Projeto de Pesquisa: Automedicação na Terceira Idade

Projeto de Pesquisa: Automedicação na Terceira Idade

(Parte 1 de 3)

Faculdades

Enfermagem & Educação Física

Instituição Paulista de Ensino e Cultura S/C Ltda – IPEC

CNPJ 72.558.646/0001-08

Rua Mandaguaris, 274 – Centro – Tupã/SP – 17600-060

Fone (14) 3496-1218 – www.esefap.com.br

FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA /

FACULDADE DE ENFERMAGEM

PROJETO DE PESQUISA

Automedicação na terceira idade

Perfil epidemiológico da ESF - Dr. Araripe de Souza Estância Turística de Tupã– SP

Coordenador(a) do Projeto: Gilberto de Souza

Co- Responsável: Sergio Schnoor Fogaça

Departamento: Enfermagem

2009

PROJETO DE PESQUISA

1 Título

Automedicação na terceira idade: Perfil epidemiológico da ESF - Dr. Araripe de Souza – Estância Turística de Tupã - SP

2 Coordenador(a)

Professor(a): Gilberto de Souza

Co responsável : Sergio Fogaça

Titulação: Enfermeiro

Carga horária de Pesquisa:

3 Sumário

4 Resumo

5 Unidade Propoente

Faculdade de Enfermagem

Coordenação do Curso de Enfermagem

Departamento de Enfermagem

6 Local da realização

Estratégia de Saúde da Família – Dr. Araripe de Souza na Estância Turística de Tupã / SP

7 Duração

8 Participantes (incluir professores colaboradores)

Nome

Função

Carga horária

Aline Cristina Cardoso Meira

Andréia Gonçalves

Eliana Maria Menossi Vitor

Erika Doretto Blaques da Silva

Franciele de Oliveira Santos

Gilberto de Souza

Gleice Cristina Horácio Guinda

Graciele Dias Barbosa

Odisséia Ribeiro dos Santos

Priscila Fernanda Bombarda Truzzi

Sérgio Schnoor Fogaça

Pesquisador

Pesquisador

Pesquisador

Pesquisador

Pesquisador

Coordenador da pesquisa

Pesquisador

Pesquisador

Pesquisador

Pesquisador

Co- responsável

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

5 hs

9 Caracterização de Problemas e Delimitação do Estudo

O uso incorreto dos fármacos para prática de automedicação

Desconhecimento dos danos causados pela prática da automedicação.

Dificuldade de locomoção, diminuindo o acesso à ESF, consequentemente, reduzindo o fluxo de consultas médicas.

Grande parte dos idosos reside com companheiro ou são viúvos (moram sozinhos), não são alfabetizados e são, na maioria das vezes, assistidos por familiares e vizinhos.

10 Justificativas e Relevância do Estudo

O desenvolvimento da presente pesquisa resulta de uma preocupação com a automedicação na 3ª idade em vista das peculiaridades desse grupo populacional.

A medicação quando usada corretamente é de suma importância para manter um equilíbrio funcional do organismo, e seu uso desordenado, coloca em risco a qualidade de vida e bem estar dos indivíduos.

A falta de orientação por profissionais, quanto ao uso correto da medicação implica em resultados inesperados.

11 Originalidade do Estudo e Hipóteses

Para resolutividade do problema, relacionado à automedicação, os profissionais da ESF devem estar atentos para melhoria da qualidade de vida desses idosos, no objetivo de reduzir o uso desordenado de medicamentos.

Incentivar o grupo a mudança de estilo de vida, inserindo hábitos e práticas que promovam saúde física e mental.

12 Objetivos (Gerais e Específicos)

Geral

  • estudar o perfil epidemiológico dessa população, o uso da automedicação, visando melhoria na qualidade de vida a essa faixa etária.

Específico

  • Identificar os meios que a população adquire o medicamento.

  • Discorrer quais os tipos de medicações mais utilizadas.

  • Identificar danos acarretados pela automedicação.

13 Metodologia

O presente projeto de pesquisa trata-se de um estudo qualiquantitativo, exploratório e descritivo.

O estudo será realizado com a comunidade de abrangência da ESF Drº. Araripe de Souza, na cidade de Tupã-SP, localizado a 500 km da capital, região centro oeste, segundo o IBGE de 2009 com número de 64.099 habitantes sendo que 11.095 são idosos, correspondente ao percentual de 17,30%.

Na comunidade a ser estudada o número de idosos corresponde a 412, sendo seu percentual de 3,71% dividido em 6 micro-áreas.

Será utilizado para pesquisa 412 questionários (em anexo), adquiridos pelos alunos com perguntas abertas e fechadas, literaturas das faculdades ESEFAP e BD da internet com artigos referentes ao tema.

