Aprenda a Montar rede Wifi

Aprenda a Montar rede Wifi

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Introdução:

Esta obra visa esclarecer dúvidas relacionadas com as questões mais comuns inerentes a escolha de um negócio que está em franca expansão no Brasil. Os serviços de internet via rádio, vem tornando a ineficiência da estrutura de comunicação no Brasil num rentável nicho de mercado para algumas pessoas que com um certo conhecimento e algum espírito empreendedor poderão certamente estabelecer um negócio que em muitas localidades têm lugar certo e garantido. Mas que muitas vezes os interessados passam por todo o tipo de duvida na escolha e aquisição de equipamentos bem como orientações vagas e não muito confiáveis.

Este material é apenas uma referência descritiva de todos os passos necessários para o planejamento, viabilidade e implementação de estruturas de comunicação que possam suportar transmissão de internet via rádio para locais onde não exista possibilidade física ou técnica de se ter acesso à grande rede.

Ele parte da premissa de que os interessados tenham domínio de configuração de rede local, bem como domínio do Sistema Operacional. Importante: nesta apostila, você não encontrará a “verdade última” sobre o assunto, logicamente você terá uma idéia exata do que precisa e saberá o que cada item representa no seu projeto. Portanto, acompanhe, pesquise, não se prenda apenas a um tipo de equipamento, experimente outros, pois o mercado atualmente tem uma variedade muito grande de equipamentos de ótima qualidade, os preços? Não se esqueça de que nem sempre o melhor é mais caro, e nem o mais barato é o pior.

Bom trabalho!

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Aspectos Gerais:

Ao se falar em comunicação, sobretudo para internet, logo pensamos em estruturas complexas com equipamentos e tecnologia inalcançáveis. Mas na realidade, os fatores a serem considerados são diferentes. Tentaremos exemplificar e elucidar com a apresentação deste material que as estruturas podem por vezes parecer até simples dependendo da aplicação e abrangência que se tem em mente. Durante a explanação neste material, falaremos em PROVEDOR e PONTO CLIENTE, que em linhas gerais são assim identificadas:

PROVEDOR: Estrutura de comunicação e equipamentos disponibilizados e configurados para transmissão de dados por ondas de rádio (tecnologia wireless*) os quais tem, de acordo com os equipamentos empregados um alcance determinado, dependendo de um fator indispensável chamado VISADA.

PONTO CLIENTE: Estrutura de comunicação que conectada ao PROVEDOR fará a troca de dados e informações bem como a autenticação para que este possa navegar na internet e fazer parte de uma WAN ( Wide Área Network ou Rede de longo Alcance).

VISADA: Em comunicação sem fio para internet, uma característica indispensável para o funcionamento é um elemento chamado VISADA ou ponto de visão, o que isso quer dizer? Imagine que de seu PROVEDOR, você consiga avistar a olho nú um ponto específico, uma torre por exemplo, assim é com a comunicação sem fio, a sua conexão só será possível se a antena do equipamento do PONTO CLIENTE conseguir “enxergar” a antena do seu PROVEDOR. Dessa maneira vale dizer que para uma visada limpa, você não poderá ter qualquer tipo de obstáculo entre a antena do PROVEDOR até o PONTO CLIENTE. Uma particularidade que se deve observar é que, sobretudo quando houver árvores no percurso entre o PROVEDOR e o PONTO CLIENTE, será quase impossível você estabelecer uma conexão entre esses dois pontos.

- Aspectos de Estrutura de comunicação local:

Esse tópico diz respeito aos serviços de dados e comunicação disponíveis na área onde você como empreendedor pretende atuar e implementar seu projeto.

Essa questão é, como todas as outras, de fundamental importância no custo que será agregado aos serviços que você prestará quando estiver em funcionamento. É importante então procurar saber quais os serviços disponíveis e quais os custos para disponibilizacão para a sua área de atuação, sendo mais explicativo, o que isso quer dizer é que em certas

PDF Creator - PDF4Free v2.0 http://www.pdf4free.com localidades do Brasil, a estrutura de comunicação, disponibilidade de links e serviços de acesso rápido são difíceis ou impossíveis de serem implantados, assim darei a seguir as características básicas de cada serviço bem como algumas características de cada um.

