Adaptação de práticas de laboratório para a realidade local

Adaptação de práticas de laboratório para a realidade local

Conforme aponta Sain-Onge (1999), vários professores ainda se definem pela disciplina que ensinam, e presumem que seu interesse e domínio que têm de sua disciplina são suficientes para assegurar a eficácia de sua atividade pedagógica.

  • Conforme aponta Sain-Onge (1999), vários professores ainda se definem pela disciplina que ensinam, e presumem que seu interesse e domínio que têm de sua disciplina são suficientes para assegurar a eficácia de sua atividade pedagógica.

  • Porém, de acordo com Moran, o jovem precisa ver para compreender. ¹

Esta concepção do processo de ensino-aprendizagem não é assim tão atual.

  • Esta concepção do processo de ensino-aprendizagem não é assim tão atual.

  • Segundo Goulart, há mais de cem anos já se recomendava o uso do laboratório no ensino de ciências. ²

  • A experiência é um recurso capaz de assegurar uma transmissão eficaz dos conhecimentos escolares, porém a falta de preparo dos professores faz com que essa não seja uma prática constante nas escolas e o ensino de ciências acaba se tornando algo distante da realidade e do cotidiano do aluno. ²

As Diretrizes Curriculares Estaduais (DCE’s) paranaenses trazem uma abordagem concisa, porém ampla a respeito da experimentação como ferramenta eficaz de ensino.

  • As Diretrizes Curriculares Estaduais (DCE’s) paranaenses trazem uma abordagem concisa, porém ampla a respeito da experimentação como ferramenta eficaz de ensino.

Segundo as DCE’s, as atividades experimentais, utilizando ou não o ambiente de laboratório

  • Segundo as DCE’s, as atividades experimentais, utilizando ou não o ambiente de laboratório

  • escolar convencional, podem ser o ponto de partida para a apreensão de conceitos

  • e sua relação com as ideias a serem discutidas em aula.

Desta forma, os estudantes podem estabelecer relações entre a teoria e a prática, e discutir suas dúvidas em sala de aula, com o professor ou entre os colegas.

  • Desta forma, os estudantes podem estabelecer relações entre a teoria e a prática, e discutir suas dúvidas em sala de aula, com o professor ou entre os colegas.

As DCE’s criticam os métodos de aplicação de experimentos adotados por alguns professores, que utilizam-se da experimentação apenas para explicar ou ilustrar a teoria, e que após, tem como avaliação a confecção de um relatório, que segue sempre um roteiro predeterminado, tendo como conclusão a comparação dos resultados com a teoria prevista para explicar os fatos ocorridos.

  • As DCE’s criticam os métodos de aplicação de experimentos adotados por alguns professores, que utilizam-se da experimentação apenas para explicar ou ilustrar a teoria, e que após, tem como avaliação a confecção de um relatório, que segue sempre um roteiro predeterminado, tendo como conclusão a comparação dos resultados com a teoria prevista para explicar os fatos ocorridos.

  • Desta forma, a ciência é considerada como verdade absoluta, e o conhecimento químico não é construído, e sim descoberto.

Conforme as orientações das DCE’s ,uma aula experimental, seja ela com manipulação do material pelo aluno ou demonstrativa, não deve ser associada a um aparato experimental sofisticado, mas sim, à sua organização, discussão e análise, possibilitando interpretar os fenômenos químicos e a troca de informações entre o grupo que participa da aula.

  • Conforme as orientações das DCE’s ,uma aula experimental, seja ela com manipulação do material pelo aluno ou demonstrativa, não deve ser associada a um aparato experimental sofisticado, mas sim, à sua organização, discussão e análise, possibilitando interpretar os fenômenos químicos e a troca de informações entre o grupo que participa da aula.

Mesmo quando ocorrem “erros” em atividades experimentais, seja por condições ambientais ou reagentes com prazo de validade vencidos, estas situações podem ser aproveitadas pelo professor no sentido de se investigarem as causas dessas incorreções, analisando-as do ponto de vista pedagógico.

