no prazo da atividade.

Portanto o cálculo é: Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

7ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units);

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade e o esforço de trabalho permanecem em seus valores, 10 dias e 100 horas respectivamente, por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) apesar de ser 4 horas/dia, perde a prioridade no cálculo em função do Tipo de Duração da atividade.

Portanto o cálculo é: Carga diária do recurso = 100 h ÷ 10 dias = 10 horas/dia (125%)

8ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units);

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece nos 10 dias e o esforço de trabalho passa para 40 horas por que:

  1. O padrão de alocação do recurso (Default Units/Time) são 8 horas/dia;

  2. Por estar se lançando esforço de trabalho numa atividade no qual este valor ainda é zero, então o mesmo não interfere no prazo da atividade.

Portanto o cálculo é: Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Até agora somente foi exposto o que ocorre com a duração da atividade e seu esforço de trabalho levando-se em conta apenas um recurso. Existem variações quando temos que considerar dois ou mais recursos na atividade. Veremos na seqüência o que ocorre com a atividade quando há dois recursos a serem alocados:

9ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Supervisor e Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 16,7 dias por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Como já existe esforço de trabalho (100 horas), o cálculo irá alterar a duração da atividade dividindo o esforço de trabalho pela soma das alocações diárias de cada recurso.

Portanto o cálculo é: Duração = 100 h ÷ (4+2) h/dia = 16,67 dias

Nota: Observe que a parcela de horas para cada recurso ficou na mesma proporção dos padrões de alocação de cada um (66,7% e 33,3%) somando-se 100 horas.

10ª Situação:

Na situação anterior, embora o PRIMAVERA permita que mais de um recurso seja alocado na atividade ao mesmo tempo, tem que se levar em conta que internamente ao sistema sempre haverá um registro após o outro.

No caso anterior a ordem de entrada dos recursos na atividade foi primeiro o Supervisor e depois o Operador em função de sua hierarquia no banco de recursos.

Caso fosse primeiro o Operador e depois o Supervisor, o resultado final é o mesmo, pois ambos os recursos tem que compartilhar o esforço de trabalho (100 horas) previamente cadastrado.

Entretanto, no próximo exemplo veremos que a ordem nos quais os recursos sejam alocados na atividade pode ter resultados distintos.

11ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 3,3 dias por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Como não existe esforço de trabalho, quando entra o recurso Supervisor será definido um esforço de trabalho como resultado do cálculo a seguir:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já haver 20 horas de esforço de trabalho definido.

Portanto o cálculo é: Duração = 20 h ÷ (4+2) h/dia = 3,33 dias

12ª Situação:

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 6,7 dias por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Como não existe esforço de trabalho, quando entra o recurso Operador será definido um esforço de trabalho como resultado do cálculo a seguir:

Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já haver 40 horas de esforço de trabalho definido.

Portanto o cálculo é: Duração = 40 h ÷ (4+2) h/dia = 6,67 dias

  1. Considerando a demonstração, até este ponto, da alocação de recursos, observamos que o esforço de trabalho, uma vez atribuído à atividade, não aumenta. Ou seja, estamos trabalhando numa condição do PRIMAVERA na qual a quantidade das unidades de recurso é compartilhada por todos os recursos da atividade.

Isto se deve a uma configuração do usuário que deve estar ativa.

Edit  User Preferences...  Calculations

Quando esta opção estiver ativa, consideramos situação de planejamento

Quando esta opção estiver ativa, consideramos situação de acompanhamento

Para a consideração de somente um recurso na atividade, é indiferente a opção que esteja marcada nesta janela

O padrão do PRIMAVERA é ter a segunda opção, indicada na figura anterior, ativa.

Na seqüência de demonstrações, alternaremos entre a segunda opção, a qual denominaremos situação de PLANEJAMENTO, e a primeira opção, a qual denominarem os situação de ACOMPANHAMENTO.

Até agora, todas as demonstrações foram na situação de PLANEJAMENTO.

13ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10 dias) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Como não existe esforço de trabalho, quando entra o recurso Supervisor será definido um esforço de trabalho como resultado do cálculo a seguir:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já haver 20 horas de esforço de trabalho definido. Entretanto, estas horas, por estarmos na situação de “ACOMPANHAMENTO”, não influenciara no cálculo da duração. Ou seja, na situação de “ACOMPANHAMENTO”, todo recurso novo que é agregado à atividade soma o seu esforço de trabalho, que vem a ser a duração multiplicada pelo padrão de alocação do recurso em questão.

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

14ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

O resultado final é o mesmo do exemplo da 13ª Situação.

15ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador, nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa para 50 dias e o esforço de trabalho passa para 300 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho definido (100 horas), que é dado ao primeiro recurso (Supervisor). Entretanto, em função do Tipo de Duração da atividade, quando o recurso Supervisor entra na atividade, o cálculo da duração é feito como a seguir:

Duração = 100 horas ÷ 2 h/dia = 50 dias

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já estar com 50 dias de prazo e 100 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso não compartilha as horas já existentes, logo o cálculo do esforço de trabalho será em função da duração multiplicada pelo padrão de alocação do recurso em questão.

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 50 dias x (4+2) h/dia = 300 horas

16ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades por Tempo Fixa (Fixed Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa para 25 dias e o esforço de trabalho passa para 150 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho definido (100 horas), que é dado ao primeiro recurso (Operador). Entretanto, em função do Tipo de Duração da atividade, quando o recurso Operador entra na atividade, o cálculo da duração é feito como a seguir:

Duração = 100 horas ÷ 4 h/dia = 25 dias

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já estar com 25 dias de prazo e 100 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso não compartilha as horas já existentes, logo o cálculo do esforço de trabalho será em função da duração multiplicada pelo padrão de alocação do recurso em questão.

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 25 dias x (4+2) h/dia = 150 horas

  1. Faremos a seguir as demonstrações da com Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time).

17ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Supervisor e Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho para a atividade (100 horas), entretanto este esforço é ignorado em função do Tipo de Duração da atividade. Quando entra o recurso Supervisor, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 20 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “PLANEJAMENTO”, o novo recurso DEVERIA compartilhar as horas já existentes, porém o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (2+4) h/dia = 60 horas

18ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador e Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho para a atividade (100 horas), entretanto este esforço é ignorado em função do Tipo de Duração da atividade. Quando entra o recurso Operador, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 40 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “PLANEJAMENTO”, o novo recurso DEVERIA compartilhar as horas já existentes, porém o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

19ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o recurso Supervisor e Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Não existe esforço de trabalho para a atividade, portanto quando entra o recurso Supervisor, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 20 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “PLANEJAMENTO”, o novo recurso DEVERIA compartilhar as horas já existentes, porém o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (2+4) h/dia = 60 horas

20ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o recurso Operador e Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Não existe esforço de trabalho para a atividade, portanto quando entra o recurso Operador, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 40 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “PLANEJAMENTO”, o novo recurso DEVERIA compartilhar as horas já existentes, porém o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

21ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o recurso Supervisor e Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Não existe esforço de trabalho para a atividade, portanto quando entra o recurso Supervisor, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 20 horas de esforço de trabalho definido. No “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso NÃO compartilha as horas já existentes e, também, o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total, que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (2+4) h/dia = 60 horas

22ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o recurso Operador e Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Não existe esforço de trabalho para a atividade, portanto quando entra o recurso Operador, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 40 horas de esforço de trabalho definido. No “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso NÃO compartilha as horas já existentes e, também, o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total, que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

23ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Supervisor e Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho para a atividade (100 horas), entretanto este esforço é ignorado em função do Tipo de Duração da atividade. Quando entra o recurso Supervisor, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 20 horas de esforço de trabalho definido. No “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso NÃO compartilha as horas já existentes e, também, o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total, que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (2+4) h/dia = 60 horas

24ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Duração e Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador e Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho para a atividade (100 horas), entretanto este esforço é ignorado em função do Tipo de Duração da atividade. Quando entra o recurso Operador, o cálculo do esforço de trabalho é o seguinte:

Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já estar com 10 dias de prazo e 40 horas de esforço de trabalho definido. No “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso NÃO compartilha as horas já existentes e, também, o Tipo de Duração da atividade (Duração e Unidades por Tempo Fixa) prevalece para o cálculo do esforço de trabalho total, que será em função da duração multiplicada pela soma do padrão de alocação dos recursos em questão:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

Nota: Observe que, quando o Tipo de Duração da atividade é Unidades por Tempo Fixa (Fixed Duration and Units/Time), não importa que haja esforço de trabalho definido ou não, e/ou se a condição é de “PLANEJAMENTO” ou “ACOMPANHAMENTO”. O resultado final, da 17ª à 24ª situação, foram os mesmos.

  1. Faremos a seguir as demonstrações da com Unidades Fixa (Fixed Units).

25ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Supervisor e Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 16,7 dias por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Como já existe esforço de trabalho (100 horas), o cálculo irá alterar a duração da atividade dividindo o esforço de trabalho pela soma das alocações diárias de cada recurso.

Portanto o cálculo é: Duração = 100 h ÷ (4+2) h/dia = 16,67 dias

Nota: Observe que a parcela de horas para cada recurso ficou na mesma proporção dos padrões de alocação de cada um (66,7% e 33,3%) somando-se 100 horas.

26ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador e Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 16,7 dias por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Como já existe esforço de trabalho (100 horas), o cálculo irá alterar a duração da atividade dividindo o esforço de trabalho pela soma das alocações diárias de cada recurso.

Portanto o cálculo é: Duração = 100 h ÷ (4+2) h/dia = 16,67 dias

27ª Situação: (PLANEJAMENTO)

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 3,3 dias por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Como não existe esforço de trabalho, quando entra o recurso Supervisor será definido um esforço de trabalho como resultado do cálculo a seguir:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já haver 20 horas de esforço de trabalho definido.

Portanto o cálculo é: Duração = 20 h ÷ (4+2) h/dia = 3,33 dias

28ª Situação: (PLANEJAMENTO)

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa de 10 para 6,7 dias por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Como não existe esforço de trabalho, quando entra o recurso Operador será definido um esforço de trabalho como resultado do cálculo a seguir:

Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já haver 40 horas de esforço de trabalho definido.

Portanto o cálculo é: Duração = 40 h ÷ (4+2) h/dia = 6,67 dias

29ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10 dias) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Como não existe esforço de trabalho, quando entra o recurso Supervisor será definido um esforço de trabalho como resultado do cálculo a seguir:

Esforço de trabalho = 10 dias x 2 h/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já haver 20 horas de esforço de trabalho definido. Entretanto, estas horas, por estarmos na situação de “ACOMPANHAMENTO”, não influenciara no cálculo da duração. Ou seja, na situação de “ACOMPANHAMENTO”, todo recurso novo que é agregado à atividade soma o seu esforço de trabalho, que vem a ser a duração multiplicada pelo padrão de alocação do recurso em questão.

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

30ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece a mesma (10 dias) e o esforço de trabalho passa para 60 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Como não existe esforço de trabalho, quando entra o recurso Operador será definido um esforço de trabalho como resultado do cálculo a seguir:

Esforço de trabalho = 10 dias x 4 h/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já haver 40 horas de esforço de trabalho definido. Entretanto, estas horas, por estarmos na situação de “ACOMPANHAMENTO”, não influenciara no cálculo da duração. Ou seja, na situação de “ACOMPANHAMENTO”, todo recurso novo que é agregado à atividade soma o seu esforço de trabalho, que vem a ser a duração multiplicada pelo padrão de alocação do recurso em questão.

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

Nota: Observe que o resultado final é o mesmo do exemplo da 29ª Situação.

31ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador, nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa para 50 dias e o esforço de trabalho passa para 300 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 2 horas/dia e 4 horas/dia para o Supervisor e Operador, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho definido (100 horas), que é dado ao primeiro recurso (Supervisor). Entretanto, em função do Tipo de Duração da atividade, quando o recurso Supervisor entra na atividade, o cálculo da duração é feito como a seguir:

Duração = 100 horas ÷ 2 h/dia = 50 dias

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Operador, a condição da atividade é já estar com 50 dias de prazo e 100 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso não compartilha as horas já existentes, logo o cálculo do esforço de trabalho será em função da duração multiplicada pelo padrão de alocação do recurso em questão.