1 - Link Físico + Router (roteador) : Constitui no serviço mais comum para provedores de acesso convencionais com acesso por linhas discadas. Suas características são de um tipo de conexão estável e com possibilidades de ampliação de acordo com sua demanda de clientes, vão desde links de 64 Kbps podendo chegar a 2,5 Gbits ou links ainda maiores. Preços desse tipo de Serviço: Podem variar de região para região do Brasil, pois cada uma dessas regiões tem sua carga tributária e os impostos inerentes à esse tipo de serviço, será necessário que você entre em contato com a sua operadora local e solicite formalmente os valores para esse serviço. Esse Serviço me atende? Vamos partir do seguinte principio, caso você esteja em uma área onde não haja um universo de clientes inicialmente em potencial, é prudente que você comece com um link menor justamente aproveitando a possibilidade de ampliação oferecida por esse tipo de serviço. Isso não quer dizer que você seja obrigado a começar com um link de 64 Kpbs, mas nesse caso específico, caso você faça opção por um link nessas características você certamente quer saber quanto clientes você poderá implementar de forma a não degradar o link fazendo com que os PONTOS CLIENTE tenham atraso nas requisições e conseqüentemente você terá PONTOS CLIENTE com baixa velocidade, mas é importante salientar que essa velocidade também deverá ser monitorada por seus equipamentos ou até mesmo limitada como veremos mais adiante em limitando a banda de comunicação para seus clientes, para que um cliente que usa apenas seu serviço para navegação e consultas HTTP, sejam prejudicados por clientes que usem essencialmente programar de P2P (peer to peer) são os famigerados comedores da banda de comunicação. 2 - Serviços Dedicados: São os chamados serviços alternativos que podem de um certo modo ser utilizado e disponibilizado para acesso via Wireless, é o caso do Speed® 38x da Telefónica de São Paulo, esse serviço tem características corporativas e muito atrativas para quem quer uma altenativa aos acessos convencionais tais como o Link Físico, há portanto uma desvantagem com relação a esse tipo de serviço, obviamente na sua área de atuação se você constatar a disponibilidade desse tipo de serviço, isso quer dizer que seus clientes também o terão, fazendo com que o seu serviço passe a ser secundário aos olhos desse cliente. 3 - Serviço Star One (IP-Sat): Serviço de internet via satélite com cobertura nacional, realmente esta modalidade de acesso cobre todo o território nacional, a grande vantagem é que você pode solicitá-lo para qualquer localidade do Brasil, por mais longínquo que seja, por menos estrutura que tenha.

ROTEADOR: Equipamento disponibilizado geralmente pela operadora para que serve de ponto de entrada do link fornecido ao seu provedor, implementa a rota que os dados deverão seguir quando chegarem ao seu provedor.

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Desvantagem desse Serviço: Os antigos contratos dessa modalidade disponibilizavam à partir de 700 Kbps podendo chegar até 1,5 Mbits, mas como toda a questão tem dois lados, essa modalidade sofreu uma alteração em Junho de 2004, que todo e qualquer link IP-Sat comercializado teria uma franquia de tráfego. E o que isso quer dizer? Em linhas gerais, é como se você alugasse um carro com alguns quilômetros de franquia, os contratos atuais são exatamente da mesma forma, o usuário que fizer opção por esse serviço terá uma franquia de 10GB de tráfego, e todo o tráfego excedente será cobrado!!! Isso mesmo, não se espante.. Será cobrado um valor de R$ 0,05 por Megabyte trafegado, o que torna esse serviço inviável para quem irá usa-lo comercialmente. (Colocado apenas para constar).

4 - Serviço Speed® Telefónica : Esse serviço é de excelente qualidade técnica e com ótima velocidade de dados, porém, caso você faça opção por ele, saberá que estará entrando em concorrência direta com uma empresa do porte da Telefónica o que por si só, já representa um contraponto no que tange a custo final para PONTOS CLIENTES. Bem como no aspecto legal de funcionamento não conta com base jurídica para fundamentar a implementação. 5 - Embratel Business Link : A Embratel, empresa líder no mercado no segmento de acesso à internet para provedores de todos os portes, tem nesse serviço o que é mais indicado para quem está iniciando, um link de custo acessível com ótimo desempenho e a relação custo X benefício fica bem equilibrada pois com a aquisição desse tipo de link, que por natureza inicia-se com 256 Kbps com 200 garantido (CIR 200) é atualmente recomendável para que você empreendedor do segmento possa implementar sem problemas de estrangulamento e degradação de rede até 64 PONTOS CLIENTES, logicamente com todas as configurações pertinentes, tanto no plano lógico como no plano físico, que compreende gerenciamento de banda de comunicação bem como utilização de equipamentos adequados e confiáveis.