  • Mesmo quando ocorrem “erros” em atividades experimentais, seja por condições ambientais ou reagentes com prazo de validade vencidos, estas situações podem ser aproveitadas pelo professor no sentido de se investigarem as causas dessas incorreções, analisando-as do ponto de vista pedagógico.

Além de aprender melhor quando podem visualizar os fenômenos que podem ser posteriormente explicados ou não pela teoria, a aprendizagem se torna mais interessante quando o ensino se aproxima da realidade dos alunos.

  • Além de aprender melhor quando podem visualizar os fenômenos que podem ser posteriormente explicados ou não pela teoria, a aprendizagem se torna mais interessante quando o ensino se aproxima da realidade dos alunos.

Além de ter uma assimilação mais fácil dos fenômenos, há um maior interesse por parte dos alunos porque a disciplina torna-se relevante para eles, pois mostra-se presente e com aplicações em sua vida, deixando se ser “uma matéria inútil e sem sentido” para se tornar algo interessante e necessário.

  • Além de ter uma assimilação mais fácil dos fenômenos, há um maior interesse por parte dos alunos porque a disciplina torna-se relevante para eles, pois mostra-se presente e com aplicações em sua vida, deixando se ser “uma matéria inútil e sem sentido” para se tornar algo interessante e necessário.

Desta forma, a realidade local pode ser utilizada como ferramenta pedagógica construtora de sentidos no processo de ensino-aprendizagem a articuladora entre teoria e prática.

  • Desta forma, a realidade local pode ser utilizada como ferramenta pedagógica construtora de sentidos no processo de ensino-aprendizagem a articuladora entre teoria e prática.

A seguir, apresentamos alguns relatos de profissionais, licenciandos e alunos ligados à área de ensino de Ciências e/ou Química.

  • A seguir, apresentamos alguns relatos de profissionais, licenciandos e alunos ligados à área de ensino de Ciências e/ou Química.

“ Moro em São Paulo, a famosa ‘terra da garoa’, e há alguns anos percebemos que o índice pluviométrico da nossa cidade vem diminuindo. Isso me causa curiosidade, sobre os motivos que podem estar causando esta diminuição das chuvas. Acredito que seja pelo aumento da poluição, da temperatura, os gases tóxicos na atmosfera, a inversão térmica. Mas acho que poderíamos discutir isso em sala de aula com nossos professores, aprender mais sobre isso, que faz parte da nossa realidade”

  • “ Moro em São Paulo, a famosa ‘terra da garoa’, e há alguns anos percebemos que o índice pluviométrico da nossa cidade vem diminuindo. Isso me causa curiosidade, sobre os motivos que podem estar causando esta diminuição das chuvas. Acredito que seja pelo aumento da poluição, da temperatura, os gases tóxicos na atmosfera, a inversão térmica. Mas acho que poderíamos discutir isso em sala de aula com nossos professores, aprender mais sobre isso, que faz parte da nossa realidade”

  • Nailson Rodrigo dos Santos, 15 anos, aluno da 8ª série em São Paulo – SP.

“Sou de Betim e estudo em Ouro Preto (ambas cidades de MG). O que eu percebo tanto em Betim, quanto em Ouro Preto (ajudo alunos do Ensino Médio com Química, como se fosse uma monitoria), é a dificuldade de assimilação da Química com o cotidiano, pra que a Química serve? O que a gente poderia aproveitar(alunos de Licenciatura em Química), é mostrar aos alunos, do ensino médio, a utilidade da química no cotidiano e na vida.

  • “Sou de Betim e estudo em Ouro Preto (ambas cidades de MG). O que eu percebo tanto em Betim, quanto em Ouro Preto (ajudo alunos do Ensino Médio com Química, como se fosse uma monitoria), é a dificuldade de assimilação da Química com o cotidiano, pra que a Química serve? O que a gente poderia aproveitar(alunos de Licenciatura em Química), é mostrar aos alunos, do ensino médio, a utilidade da química no cotidiano e na vida.

Mas como a gente faz isso? Simples, fazendo umas experiências pra eles, trazendo eles o mais próximo da realidade Química. A maioria de escolas de Ensino Médio não tem suporte de laboratório para isso. Mas existem métodos alternativos para isso. Existem experiências que podem ser feitas em casa ou na escola.”

