Habermas

Habermas

A partir de 1971, dirigiu o Instituto Max Planck, em Starnberg, na Bavieira.

  • A partir de 1971, dirigiu o Instituto Max Planck, em Starnberg, na Bavieira.

  • Em 1983, transferiu-se para a Universidade Johann Wolfgang Von Goethe, de Frankfurt, onde permaneceu até aposentar-se, em 1994, dando um novo arranque a teoria critica mas numa realidade historicamente diferente.

  • Introduzindo uma nova visão a respeito das relações entre a linguagem e a sociedade, em 1981 Habermas publicou aquela que é considerada sua obra mais importante:

  • "Teoria da Ação Comunicativa".

  • Entre a Filosofia e a Ciência - O Marxismo como Crítica

  • Reflexões Sobre o Conceito de Participação Pública

  • Evolução Estrutural da Vida Pública

  • Teoria e Práxis

  • Lógica das Ciências Sociais

  • Conhecimento e Interesse

  • Técnica e Ciência como Ideologia

  • Na década de 80 publicou a obra Teoria do Agir Comunicativo, em dois volumes onde formula as condições de uma situação lingüística ideal

  • O Discurso Filosófico da Modernidade

  • A Inclusão do Outro - Estudos de Teoria Política

  • Direito e Democracia: Entre Facticidade e Validade (Vol. 01 e 02)

  • Consciência Moral e Agir Comunicativo

  • Pensamento Pós-Metafísico

  • Escritos sobre Moralidade e Ética

  • Verdade e Justificação

  • História e crítica da opinião pública

  • ESCOLA DE FRANKFURT

  • E

  • A TEORIA CRÍTICA

  • Escola de Frankfurt foi nome dado grupo de pensadores alemães do Instituto de Pesquisas Sociais de Frankfurt, fundado em 1924.

1924 – Fundação Escola de Frankfurt

  • 1924 – Fundação Escola de Frankfurt

  • 1934 – Transferência para Nova York (Columbia University).

  • 1951 – Retorno a Frankfurt

Hegel

  • Hegel

  • Marx

  • Nietzsche

  • Freud

Estado Totalitário e a barbárie

  • Estado Totalitário e a barbárie

  • Arte e indústria cultura

  • A razão instrumental

Theodor Adorno

  • Theodor Adorno

  • Max Horkheimer

  • Walter Benjamim

  • Hebert Marcuse

  • Jürgen Habermas

  • A teoria crítica é principalmente um modo de fazer filosofia que integra os aspectos normativos de reflexão filosófica com as realizações explicativas das ciências sociais.

A teoria crítica possui dois referenciais teóricos que são utilizados como instrumento na ação social: o marxismo e a psicanálise.

  • A teoria crítica possui dois referenciais teóricos que são utilizados como instrumento na ação social: o marxismo e a psicanálise.

  • A aproximação com o Marxismo e a Psicologia, embora com variantes permite examinar as relações que ligam o econômico ao histórico, bem como a vinculação dos aspectos psicológicos aos culturais, a partir de uma visão global e crítica da sociedade como um todo.

DINAMICA DE GRUPO

  • DINAMICA DE GRUPO

  • MUNDO OBJETIVO DAS COISAS

  • Verdade Factual

  • MUNDO SOCIAL DAS NORMAS

  • Regras e Normas Sociais

  • MUNDO SUBJETIVO DOS AFETOS

  • Sentimentos, Emoções, Percepções

A interpretação como resultante da influencia desses três mundos;

  • A interpretação como resultante da influencia desses três mundos;

  • Sistema de referências;

  • Ações orientadas para o entendimento;

  • Referencial para elaboração de definições comuns a todos;

CULTURA COMO RESERVA DE CONHECIMENTO, MATERIALIZADA EM FORMAS SIMBOLICAS;

  • CULTURA COMO RESERVA DE CONHECIMENTO, MATERIALIZADA EM FORMAS SIMBOLICAS;

  • SOCIEDADE COMO AS ORDENS LEGITIMAS TOMANDO FORMA NAS NORMAS INSTITUCIONAIS E LEGAIS, NAS REDES DE PRÁTICAS E COSTUMES NORMATIVAMENTE REGULADOS;

  • ESTRUTURAS DE PERSONALIDADES, MOTIVOS E COMPETÊNCIAS QUE PERMITEM O INDIVÍDUO FALAR E AGIR.