A primeira etapa, será realizada pelos acadêmicos de enfermagem do estagio supervisionado de saúde coletiva, pela turma A, com continuidade pelos grupos seguintes.

14 Bibliografia Básica

15 Universo e Amostra

16 Disseminação do Resultado

A automedicação é uma forma importante de cuidados pessoais e mostra que é a forma mais comum de respostas a sintomas, pois o uso de medicamentos inadequados pode levar as pessoas a sérios riscos, inclusive a óbito. A automedicação é um procedimento caracterizado fundamentalmente pela iniciativa do doente ou do seu responsável em obter ou produzir e utilizar um produto que acredita que lhe trará benefícios no tratamento de doenças ou alívio dos sintomas. É uma prática muito comum, vivenciada por civilizações de todos os tempos, com características peculiares a cada época e a cada região (PAULO; ZANINI apud Sá, 1988).

O objetivo do trabalho é estudar a prática da automedicação avaliando determinantes que influenciam o uso de medicamentos sem prescrição médica.

A automedicação pode ser classificada em cultural, sendo o uso de produtos naturais como os fármacos; orientada, quando o paciente conhece os efeitos colaterais e a equipe de saúde reconhece a prescrição médica e Induzida que é o uso de medicamentos por indicação de campanhas públicas., e também as informações e indicações nos balcões das farmácias e práticas de curandeirismo e charlatanismo.

A atividade farmacotécnica inicia-se com a administração do medicamento que envolve a absorção, distribuição, metabolismo e excreção. Com a idade essa atividade muda e aumenta o risco a reações adversas e efeitos tóxicos. As reações mais comuns são a confusão, incontinência e uma diminuição da morbidade, outras reações prováveis são o efeito cumulativo dos medicamentos, efeito tóxico, idiossincrasia, polifarmácia e interações medicamentosas.

A administração dos medicamentos deve ser acompanhada de vigilância extrema e as reações devem ser comunicadas em tempo hábil para o médico responsável.

A decisão de tomar um remédio pode ser resultado de uma prescrição médica, mas nem sempre é isto que acontece. A reutilização de receitas velhas é também bastante freqüente, especialmente nos casos de doenças crônicas.As pessoas passam a identificar e interpretar alguns sintomas, e resolvem prescrever para si mesmas, às vezes combinando recursos caseiros com medicamentos que conheceram no serviço de saúde (NASCIMENTO apud Sá, 2002).

Do ponto de vista farmacológico, há duas hipóteses para as causas do aumento das reações adversas com a idade. A primeira é a farmacocinética que propõe que o declínio do metabolismo e da eliminação que ocorrem com o envelhecimento são responsáveis pelas respostas farmacológicas exageradas dos idosos. A segundo é a farmacodinâmica, alterações na qualidade e / ou na quantidade dos receptores aos fármacos podem contribuir para o aumento da sensibilidade do idoso aos fármacos. A concentração plasmática de fármaco livre ou seus metabólitos ativos é o fator primário que determina a intensidade da sua ação. Embora o aumento do tempo de vida média plasmática de muitos fármacos relacionado à idade esteja bem documentado e se expresse na sua eliminação reduzida, a disposição dos mesmos envolve várias funções, incluindo absorção, distribuição, metabolismo e excreção (MONTAMAT et al apud Sá, 1989).

Seria o ideal que as pessoas não fizessem o uso da automedicação, pois uma vida saudável não se encontra no balcão de uma farmácia, e sim nas práticas de cuidados de higiene ambiental e pessoal, hábitos saudáveis de vida, incluindo a prática de esportes, caminhadas, uma alimentação balanceada, lazer e também descanso que proporcionam mais qualidade de vida do que qualquer remédio, com exceção é claro que quando realmente há a necessidade do fármaco e que o mesmo seja prescrito pelo médico, com as devidas orientações.

È importante o mapeamento das automedicação para que a partir dessa ação possa-se orientar a população, e nesse caso principalmente os idosos, pois esses fazem uso freqüente de vários medicamentos, e são mais vulneráveis a eventos adversos e complicações. Através da análise dos dados coletados, os conhecimentos que foram obtidos podem ser transformados em subsídios para que se implante programas que visem atendimento e intervenções que sejam adequadas à realidade da comunidade, de forma a contribuir com a qualidade de vida.

Foram realizados questionários em uma amostra representativa extraída de um bairro da cidade de Tupã-SP, com população acima de 60 anos. Este bairro foi selecionado devido ao fato do Estagio Supervisionado de Saúde Coletivo ter seu campo de prática na Unidade de Saúde localizada no mesmo, e a população foi escolhida de forma aleatória.

Os dados foram coletados através de um instrumento único, padronizado, sob a forma de um questionário aplicado em alguns domicílios do bairro, com 140 entrevistas realizadas, após a obtenção do termo de consentimento livre e esclarecido.