  • Mas como a gente faz isso? Simples, fazendo umas experiências pra eles, trazendo eles o mais próximo da realidade Química. A maioria de escolas de Ensino Médio não tem suporte de laboratório para isso. Mas existem métodos alternativos para isso. Existem experiências que podem ser feitas em casa ou na escola.”

  • Diogo Émerson Carvalho, aluno do 1º período de Licenciatura em Química da UFOP – MG.

“A nossa escola fica em uma fazenda do município de Engenheiro Coelho, uma pequena cidade perto de Campinas (60 km). Nela existe um lago, a experiência mais interessante que fiz com os alunos foi durante dois anos fazer o controle da qualidade da água. Fazíamos quinzenalmente os seguintes testes: Nitratos, Fosfatos, Oxigênio dissolvido, Demanda de oxigênio, Presença de coliformes e pH. Fazíamos o teste em 4 pontos do lago.

  • “A nossa escola fica em uma fazenda do município de Engenheiro Coelho, uma pequena cidade perto de Campinas (60 km). Nela existe um lago, a experiência mais interessante que fiz com os alunos foi durante dois anos fazer o controle da qualidade da água. Fazíamos quinzenalmente os seguintes testes: Nitratos, Fosfatos, Oxigênio dissolvido, Demanda de oxigênio, Presença de coliformes e pH. Fazíamos o teste em 4 pontos do lago.

O lago recebe água de algumas fontes próximas a ele, foi feita uma represa para armazenar essa água, fazíamos analise indo coletar água de barco, nesses 4 pontos. Quando o grupo que fazia se formou, não consegui outros interessados em continuar as análises e o pessoal que controla o tratamento de água da fazenda (que era jogada no lago), já tinha uma boa idéia da situação do lago e não pediu que continuássemos os testes.”

  • O lago recebe água de algumas fontes próximas a ele, foi feita uma represa para armazenar essa água, fazíamos analise indo coletar água de barco, nesses 4 pontos. Quando o grupo que fazia se formou, não consegui outros interessados em continuar as análises e o pessoal que controla o tratamento de água da fazenda (que era jogada no lago), já tinha uma boa idéia da situação do lago e não pediu que continuássemos os testes.”

  • Ruy Ernesto Nóbrega Schwantes, professor de Química há 34 anos.

A partir destes relatos, podemos comprovar mais uma vez que a realidade local desperta a curiosidade e o interesse dos alunos, e não é uma prática didática tão difícil de ser realizada.

  • A partir destes relatos, podemos comprovar mais uma vez que a realidade local desperta a curiosidade e o interesse dos alunos, e não é uma prática didática tão difícil de ser realizada.

Propomos então, neste trabalho, três práticas laboratoriais que poderiam ser realizadas sem dificuldade, adaptadas aos recursos, muitas vezes limitados dos laboratórios das escolas públicas brasileiras, e também adaptadas à realidade local dos alunos.

  • Propomos então, neste trabalho, três práticas laboratoriais que poderiam ser realizadas sem dificuldade, adaptadas aos recursos, muitas vezes limitados dos laboratórios das escolas públicas brasileiras, e também adaptadas à realidade local dos alunos.

Em março deste ano, os habitantes do estado do Mato Grosso se revoltaram porque a gasolina chegou a custar R$3,00 o litro em alguns postos. Houve uma divergência entre os postos de gasolina e alguns aderiram ao aumento, enquanto outros continuavam a vender a gasolina por R$2,70, que era o preço antigo.

  • Em março deste ano, os habitantes do estado do Mato Grosso se revoltaram porque a gasolina chegou a custar R$3,00 o litro em alguns postos. Houve uma divergência entre os postos de gasolina e alguns aderiram ao aumento, enquanto outros continuavam a vender a gasolina por R$2,70, que era o preço antigo.

Os moradores firam revoltados também porque, além do preço abusivo, os países vizinhos como Paraguai, Chile e Uruguai, não produzem nem 1/5 da produção brasileira de combustíveis, e ainda assim, vendem gasolina sem adição de álcool e pela metade do preço que ela era vendida em MT.