  • TOTALIDADE INTERSUBJETIVAMENTE PARTILHADA;

  • COMPLEXO DE TRADIÇÕES CULTURAIS ENTRELAÇADAS, DE ORDENS LEGITIMAS E DE IDENTIDADES PESSOAIS;

  • PROCESSOS COMUNICATIVOS;

  • CRÍTICA AO MODELO DE SOCIEDADE.

  • MUNDO FORMAL, DAS REGRAS, DAS LEIS, DAS NORMAS;

  • CRIADO PELO HOMEM;

  • VISA O ÊXITO E O DOMÍNIO DA NATUREZA;

  • REFLETIDO NA ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE;

  • RECEBE INFLUENCIAS DOS PARADIGMAS DOMINANTES DA ÉPOCA QUE MOLDA A ORGANIZAÇÃO;

  • VISA CONTROLAR O MUNDO DA VIDA GERANDO CONFLITOS E PROBLEMAS (INSATISFAÇÃO, MISÉRIA, VIOLÊNCIA ...).

  • TODO ATO DE FALA HÁ UMA EXPRESSÃO LINGUÍSTICA;

  • COORDENA AS AÇÕES;

  • COMPREENSIBILIDADE COMO ÚNICA EXIGÊNCIA UNIVERSAL;

  • VALIDADE DO ATO DE FALA;

  • COMPETÊNCIA COMUNICATIVA;

  • A FORÇA ILOCUTÓRIA DE AUSTIN;

  • RELAÇÃO INTERPESSOAL;

  • MEIOS PARA SE ATINGIR O ENTENDIMENTO;

  • O CONSENSO COMO CARÁTER DE UNIVERSALIDADE;

  • CLASSIFICAÇÃO DOS ATOS DE FALA SEGUNDO AUSTIN E SEARLE: LOCUCIONÁRIO, ILOCUCIONÁRIO E PERLOCUCIONÁRIOS;

CONDIÇÕES PARA O ENTENDIMENTO ENTRE O FALANTE E O OUVINTE:

  • CONDIÇÕES PARA O ENTENDIMENTO ENTRE O FALANTE E O OUVINTE:

  • QUESTIONA-SE A AÇÃO DO FALANTE COMO SENDO CORRETA DENTRO DE UM CONTEXTO NORMATIVO;

  • QUESTIONA-SE SE O FALANTE ESTA PENSANDO SERIAMENTE NO QUE DIZ;

  • QUESTIONA-SE OS ENUNCIADOS CUJA VERDADE DEVE SUPOR QUE O FALANTE ASSUMA UMA SITUAÇÃO CONCRETA;

  • IMPERATIVOS: O FALANTE SE REFERE A UM ESTADO QUE DESEJA VER REALIZADO NO MUNDO OBJETIVO, NO SENTIDO DE MOTIVAR O OUVINETE A PRODUZIR ESSE ESTADO;

  • CONSTATATIVOS: O FALANTE SE REFERE A ALGO NO MUNDO OBJETIVO NO SENTIDO DE ESTABELECER UMA RELAÇÃO INTERPESSOAL QUE POSSA SER CONHECIDA COMO LEGITIMA;

  • REGULATIVOS: EXPRESSAM ALGO NO MUNDO SOCIAL COMUM NO SENTIDO DE ESTABELECER UMA RELAÇÃO INTERPESSOAL QUE SEJA RECONHECIDA COMO LEGÍTIMA;

  • EXPRESSIVO: O FALANTE SE REFERE A ALGO PERTENCENTE A SEU PRÓPRIO MUNDO SUBJETIVO, NO SENTIDO DE DESVELAR A ALGUÉM UMA VIVÊNCIA A QUE SOMENTE ELE TEM ACESSO PRIVILEGIADO;

AÇÃO COMUNICATIVA

  • AÇÃO COMUNICATIVA

  • Ação comunicativa num sentido fraco: sempre que a obtenção de entendimento se aplica a fatos e razões relativas ao agente em termos de expressões de vontades unilaterais.