Tabela 1 - Distribuição dos entrevistados por sexo

Sexo

nº pessoas

%

Masculino

65

46,42

Feminino

75

53,58

Total

140

100

Tabela 2 - Distribuição dos entrevistados de acordo com os que fazem uso de medicação

Nº Pessoas

%

Sim

115

82,15

Não

23

16,43

Não respondeu

2

1,42

Total

140

100

Tabela 3 - Categoria Terapêutica mais utilizada

CATEGORIA

Nº PESSOAS

%

Antihipertensivo

101

72,14

Hipoglicemiante

34

24,28

Diurético

34

24,28

Analgésico/Antitérmico

34

24,28

Anticoagulante

25

17,85

Ervas Medicinais

11

7,85

Vasodilatador cerebral e periférico

10

7,14

Antiarrítmicos

9

6,42

Hipolipemiante

8

5,71

Antiulceroso

5

3,57

Sedativo/tranqüilizante

5

3,57

Vasodilatador coronariano

5

3,57

Não sabem

28

20

Não respondeu

25

17,85

Tabela 4 - Distribuição dos entrevistados segundo os meios de aquisição dos medicamentos

locais

nº pessoas

%

Unidade de Saúde

90

62

Farmácia

59

41

Outros

6

6

Não usa medicação

11

8

Não respondeu

2

1

Tabela 5 - Distribuição dos entrevistados segundo os números de consulta médica nos últimos meses

Número de vezes

nº pessoas

%

1 vez

62

44,30

2 vezes

22

15,7

3 vezes

08

5,7

4 vezes

03

2,2

5 vezes

05

3,6

6 vezes

05

3,6

8 vezes

01

0,70

Nenhuma vez

34

24,20

Total

140

100

Tabela 6 - Já teve apresentou alguma reação devido a automedicação?

Tabela 7 - Distribuição dos entrevistados de acordo com a Renda Mensal

Renda Mensal

nº pessoas

%

Menos de 1 salário

9

6,4

1 salário

98

70

1 a 2 salários

18

12,9

Mais de 2 salários

8

5,7

Não Respondeu

7

5

Total

140

100

Tabela 8 -Distribuição dos entrevistados segundo o gasto mensal com a medicação

17 Cronograma

ETAPAS

2009

MESES

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

Contato com o coordenador do projeto

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

Planejamento e seleção dos alunos participantes

X

X

Reunião dos participantes e divisão de tarefas

X

X

X

Plano de ação

X

X

Desenvolvimento do plano de ação

X

X

Revisão do plano de ação

X

X

Elaboração do plano definitivo

X

Revisão do manuscrito

X

Redação definitiva e digitação

X

X

Digitação final

X

X

Execução do projeto

X

X

X

X

X

X

Interpretação dos dados

X

X

X

Apresentação de artigo para publicação

X

13 Recursos Necessários

Utilitário (R$)

Total (R$)

Total R$

Data: ______/______/______

____________________________

Prof.(a) ----------

Coordenador(a) do Projeto

19 Parecer da Comissão de Pesquisa

Linha de Pesquisa: __________________________________________________________

Sub Tema:_________________________________________________________________

___________________ Data: ______/______/______

Presidente da Comissão

20 Observações

21 Homologação final

Aprovado nos termos apresentados

Aprovado com ressalvas

Indeferido

Data: ______/______/______ __________________________

Assinatura do Diretor

FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA /

FACULDADE DE ENFERMAGEM

PROJETO DE PESQUISA

RELAÇÃO DOS ALUNOS INSCRITOS

PROJETO/TÍTULO: Automedicação na terceira idade: Perfil epidemiológico da ESF, Drº Araripe de Souza - Tupã - SP

COORDENADOR(A):Gilberto Souza

Co responsável : Sergio Schnoor Fogaça

NÚMERO

TERMO

NOME

197

8º A

ALINE CRISTINA CARDOSO MEIRA

257

8º A

ANDRÉIA GONÇALVES

261

8º A

ELIANA MARIA MENOSSI VITOR

208

8º A

ERIKA DORETTO BLAQUES DA SILVA

294

8º A

FRANCIELE DE OLIVEIRA SANTOS

217

8º A

GLEICE CRISTINA HORÁCIO GUINDA

224

8º A

GRACIELE DIAS BARBOSA

8º A

ODISSÉIA RIBEIRO DOS SANTOS

40461-6

8º A

PRISCILA FERNANDA BOMBARDA TRUZZI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA /

FACULDADE DE ENFERMAGEM

PROJETO DE PESQUISA

FICHA DE ATIVIDADES DO ALUNO

Projeto de pesquisa: Automedicação na terceira idade: Perfil epidemiológico da ESF, Drº Araripe de Souza - Tupã - SP