Preços desses tipos de Serviços: Podem variar de região para região do Brasil, pois cada uma dessas regiões tem sua carga tributária e os impostos inerentes à esse tipo de serviço, será necessário que você entre em contato com a sua operadora local e solicite formalmente os valores para esse serviço.

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Considerações sobre Implantação:

Um fator que deverá ser levado em consideração será sem dúvida nenhuma, a questão topográfica de cada região onde será implementado o projeto. Assim, convém salientar que para se ter um bom alcance os pontos de acessibilidade serão de fundamental importância.

A escolha da região deve estar ligada à configuração e posicionamento que as antenas assumirão quando estiverem em funcionamento, sendo assim se sua cidade tem um ponto que se destaca mais na em termos de elevação natural ou mesmo alguma torre na qual você possa implantar sua estrutura de comunicação será mais cômodo e mais fácil para a propagação das ondas de comunicação. Caso isso não se configure naturalmente, será necessário o investimento na construção de uma torre que deverá, antes de tudo, ser vista por pontos na cidade onde você pretenda alcançar, a estrutura física dessa torre vai depender do tipo de equipamento que você pretenda instalar, esse será nosso próximo assunto. Equipamentos e Instalações:

Agora que você já está mais familiarizado com as questões relacionadas com os aspectos da comunicação sem fio (wireless), passaremos às questões pertinentes aos equipamentos e instalações envolvidos.

Como esta apostila não pode se prender a um tipo especifico e isolado de estrutura, serão apresentadas aqui, de forma mais generalizada, as questões relacionados com equipamentos que poderão ser empregados. Partiremos da estrutura mais simples e funcional para servir de base para análise que você, como empreendedor poderá implementar e havendo a necessidade poderá ser escalonado de acordo com seus progressos. As terminologias que serão aqui utilizadas serão: ACCESS POINT – AP ou (Ponto de Acesso) – Equipamento que transforma o sinal Ethernet / Tcp/IP em ondas de rádio para que ao ser detectado pelo PONTO CLIENTE, é transformado novamente em sinal Ethernet/Tcp/IP. Este é, em tese, o coração do seu PROVEDOR, é ele quem vai transmitir e “prover” o sinal de internet via rádio para seus PONTOS CLIENTES na sua área de abrangência e alcance que sua antena irá cobrir. Atualmente temos no mercado brasileiro ótimas opções de AP que combinados com antenas de ganhos diferentes, conferem ao seu PROVEDOR um alcance mais estendido e conseqüentemente uma área de abrangência melhor.

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*Essa referência diz respeito à compatibilidade com equipamentos de recepção (PONTO CLIENTE) existentes no mercado, assim se um equipamento tiver a padrão 802.11b, isso quer dizer que obrigatoriamente que os PONTOS CLIENTES terão que ter o mesmo padrão. Vale dizer que se você tiver um transmissor (AP) compatível apenas com 802.11b e seus PONTOS CLIENTES forem compatíveis com o padrão 802.11G, a conexão será possível, pois os equipamentos 802.11G contemplam conjuntamente os dois padrões. Mas noutro de outro modo, se você tiver o AP (PONTO DE ACESSO) no seu provedor de um padrão 802.11G, OBRIGATORIAMENTE, todos os seus clientes deverão ter o mesmo padrão, portanto, cuidado na hora da escolha, pois isso pode aumentar o custo dos equipamentos que serão instalados ou disponibilizados para os PONTOS CLIENTES. A escolha do AP, vai depender de fatores quase que exclusivamente financeiros, pois existem AP’s de diferentes fabricantes com diferentes preços, obviamente que cada um tem suas características técnicas, bem como suas particularidades, mas uma vez que toda a padronização tem de ser seguida, será imprescindível que você tenha em mente que o fator primário vai ser o envio do sinal.