  • Ação comunicativa num sentido forte: sempre que o entendimento se estender as razões normativas para a seleção dos próprios objetivos. Os participantes referem-se a orientações de valor intersubjetivamente partilhadas.

RACIONALIDADE DISCURSIVA E REFLEXÃO

  • RACIONALIDADE DISCURSIVA E REFLEXÃO

  • RACIONALIDADE EPISTEMOLÓGICA

  • RACIONALIDADE TELEOLÓGICA

Uma pessoa expressa-se racionalmente desde que seja performativamente orientada para pretensões de validade: dizemos que não só se comporta racionalmente como é também racional se puder comprovar a sua orientação para pretensões de validade. A este tipo de racionalidade chamamos de imputabilidade (zurichnungsfakhegkeit)

  • Uma pessoa expressa-se racionalmente desde que seja performativamente orientada para pretensões de validade: dizemos que não só se comporta racionalmente como é também racional se puder comprovar a sua orientação para pretensões de validade. A este tipo de racionalidade chamamos de imputabilidade (zurichnungsfakhegkeit)

O nosso conhecimento é reforçado por proposições ou juízos, ou seja, por essas unidades elementares que podem ser verdadeiras ou falsas. Devido a sua estrutura proposicional. O conhecimento é intrisecamente de natureza linguistica.

  • O nosso conhecimento é reforçado por proposições ou juízos, ou seja, por essas unidades elementares que podem ser verdadeiras ou falsas. Devido a sua estrutura proposicional. O conhecimento é intrisecamente de natureza linguistica.

  • (...) Quem quer que acredite ter o conhecimento à sua disposição assume a probabilidade de uma justificação discursiva das pretensões de verdades correspondentes.

Toda ação é intencional. Uma ação pode ser definida como a concretização de uma intenção de um agente que escolhe e decide livremente . A ação apresenta uma estrutura teleológica na medida em que as ações-intenção tem por finalidade alcançar a realização de um objetivo preestabelecido.

  • Toda ação é intencional. Uma ação pode ser definida como a concretização de uma intenção de um agente que escolhe e decide livremente . A ação apresenta uma estrutura teleológica na medida em que as ações-intenção tem por finalidade alcançar a realização de um objetivo preestabelecido.

Existe uma racionalidade característica inerente não à linguagem como tal mas sim à utilização comunicativa das expressões lingüísticas, que não pode ser reduzida, quer a racionalidade epistemológicas, quer a teleológica. Esta racionalidade comunicativa expressa-se na força unificadora do discurso orientado para o entendimento que assegura aos falantes participantes do ato de comunicação um mundo da vida intersubjetivamente partilhado, garantido assim simultaneamente um horizonte no seio do qual todos se possam referir a um só objetivo.

  • Existe uma racionalidade característica inerente não à linguagem como tal mas sim à utilização comunicativa das expressões lingüísticas, que não pode ser reduzida, quer a racionalidade epistemológicas, quer a teleológica. Esta racionalidade comunicativa expressa-se na força unificadora do discurso orientado para o entendimento que assegura aos falantes participantes do ato de comunicação um mundo da vida intersubjetivamente partilhado, garantido assim simultaneamente um horizonte no seio do qual todos se possam referir a um só objetivo.

Independente do âmbito doméstico ou familiar, exterior a congregações religiosas ou políticas, a existência de um espaço para as pessoas externalizarem sobre diversos aspectos da vida. Habermas chama esta de esfera pública onde as idéias são examinadas, discutidas e argumentadas.

  • Independente do âmbito doméstico ou familiar, exterior a congregações religiosas ou políticas, a existência de um espaço para as pessoas externalizarem sobre diversos aspectos da vida. Habermas chama esta de esfera pública onde as idéias são examinadas, discutidas e argumentadas.

  • OBRIGADA A TODOS PELA PRESENÇA E PACIÊNCIA.

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