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N-462DEZ / 83

Procedimento

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos itens da mesma.

Comissão de Normas Técnicas

Requisito Mandatório: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não seguí-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnicogerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

SC - 13

Prática Recomendada (não-mandatória): Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Oleodutos e GasodutosCópias dos registros das "não-conformidades" com esta Norma, que possam contribuir para o aprimoramento da mesma, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão

Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

Apresentação

As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho –

GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos Representantes Locais (representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia, Divisões Técnicas e Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras – SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e aprovadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos Órgãos da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 (cinco) anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas

PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

N-462 Dez 83

_ Propriedade da PETROBRAS Palavras-chaves: Fabricação Construção-

Montagem - Dutos Submarinos.

FABRICAÇÃO, CONSTRUÇÃO E MONTAGEM DE DUTOS SUBMARINOS (procedimento)

SUMÁRIOPáginas
1 OBJETIVO3
2 NORMAS A CONSULTAR3
2.1Da PETROBRAS ................................ ................. 3
2.2 Da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)4
2.3 Do ANSI (American National Standards Institute)4
2.4 DO API (American Petroleum Institute)4
2.5 Do AWS (American Welding Society)5
Fittings Industry5
3 DEFINIÇÕES5
3.1 Abatimento (“Sway”) (Ver figura)5
3.2 Arfagem (“Heave”) (Ver figura)5
3.3Arraste ................................ ...................... 6
3.4 Balanço (“Roll”) (Ver figura)6
3.5 Cabeceio (“Yaw”) (Ver figura)6
3.6 Carga de Arraste6
3.7 Carga de Retenção (“Hold Back Loads”)6
3.8 Caturradas (“Pitch”) (Ver figura)6
3.9 Curva Inferior (“Sag Bend”)7
3.10 Curva Superior (“Over Bend”)7
3.1 Descaimento (“Surge”) (Ver figura)7
3.12 Dispositivo de Absorção de Expansão (“Spool Piece”)7
3.13 Equipamento Tensionador de Tubos (“Tenser Machine”)7
3.14Enterramento ................................ ................ 7
3.15 Faixa de Servidão8
3.16Faixa Morta ................................ ................. 8
3.17Interligação (“Tie-In”) ................................ ..... 8
3.18Porco (“Pig”) ................................ ............... 8
3.19“Riser” ................................ ..................... 8
3.20“Stinqer” ................................ ................... 8
5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS14
5.1 Inspeção de Recebimento de Materiais14
5.1.1Geral ................................ ...................... 14
5.1.2Tubos ................................ ...................... 14
5.1.3Flanges ................................ .................... 16
5.1.4Válvulas ................................ ................... 17
5.1.5 Juntas de vedação18
5.1.6 Conectores soldados e mecânicos (“Swivels”)18
5.1.7 Parafusos e porcas18
5.1.8Anodos galvânicos ................................ .......... 19
5.1.9Amostragem ................................ ................. 19
5.2 Estocagem, Manuseio e Transporte de Tubos20
5.3 Curvamento de Tubos21
5.4 Sistema de Ancoragem21
5.5 Sistema de Posicionamento2
5.6 Interferência com Estruturas no Mar2
5.7Arraste ................................ ...................... 23
5.8Enterramento ................................ ................. 25
5.9 Lançamento de Dutos26
5.10 Abandono e Recuperação do Duto29
5.1Soldagem ................................ .................... 30
5.12 Inspeção após Soldagem3
5.13Tratamento Térmico ................................ .......... 35
5.14 Instalação de Anodos35
5.15Revestimento ................................ ................ 35
5.16 Conexões entre “Risers” e Dutos (“Tie-Ins”)36
5.17Teste Hidrostático ................................ .......... 37
5.18 Desenhos Como-construído (“As-Built”)41

N-462a 3

1 OBJETIVO

Esta Norma fixa as condições exigíveis na fabricação, construção e montagem, incluindo o lançamento e a instalação, de dutos submarinos.

2 NORMAS A CONSULTAR

2.1 Da PETROBRAS

(a) N-12c - Acondicionamento e Embalagem de Válvulas; (b) N-133b - Soldagem; (c) N-381b - Execução de Desenho Técnico;

(d) N—464b - Construção e Montagem de Oleodutos e Gasodutos Terrestres;

(e) N-505a - Instalações para Limpeza Interna da Oleodutos e Gasodutos;

(f) N-650b - Revestimento Anticorrosivo de Oleodutos e Gasodutos; (g) N-683b - Estocagem de Tubos em Área Descoberta; (h) N-1502 - Revestimento de Concreto em Oleodutos e Gasodutos; (i) N-1590- Exame Não-Destrutivo - Qualificação de Pessoal; (j) N-1591- Reconhecimento de Ligas Metálicas e Metais; (l) N-1594- Exame Não-Destrutivo - Ultra-Som; (m) N-1595- Exame Não-Destrutivo - Radiografia; (n) N-1596- Exame Não-Destrutivo - Líquido Penetrante; (o) N-1598- Exame Não-Destrutivo - Partículas Magnéticas;

(p) N-1643- Instalação de Anodos Submersos em Sistemas da Proteção Catódica;

(q) N-1737- Inspeção da Soldagem - Qualificação de Pessoal;

(r) N-1793a- Exame Não-Destrutivo Submarino - Qualificação de Pessoal;

(s) N-1879- Inspeção de Recebimento de Anodos Galvânicos.

4 N-462a

2.2 Da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

(a) P-NB-309- Guia para Inspeção por Amostragem no Controle e Certificação de Qualidade;

(b) P-NB-309/01- Planos de Amostragem e Procedimentos Inspeção por Atributos;

(c) P-NB-309/02- Guia de Utilização da Norma NB-309/01.

2.3 Do ANSI (American National Standards Institute)

(a) ANSI B 1.1/74- Unified Screw Threads; (b) ANSI B 2.1/68- Pipe Threads; (c) ANSI B 16.5/81- Steel Pipe Flanges and Flanged Fittings;

(d) ANSI B 16.9/78- Factory-Made Wrought Steel Buttwelding Fittings;

(e) ANSI B 16.20/73- Ring Joint Gaskets and Grooves for Steel Pipe Flanges;

(f) ANSI B 16.21/78- Non Metallic Gaskets for Pipe Flanges;

(g) ANSI B 31.4/79- Liquid Petroleum Transportation Piping Systems;

(h) ANSI B 31.8/75- Gas Transmission and Distribution Piping Systems;

2.4 DO API (American Petroleum Institute)

(a) API Std 6A/83- Specification for Wellhead Equipment; (b) API Std 6D/83- Specification for Pipeline Valves; (c) API Spec 5L/82- Specification for Line Pipe; (d) API Spec 5LX/82- High-Test Line Pipe;

(e) API Std 1104/80- Standard for Welding Pipelines and Related Facilities;

(f) API Std 1107/78- Recommended Pipeline Maintenance Welding Practices;

(g) API Rp 5L1/72- Recommended Practice for Railroad Transportation of Line Pipe;

(h) API Rp 5L5/75- Recommended Practice for Marine Transportation of Line Pipe;

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