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 50 dias x (2+4) h/dia = 300 horas

32ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades Fixa (Fixed Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor, nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade passa para 25 dias e o esforço de trabalho passa para 150 horas por que:

  1. O padrão de alocação dos recursos (Default Units/Time) são 4 horas/dia e 2 horas/dia para o Operador e Supervisor, respectivamente;

  2. Já existe esforço de trabalho definido (100 horas), que é dado ao primeiro recurso (Operador). Entretanto, em função do Tipo de Duração da atividade, quando o recurso Supervisor entra na atividade, o cálculo da duração é feito como a seguir:

Duração = 100 horas ÷ 4 h/dia = 25 dias

  1. Quando, na seqüência, entra o recurso Supervisor, a condição da atividade é já estar com 25 dias de prazo e 100 horas de esforço de trabalho definido. Por estarmos na situação de “ACOMPANHAMENTO”, o novo recurso não compartilha as horas já existentes, logo o cálculo do esforço de trabalho será em função da duração multiplicada pelo padrão de alocação do recurso em questão.

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 25 dias x (4+2) h/dia = 150 horas

  1. Faremos a seguir as demonstrações da com Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units).

33ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Supervisor e Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade e o esforço de trabalho permanecem em 10 dias e 100 horas respectivamente, entretanto o padrão de alocação dos recursos não é obedecido, sendo que a alocação diária do Supervisor passa para 3,33 horas/dia (42%) e o operador passa para 6,67 horas/dia (83%) por que:

  1. Quando entra o Supervisor, a duração e o esforço de trabalho da atividade são fixos em função do Tipo de Duração atribuído; logo a alocação diária do recurso segue o seguinte cálculo:

Alocação Diária = 100 horas ÷ 10 dias = 10 horas/dia

  1. Quando entra o Operador, a alocação diária já esta definida, logo é atribuída ao recurso uma parcela desta alocação diária de forma que a somatória destas parcelas resultem em 10 horas/dia. A razão que cada parcela segue é a mesma do padrão de alocação dos recursos (2 horas/dia de Supervisor para 4 horas/dia do Operador, ou a razão de 1 para 2). Portanto os cálculos são:

Alocação diária do Supervisor = 100 h x 1/3 ÷ 10 dias = 3,33 horas/dia

Alocação diária do Operador = 100 h x 2/3 ÷ 10 dias = 6,67 horas/dia

34ª Situação (PLANEJAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando o recurso Operador e Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade e o esforço de trabalho permanecem em 10 dias e 100 horas respectivamente, entretanto o padrão de alocação dos recursos não é obedecido, sendo que a alocação diária do Operador passa para 6,67 horas/dia (83%) e o Supervisor passa para 3,33 horas/dia (42%) por que:

  1. Quando entra o Operador, a duração e o esforço de trabalho da atividade são fixos em função do Tipo de Duração atribuído; logo a alocação diária do recurso segue o seguinte cálculo:

Alocação Diária = 100 horas ÷ 10 dias = 10 horas/dia

  1. Quando entra o Supervisor, a alocação diária já esta definida, logo é atribuída ao recurso uma parcela desta alocação diária de forma que a somatória destas parcelas resultem em 10 horas/dia. A razão que cada parcela segue é a mesma do padrão de alocação dos recursos (4 horas/dia do Operador para 2 horas/dia de Supervisor, ou a razão de 2 para 1). Portanto os cálculos são:

Alocação diária do Operador = 100 h x 2/3 ÷ 10 dias = 6,67 horas/dia

Alocação diária do Supervisor = 100 h x 1/3 ÷ 10 dias = 3,33 horas/dia

35ª Situação: (PLANEJAMENTO)

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece em 10 dias e o esforço de trabalho vai para 20 horas. Também, o padrão de alocação dos recursos não é obedecido, sendo que a alocação diária do Supervisor passa para 0,67 horas/dia (8%) e o Operador passa para 1,33 horas/dia (17%) por que:

  1. Quando entra o Supervisor, a duração é fixa e o esforço de trabalho da atividade ainda é zero, portanto este esforço é calculado considerando o padrão de alocação diária do recurso como segue:

Esforço de Trabalho = 10 dias x 2 horas/dia = 20 horas

  1. Quando entra o Operador, já existe o esforço de trabalho definido (20 horas), logo o recurso entra na atividade como uma parcela dentro deste esforço. A razão da parcela de cada recurso é conforme o padrão de alocação de cada recurso conforme fórmula a seguir:

Alocação diária do Supervisor = 20 h x 1/3 ÷ 10 dias = 0,67 horas/dia

Alocação diária do Operador = 20 h x 2/3 ÷ 10 dias = 1,33 horas/dia

36ª Situação: (PLANEJAMENTO)

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece em 10 dias e o esforço de trabalho vai para 40 horas. Também, o padrão de alocação dos recursos não é obedecido, sendo que a alocação diária do Operador passa para 2,67 horas/dia (33%) e o Supervisor passa para 1,33 horas/dia (17%) por que:

  1. Quando entra o Operador, a duração é fixa e o esforço de trabalho da atividade ainda é zero, portanto este esforço é calculado considerando o padrão de alocação diária do recurso como segue:

Esforço de Trabalho = 10 dias x 4 horas/dia = 40 horas

  1. Quando entra o Supervisor, já existe o esforço de trabalho definido (40 horas), logo o recurso entra na atividade como uma parcela dentro do deste esforço. A razão da parcela de cada recurso é conforme o padrão de alocação de cada recurso conforme fórmula a seguir:

Alocação diária do Operador = 40 h x 2/3 ÷ 10 dias = 2,67 horas/dia

Alocação diária do Supervisor = 40 h x 1/3 ÷ 10 dias = 1,33 horas/dia

37ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece em 10 dias e o esforço de trabalho vai para 60 horas. Também, o padrão de alocação dos recursos é obedecido (Supervisor: 2 horas/dia ou 25% da disponibilidade diária e Operador: 4 horas/dia ou 50% da disponibilidade) por que:

  1. Quando entra o Supervisor, a duração é fixa e o esforço de trabalho da atividade ainda é zero, portanto este esforço é calculado considerando o padrão de alocação diário do recurso como segue:

Esforço de Trabalho = 10 dias x 2 horas/dia = 20 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o Operador, o esforço existente (20 horas) se refere somente ao recurso Supervisor, pois estamos na situação de “ACOMPANHAMENTO” e neste caso o esforço de trabalho não é compartilhado entre os recursos. Logo, o esforço de trabalho do Operador é acrescido ao do Supervisor:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (2+4) h/dia = 60 horas

38ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Não definido (0 hora).

Alocando o primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece em 10 dias e o esforço de trabalho vai para 60 horas. Também, o padrão de alocação dos recursos é obedecido (Operador: 4 horas/dia ou 50% da disponibilidade e Supervisor: 2 horas/dia ou 25% da disponibilidade diária) por que:

  1. Quando entra o Operador, a duração é fixa e o esforço de trabalho da atividade ainda é zero, portanto este esforço é calculado considerando o padrão de alocação diário do recurso como segue:

Esforço de Trabalho = 10 dias x 4 horas/dia = 40 horas

  1. Quando, na seqüência, entra o Supervisor, o esforço existente (40 horas) se refere somente ao recurso Operador, pois estamos na situação de “ACOMPANHAMENTO” e neste caso o esforço de trabalho não é compartilhado entre os recursos. Logo, o esforço de trabalho do Supervisor é acrescido ao do Operador:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (4+2) h/dia = 60 horas

39ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando primeiro o recurso Supervisor e depois o recurso Operador, nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece em 10 dias e o esforço de trabalho vai para 140 horas. Também, o padrão de alocação do Supervisor não é obedecido (passa para 10 horas/dia ou 125% da disponibilidade) e o do Operador é obedecido (4 horas/dia ou 50% da disponibilidade) por que:

  1. Quando entra o Supervisor, a duração e o esforço de trabalho da atividade são fixos em função do Tipo de Duração atribuído; logo a alocação diária do recurso segue o seguinte cálculo:

Alocação Diária = 100 horas ÷ 10 dias = 10 horas/dia

  1. Quando, na seqüência, entra o Operador, o esforço existente (100 horas) se refere somente ao recurso Supervisor, pois estamos na situação de “ACOMPANHAMENTO” e neste caso o esforço de trabalho não é compartilhado entre os recursos. Logo, o esforço de trabalho do Operador é acrescido ao do Supervisor:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (10+4) h/dia = 140 horas

40ª Situação (ACOMPANHAMENTO):

  • Tipo de duração: Unidades e Duração Fixa (Fixed Duration & Units)

  • Esforço de Trabalho: Já definido (100 horas).

Alocando primeiro o recurso Operador e depois o recurso Supervisor, nesta situação ocorre o seguinte:

A duração da atividade permanece em 10 dias e o esforço de trabalho vai para 120 horas. Também, o padrão de alocação do Operador não é obedecido (passa para 10 horas/dia ou 125% da disponibilidade) e o do Supervisor é obedecido (2 horas/dia ou 25% da disponibilidade) por que:

  1. Quando entra o Operador, a duração e o esforço de trabalho da atividade são fixos em função do Tipo de Duração atribuído; logo a alocação diária do recurso segue o seguinte cálculo:

Alocação Diária = 100 horas ÷ 10 dias = 10 horas/dia

  1. Quando, na seqüência, entra o Supervisor, o esforço existente (100 horas) se refere somente ao recurso Operador, pois estamos na situação de “ACOMPANHAMENTO” e neste caso o esforço de trabalho não é compartilhado entre os recursos. Logo, o esforço de trabalho do Supervisor é acrescido ao do Operador:

Portanto o cálculo é: Esforço de Trabalho = 10 dias x (2+10) h/dia = 120 horas

    1. Restrições – (Constraints)

Restrições são as imposições dadas ao projeto e/ou atividades para refletir situações na qual a lógica de programação não seja suficiente para definir a realidade do mesmo.

A boa prática recomenda que a atribuição de restrições às atividades somente seja dada quando todas as possibilidades, de refletir a realidade de programação pela lógica entre as atividades, estejam esgotadas.

      1. Deverá terminar em (Must Finish by)

A restrição aplicada ao projeto é no campo “Deverá terminar em” (Must Finish by) na visão Projetos (Projects), guia Datas (Dates).

A restrição aplicada a este campo não fará com que o projeto efetivamente termine na data imposta, porém fornece uma data de controle a qual será refletida nas folgas das atividades de projeto. O controle, feito a partir da tela anterior, será a comparação entre o campo de imposição e o campo de término (Finish)4.

Nota: As próximas restrições são aplicadas às atividades na visão Atividades (Activities), guia Status. Elas podem ser primárias ou secundárias aplicadas aos eventos de inicio e/ou fim de atividades.

      1. Iniciar antes de (Start On or Before):

Limita a atividade a começar na data da restrição ou depois, nunca antes. Muda a data cedo de início para a data de restrição. Afeta a datas cedo de seus sucessores. Não prevalece sobre a lógica.

      1. Iniciar na data (Start On):

Limita a atividade a começar na data de restrição, nem antes nem depois. Muda ambas as datas, de início cedo e início tarde, para a data de restrição. Não prevalece sobre a lógica.

      1. Inicio imposto em (Mandatory Start):

Impõe a atividade a começar na data da restrição. Muda ambas as datas, de início cedo e início tarde, para a data de restrição. Prevalece sobre a lógica.

      1. Terminar antes de (Finish On or Before):

Limita a atividade a terminar na data da restrição ou antes, nunca depois. Muda a data tarde de término para a data da restrição. Afeta as datas tardes de seus predecessores. Não prevalece sobre a lógica.

      1. Terminar depois de (Finish On or After):

Limita a atividade a terminar na data da restrição ou depois, nunca antes. Muda a data cedo de término para a data de restrição. Afeta a datas cedo de seus sucessores. Não prevalece sobre a lógica.

      1. Terminar em (Finish On):

Limita a atividade a terminar na data de restrição, nem antes nem depois. Muda ambas as datas, de término cedo e término tarde, para a data de restrição. Não prevalece sobre a lógica.