  • Os moradores firam revoltados também porque, além do preço abusivo, os países vizinhos como Paraguai, Chile e Uruguai, não produzem nem 1/5 da produção brasileira de combustíveis, e ainda assim, vendem gasolina sem adição de álcool e pela metade do preço que ela era vendida em MT.

Como a escola é um espaço onde os alunos são educados para a cidadania, a reivindicação contra este valor abusivo sobre os combustíveis poderia ser discutidas nas escolas, além da discussão a respeito da qualidade da gasolina vendida e as razões a respeito da diferença de preços entre os postos para um mesmo combustível.

  • Como a escola é um espaço onde os alunos são educados para a cidadania, a reivindicação contra este valor abusivo sobre os combustíveis poderia ser discutidas nas escolas, além da discussão a respeito da qualidade da gasolina vendida e as razões a respeito da diferença de preços entre os postos para um mesmo combustível.

Já que, no Brasil, há adição de etanol à gasolina comercializada, existe uma experiência muito simples de ser realizada para medir-se o teor alcoólico da gasolina, que não requer instrumentos sofisticados e não tem nenhuma dificuldade na sua realização.

  • Já que, no Brasil, há adição de etanol à gasolina comercializada, existe uma experiência muito simples de ser realizada para medir-se o teor alcoólico da gasolina, que não requer instrumentos sofisticados e não tem nenhuma dificuldade na sua realização.

Esta experiência poderia ser feita com algumas amostras de gasolina, de diferentes postos, para que fossem feitas comparações entre os resultados.

  • Esta experiência poderia ser feita com algumas amostras de gasolina, de diferentes postos, para que fossem feitas comparações entre os resultados.

Para medir-se o teor alcoólico das amostras de gasolina, seriam necessários os seguintes materiais:

  • Para medir-se o teor alcoólico das amostras de gasolina, seriam necessários os seguintes materiais:

  • Amostras de gasolina;

  • Água;

  • Provetas (ou recipientes com medidas de volume).

Ao adicionar-se água à gasolina, ambos com volumes bem determinados previamente, dentro da proveta e agitar o sistema, o álcool é separado da gasolina e dissolve-se na água. A diferenças entre os volumes iniciais e finais da água e da gasolina corresponde ao volume de álcool na amostra.

  • Ao adicionar-se água à gasolina, ambos com volumes bem determinados previamente, dentro da proveta e agitar o sistema, o álcool é separado da gasolina e dissolve-se na água. A diferenças entre os volumes iniciais e finais da água e da gasolina corresponde ao volume de álcool na amostra.

A partir deste experimento, algumas das questões que poderiam ser propostas são:

  • A partir deste experimento, algumas das questões que poderiam ser propostas são:

  • * Por que o álcool se separa da gasolina e se dissolve na água?

  • * O posto que vende a gasolina mais cara é realmente o que vende a melhor gasolina?

  • * E o posto que vende a gasolina mais barata, é realmente o que vende combustível de pior qualidade?

Nesta semana, os jornais de Ponta Grossa anunciaram a discussão entre a empresa Ponta Grossa Ambiental e a prefeitura da cidade, pois a empresa afirma que a vida útil do lixão do Botuquara já está esgotada e há a necessidade da construção imediata de outro lixão, enquanto a prefeitura insiste em dizer que o lixão ainda suporta mais lixo.

  • Nesta semana, os jornais de Ponta Grossa anunciaram a discussão entre a empresa Ponta Grossa Ambiental e a prefeitura da cidade, pois a empresa afirma que a vida útil do lixão do Botuquara já está esgotada e há a necessidade da construção imediata de outro lixão, enquanto a prefeitura insiste em dizer que o lixão ainda suporta mais lixo.

O próprio telejornal local alerta a população que o volume de lixo que vai para os lixões poderia ser diminuído, se houvesse a separação adequada do lixo orgânico e do lixo que pode ser reutilizado ou reciclado.