Número do projeto

Coordenador(a) : Profº Gilberto de Souza

Aluno: Aline Cristina Cardoso Meira

Termo: 8 º A

Bolsista: sim ( ) não ( )

Período da bolsa:

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

DATA

ATIVIDADES PREVISTAS/DESENVOLVIDAS

VISTO

30/0709

Leitura do Projeto sobre a automedicação para familiarização com o mesmo

06/08/09

Coleta de dados com os usuários da 3ª idade pertencentes à Unidade

13/08/09

Paralisação por causa da Gripe A H1N1

20/08/09

Primeira etapa da analise da coleta dos dados

2708/09

Mensuração dos dados coletados

03/09/09

Mensuração dos dados coletados

10/09/09

Montagem e elaboração dos cálculos com porcentagem

17/08/09

24/09/09

Coordenador(a): Gilberto de Souza

Co responsável : Sergio Fogaça

FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA /

FACULDADE DE ENFERMAGEM

PROJETO DE PESQUISA

FICHA DE ATIVIDADES DO ALUNO

Projeto de pesquisa: Automedicação na terceira idade: Perfil epidemiológico da ESF, Drº Araripe de Souza - Tupã - SP

Número do projeto

Coordenador(a) : Profº Gilberto de Souza

Aluno: Andréia Gonçalves

Termo: 8 º A

Bolsista: sim ( ) não ( )

Período da bolsa:

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

DATA

ATIVIDADES PREVISTAS/DESENVOLVIDAS

VISTO

30/0709

Leitura do Projeto sobre a automedicação para familiarização com o mesmo

06/08/09

Coleta de dados com os usuários da 3ª idade pertencentes à Unidade

13/08/09

Paralisação por causa da Gripe A H1N1

20/08/09

Primeira etapa da analise da coleta dos dados

2708/09

Mensuração dos dados coletados

03/09/09

Mensuração dos dados coletados

10/09/09

Montagem e elaboração dos cálculos com porcentagem

17/08/09

Elaboração da disseminação dos resultados

24/09/09

Coordenador(a): Gilberto de Souza

Co responsável : Sergio Schnoor Fogaça

FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA /

FACULDADE DE ENFERMAGEM

PROJETO DE PESQUISA

FICHA DE ATIVIDADES DO ALUNO

Projeto de pesquisa: Automedicação na terceira idade: Perfil epidemiológico da ESF, Drº Araripe de Souza - Tupã - SP

Número do projeto

Coordenador(a) : Profº Gilberto de Souza

Aluno: Eliana Maria Menossi Vitor

Termo: 8 º A

Bolsista: sim ( ) não ( )

Período da bolsa:

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

DATA

ATIVIDADES PREVISTAS/DESENVOLVIDAS

VISTO

30/0709

Leitura do Projeto sobre a automedicação para familiarização com o mesmo

06/08/09

Coleta de dados com os usuários da 3ª idade pertencentes à Unidade

13/08/09

Paralisação por causa da Gripe A H1N1

20/08/09

Primeira etapa da analise da coleta dos dados

2708/09

Mensuração dos dados coletados

03/09/09

Mensuração dos dados coletados

10/09/09

Montagem e elaboração dos cálculos com porcentagem

17/08/09

24/09/09

Coordenador(a): Gilberto de Souza

Co responsável : Sergio Schnoor Fogaça

FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA /

FACULDADE DE ENFERMAGEM

PROJETO DE PESQUISA

FICHA DE ATIVIDADES DO ALUNO

Projeto de pesquisa: Automedicação na terceira idade: Perfil epidemiológico da ESF, Drº Araripe de Souza - Tupã - SP

Número do projeto

Coordenador(a) : Profº Gilberto de Souza

Aluno: Erika Doretto Blaques da Silva

Termo: 8 º A

Bolsista: sim ( ) não ( )

Período da bolsa:

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

DATA

ATIVIDADES PREVISTAS/DESENVOLVIDAS

VISTO

30/0709

Leitura do Projeto sobre a automedicação para familiarização com o mesmo

06/08/09

Coleta de dados com os usuários da 3ª idade pertencentes à Unidade

13/08/09

Paralisação por causa da Gripe A H1N1

20/08/09

Primeira etapa da analise da coleta dos dados

2708/09

Mensuração dos dados coletados

03/09/09

Mensuração dos dados coletados

10/09/09

Montagem e elaboração dos cálculos com porcentagem, elaboração das tabelas com os dados computados

17/08/09

Elaboração da disseminação dos resultados, preenchimento e digitação dos dados referentes ao Projeto

24/09/09

Coordenador(a): Gilberto de Souza

(Parte 1 de 3)

Comentários