      1. Termino imposto em (Mandatory Finish):

Impõe a atividade a terminar na data da restrição. Muda ambas as datas, de término cedo e término tarde, para a data de restrição. Prevalece sobre a lógica.

      1. O tarde quanto possível (As Late as Possible):

A restrição tão tarde quanto possível atrasa uma atividade sem atrasar os seus sucessores. Este atraso é limitado pelo valor da folga livre disponível da atividade.

  1. Recursos e Custos

Proposta e Objetivos

Esta lição descreve a hierarquia de Recursos sua Criação e também descreve o acompanhamento de custo (Cost Accounts) Ao final da lição o aluno será capaz de:

  • Definir Recursos

  • Criar Recursos

  • Definir e Criar Custos e seus parâmetros

    1. Recursos

Os Recursos são os responsáveis pelo trabalho executado em todo o projeto e se dividem em pessoas, máquinas e material. Os Recursos são sempre em função do tempo e geralmente são reutilizados entre atividades e projetos. No P3e pode-se:

  • Criar recursos que reflitam a estrutura organizacional da empresa

  • Suporta associar hierarquicamente recursos a atividades

  • Distinguir entre recurso humano de máquina e material

  • Criar e associar calendários a recursos

  • Definir status dos recursos e informações, bem como preço/tempo (Price/Unit).

      1. Ativando o Assistente de Recursos

Recursos podem ser adicionados de várias maneiras. P3e vem com um assistente que poderá ajudar passo a passo neste processo, também se pode adicionar recursos na janela de diálogo de recursos.

  1. Cadastrando recursos através do assistente

  • Na barra de menu selecione <Enterprise>, <Resources>

Na visão de recursos você verá diversos recursos que foram pré-cadastrados

  • Na barra de opções selecione <Display>, <group and sort by> <default>

  • Cadastre apenas os recursos com fundo em preto utilizando o Wizard conforme próxima pagina

  • Da barra Command, Clique Add

      1. Criando recursos através do Assistente

  1. Entre com o ID do Recurso e com o seu nome

  2. Marque “ Do not show.... “ para que da próxima vez não apareça mais o auxiliar, pode-se depois torna-lo a ser apresentado se desejar.

  3. Clique Next, entre com a discriminação Labor (pessoa), next

  1. Entre com o Price / Time < 40 >, next

  2. Entre com o número do telefone e o e-mail se houver

  3. Associe a função (Role) deste recurso <Eng.Proj>,Clique Assign depois Close.

  4. Selecione um calendário existente

  5. Clique Next, Associe o calendário padrão de 5 dias, Next

  1. Marque don’t auto-compute actuals

  2. Marque que não irá definir o Timesheet

  1. Clique Finish, e para associar o recurso ao projeto Vera dê um Clique com a setinha pra direita.

      1. Criando Recursos sem o Assistente

Guia general (geral)

Pode-se editar a tabela geral de informações dos recursos. Isto inclui os nomes dos recursos, Id (código), código da função, título, e a categoria e valores dos recursos.

Passos:

  1. Clique na guia General

  2. Entre/veja com o código do recurso ID <ENG PR>

  3. Entre/veja o nome do Recurso < José Fernando>

  4. Entre no campo Employee Id, digite o número e todos os outros campos conforme mostrado

Guia de Detalhes

Pode-se editar o status do recurso selecionado, sua classificação (Função) e hora-extra se aplicável. Preços e disponibilidade deverão ser determinados de acordo com o tempo. Pode-se também determinar como o recurso irá apontar suas horas trabalhadas.

  • Classificação (Labor Classification)

Determina se o recurso é pessoa (labor) ou máquina(Non labor)

  • Situação - Ativo (Currently Active)

Determina o Status do recurso

  • Auto computar as horas (Auto compute Actuals)

Calcula automaticamente a quantidade de horas que um recurso executa de acordo com o projetado.

  • Uses Timesheet (Uses Timesheet)

Indica qual recurso usa a Timesheet para apontar as horas trabalhadas.

  • Capacita Horas Extras (Allow Overtime)

Indica se o recurso selecionado pode trabalhar em horas extras nas atividades associadas.

  • Fator Horas Extras (Overtime Factor)

Mostra o fator de multiplicação usado para calcular as horas extras do recurso.

  • Data efetiva (Effective Date)

Seleciona a data efetiva para viabilizar preço e disponibilidade

  • Unidade / Tempo (Units/Time)

Colocar a máxima quantidade de unidade de trabalho que um recurso pode perfazer num período normal de trabalho, de acordo com a data efetiva.

  • Preço / Tempo (Price / Time)

Informar quanto custa um recurso para uma unidade de trabalho, de acordo com a data efetiva.

      1. Criando um recurso material

A diferença básica entre um recurso Labor ou Non-labor para o Material é que os dois primeiros são controlados pela medida de tempo que gera custos. No caso do recurso material o controle é feito através de outras medidas como metros cúbicos, etc.

Antes de cadastrar um recurso material você deve ter criado as dimensões de controle da seguinte forma:

  1. No menu <Admin> acesse <Admin Categories>

  2. Na janela selecione a pasta <Units of measure>

  3. Utilizando o botão <Add> insira as categorias mostradas na figura seguinte;

Agora que você já tem as unidades de dimensionamento dos recursos materiais cadastradas só falta inserir os recursos.

  1. Voltando à janela de <Resource> do Primavera crie um recurso com <ID = MTCTCIV> <Name = Materiais de contrução cível>

  2. Na pasta <Details> marque a opção <Material>

  3. Agora cadastre o material <ID = CA40> <Name = Concreto armado FCK40>

  4. Na pasta <Details> marque a opção <Material>

  5. No campo <Unit of Measure> escolha o valor <metros cúbicos>

  6. Na pasta <Units & Prices>, na coluna <Price / Unit> insira o valor <512>

  7. Cadastre os demais itens conforme figura abaixo.

      1. Vista de Recursos

Informações dos recursos podem ser vistas de diferentes maneiras e impressas, podem ser vistas em forma gráfica ou hierárquica.

Passos:

  1. Use os botões de menus e mais para expandir ou minimizar os níveis de recursos

  2. Clique no botão Options Bar, Chart View para ver os recursos em forma gráfica.

  3. Clique na barra Options Bar, Expand All

  4. Selecione File,Print, então Clique Close <>

Nota: A forma de apresentação gráficados recursos é a mesma que na WBS e OBS em forma gráfica.

Dica: para dar Zoom na vista segure a tecla Alt e arraste o mouse.

      1. Código de Recursos

P3e permite que se associe recursos usando códigos. Por exemplo, estabeleça um código chamado “tipo do recurso”, e associe códigos tipo “ empresa ou contratante “ como códigos a serem associados ao recurso aplicado.

Benefícios

  • Fornece um método de filtragem para os recursos que são desejados serem achados rapidamente.

  • Facilita o arranjo de recursos para análise e sumarização em layouts e relatórios.

  • Use os códigos de recursos para grupar, ordenar e filtrar recursos nas planilhas.

Atributos

  • Códigos de Recursos são globais para todo o empreendimento

  • Códigos de Recursos podem Ter uma estrutura hierárquica

      1. Definindo Código de Recursos

  • Clique Modify para definir novo tipo de código de recursos

  • Clique Add para adicionar um novo valor para o código ativo.

Passos:

  1. Selecione Enterprise, Resources Codes

  2. Selecione um código de Recursos < Unidades Corporativas>

  3. Clique Close

      1. Associando Código de Recursos

  • Associar Código de recursos na tela de Recursos

Passos:

  1. Selecione Enterprise,Resources

  2. Selecione o recurso <PEV – Carlos E. Sampaio>

  3. Na barra Codes, clique Assign

  4. Do código Unidades Corporativas, selecione um código < Eletr- Eletrônicos>

  5. Clique Assign, então Close.

      1. Agrupando por Código de Recurso

A visão de recursos também pode ser sorteada ou agrupada pelos códigos de recursos

Passos:

  1. Da barra de Display Clique Group and Sort By, Customize

  2. Selecione o critério de grupamento <Unidades Corporativas>

  3. Clique Ok

    1. Funções de Cargos (Roles)

As funções de cargos com perfis específicos podem ser usadas como recursos para serem associadas nas atividades permitindo executar o planejamento e custo até que os recursos específicos estejam disponíveis para serem associados. Pode-se mais tarde especificar o recurso que se enquadre nas funções e perfis e fazer a troca.

Passos:

  1. Selecione File, Open

  2. Abra o projeto < Transp>

  3. Selecione Project, Activities

  4. Abra o Layout <Default WBS Layout>

  5. Selecione uma atividade <CS450 – Fabricação e Entrega dos Transportadores>

  6. Da barra de Resource, Clique Add Role

  7. Selecione uma função (role) < Finanças>, então clique Assign

    1. Planilha de Recursos

P3e 4.1 tem uma visão tipo tabular onde se tem quantidades e distribuição de custo.

Benefícios:

  • Carga de recursos dinâmica

  • Rápida análise de vários recursos

  • Permite se ter histórico de dados provenientes do Progress Reporter

Funcionalidades:

  • Vista de recursos ou funções

  • Filtro de atividades

  • Customização de colunas e dados

  • Seleção de dados de recursos / custo

Orçado,realizado, remanescente, etc.

  • Grupar e ordenar dados de atividades

Passos:

  1. Da barra de Display, selecione Show on Bottom, resource usage spreadsheet

      1. Janelas - Planilha de Recursos

A planilha de recursos é dividida em três janelas. Cada uma tem uma função organizacional diferente.

Passo:

  1. Clique e arraste a barra horizontal para o topo da janela

      1. Janela Esquerda

Capacita selecionar as funções/ recursos que se queira ver na planilha

Passos:

  1. Da barra de Display no painel esquerdo, Clique Group and sort By

  2. Selecione um código de recurso < Depto. De Engenharia>.

  3. Use as teclas Shift + clique para sombrear todos os recursos localizados debaixo do título Depto. De Engenharia.

      1. Janela do Meio

Permite customizar os dados que foram selecionados na janela esquerda.

  • Ordenar e Grupar

  • Filtrar

  • Customizar as Colunas

Passos:

  1. Clique e arraste a barra de separação para toda a esquerda, inclusive a da planilha.

  2. Da barra Resource Spreadsheet options, Clique group and sort by.

  3. Selecione um critério de grupamento <Resource>

  4. Da barra Options da planilha de Recursos, clique Columns.

  5. Selecione colunas no display da planilha de recursos e pressione “Customize” para formatar o tipo de layout desejado, com as informações as serem exibidas.

Nota: Pode-se usar a resource Spreadsheet Options Bar para ordenar, filtrar e customizar cores na planilha.

      1. Janela Direita

Permite selecionar os campos a serem vistos na planilha

Passos:

  1. Clique com o botão direito do mouse na área da planilha

  2. Selecione spreadsheet fields

  3. Selecione os dados a serem mostrados na planilha <budgeted Units>

Nota: Pode-se customizar a coluna na janela direita selecionando Spreadsheet Fields, Customize da barra de Display no painel direito.

  1. Nivelamento de Recursos

O nivelamento de recursos é executado através dos comandos:

Ferramentas (Tools)  Nivelar Recursos... (Level Resources...)

As configurações da janela a seguir são aplicadas aos projetos que estejam abertos e/ou aos que estejam determinados nas preferências de nivelamento.

  • Nivelar recursos automaticamente quando executar o cálculo da programação (Automatically level resources when scheduling): Estando esta opção ativa, a cada vez que o cálculo de programação for executado, o nivelamento também o será.

  • Considerar alocações em outros projetos que possuam prioridade igual/maior (Consider assignments in other projects with priority equal/higher than): Com esta opção ativa, recursos que estejam em outros projetos, dentro da faixa de prioridades de nivelamento especificada, são levados em conta para apurar se estão sobrecarregados. Alocações em projetos fechados são levados em conta. Por exemplo:

Existem quatro atividades de quatro projetos necessitando de um mesmo recurso em um mesmo período conforme visualizado na figura a seguir.

