Avaliação dos portadores de Transtornos alimentares: da doença a que?

Avaliação dos portadores de Transtornos alimentares: da doença a que?

(Parte 1 de 5)

ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO/USP Juliana Maria Faccioli Sicchieri

da doença a quê?

Avaliação dos portadores de transtornos alimentares: Ribeirão Preto

2005. Juliana Maria Facioli Sichieri

alimentares::
da doença a quê??

Avaliação dos Portadores de transtornos

Enfermagem de Ribeirão Pretoda UUnniivveerrssiidade
SaúdePública,, inserida na linha de pesquisa::
Proceso saúde––doença e eppiiddemmiioollooggiiaa
Orientadora:: ProfaDra.. Rosane Pilot Pesa Ribeiro

Disertação de mestrado Apresentada à Escola de de São Paulo para obtenção do Título de Mestre no Programa de Pós––Graduação Enfermagem em Ribeirão Preto

Sicchieri, Juliana Maria Faccioli

Portadores de transtornos alimentares: da doença a que? Ribeirão Preto, 2005. 73 p.: IL.; 30 cm

Dissertação de mestrado apresentada á Escola de Enfermagem de

Ribeirão Preto/USP - Área de Concentração: Enfermagem em Saúde Pública.

Orientadora: Ribeiro, Rosane Pilot Pessa. 1.transtornos alimentares. 2. prognóstico. 3. recuperação. 4. bulimia nervosa. 5. anorexia nervosa.

Prof((a)) Dr.. ((a)) _

Banca Examinadora::

Prof((a)) Dr.. ((a)) _
Prof((a)) Dr.. ((a)) _

A todos que participaram desta etapa, tão importante na minha vida:

Ao meu pai, Nilson, que me ensinou a buscar a minha própria realização, antes do sucesso, e a fazer bem feito, antes de pensar em recompensas. A minha mãe, Cleusa, que me ensinou a lutar, em todas as circunstâncias da minha vida e torce muito para que eu vença todos meus grandes obstáculos. Ao Fabrízio, que com muito carinho, me ajudou a construir a minha história. Ao meu irmão, Américo,meu grande companheiro, com quem sempre poderei contar.

Agradecimentos

• A Deus, força maior que me faz acreditar na vida, em possibilidades melhores, e desejar sempre mais.

• O Agradecimento Especial:

Á Profa. Dra. Rosane Pilot Pessa Ribeiro, minha orientadora, pessoa de grande sabedoria, que colaborou muito para meu aprendizado, não somente o necessário para a execução deste trabalho, mas para minha formação. Agradeço seus valiosos ensinamentos, sua tolerância e paciência que me guiaram nesta empreitada.

• A todos que participaram deste trabalho, pela disponibilidade e colaboração.

• A enfermeira chefe da Unidade Metabólica, Maria do Rosário, minha amiga querida, pelos seus ensinamentos, pela disponibilidade, generosidade, e pelo modo gentil que sempre me recebe e que cedeu espaço para as entrevistas.

• Aos docentes Responsáveis pela Unidade Metabólica, em especial ao Prof.

Dr. José Ernesto dos Santos, por autorizar este trabalho envolvendo o Ambulatório de Nutrologia e o Grupo de Assistência em Transtornos Alimentares-GRATA, além das valiosas contribuições para este estudo.

• Ao psicólogo, Prof. Dr. Manoel Antônio dos Santos, pelas contribuições preciosas e auxílio no manuseio dos questionários.

• Ao Alex, do departamento de clínica médica, na contribuição, sempre generosa para a elaboração final deste trabalho.

• Ao Prof. Dr. Luiz Jorge Pedrão pelas contribuições para as melhorias deste estudo e tempo desprendido.

• As minhas queridas amigas: Nádia (minha fofinha), Ana Teresa (Tetê)

Simone (Si), Juliana (Ju) e Daniela (Dani) pelo carinho, compreensão, apoio e companheirismo nessa fase.

• Aos meus queridos colegas de trabalho do GRATA, em especial a Felícia e Fabiana, todo incentivo e aprendizado.

• Á psicanalista, Maria Auxiliadora B. dos Santos, por me ajudar a melhorar no entendimento e funcionamento dos portadores de transtornos alimentares, aperfeiçoando meu trabalho.

• A Míriam , do departamento de clínica médica do HC, pela paciência e desprendimento.

• A Adriana Amaro, secretária do departamento de pós-graduação do DEMISP, pelas orientações e disponibilidade.

• Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq pela subvenção do mestrado. • Á Profa.Dra. Carmen G. S. Scochi, minha gratidão pelo apoio e confiança.