Exemplificando, um projeto instalado em uma pequena cidade do Brasil onde existem dois planos topográficos, ou seja, Cidade Alta e Cidade Baixa, sendo que a maior concentração comercial e residencial está localizada na parte baixa da cidade, possibilitando assim uma melhor cobertura, uma vez que as antenas de transmissão ficam posicionadas na parte alta com a face voltada para os potenciais clientes. Note que foi usado um tipo de antena diferente a antena direcional, pois, normalmente são utilizadas antenas omnidirecionais em topografias que não são contempladas com esse tipo de beneficio topográfico. Sendo que a antena direcional tem um ganho de transmissão de sinal muito ampliado, pois o sinal gerado por esse tipo de antena é, geralmente mais potente, atingindo assim uma área maior, mas como o próprio nome diz, por ser direcional, ela só transmite em uma direção, ou seja, num ângulo de 180 graus frontal à antena, mas compare a potencia: enquanto uma antena direcional de 18 DBI’s cobre uma distância de 20 Quilômetros e uma antena direcional de 24 DBI’s cobre uma distância de 35 Quilômetros , as antenas omni-direcionais mais comuns existentes no mercado que são respectivamente de 8 DBI’s e 12 DBI’s, cobrem até 8 e 12 quilômetros de raio, isso quer dizer que num círculo imaginário ao redor da antena você disponibilizará o sinal do seu provedor desde que você disponha da VISADA a qual mencionamos anteriormente. As antenas direcionais são normalmente empregadas para ligação entre dois pontos e as omni-direcionais são usadas para estruturas onde PONTOS CLIENTES estejam ao redor e estejam dentro da área de cobertura, analogamente, podemos comparar a antena omnidirecional de seu PROVEDOR a uma antena de telefonia celular o que vale dizer que, todos os clientes que estiverem no alcance da sua célula, estarão atendidos pelo seu serviço.

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Depois dessa explicação, você já está apto a escolher para o seu provedor o tipo de antena que mais lhe convier, mas lembre-se que independente da antena que você escolha, os PONTOS CLIENTES terão obrigatoriamente que ter instalado antenas direcionais ( essas de grade que você já conhece.) apontadas ou para a antena onmi-direcional ou para a antena direcional que você optou por colocar no seu PROVEDOR. CLIENTES – PONTOS CLIENTES – Largamente utilizados no Brasil, os cartões PCMCIA ORINOCO com adaptador de cartão ISA, diferente do que muitas pessoas pensam, não foi a melhor opção em equipamento para recepção, mas sim a ÚNICA opção que existia quando o mercado estava carente desses equipamentos. Herdados dos notebooks, esses cartões por terem um nome firmado no mercado e por serem efetivamente marcas de qualidade por excelência, foi a solução encontrada para resolver a questão de comunicação sem fio na época. Uma característica desse equipamento é a necessidade de uma placa adaptadora, prova de que não havia sido projetado para ser usado em equipamentos desktop, mas sim e portáteis e notebooks. Muito embora muitos provedores ainda utilizem esse equipamento, o mercado hoje conta com uma variedade de equipamentos e marcas que nada deixam a desejar aos pioneiros do mercado, caso da ORINOCO. Isso não quer dizer que você não deva comprar esses produtos, como dito antes, essa apostila serve justamente pra isso, para fundamentar os questionamentos e esclarece-los, fornecendo ao leitor a possibilidade de julgar o que pode atende-lo e não comprar equipamentos caros que ficarão sub-utilizados e nem comprar equipamentos que não atenderão aos fins a que se destinam. Assim, outros equipamentos que podemos citar são os equipamentos DLINK da linha DWL e os da LINKSYS , que tem, como a ORINOCO, uma marca presente no mercado e que em termos de qualidade são exatamente iguais, diferenciando-se apenas pelos preços serem pouco menores. Igualmente são as formas de configuração e os alcances obtidos com tais equipamentos, portanto, não se preocupe agora com isso, atenha-se apenas em saber e distinguir entre os diversos tipos de equipamentos existentes e veja se ele se enquadra na aplicação que você necessita.