Consideremos que as prioridades de nivelamento de projeto sejam 1, 2, 3 e 4 para os projetos A, B, C, e D respectivamente.

Após isto, se for aberto somente o projeto A e nivelado de acordo com a parametrização a seguir (prioridade 2);

A “Atividade 1 do Projeto A” não sofrerá nenhum deslocamento, visto que a disponibilidade total (8 horas/dia ou 40 horas/semana do recurso operador) é suficiente para a execução das atividades dos projetos considerados (A e B). Entretanto, se este mesmo nivelamento fosse executado com prioridade 3 ou maior, a “Atividade 1 do Projeto A” sofreria um deslocamento para se ajustar a disponibilidade do recurso operador.

Nota: Observe que o esforço de trabalho referente ao projeto D não está representado no Histograma. Neste caso a configuração somente exibe a carga dos projetos envolvidos no nivelamento e foi configurado através dos seguintes comandos:

  • Editar (Edit)  Preferências de Usuários (Edit User Preferences...)  Análise de Recursos (Resource Analysis) com a opção “Todos os projetos fechados com prioridade de nivelamento definido igual/maior que 3”.

A faixa de prioridade de nivelamento vai de 1 (mais prioritário) até 100 (menos prioritário). Este valor é determinado para o projeto no campo Prioridade de Nivelamento (Project Leveling Priority) na Visão Projetos (Projects) na guia Geral (General).

  • Preservar as datas cedo e tarde programadas (Preserve scheduled early and late dates): Esta opção ativada faz com que as datas cedo e tarde sejam preservadas, as quais foram obtidas durante o processo de cálculo de programação. Por exemplo:

  • Recalcular custos dos recursos após o nivelamento (Recalculate resource costs after leveling): Com esta opção ativada, os custos de recursos são recalculados após o nivelamento do projeto e, também, os custos de recursos distribuídos ao longo períodos em que hajam variação das taxas. Por exemplo:

  • Nivelar todos os recursos (Level all resources): Com esta opção ativada, o sistema tentará nivelar todos os recursos.

  • Nivelar recursos somente até a Folga Total da atividade (Level resources only within activity Total Float): Ativando esta opção, o retardo de atividades com conflito de recursos somente se dará até o limite de sua data de término tarde.

  • Preservar o mínimo de folga quando nivelando (Preserve minimum float when leveling): É a quantidade de folga que se quer manter quando as atividades são retardadas em função de conflito de recursos. Defines-se o valor e a unidade de tempo a ser considerada.

  • Percentual máximo de sobre alocação de recursos (Max percent to over-allocate resources): É o valor máximo, em percentagem, no qual a disponibilidade do recurso pode ser aumentada durante o nivelamento. Este aumento na disponibilidade é levado em conta se o recurso na atividade não pode ser nivelado após o consumo do limite da folga. Os valores são definidos pelo usuário.

Prioridades de nivelamento

  • Nome do Campo (Field Name): Relaciona a ordem de prioridade do desempate do nivelamento em função dos campos disponíveis. Este critério de desempate é utilizado quando uma atividade compete pelo mesmo recurso ao mesmo tempo.

  • Ordem de Classificação (Sort Order): Em função do campo escolhido para o desempate, este pode ser em ordem crescente ou decrescente. Para aqueles campos que aceitem hierarquia, existe mais uma opção que é a ordem “hierárquica”.

  • Novo (Add): Adiciona outra prioridade de nivelamento.

  • Remover (Remove): Remove a prioridade de nivelamento.

  • Registrar em arquivo (Log to file): Com esta opção ativa, será gerado um relatório de processamento do nivelamento em formato “txt”. Pode se escolher o nome do arquivo e em que local ele será gerado.

  • Nivelamento (Level): Executa o nivelamento de acordo com as opções ajustadas.

  • Padrão (Default): Retorna os parâmetros padrão de nivelamento.

  • Ver Registro (View Log): Exibe o relatório de processamento do nivelamento executado.

  1. Gestão de Custos

    1. Alocando Despesas e classificação por centros de custo

Despesas (Expenses) são custos diferentes do custo de horas de recursos que estão associadas a projetos e atividades. Exemplo de despesas incluem: materiais, despesas com viagens, treinamento, etc.. As despesas não são iguais a recursos no que tange a alocação pois os recursos se estendem por diversas atividades e projetos, já as despesas são especificas de cada projeto, o P3e não leva em consideração as despesas quando estiver nivelando recursos, e as curvas de recursos não prevêem despesas.

Pode-se categorizar as despesas de acordo com as suas classificações no menu admin, categories, expenses, pode-se então no botão indicar uma unidade de medida para cada despesa, indicar quando ela ocorre se no início no fim ou durante uma atividade, pode-se estruturar um plano de contas e alocar a despesa na conta específica, cada despesa tem o seu valor previsto, realizado e estimado para completar

Como visto na tela acima iremos adicionar uma despesa no projeto, para isto clique no botão Add para adicionar uma nova despesa, a tela de alocação de despesa será aberta como mostrado:

Iremos selecionar a atividade A1005 – Recebimento... e pressionar o botão assign, teremos então a despesa criada necessitando de incluir a sua categoria e em qual conta do plano de contas ela melhor se enquadra.

Como ainda não temos nenhum Plano de contas criado precisaremos de criar um, para tal iremos no menu Enterprise Cost Acconts e adicionaremos conforme janela a seguir, ou seja três tipos diferentes de despesas inclusas em um plano de despesas e identadas através de , na última despesa colocamos a sua descrição, editando direto ou colando de outro arquivo com copy paste,

Iremos associar a despesa criada a opção Despesas de treinamento, para um fornecedor Verano, e documento 123.

Na alocação de custos poderemos inserir os valores conforme a situação prevista na janela abaixo teremos valores unitários da despesa prevista seu custo previsto e quanto irá ficar a situação remanescente, unidade de medida, conforme mostrado,

As despesas podem ser listadas através de filtros como categorias, fornecedor (vendor), na janela de Expense....

Entre no menu Display, e depois procure Expense Category e veja o resultado,

Visão selecionada a opção sort por centro de custo:

Iremos agora adicionar um custo realizado em uma despesa e vamos analisa-lo na janela , digite os valores conforme abaixo:

Definindo a apresentação em Profile Settings, clique com o botão do mouse direito sobrer a área gráfica:

Resultado esperado no menu Tracking,

    1. Estimativas de Custos

Custo é a quantidade de capital necessária para realizar uma atividade ou um projeto.

A estimativa dos custos envolve desenvolver uma estimativa dos custos dos recursos necessários a implementação das atividades do projeto.

Quando o projeto é realizado sob um contrato, devem ser tomados cuidados para distinguir custos estimados de preço. A estimativa dos custos envolve elaborar uma avaliação quantitativa dos resultados prováveis (quanto custará para a organização o fornecimento do produto ou serviço envolvido). O preço é uma decisão de negócio – quanto a organização cobrará pelo produto ou serviço – que usa as estimativas de custo como uma das várias considerações.

As despesas do projeto (Expenses) tem um local especial no Primavera para o armazenamento das informações como vimos no capítulo anterior, estas podem ser alocadas nas atividades ou na EAP (WBS), são separadas por categorias de despesas e também podem ser classificadas pelo plano de contas, ambos facilitam na emissão de relatórios e análises.

Plano de Contas. O plano de contas descreve a estrutura de codificação utilizada pela organização para reportar as informações financeiras para o seu sistema geral de contabilidade. As estimativas do custo do projeto devem ser alocadas na categoria contábil correta.

Exemplo da tela principal do módulo de Expense do Primavera, com alocação de dois itens de despesas do projeto, abaixo exemplo do plano de contas:

    1. Orçamentação

A orçamentação dos custos envolve alocar as estimativas dos custos globais aos itens individuais de trabalho com a finalidade de estabelecer um baseline de custo para medir o desempenho do projeto.

Baseline do Custo. O Baseline do custo é o orçamento referencial (time-phased) que será utilizado para medir e monitorar o desempenho do custo do projeto. É desenvolvido através da totalização das estimativas de custo por período.

Muitos projetos, especialmente os maiores, podem ter várias baselines de custo para medir diferentes aspectos do desempenho de custo. Por exemplo, um plano de gastos ou uma previsão de fluxo de caixa são baselines para medir desembolso.

A Baseline do projeto pode ser criada no menu Project, Baseline,

Basta clicar no botão Add e teremos uma nova baseline criada, ela será como uma cópia do projeto e conterá o cronograma, recursos alocados, despesas, enfim será como uma “foto” do projeto no momento em que foi gerada. Sendo assim pode-se acompanhar o avanço do projeto sem perder de vista o que estava acordado no tempo em que a baseline foi gerada,

Não se esqueça de marcar a baseline como Primary Baseline e o tipo que ela é no caso a primeira baseline do plano inicial, para que a baseline apareça no gráfico de Gannt é necessário marcar a barra baseline como ativa:

Vista da baseline no projeto após simulado um atraso em uma atividade, pode-se observar a propagação do atraso nas outras atividades pela vista da baseline ativa:

    1. Controle dos Custos

O controle dos custos está associado a (a) influenciar os fatores que criam as mudanças na meta de custo de forma a garantir que estas mudanças sejam benéficas, (b) determinar que a meta de custo foi alterada, e (c) gerenciar as mudanças reais quando e da forma que elas surgirem. O controle dos custos inclui:

  • Monitorar o desempenho do custo para detectar as variações do plano.

  • Assegurar que todas as mudanças adequadas estão registradas corretamente no baseline de custo.

  • Impedir que mudanças incorretas, não apropriadas ou não autorizadas sejam incluídas no baseline de custo.

  • Informar adequadamente as partes envolvidas das mudanças autorizadas.

    1. Atualizações do orçamento

As atualizações do orçamento são uma categoria especial das estimativas de custo revisadas. As atualizações do orçamento são mudanças no baseline aprovado. Esses números são geralmente revisados apenas em resposta a mudanças no escopo. Em alguns casos, as variações de custo podem ser tão severas que um replanejamento (rebaselining) seja necessário com a finalidade de fornecer uma avaliação realística do desempenho.

Nota: O Primavera Enterprise permite que se tenha até 50 baselines por projeto.

Sendo que podem ser comparadas até três baselines por projeto.

Ações corretivas. Uma ação corretiva é qualquer ação tomada no sentido de ajustar o desempenho futuro esperado com o plano do projeto.

Estimativa na conclusão (Estimate at Completion). A estimativa na conclusão (EAC) é uma previsão do custo total do projeto baseada no desempenho do projeto. As técnicas mais comuns de previsão são algumas variações do:

  • EAC = custo real até a data, mais o orçamento restante do projeto modificado por um fator de desempenho, freqüentemente o índice de desempenho de custo. Essa abordagem é usada com mais freqüência quando as variações correntes são vistas como típicas para variações futuras.

  • EAC = custo real até a data, mais uma nova estimativa para todo o trabalho restante. Essa abordagem é usada com mais freqüência quando o desempenho passado mostra que as premissas da estimativa original estavam bastante imperfeitas, ou que não são mais tão relevantes, devido a mudanças nas condições.

  • EAC = custo real até a data, mais o orçamento restante. Essa abordagem é usada com mais freqüência quando as variações correntes são vistas como atípicas e a expectativa da equipe de gerência do projeto é que variações semelhantes não se repetirão no futuro.

Cada uma das abordagens acima pode ser a correta para um item de trabalho dado qualquer.

Documentar - As causas das variações, as razões por trás das ações corretivas tomadas e outros tipos de lições aprendidas durante o controle do custo, devem ser documentadas de forma a tornarem-se parte da base de dados históricos a ser utilizada tanto no projeto corrente como em outros projetos da organização.

Os custos alocados no projeto poderão ser acompanhados através de vários relatórios e gráficos, pode-se agregar os valores de horas de recursos previstas x realizadas e os valores de despesas previstas x realizadas.

Exemplo de gráfico gerado pelo Tracking do P3E:

  1. Layouts, Agrupamentos e Filtros

Esta lição descreve os vários métodos de visualização na tela do seu projeto. Você poderá organizar e filtrar os dados de seu projeto de acordo com as suas necessidades. Ao término desta lição o aluno será capaz de:

  • Organizar as atividades de acordo com um critério especifico.