  • O próprio telejornal local alerta a população que o volume de lixo que vai para os lixões poderia ser diminuído, se houvesse a separação adequada do lixo orgânico e do lixo que pode ser reutilizado ou reciclado.

E de que forma este fato pode auxiliar o ensino de Ciências/Química nas escolas e, ao mesmo tempo, fazer parte da formação dos alunos como cidadãos?

  • E de que forma este fato pode auxiliar o ensino de Ciências/Química nas escolas e, ao mesmo tempo, fazer parte da formação dos alunos como cidadãos?

A compostagem é uma boa alternativa. Uma “mini-composteira” pode ser elaborada facilmente pelos alunos, com a orientação do professor.

  • A compostagem é uma boa alternativa. Uma “mini-composteira” pode ser elaborada facilmente pelos alunos, com a orientação do professor.

  • Normalmente, nas escolas, há muitos restos de comidas, frutas que os alunos levam ou a própria escola serve no lanche. Esta comida é jogada fora, pois não há como ser reaproveitada.

E se este “lixo” fosse reaproveitado para que virasse adubo, podendo ser utilizado até mesmo para a organização de uma horta escolar e enriquecer o lanche servido para os próprios alunos?

  • E se este “lixo” fosse reaproveitado para que virasse adubo, podendo ser utilizado até mesmo para a organização de uma horta escolar e enriquecer o lanche servido para os próprios alunos?

  • Além disso, os alunos podem aprender na escola para levar e aplicar o conhecimento em casa.

A composteira pode ser feita em um recipiente grande, mas de fácil obtenção, como um balde ou um tambor, por exemplo. Dentro dele podem ir sendo cumulados os restos de comida (ou qualquer lixo orgânico) que seja produzido no colégio, e durante o processo, o professor deve orientar os alunos e trabalhar juntamente com eles, para sempre adicionar camadas de terra, para formar o húmus a partir da decomposição da matéria orgânica, além de sempre misturar para facilitar a oxigenação.

  • A composteira pode ser feita em um recipiente grande, mas de fácil obtenção, como um balde ou um tambor, por exemplo. Dentro dele podem ir sendo cumulados os restos de comida (ou qualquer lixo orgânico) que seja produzido no colégio, e durante o processo, o professor deve orientar os alunos e trabalhar juntamente com eles, para sempre adicionar camadas de terra, para formar o húmus a partir da decomposição da matéria orgânica, além de sempre misturar para facilitar a oxigenação.

Depois que o adubo orgânico estiver pronto, pode até ser realizado um “teste”, plantando-se uma planta de desenvolvimento fácil e rápido, como feijões por exemplo, em terra sem adubo orgânico e em terra em que seja adicionado o adubo produzido através da compostagem, para que os alunos façam uma comparação entre o desenvolvimento da planta em diferentes condições.

  • Depois que o adubo orgânico estiver pronto, pode até ser realizado um “teste”, plantando-se uma planta de desenvolvimento fácil e rápido, como feijões por exemplo, em terra sem adubo orgânico e em terra em que seja adicionado o adubo produzido através da compostagem, para que os alunos façam uma comparação entre o desenvolvimento da planta em diferentes condições.

A partir deste experimento, algumas questões que podem ser propostas são:

  • A partir deste experimento, algumas questões que podem ser propostas são:

  • * O que ocorre com os restos de comida na composteira?

  • * Por que é necessária a oxigenação na composteira?

  • * Como a compostagem pode ajudar no aumento da vida útil dos lixões?

  • * Quais as vantagens da compostagem?

Referências

  • Referências

  • ¹ Produção de filme didático para o ensino de Química. Mini-curso ministrado pelo Profº. Dr. Luiz Henrique Ferreira. SIMPOQUIM, 27/10/09.

  • ² RIBEIRO, Alcione Torres. Experimentação e construção de conhecimentos. Disponível em http://ensquimica.blogspot.com/2008/03/experimentao-e-construo-de.html, acesso em 27/11/09.

  • PARANÁ. DIRETRIZES CURRICULARES DA EDUCAÇÃO BÁSICA – QUÍMICA. 2008.

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