“ (...) Mas o que vale a pena ver, principalmente, não são as enfermarias nem a maternidade, nem a imaculada sala de operações onde os cirurgiões cortam e costuram carne humana. O que enche os olhos são os ambulatórios, onde se tratam os doentes que ainda podem consigo, e se arrastam pelos caminhos, e vêm fazer fila desde as três horas da manhã, no frio e no escuro da madrugada, pois só assim arranjam um número.

(...) E na calçada ficam esperando; os medrosos até se benzem, porque bem junto lá está o cemitério, cemitério velho, de chão curtido, por tanto defunto, povoado por assombrações que vêm desde o tempo de cativeiro. Triste vida, a do pobre , neste mundo de hoje.

(...) Sete horas, abrem-se as portas dos ambulatórios; e lá vai a procissão receber os números. Ao revés da fila de mulheres pacientes, passa, amparado pelo irmão, o tuberculoso devolvido, que conseguiu um leito usando de artifício, fingindo outra moléstia, mas não pode ficar no hospital contaminando os demais. O doutorzinho de óculos, penalizado, tenta convence-lo disso, para o coitado não partir com aquela mágoa. Diz que há outros hospitais onde talvez o recebam. Mas o tísico sabe de tudo :” São só dois, doutor, já estive lá. Estão estourando de gente. Lá em casa, ficar não posso, porque pega nas crianças. Aqui não posso, porque pega nos outros. Então, porque não me mandam para o necrotério? Em defunto nada pega...”

O doutor abre os braços, desolado. Não, não falem mal dos doutores. Nem das enfermeiras, nem das simples serventes. Não é o magro ordenado burocrático que lhes paga o trabalho, pois não será mentira dizer que fazem com amor aquele amargo trabalho; e até os de coração mais duro acabam se comovendo, que ninguém é de pedra. (...)”

Hospital, Rachel de Queiroz.
2.1 Histórico8
2.2 Critérios diagnósticos8
2.3 Quadro Clínico12
2.4 Epidemiologia13
2.5 Etiopatogenia15
2.6 Tratamento17
2.7 Prognóstico20
3. OBJETIVOS25
3.1 Geral26
3.1 Específicos26
4. METODOLOGIA27
4.1 Sujeitos28
4.2 Procedimento28
4.3 Análise de Dados3
5. RESULTADOS37
6. DISCUSSÃO5
7. CONCLUSÔES E CONSIDERAÇÕES FINAIS63

2. OS TRANSTORNOS ALIMENTARES .............................. 4 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................. 67

Lista de Tabelas

RibeirãoPreto,2005pág.39

Tabela 1: Dados demográficos dos 10 sujeitos participantes do estudo.

10 sujeitos. Ribeirão Preto, 2005pág.41

Tabela 2: Dados sobre a história da doença e do tratamento no HCFMRP-USP dos

pag.42

Tabela 3: Estado Nutricional dos 10 sujeitos da amostra. Ribeirão Preto,2005.

amostra. Ribeirão Preto, 2005pag45

Tabela 4: Estimativa do consumo calórico e distribuição percentual dos macronutrientes relatados no primeiro atendimento hospitalar dos sujeitos da

macronutrientes atualmente. Ribeirão Preto, 2005pág.45

Tabela 5: Estimativa do consumo calórico e distribuição percentual dos

sujeitos. Ribeirão Preto,2005pág.53

Tabela 6: Pontuação do Questionário de Saúde Geral de Goldberg (QSG) dos 10

Tabela 7: Pontuação do Inventário de Depressão de Beck, Escala Hospitalar de Ansiedade e Depresão (HAD) e Teste de Atitudes Aliementares ( EAT-26) dos 10 sujeitos. Ribeirão Preto, 2005. ............................................................................pág.54

Lista de Gráficos

2005pág.46

Gráfico 1: Comparação do consumo de calorias diárias antes do tratamento (tto) e após a alta com as recomendações diárias (RDA) dos 10 sujeitos. Ribeirão Preto,

do tratamento (tto) e após a alta dos 10 sujeitos. Ribeirão Preto, 2005pág.47

Gráfico 2: Comparação do consumo percentual de proteína diário com as RDA antes

Ribeirão Preto, 2005pág.48

Gráfico 3: Percentual atingido das RDA no início do tratamento dos 10 sujeitos.

Gráfico 4: Percentual atingido das RDA atualmente dos 10 sujeitos. Ribeirão Preto, 2005. ...................................................................................................................pag49

Lista de Abreviaturas

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