  • Filtrar atividades de acordo com um critério especifico.

    1. Abrindo um layout existente

Layouts são a combinação de elementos visuais que aparecem na sua tela.

  • Pressione a <Barra de Opções> e escolha <Layout>, <Open> ;

  • Selecione o layout desejado;

  • Pressione <Appy>;

  • Repita o procedimento para os Layouts 2 e 3.

    1. Entendendo os elementos de um Layout.

Os Layouts existentes foram previamente salvos para que possam ser reutilizados a qualquer momento. Você pode criar novos layouts. Cada layout consiste na definição dos dados das seguintes janelas:

Tabela de atividades (parte superior ou inferior da tela):

  • Definir colunas a serem apresentadas;

  • Definir forma de agrupamento e ordenação;

  • Selecionar atividades a serem mostradas (filtros);

Gráfico de Gantt (parte superior ou inferior da tela):

  • Definir espessura, cor e extremidades das barras;

  • Definir textos que acompanharão as barras;

PERT (parte superior da tela):

  • Definir dados a serem apresentados nas caixas

  • Formatar cor da caixa

  • Rastreador lógico (parte inferior da tela):

  • Número de predecessoras e sucessoras a serem mostradas

Planilha de carga por Atividade (parte superior ou inf. da tela) e Planilha de carga por Recurso (parte inferior da tela):

  • Definir colunas a serem apresentadas;

  • Selecionar atividades a serem mostradas (filtros);

  • Definir tipos de recursos a serem apresentados;

  • Definir forma de agrupamento e ordenação;

Histograma de carga por Atividade (parte inferior da tela) e Histograma de carga por Recurso (parte inferior da tela)

  • Definir tipo dados (unidades ou custos, previsto ou real)

Detalhes de atividades (parte inferior da tela)

  • Definir quais pastas (tabs) serão mostradas. Facilita a visualização, entrada e/ou modificação de dados;

    1. Modificando um Layout - Selecionando Colunas

Você pode definir novas colunas para o seu layout:

  • Pressione a <View> e escolha <Show on Botton >, <Activity table>;

  • Novamente pressione a < View > e escolha < Show on Botton>, <No botton layouts>

  • Pressione a < View > e escolha < Columns >;

  • Pressione a barra <Available options>, selecione <Group and Sort by>, <List>;

  • Escolha o campo da nova Coluna; selecione <Actual start>;

  • Para selecionar outros campos mantenha a tecla <Control> pressionada. Selecione o campo <Calendar>;

  • Pressione a seta para a direita que todos os dados selecionados serão transferidos para a coluna Opções selecionadas;

  • Vamos remover uma Coluna. Selecione o campo <Termino>. Pressione a seta para a esquerda para remover a coluna;

  • As setas duplas são usadas para selecionar ou remover todos os campos;

  • As setas para cima e para baixo são utilizadas para definir a ordem das colunas no Layout.

    1. Salvando Layouts

Quando estiver satisfeito com seu Layout, você poderá salvá-lo para reutilizá-lo mais tarde:

  • Pressione o menu < View >, < Layout > e <Save>, para salvar as alterações feitas no layout atual;

  • Pressione a < View >, <Layout> e <Salve as >, para salvar um novo layout:

  • Uma janela se abrirá permitindo um novo nome para o layout criado; digite <Inicio planejado vs Inicio real>;

  • Escolha quem tem acesso à utilização do layout na caixa Disponível para; pressione a seta para baixo e selecione <Todos os usuarios>;

  • Pressione <Salve>.

    1. Selecionando Pastas de Dados da janela Detalhe de Atividades

O P3e permite que você defina quais Pastas de Dados (Tabs) você terá quando visualizar a janela de Detalhe das Atividades (Activity Details).

  • Pressione o menu < View > e escolha < Show on botton >, < Activity Datails >;

  • Pressione o menu <View> e escolha < Botton layout options >; ou pressione o botão da direita na área de “Tabs” da janela de Detalhe de Atividades e escolha <Costumaize activity datail>;

  • Selecione quais Pastas de Dados (Tabs) você deseja que sejam mostradas na janela de Detalhe de Atividades; utilize <shift> ou <control> para seleções múltiplas;

  • Selecione <Codes, Steps e Summary>;

  • Pressione a seta para a direita , que todos os dados selecionados serão transferidos para área de Pastas Visíveis (Display Tabs);

  • Pressione <OK>.

    1. Agrupamentos

O P3e permite que você agrupe atividade tanto no Gráfico de Gantt como no Gráfico PERT de forma simples para organizar as informações de seu projeto

      1. Exemplo: Agrupando Atividades

O P3e permite que você agrupe atividade tanto no Gráfico de Gantt como no Gráfico PERT de forma simples para organizar as informações de seu projeto

  • Escolha o Layout <5- Organizado por Localidade>

  • Agrupar atividades por hierarquia ou por algum outro dado

  • Os itens de hierarquia são: EAP – WBS, Códigos das Atividades e EOE – OBS

  • Os Campos de dados incluem: Datas, recursos, calendários, predecessores, sucessores etc.

  • Podemos visualizar linhas totalizadoras

  • Sumarizar dados.

  • Especificar fontes e cores para os títulos de grupo.

  • Especificar a ordem dentro de cada grupo

      1. Agrupando por WBS

  • No menu < View > escolha < Group and Sort by >

  • Pressione na primeira célula abaixo do agrupar por e escolha o item EAP (WBS)

  • Pressione duas vezes a primeira célula abaixo de fonte & Cor para escolher a cor e fonte para o nível 1 da EAP – WBS

  • Pressione o botão Fonte e escolha Nova fonte cor <Branca>

  • Pressione o botão Color e escolha a nova cor de fundo <preto>

  • Pressione Ok

  • Pressione Ok para sair da janela de Editar Fonte e Cor

  • Pressione Ok para sair da janela de Editar Agrupar e Classificar

      1. Agrupando por EAP – Sumarizando

  • Pressione para sumarizar um grupo

  • No menu < View > escolha < Colapsed all > todos para sumarizar todos os grupos.

  • Pressione para expandir um determinado grupo

  • No menu < View > escolha < Expand all > todos para detalhar todos os grupos.

      1. Ordenando

  • No menu < View > escolha < Group and Sort by >

  • Pressione Sort

  • Selecione em Field Name <Early Star>

  • Pressione OK para sair da janela Sort

      1. Agrupado por EAP (WBS) – Classificando por inicio cedo

      1. Agrupar por data

  • Pressione o Ícone Group and Sort by

  • Na coluna Group By selecione o campo Early Start

  • Na coluna Group interval selecione Week

  • Pressione Apply

  • Pressione Ok

    1. Filtros

P3e permite que se crie novos filtros, ou utilize uma serie de filtros pré-definidos. Pode-se aplicar um ou mais filtros no seu layout, podendo ser alterados a qualquer momento.

Aplicações

  • Permite que se crie layouts personalizados

  • Limita as atividades de um layout

  • Focaliza as atividades de um determinado grupo

  • Salva filtros específicos para uso posterior

  • Facilita as atualizações

      1. Aplicando os Filtros Padrões

  • Pressione a barra de Opções e escolha < Filter >

  • Marque na coluna Filter <critical>

  • Clique no botão < Apply > e em seguida no < Ok >

      1. Atividades Críticas

      1. Criando um Filtro

  • Pressione no menu < View > escolha Filter ou o ícone igual a um filtro

  • Pressione New para adicionar um novo filtro

  • Preencha o nome do filtro novo no campo Filter name <Item=Projeto sist transportador>

  • Pressione < Add > para preencher o critério

  • Na coluna Parameter selecione <Item>

  • Na coluna Is selecione < equals >

  • Na coluna Value selecione <sist transp>

  • OK para sair da janela Editar atividade do filtro

  • Marque o Filtro < Item=Projeto sist transportador > e desmarque o filtro <Critical>

  • Ok

      1. Atividades do Item= seleciona por código

Pode-se também criar filtros com múltiplos critérios, de maneira similar ao filtro acima, apenas acrescentando-se outras linhas de critério.

      1. Combinação de Filtros

Pode-se combinar a aplicação de dois ou mais filtros existentes.

  • Pressione barra de opções e escolha < Filter >

  • Marque o Filtro desejado

  • Marque o Filtro <Critical>

  • Escolha a opção “all selected filters” na parte de cima da Janela.

  1. Acompanhamento de Projetos

Com o término do planejamento do projeto, o próximo passo é o início do acompanhamento da evolução do andamento deste projeto.

Passos para um Acompanhamento dentro dos padrões básicos necessários

O acompanhamento dos projetos passa por 3 fases: atualização de atividades, reprogramação e análise.

    1. Atualização de Atividades

Atualizando atividades através do Remaining duration e o Duration % (Percentual);

Passos:

  1. Selecione a atividade a ser atualizada;

    1. Nota: Atividades Level Of Effort não devem ser atualizadas manualmente.

    2. Clique no ícone e marque os filtros abaixo, para não mostrar as ‘loe’ durante a atualização:

  1. Na Janela de detalhes da atividade, selecione Status;

  1. Se a atividade foi iniciada, porém ainda não concluída:

    1. Informe a data real de início da atividade e marque o campo Started;

    2. Se necessário ajuste a data de início real usando o calendário ().

    3. Informe a quantidade de dias remanescente para o término da atividade no campo Remaining Duration;

  2. Se a atividade tiver sido concluída, informe a data de término e marque o campo Finished;

    1. Note que o Remaining será zero e o % Duration = 100%.

  1. Calcule o projeto, no menu Tools, clique em Schedule ou F9;

  2. Informe a data de atualização (Data Date);

    1. A data e hora de atualização (Data Date) deverá ser uma data acordada entre os Gerentes/Líderes envolvidos no projeto. Neste exemplo a Data Date é 16/02/01.

  1. Sumarize o projeto, no menu Tools, clique em “Sumarize

Veja o resultado da atualização no gráfico de Gantt:

    1. Reprogramação das Atividades

18.2.1 Reprogramação automatica

O Primavera executa a reprogramação automática das atividades toda vez que se faz o calculo do projeto, havendo diferenças entres as datas planejadas e executadas, ocorre a reprogramação.

A reprogramação automática é realizada respeitado os relacionamentos e as durações das atividades.

Pode-se visualizar claramente essa reprogramação no gráfico de Gantt na diferença da Barra da Baseline com a barra do planejado.

Após a reprogramação automática do Primavera é necessário uma análise do cronograma para aplicar as medidas corretivas, se aplicável, a critério do responsável pelo Projeto.

18.2.2 Reprogramação utilizando o Remaining Duration

A reprogramação das atividades é necessária sempre que houver uma atividade prevista que não foi realizada na data planejada.

Por exemplo: atividade CS 310

Data de Inicio Prevista: 19/03

Data de Inicio Real: 19/03

Data de Termino Prevista: 28/03

Data de Termino Reprogramada: 30/03

A reprogramação foi necessária para ajustar a duração prevista da atividade, alterando no campo Remaining Duration a quantidade de dias de 8 para 10.

Situação 1: Antes da reprogramação

Situação 2 : Reprogramando

    1. Análise

      1. - Análise dos impactos das atualizações e repogramações no cronograma

A atualização do projeto pode gerar atrasos ou adiantamentos no seu cronograma. Vamos avaliar o impacto da atualização do projeto:

1-) Verificar se a Project Baseline assinalada é a correta (deve ser igual à Baseline Meta aprovada):

2- Inserir no seu layout as colunas: Variance – Bl Project Finish Date e Variance – BL Project Duration:

3- Variance Finish Date <> zero. Significa que a data de término da atividade sofreu atraso (-) ou adiantamento (+):

4- Variance Duration <> zero. Significa que a duração da atividade foi superior (-) ou inferior (+) à dur. planejada:

5- Inserir as colunas BL Project Finish, Finish e Variance Project Finish Date no seu layout:

6- A primeira linha (sumário do projeto) indicará se o projeto irá ser impactado pela atualização. Neste exemplo o projeto antecipará 4 dias:

    1. Trabalhando com Tipos de Progresso %:

Para a consideração do progresso de atividades no P3e existem três formas. Originalmente o P3e adota para o Tipo de Progresso % a duração da atividade, que é a forma mais simplista e, também, é o padrão do MSProject. Porém, esta forma, é a que está mais sujeita a distorções.