Considerações sobre Adaptadores (Placas Wireless)

Sobre as placas Wireless, ou melhor dizendo sobre os PONTOS CLIENTES, você terá apenas que eleger uma marca, pois basicamente todas tem as mesmas características e funcionam da mesma forma, como já dito anteriormente você terá que escolher qual a marca você considera de mais fácil instalação com melhor documentação ou seja, pesquisar, logicamente iremos discorrer sobre alguma ou algumas das marca mais conhecidas, bem como comentar sobre algumas facilidades oferecidas por tais placas.

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Existe hoje no mercado uma vasta variedade de placas wireless que ficaria impossível falar sobre cada uma delas aqui, por isso apresentaremos a marca que de acordo com nossa experiência reúne as características necessárias para uma boa instalação bem como um custo médio acessível.

O adaptador DWL-520 pode operar tanto em redes Peerto- Peer configurado em modo ad-hoc- sem a necessidade de um Access Point ou em modo de infraestrutura utilizando um Access Point. Diante desta última, o adaptador DWL-520 pode estar conectado a um Gateway sem fio para ter acesso a Internet de grande velocidade.

As placas DWL são pela sua simplicidade de instalação e por seu custo atrativo uma ótima opção para PONTOS CLIENTES que podem ser instalados sem muita perda de tempo. Com um software poderoso alia a facilidade de instalação ao bom desempenho operacional, vários são os provedores via rádio que usam esse equipamento por mais um motivo, a conexão da antena se faz através de um conector SMA reverso, o que confere a esse tipo de conexão maior confiabilidade e menor possibilidade de apresentar problemas.

DICA IMPORTANTISSIMA SOBRE A D-Link Air DWL 520 - Network adapter - PCI - 802.11b, No ato da instalação dessa placa no equipamento do cliente, deve-se atentar para um detalhe que normalmente passa despercebido. Uma característica dessa placa é a necessidade da instalação do driver que a acompanha, antes da instalação física, o que isso quer dizer? Você, antes mesmo de colocar a placa no computador do cliente, você terá que efetuar a instalação do CD de instalação, normalmente, como se ela já estivesse colocada fisicamente dentro do equipamento cliente PONTO CLIENTE.

Visão Geral sobre Antenas. As antenas em wireless devem ser um ponto no qual você deve tomar um certo cuidado, pois é daí que provêm a maioria dos problemas relacionados com conexão wireless, portanto, escolha antenas consagradas no mercado como as ZIROK (w.zirok.com.br) que por apresentarem um ótimo acabamento, são marcas por excelência e padrão confiáveis.

Em conjunto com antenas de Grade de 24 dB, como a mostrada ao lado ou antenas Yagi de 15 dB, como a mostrada abaixo, O equipamento D-Link Air DWL 520 - Network adapter - PCI - 802.11b torna seu trabalho menos complexo

PDF Creator - PDF4Free v2.0 http://www.pdf4free.com e muito eficiente, acompanhe abaixo exatamente o que você precisa para implementar um PONTO CLIENTE: - Adaptador (Placa DWL 520)

- Pigtail ( Cabo de Conexão da Placa DWL 520 ao cabo da Antena escolhida)

- Conector N Macho ()

Normalmente você terá um melhor aproveitamento se já utilizar os pigtals prontos com SMA Reverso para conexão da placa escolhida ao cabo RGC 213, facilmente encontrados no mercado, esses cabos (pigtails) conferem à sua instalação maior qualidade e melhor confiabilidade em relação às conexões físicas. Isso é particularmente importante pois uma característica do cabo RGC 213 é a não flexibilidade, ou seja é um cabo muito rígido e de difícil manuseio, portanto quanto menos você tiver que manuseá-lo, menos trabalho terá, e conseqüentemente terá maior confiabilidade nas conexões que realizar.

1. Fazendo o cabo utilizando conectores N

Os conectores N são facilmente encontrados em qualquer loja de materiais elétricos. Estes conectores são de fácil instalação porém necessitam de uma certa “malicia” em relação à solda e contato da malha.

Seguindo procedimentos básicos na sua montagem você evitará futuros problemas de ruído e perca de sinal.

Desenho do Conector N Macho para cabo RGC 213:

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