O Tipo de Progresso %, também, é o valor que será utilizado para o cálculo do Earned Value de cada atividade, portanto, é uma consideração a ser adotada com muito critério.

Vejamos alguns exemplos caso a caso:

      1. Duração (Duration)

  • Originalmente tenhamos uma atividade denominada “Mobilização” com 10 dias de prazo para ser executada. Iniciando em 1 e terminando em 10.

  • Imaginemos que no inicio do 6º dia é feita uma atualização e tudo ocorreu de acordo com o planejado. Neste caso haveríamos iniciado de fato em 1 e faltariam 5 dias para concluir, logo o % de avanço seria 50%;

  • Continuando com o mesmo exemplo, digamos que a atividade tenha de fato iniciado no terceiro dia, mas permanecesse com os 5 dias remanescentes. Verificaremos que o % de progresso continuaria 50%;

  • O

    % da Duração = (Duração Original – Duração Remanescente) x 100Duração Original

    bserve que a duração ao final da atividade são 8 dias, resultado da soma do realizado mais o remanescente (3+5), e a original permanece nos 10 dias, ou seja, não importa quanto já haja de realizado, pois o cálculo do % de duração é o seguinte:

  • Entretanto, há um caso no qual % de Progresso em função da duração fica sem sentido. Imagine se ao invés de informar que restam 5 dias, for informado que ainda restam dez, ou mais, dias para concluir;

  • O resultado é que, apesar da atividade já ter sido iniciada estando em pleno transcurso, a impressão que se tem é que nenhum serviço foi executado pois o % de Progresso esta com 0%. Então, seria o caso de adotar um outro critério para mensurar o % de Progresso da atividade.

      1. Unidades (Units)

  • Consideremos que em nosso critério de avaliação de % de Progresso de atividades, as unidades sejam um melhor avaliador. Imaginemos uma atividade denominada “Concretagem das bases”, na qual esteja previsto um prazo de 10 dias com um esforço de trabalho para 100 m3 de concreto, previstos originalmente, para a execução de toda atividade.5

  • Façamos uma atualização no inicio do 6º dia e tudo, em termos de prazo, ocorreu de acordo com o planejado. Então ainda restam mais 5 dias para a conclusão da atividade, porém, o % de Progresso agora é em função das unidades. Então, digamos que foram consumidos 30 m3 de concreto e a quantidade ao final permanece nos 100 m3 13

  • R

    % Executado das Unidades = Unidades Realizadas x 100Unidades ao Final

    esultou num % de Progresso de 30% pois o cálculo agora é:

      1. Físico (Physical)

  • Seguindo em nosso exemplo, imaginemos que exista uma outra atividade (“Concretagem de Bases”) com os mesmos parâmetros de prazo e unidades e, apesar de já haver transcorrido 50% do prazo e 30% das unidades já consumidas, você saiba que a atividade está somente com 20%. Poderíamos supor que são num total de 5 bases iguais a serem concretadas e apenas uma esteja finalizada ao final do 5º dia, e os 100 m3 totais estimados originalmente não seja confiável para efeito de parâmetro de avanço. Então é necessário um outro critério para o % de Progresso da atividade que não esteja vinculado ao tempo nem as unidades. O P3e oferece a possibilidade da adoção do critério físico;

  • Desde que a atividade esteja iniciada, você pode atribuir o % de Progresso que melhor represente o avanço da atividade sem, com isto, interferir no prazo remanescente ou nas quantidades da atividade.

  • Entretanto, esta consideração deixa o critério de avaliação de progresso de forma muito subjetiva, pois não há nenhum vinculo prévio que limite a avaliação do avanço da atividade.

  • Então, para resolver essa imprecisão, o P3e possibilita a que o % Físico seja vinculado a passos (Steps).

      1. Criando e atualizando passos (Steps)

  • Considerando o ultimo exemplo, vamos definir que o avanço da “Concretagem das Bases” seja dado conforme a execução de cada uma delas, na razão mostrada a seguir na figura, independentemente de prazo e/ou quantidades. Para tanto é necessário criar os passos (Steps) e pondera-los:

  • Façamos uma atualização no inicio do 6º dia e tudo, em termos de prazo, ocorreu de acordo com o planejado. Então ainda restam mais 5 dias para a conclusão da atividade e o % de Progresso agora é determinado por ter sido concluída a “Base 5” e 50% da “Base 2”. Logo o resultado % de Progresso é 40%, como indicado nas figuras a seguir:

    Nota: Somente quando a opção Activity percent complete based on activity steps, na guia Calculations em Activities da visão Projects, estiver ativa, é que os percentuais dos passos são levados em conta para o % de Progresso.

      1. Percentual de desempenho do projeto (Performance % complete)

  • Até este ponto, vimos que existem três possibilidades para determinar o % de Progresso das atividades, entretanto, há a necessidade de se adotar um deles para que reflita o avanço do projeto.

  • O P3e permite que se adote uma combinação dos três através do “Performance % Complete”. Observando as indicações da figura anterior, nota-se que na coluna de % de desempenho é levado em conta o avanço do “Tipo de % Executado” selecionado para a atividade.

  • A sumarização dos percentuais no nível superior é feito levando em conta as fórmulas de cálculo de % de duração e % de unidades para as respectivas colunas. Para o % físico não existe sumarização e para o de desempenho é levado em conta o custo total de cada atividade.

    Por exemplo, tomando como referência as três atividades mostradas na figura anterior, imaginemos que a ponderação para as mesmas seja conforme a tabela a seguir:

    Atividades

    Avanço

    Ponderação

    Mobilização

    50 %

    20 %

    Concretagem

    30 %

    50 %

    Concretagem de bases

    40 %

    30 %

    Avanço resultante 

    37%

  • Para que simulemos o mesmo resultado, basta atribuir “Custos Totais” as atividades proporcionais a ponderação da tabela anterior.6

      1. - Análise dos impactos no prazo do projeto.

Esta visão facilita o acompanhamento dos prazos estimados e realizados do projeto e indicadores de performance (Schedule % Complete e Performance % Complete).

1- Para facilitar o acompanhamento dos prazos, vamos criar um layout:

Clique Columns para selecionar as colunas do novo layout:

Selecione as colunas conforme figura abaixo:

2 – Salve o layout criado

      1. - Análise dos impactos no esforço do projeto.

Esta visão permite acompanhar o esforço estimado e realizado do projeto.

1- Para facilitar o acompanhamento do esforço, vamos criar um layout:

Clique Columns para selecionar as colunas do novo layout:

Selecione as colunas conforme figura abaixo:

2 – Salve o layout criado e analise as informações.

      1. - Análise dos impactos no recurso do projeto.

Esta visão permite acompanhar o esforço estimado e realizado do projeto por Recurso.

    1. Para facilitar o acompanhamento do impacto no recurso do projeto, vamos abrir um layout existente

Com o layout aberto clique em Resource Usage Spreadsheet para concluir a configuração do layout

A visão de Acompanhamento de Recursos deve apresentar no Display os seguintes itens selecionados:

  • Current Project’s Resources

  • Activity Resource Assignments

  • Open Projects Only

Salve o novo layout.

Analise as informações.

  1. Relatórios

Proposta e Objetivo

Esta lição discorre sobre o uso de Relatórios. Ao terminar esta lição o aluno será capaz de:

  • Executar relatórios individuais

  • Definir Grupos de relatórios

  • Criar relatórios utilizando o assistente de relatórios

  • Configurar Relatórios batch

    1. Relatórios Padrão

O P3E disponibiliza relatórios padrões de programação, analises de recursos e custos. Estando no Projeto Transp clique no botão Reports.

  • Pode-se selecionar os grupos de relatórios desejados clique em Report Group

  • Para se rodar um relatório, selecione o relatório e clique na seta verde Run, e obterá a tela seguinte:

  • Selecione se deseja imprimir uma amostra ou direto para a impressora

    1. Assistente de Relatórios

O Assistente de Relatórios permite que você crie uma grande variedade de relatórios facilmente. Você pode modificar relatórios que esta criando ou modificar relatórios já criados. O assistente de relatórios criará relatórios a partir das tabelas e campos do P3E, combinando agrupamentos, ordenamentos e filtros. Os relatórios criados pelo assistente só poderão ser modificados utilizando-se o assistente de relatórios, não podendo ser usado o Editor de Relatórios.

  • Para mover entre as diferentes telas do Assistente pressione Bach ou Next. Para fechar o assistente de relatórios sem salvar as alterações feitas, pressione Cancel.

    1. Batch Reports

P3e permite imprimir uma seqüência de relatórios. Ele permite que você imprima uma serie de relatórios ao final de um ciclo de atualizações, antes de uma reunião de avaliação do projeto etc. Um relatório só pode pertencer a um Batch group.

Passos:

  1. Selecione a opção Tools/Reports/Batch Report

  2. Selecione o relatório <Project Completion Reports>

  3. Pressione o botão ADD para adicionar os relatórios ao grupo

  4. Pressione para assinalá-lo e feche a janela.

  1. Publicação na Web

Proposta e Objetivos

Esta lição descreve de como se pode criar um projeto na Web. Ao completar esta lição o aluno será capaz de:

  • Configurar o projeto na Web

  • Criar um projeto na Web

    1. Projeto na Web

Pode-se usar o P3e para publicar um projeto na Web ou na Internet / Intranet o que irá possibilitar a disseminação de informações ao grupo de trabalho ou outras pessoas interessadas, utilizando um web browser sendo que o nível de informação que um visitante no site pode ver será aquele que foi previamente escolhido para se publicar.

  • Controlar o nível de detalhe a se publicar na Web, em termos de informação de atividades e informações pessoais de recursos.

  • Controlar qual o relatório de projeto se deseja publicar na Web.

  • Controlar qual o relatório/ layouts de tracking se deseja publicar na Web.

  • Customizar o layout da web page

  • Alocar um nível alto do projeto no planejamento, e facilmente ver informações detalhadas sobre atividades específicas, documentos de referência e recursos.

  • Navegar no projeto através da web utilizando os mesmos filtros disponíveis no P3e, como WBS, Hierarquia de recursos, documentos de referência, Códigos de Atividade (Activity Codes), etc.

    1. Set-up do personal Web server

Para se ter acesso a todas as vistas do projeto publicado na Web, sem publicá-lo na Web diretamente, será necessário instalar um personal web server.

  1. No Windows Explorer, crie um subdiretório para que os arquivos do seu projeto na web sejam gerados.<C:\publica>

  2. Em Tools, escolha a opção Publish/Project Website

  3. Dê um nome para o Web Site Name – Acompanhamento do Projeto Transp.

  4. Faça uma descrição do Web Site se desejar

  5. Escolha o diretório <c: \publica>

    1. Configurando o Projeto na Web

Guia Geral (General):

  • Digite o nome, descrição e o diretório que será utilizado para publicar o projeto na Web, conforme acima descrito.

  • Edite e salve os cenários na Web

Cores de fundo

Ícones / logotipos

Tipos de Textos e fontes

Pressionando o botão Edit Scheme para configurar o modo de exibição da página.

Guia Tópicos (Topics):

  • Selecione os detalhes a serem publicados

Passos:

  1. Clique na barra Topics

  2. Selecione All itens

Guia Gráficos (Graphics):

  • Selecione os layouts a serem incluídos na Web

  • Selecione as janelas do tracking a serem vistas

Passos:

  1. Clique na barra Graphics

  2. Clique Assign para adicionar as vistas na Web < Earned Value e Labor Costs>

  3. Clique na caixa Include in Project website.

Guia Relatórios (Reports):

  • Selecione os relatórios a serem incluídos na Web

Passos:

  1. Clique na barra de Reports

  2. Clique Assign para adicionar os relatórios na Web < SR-01 Classic S.R. – sort by Es,TF>

  3. Clique na caixa Include in project website

Nota: Clique Publish para atualizar os arquivos na Web.

Carregando na Web

  • Clique o botão Publish e o resultado esperado deve ser conforme figura abaixo.

  • Primeiramente clique no botão Clique to Enter

Resultado esperado:

  1. Definindo Aplicações Externas

PROPOSTA E OBJETIVO

Será apresentado como agrupar dados oriundos do MS Project dentro do P3e 3.5. Ao completar este curso o estudante será capaz de:

  • Agrupar dados de projetos em MS Project utilizando o Sumarizador

    1. Associando dados do programa MS Project ao P3e.

Configurando o Link

  • Os dados do projeto em Ms Project são importados diretamente para o banco de dados

Passos:

  1. Crie um novo projeto na EPS Eletrônicos com ID MSP e Project Name MS Project Link.

  2. Selecione Enterprise, External Applications.

  3. Clique em Add para adicionar novo

  4. Selecione o projeto a ser feito o link <MSP - Ms Project link>

  5. Selecione o tipo de aplicação externa <Microsoft Project>

  6. Digite o nome da aplicação <Ms Project > ou qualquer identificador que desejar.

  7. Aponte o caminho para o executável do MS Project <c:\Arquivos de Programa\Microsoft Office\Office\WinProj.exe>

    1. Vinculando a Aplicação Externa

Passos:

  1. Clique na barra Data

  2. Digite o caminho do projeto em External Data Path ou o database alias <c:\*.mpp>

  3. Clique Close.

Passos:

  1. Selecione enterprise, Projects

  2. Selecione um projeto <MS Project Link>

  3. Veja o resultado no gráfico de Gantt. Se necessário, ajuste a escala de tempo para ver o resultado.

Resultado final

  1. Importando e Exportando Dados

Objetivos

Nesta lição, você aprenderá como dados de projetos podem ser convertidos para formatos múltiplos para utilizar em outras aplicações. No final desta lição, você estará apto a :

  • Descrever o processo de importação e exportação de informações

  • exportar projetos

  • Importar projetos

    1. Processo de Gerenciamento de Projetos.

Durante qualquer fase do processo de gerencimento de projetos você pode exportar e importar informações de projeto

    1. Importando e Exportando informações

Você pode importar e exportar informações “da e para” base de dados do primavera utilizando arquivos externos e depois compartilhar esta informação com outros usuários do primavera e para outras ferramentas do primavera e outras ferramentas de gerenciamento de projetos como: (microsoft project e microsoft excel), entre os sistemas utilizados.

Você pode utilizar a exportação para arquivar seus projetos ou criar um backup de seus projetos.

Você pode importar/exportar um ou múltiplos projetos por vez.

    1. Transferindo Informações do Projeto a outros usuários

Export WiZard

O Wizard de Exportação permite que você escolha o formato e informações que você deseja exportar. Você pode exportar informações como atividades, informação de recursos, projetos e custos.

    1. Formato de Exportação

Para exportar um projeto, o mesmo deverá estar aberto:

As informações podem ser importadas / exportadas usando os seguintes formatos de arquivo:

      1. Formato de propriedade do primavera (XER)

  • Troca de informações de projetos entre bases de dados.

  • Independente do tipo de base de dados utilizada Oracle, Microsoft SQL Server,ou MSDE.

      1. Microsoft Project ( MPX, MPP se o MS Project estiver instalado)

  • Importar/ exportar para microsoft Project.

  • Integrar com outras ferramentas

      1. Primavera Project Planner (P3 3.0)

  • Troca informações do projeto com o P3.

      1. Planilhas (Spreadsheet)

  • Importar ( exportar para microsoft Excel e outros aplicativos de planilha eletrônica.

  • A importação pode ser por assunto, incluindo atividades, relacionamento de atividades, custos, recursos e atribuições de recursos.

      1. - Primavera Contractor 4.1 (XER)

  • Exporta Projeto e informações de recurso do Primavera Contractor 4.1.

  1. Exportar um projeto Utilizando o wizard de exportação

Escolha o formato para o arquivo de exportação em “Export format”

Passos:

  1. Abra o projeto

  2. No menu “arquivo” clicar em exportar.

  3. Verificar o formato de exportação, Primavera PM/MM (Xer) e depois clique em Next.

    1. Tipo de Exportação

O tipo de informação que você pode exportar é baseado no formato de exportação selecionado

Selecionar o tipo de informação da exportação.

Passos:

  1. Selecionar o tipo de exportação, project

  2. Clique Next

    1. Projeto(s) a exportar

No wizard de exportação, escolha o projeto que você deseja exportar de uma lista de projetos.

Marque o checkbox na coluna de exportação para selecionar o projeto que você deseja exportar.

Passos:

  1. Verificar o projeto a ser exportado

  2. Clique Next

    1. Nome do Arquivo

Especificar o nome do arquivo e o local que este será salvo.

Clique o botão do browse para selecionar o local a ser salvo arquivo de exportação

Passos:

  1. Clique no local onde deseja salvar o arquivo.

  2. Na caixa de diálogo “Salvar arquivo” digite o nome do arquivo, <Alstructor Alumínio Estrutural>

  3. Verificar o formato de exportação, XER files (xer).

  4. Clique em Salvar

  5. Clique finalizar

  6. Clique ok para confirmar que a exportação foi bem sucedida.

    1. Wizard de importação

O wizard de importação guia você através de passos para importar projetos.

O projeto que você deseja importar não deve estar aberto. Se você está criando um novo projeto, nenhum projeto precisa estar aberto.

      1. Formato de Importação

Você deverá importar o projeto usando o mesmo formato utilizado para exportar.

  1. Importar um projeto utilizando o wizard de importação

Escolha um dos formatos disponíveis para importação

Passos:

  1. No menu Arquivo clique em Close all

  2. No menu arquivo clique em Import

  3. selecione um formato de importação, XER.

  4. clique em Next.

Exercício: Importar o arquivo XER que foi criado antes nesta lição. Desde que você esteja criando um novo projeto, você fechará todos projetos abertos antes de importar.

    1. Tipos de importação

O tipo de importação deve buscar as informações sendo importadas. Por exemplo, você não pode importar um projeto de um arquivo XER que foi exportado como sendo somente informações de recursos.

Selecionar o tipo de informação para o arquivo que você deseja importar.

Passos:

  1. Selecionar o Import Type, Project.

  2. Clicar Next.

    1. Nome do Arquivo

Selecione no botão o caminho do arquivo que você deseja importar.

Passos:

  1. Verificar o arquivo para importação, C:\Program Files\Primavera\Project Management\imp-exp.Xer

  2. Clique em Next

    1. Opções de importação de projetos

Selecione as opções que você deseja utilizar para importar projetos.

  1. Project ID – listas de projetos no arquivo XER.

  2. Combinar – Se um projeto com o mesmo nome já existe na hierarquia, uma marca de check aparecerá na colouna “Match“

  3. Ação de importação – Para prevenir informações que sejam subescritas, selecione uma das seguintes opções:

  4. Atualizar em projeto existente – O projeto existente na base de dados será atualizado pelo projeto que esta sendo importado.

  5. Criar novo projeto – criar um novo projeto do que está sendo importado.

  6. Substituir o projeto existente – O projeto existente é deletado e substituído pelo projeto que está sendo importado.

  7. Ignorar este projeto – O projeto não é importado.

  8. Adicionar em projetos existentes

  9. Opções disponíveis somente quando o projeto está com a aplicação aberta.

  10. Importação – para especificar o alvo do projeto ou onde na EPS criar um novo projeto.

Selecione a EPS onde você deseja importar o projeto.

Passos:

  1. Verificar o “Import Action”, a opção “ Create New Project”

  2. Dê um click no campo importar para “Import to”, e selecione a EPS.

  3. Click Next

    1. Opções de alteração de projetos

Quando importa um projeto, algumas informações devem conflitar com informações globais existentes ou informações de projeto. No wizard, você pode criar e salvar configurações especificas as ações para levar quando importar informações existentes no arquivo e no inicio da entrada de dados no projeto.

Múltiplas configurações podem ser criadas e salvadas. Contudo, você deve selecionar somente uma configuração quando importar um arquivo.

Click em <modify> para editar uma configuração.

Passos:

  1. Verifique o nome do layout padrão da configuração selecionada.

  2. Click em modify

    1. Modificando Configurações de Importação

As configurações de importação determinam como alterar as informações do projeto: na caixa de listas de atividades globais “modify import configuration’” e tipos de informações de projeto. Para cada tipo de informação, você pode selecionar um item.

Itens – especificar como alterar as informações selecionadas

  1. Manter existindo - montar os registros nos banco de dados e não gravar informações em um arquivo, algumas destas informações começam importar pelo registro. Se o registro não existir, isto será adicionado.

  2. Alterar Existente – gravar informações existente de um arquivo no banco de dados com os registros inicialmente importados. Se o registro não existe, este será adicionado.

  3. Inserir novo – Importar um novo registros, indiferente, correspondente ao encontrado, e geralmente um único nome para registros por anexo um #.

  4. Não importar – registros não são importados.

  5. Apagar – Marque para indicar que a importação do arquivo está “máster copy”, então se o registro não esta no arquivo importado, este será apagado do banco de dados.

O campo “Delete” aplica-se para as atividades, riscos, assuntos, e novas informações.

Os Tipos de informações glabais não são afetadas por estas configurações.

Passos:

  1. Click em ok para aceitar os padrões

  2. Click em Next.

Completando a importação

Passos:

  1. Click em Finish

  2. Click em ok para confirmar que o projeto foi importado com sucesso.

  1. Fixação

A - Marque V (verdadeiro) ou F (Falso)

  1. ( ) Você pode exportar multiplos projetos em um arquivo XER.

  2. ( ) Você pode utilizar a exportação para fazer back up de projetos em uma base de dados.

  3. ( ) Tipos de informações globais pode ser selecionada por “delete” em layouts configurados para importação.

B – Você pode importar um projeto para qual dos seguintes formatos de arquivo?

    1. P3 3.0

    2. XER

    3. MPX

    4. MPP

    5. Todos acima

    1. Transferindo informações entre Primavera e Microsoft Excel

Nesta Lição, você aprenderá como informações do projeto podem ser convertidas para um formato de planilha para uso em outras planilhas eletrônicas. Você estará capacitado a:

  1. Exportar informações de atividades a uma planilha

  2. Modificar informações de projeto em uma planilha

  3. Importar informações de projeto de uma planilha

    1. Importar e Exportar Informações do Projeto

Você pode importar e exportar informações da base de dados Primavera usando arquivos externos e depois compartilhar esta informação com outros usuários que não possuem Primavera.

O Wizard de exportação

O wizard de exportação disponibiliza a escolha de formatos de informações que você quer exportar. Você pode exportar informações, trazer com atividades, atividades designadas, recursos, recursos designados e despesas.

    1. Formato Exportação

A opção disponível Spreadsheet (XLS) planilha XLS disponibiliza você exportar informações de projeto para o Microsoft Excel e outras planilhas de aplicação.

Selecione a opção exportar para uma planilha.

Passos:

  1. Abrir um projeto

  2. Entre no menu arquivo, click em Export

  3. Selecione Spreadsheet – (XLS), Planilha – (XLS).

    1. Tipo de exportação

Entre as informações selecionadas é exportado para uma tela separada nas planilhas de aplicação. Os tipos de exportações disponíveis são baseados nos formatos de exportações selecionados.

Selecione os tipos de informações para incluir na exportação do arquivo

Passos:

  1. Selecione todos tipos listados

  2. Click em Next

    1. Selecionar o(s) projeto(s)

No wizard de exportação, selecione os projetos que você quer exportar da lista de projetos correntes abertos.

Marque a checkbox na coluna export para selecionar o(s) projeto(s) que você quer exportar.

Passos:

  1. Selecione um(s) projeto(s) para exportar.

  2. Clique em Next.

    1. Selecionar um template

Você pode criar ou modificar um template existente que contêm especificações para exportar arquivos. No template, selecione as colunas, filtros, e critérios selecionados entre áreas subjetivas.

As colunas, filtros e critérios selecionados somente se aplicam para as áreas subjetivas selecionadas. Você pode definir o critério entre áreas subjetivas.

Tipo de nome para template do XLS

Passos:

  1. Selecione o template na caixa de dialogo, click em add

  2. Nome do tipo de template

    1. Adicionar Colunas no Arquivo XLS.

Os campos de informações disponíveis para adicionar colunas são beseados nas áreas subjetivas selecionadas.

Clique as setas para arranjar a ordem das colunas.

Passos:

  1. Selecione uma área subjetivas, atividades.

  2. Nas colunas tab nas barras de opções disponíveis, click Group and Sort By,List.

  3. Nas opções disponíveis, selecione a coluna Original Duration and Remaining Duration, e click para mover entre as opções selecionadas.

  4. Selecione uma área subjetiva, activity Relationships.

  5. Clique para remover as colunas de selection Options.

  6. Nas opções disponíveis , selecione lag. Click para mover esta opções selecionadas.

  7. Selecionar uma área subjetiva, Resource Assignmentes.

  8. Selecione uma coluna, Budgeted Units/Time. Clique para mover estas opções selecionadas.

Nota: Entre as áreas subjetivas certamente tinha colunas que deve ser incluído na exportação de arquivos. Estas colunas obrigatoriamente não podem ser removidas das opções selecionadas.

Assinar uma ordem especifica

Na exportação de template, você pode adicionar uma maneira de critérios para aplicar as informações de exportação.

Clique em “Modify” para modificar um template existente.

Passos:

  1. Clique o Sort tab.

  2. No comando barras, clique add.

  3. Selecione um nome do campo, activity ID.

  4. Click OK.

  5. Clique Next.

Selecione a localização do arquivo

Selecione a localização para salvar o arquivo XLS. A exportação wizard designará a identificação do projeto como o nome do arquivo. Você pode mudar o nome dos arquivos. Se exportar múltiplos projetos, arquivos separados são criados no Excel entre os projetos.

Um duplo clique para selecionar o lugar para salvar o arquivo XLS.

Passos:

  1. No campo Select Excel File, Duplo clique e browse localize para salvar o arquivo XLS “Alstructor-1”.

  2. Verifique o nome do arquivo.

  3. Verifique os tipos de campos, arquivos Excel

  4. Clique em Open

  5. Clique em Next

    1. Sumário

O sumário de informações inclui arquivos no diretório no qual foram exportação e salvados, e áreas subjetivas que foram exportadas no arquivo.

Sumário de informações é listado para exportação de arquivos.

Passos:

  1. Revisar as informações de sumário para arquivos importados.

  2. Clique em Finish

  3. Clioque em OK para confirmar que a exportação foi um sucesso.

    1. Modificando Informações do Projeto no Excel

Depois que você exportar um arquivo XLS do Primavera, você pode começar o processo de modificações de informação no Excel.

A planilha XLS

Quando você exporta informações para um arquivo XLS, entre áreas subjetivas é exportado para uma pasta separada com o arquivo XLS. Entre áreas subjetivas tinha os nomes seguintes:

  1. Activity – Task

  2. Activity Relationships – Taskpred

  3. Expenses – Projcost

  4. Resources – RSRC

  5. Resource Assignments – Taskrsrc

As duas primeiras linhas da pasta consistem das seguintes informações.

Primeira linha – O topo da coluna identifica o nome do banco de dados que foi exportado. Para a importação ter sucesso, não mude os valores destas células.

Segunda linha – Nome do campo no Primavera que é correspondente ao nome do campo no banco de dados. Estas células são e editáveis.

    1. Incluindo informações no Excel

Foi aberto um arquivo XLS do projeto, você deve querer expandir as colunas para estas informações ficar mais visíveis.

Passos:

  1. Browse para C:\ training Docs via Windows

  2. Duplo clique no arquivo de projeto XLS, - Ex, localizar em C:\ training Doc.

  3. Selecione a pasta tabular, TASK. Expandir as colunas como necessárias para visualização das informações.

  4. Clique entre a pasta tabular para visualização destas informações

    1. Melhores Práticas

A seguir as diretrizes que pode auxiliar você no sucesso das importações de informações de projeto.

  1. Quando inserir informações do projeto no Excel, unidades semelhantes, custos, durações, e campos completos percentuais, importar uma informação no campo por vez. Informações sigilosas devem ser compromissadas se você atender inclusão em mulltiplos campos simultâneos via importação dentro do Primavera.

  1. Para deletar as colunas de informações no Excel, tipo “D” ou “d” na coluna delete this row.

  1. Adicionar dicionário de itens para o Primavera antes assinar estes itens para atividades no excel. Se você assinar um novo valor para uma atividade ou recurso que não existe no existe no Primavera, Então adicionará importação para o dicionário. Isto aplicado para recursos, cargos, códigos de atividades, e valores de atividades, calendários, e contas de custos, WBS, e códigos de recursos e valores.

  1. Uma linha de atividade no Excel deveria incluir uma identificação atividade para importar com sucesso.

  1. Incluir entre áreas subjetivas este próprio papel.

  1. Não Mudar a linguagem estabelecida no Primavera (tools, set languages) . Por exemplo, se o texto na exportação esta em inglês, as suas alterações deveriam ser em inglês.

  1. Exportar a coluna tipo de atividade no Primavera para assinar para novas atividades. O Primavera Atribuirá o tipo de atividade padrão ( Detalhes do projeto, padrão) para uma novas atividades se um tipo não especificado.

  1. No Primavera, clique com o botão direito na janela de atividade e selecione Export to Excel rapidamente a coluna de exportação é mostrada no layout corrente.

  1. Usar a userdata tabular, na planilha de excel com uma referencia para usar configurações preferenciais (edit, user preferences) no Primavera. Não editar esta informação.

    1. Continuando Alterações de Informação no Excel

Exemplo: Para o projeto Alstructor-1 a atividade montagem da estrutura tem uma duração e 5 dias calculado. Devido a mudanças no escopo do projeto, esta atividade terá sua duração alterada para 10 dias.

Passos:

  1. Clique em pasta tabular, task_name

  2. Expandir a coluna task_name, identifique a atividade “montagem da estrutura”.

  3. Selecione a atividade, (E;A1020).

  4. Seguir os passos abaixo para realizar mudanças.

1.

Clique em <Dados>;<texto para colunas

2.

Clique em <avançar>

3.

Em <quantificador de texto> clique em nenhum <avançar>.

4.

Clique em <concluir>.

  1. Colocar um novo valor em original duration <10>.

  2. Em menu arquivo clique em salvar

  3. Sair do Microsoft Excel

5.

    1. Importando Informações de Excel para Dentro do Primavera

Depois de alterar as informações do projeto no excel, importar as informações para dentro do Primavera.

Selecionar o formato de arquivo que voce quer importar

Passos:

  1. No menu arquivo, clique em Import.

  2. Selecione o formato do arquivo, Spreadsheet-XLS

  3. Click em Next

Selecione o arquivo que você quer importar para dentro do Primavera.

Passos:

  1. Clique em para selecionar o arquivo em Excel.

  2. Clique em abrir

  3. Clique em Next

Selecione o tipo de importação para as área subjetivas que você quer alterar no Primavera.

Para selecionar o tipo de exportação disponível e baseado nos tipos que existe no arquivo XLS que você vai importar.

Selecione os tipoS de importação que contenham os alterações de mudanças.

Passos:

  1. Selecione os tipos de importação, activities e Recursos Assignments

  2. Clique em Next

Selecione o projeto dentro do Primavera o qual você quer importar as informações de alteração do projeto.

Duplo clique em <import to> para selecionar o projeto para qual você quer importar as informações.

Passos:

Escolha o projeto e clique em

Passos:

  1. Clique uma vez no campo Import to.

  2. Duplo clique no campo Import to para selecionar o projeto.

  3. Clique em Next.

Passos:

  1. Clique em Finish

  2. Clique em OK.

Você importa as informações do projeto uma só vez, e pode visualizar as informações alteradas no Primavera.

Perceba que na planilha de excel foi feita uma alteração na atividade A1020 Montagem da estrutura e veremos agora esta alteração importada ao Primavera.

    1. Adicionando um Novo Cálculo para o Primavera Usando o Excel

Você pode criar em novo cálculo do projeto no Primavera usando o Excel.

Exportar um novo projeto com informações de atividade

Para Garantir que as informações importadas corretamente para dentro do Primavera, exportar um arquivo XLS em branco do Primavera e preencher ele com suas informações na planilha de excel.

Selecione os tipos de informações para o novo projeto

Passos:

  1. No Primavera, abra o no Projeto.

  2. No menu arquivo, selecione .

  3. Selecione o formato de exportação, Spreadsheet.

  4. Clique em Next.

  5. Selecione os tipos de informações, Activities, Activity Relationships.

  6. Clique em Next.

  7. Marque um projeto para exportar.

  8. Clique em Next.

  9. Selecione um template, para o novo projeto. Clique em Next.

  10. Duplo clique em Select Excel File e salve.

  11. Clique em Next.

  12. Clique em Finish.

  13. Feche o novo projeto.

Passos:

No windows, identifique o novo projeto em planilha de Excel.

Abrir o arquivo para visualizar, o novo projeto.

    1. Tranferir os Cálculos Existentes do Arquivo em Branco

Depois de abrir o arquivo XLS em branco do Primavera no Excel, transferir as informações para a planilha exportada do Primavera.

Preencha a planilha que esta em branco e Salve.

Transferido informações de atividades na planilha “Alstructor-2”.

Passos:

  1. Ajuste a largura das colunas no arquivo Excel.

  2. Feche o Arquivo.

  3. No Windows identifique o novo Projeto.

  4. Abra o novo projeto XLS.

  5. Clique em task.

  6. Revisar as informações do projeto na planilha

  7. Salve o novo projeto XLS.

  8. Feche o Excel.

Passos:

  1. No Primavera, abra o novo projeto.

  2. No menu arquivo, clique em Import.

  3. Selecione o formato de importação, Spreadsheet–(XLS). clique em Next.

  4. Identifique o novo projeto XLS. Então clique em Open. Clique em Next.

  5. Selecione o tipo de importação, Activities e activity Relationships. Clique em Next.

  6. Duplo clique no campo Import to e selecione o novo projeto.

  7. Clique em Next.

  8. Clique em Finish. Então, click Ok.

  9. Abra a janela de atividades e calcule o projeto.

  10. Abra um layout, classic WBS Layout.

A opção de importar, Planilhas - (XLS) disponibiliza voce transferir informações de projetos para dentro de outras planilhas de aplicação, semelhante as do Microsoft Excel. cada tipo de informação é exportada para uma página separada com o arquivo exportado. Considere usando as melhores praticas de importar informações para dentro do Primavera com sucesso.

1 Obs.: A EOE (OBS) deverá possuir no mínimo 1 nível.

2 Nota: Entenda-se por unidades o esforço de trabalho para a execução de uma atividade, podendo ser mão de obra (Labor), que normalmente utilizamos homem horas, homem dias, etc., ou de “NÃO mão de obra” (Nonlabor) a qual usualmente pode ser horas máquina, quantidades de material (M3, M2, Kg) etc.

3 Enquanto o valor do esforço de trabalho for zero, o seu primeiro cálculo será a duração da atividade multiplicado pelo padrão de alocação do recurso.

4 Nota: É necessário recalcular o projeto para que as datas mais tarde baseadas na data imposta em “Deverá terminar em” sejam calculadas e a data de inicio, <data date> e fim do projeto são sempre consideradas à zero horas do dia escolhido, quando a opção de data não mostrar o horário.

5 Para o nosso exemplo, este esforço de trabalho não esta vinculado a um registro de recurso nem a um cargo (Role) e é unidade diferente de mão de obra (Nonlabor).

6 Os custos totais de uma atividade é o resultado dos custos de mão de obra (Labor Cost) mais os custos de equipamentos (Nonlabor Cost) mais despesas (Expenses). No nosso exemplo os custos de cada atividade foi atribuído nas despesas para efeito do entendimento do processo de cálculo.

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