aplicação de defensivos

aplicação de defensivos

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O segredo do sucesso Ø a combinaçªo

A partir desta safra, o Sistema de Combinaçªo de Híbridos Pioneer na sua lavoura estÆ ainda mais completo com os lançamentos: 30R50, 30F53 e 30F87. O Ø um híbrido precoce com alto potencial produtivo e recomendado para a Øpoca normal de plantio no Sul do país. O Ø precoce, com elevado potencial produtivo, alta resposta ao manejo e indicado para a Øpoca normal de plantio no Sul e para as primeiras Øpocas de plantio nas terras altas do Brasil Central. JÆ o Ø um híbrido defensivo indicado para as terras baixas e altas do Brasil Central e apresenta elevada tolerância às principais doenças tropicais, em especial à Cercospora e ao . Amplie as possibilidades de combinaçªo e alcance maior estabilidade na sua lavoura.

30R50 30F53 30F87 Turcicum

Safra após safra, o segredo Ø o Sistema de Combinaçªo da Pioneer.

Sistema de Combinaçªo de Híbridos: segurança e estabilidade, ano após ano

AD uPonteaP ioneer, desde a safra do verªo de 2002, promovem no campo um evento conjunto que tem como objetivo levar soluçıes tØcnicas para a agricultura. Tecnologias Integradas Ø um evento que estabeleceu uma parceria tØcnica entre a completa linha de defensivos da DuPont e a genØtica de ponta das sementes Pioneer, que vem, ao longo destesquatroanos,gerandoelevando ao produtor informaçıes tØcnicas œteis, produtos diferenciados e serviços especializados.

Nesta ediçªo, para a safra de verªo 2005, a DuPont e a Pioneer decidiram publicar uma ediçªo especial dedicada integralmente à Tecnologia de Aplicaçªo de Defensivos. Esse tema fez parte do conteœdo de todos os realizado pela Pioneer em 2004. TambØm faz parte de um projeto mais abrangente chamado , que representa o embasamento tØcnico de um serviço, que tem por objetivo aumentar a eficiŒncia das aplicaçıes por meio de uma adequada manutençªo e regulagem dos equipamentos, de cuidados para garantir maior rendimento na aplicaçªo e recomendaçıes para as aplicaçıes de fungicidas, inseticidas e herbicidas.

A DuPont e a Pioneer querem, desta forma, dar continuidade ao esforço de levar ao campo um conjunto de produtos, serviços e informaçıes œteis que possibilitem o aumento da tecnologia empregada na lavoura, a maximizaçªo dos recursos disponíveis e o conseqüente aumento daprodutividadenasualavoura.

Encontros de Difusores DuPont Acerta editorial

Tecnologia de Aplicaçªo de Defensivos

Introduçªo Princípios gerais da tecnologia de aplicaçªo Como realizar as aplicaçıes com qualidade Como garantir maior rendimento nas aplicaçıes Como reduzir a deriva nas aplicaçıes Recomendaçıes para aplicaçıes terrestres de fungicidas Recomendaçıes para aplicaçıes terrestres de inseticidas Recomendaçıes para aplicaçªo de herbicidas prØ-emergentes Recomendaçıes para aplicaçªo de herbicidas pós-emergentes

Paulo O. Coutinho Carlos A. M. Cordeiro Fabiano Motta índice

. Efeitos do volume de calda sobre o controle químico de oídio em soja. IN: XXXReuniªodePesquisadeSojaRegiªoSul.CruzAlta/RS.Fundacep/Fecotrigo.AtaseResumos.2002.

. Aplicaçªo de fungicidas para controle de oídio em soja, em diferentes horÆrios do dia. IN: XXXI Reuniªo de Pesquisa em Soja Regiªo Sul. Porto Alegre/RS.UFRGS. Atas e Resumos. 2003 (no prelo).

. Dureza de Ægua e os produtos fitossanitÆrios. IN: Informativos tØcnicos Cooplantio, Passo Fundo/RS. Cooplantio,2002.150p.

. Efeitos da acidez da Ægua nos produtos fitossanitÆrios. IN: Informativos tØcnicos Cooplantio, Passo Fundo/RS.Cooplantio,2002.150p.

. Tecnologia de aplicaçªo de fungicidas na cultura da soja. IN: Tecnologia de Aplicaçªo de Defensivos Agrícolas:EncontrotØcnico4.Cascavel,Coopavel/Coodetec/bayercropscience,2002.122p.

.Pesticideaplicationmethods.2.ed.London:Longman,1992.

. ET AL. O que os Engenheiros Agrônomos devem saber para orientar o uso de Produtos FitossanitÆrios. Viçosa:UFV,2003.376p.

bibliografia

Dentre os vÆrios eventos que constituem o processo de produçªo de grªos e fibras, a aplicaçªo de defensivos Ø um dos mais importantes.EleØdiretamenteresponsÆvel pela produtividade e exige cuidados com a preservaçªo domeioambienteesegurançados operadores.

Trabalhosrecentesde avaliaçªo de pulverizadoresno BrasiltŒmmostradoque,demodogeral,a qualidade de nossaspulverizaçıesestÆmuitoabaixodospadrıesdesejÆveis.Isso ocorreemfunçªodomauestadodos pulverizadores,da falta de treinamentodos operadorese da faltade consciŒnciadosprodutoresarespeito daimportânciadoassunto.

Princípios gerais da tecnologia de aplicaçªo

A aplicaçªo de defensivos envolvea atuaçªodevÆriasÆreasdo conhecimentohumano.E umaaplicaçªo de qualidade garante maior eficiŒnciado produto,maioresprodutividadesdas lavourase menores riscos ambientais. A Pioneer e a DuPont esperam contribuir para a melhoria desse processo, trazendo atravØsdestapublicaçªouma síntese de conhecimentose recomendaçıesbÆsicasarespeitodaTecnologia deAplicaçªodeDefensivos.

AlvoBiológico

Retençªo Cobertura

É o alvo escolhido para ser atingido pelo processo de aplicaçªo: planta hospedeira ou suas partes, organismo nocivo, planta daninha, solo, etc. Em funçªo do tipo de alvo - forma, tamanho, posiçªo, etc. -, a pulverizaçªo a ser realizada deverÆ ter características específicas para melhor atingí-lo. O conhecimento do ciclo evolutivo da praga e, tambØm, da planta cultivada Ø um aspecto importante para se definir o melhormomentodecontrole.

É a percentagem da pulverizaçªo que atingiu o alvo. Para otimizar a retençªo, todos os cuidados serªo citados em ,p.7a9 .

Refere-se ao recobrimento do alvo pela pulverizaçªo. Ela pode ser quantificada em gotas/cm† (= densidade de gotas), ou em percentagem da Ærearecoberta.

A cobertura pode ser avaliada de maneira prÆtica com o uso de papØis sensíveis posicionados no alvo. Em casos experimentais, pode se determinar a quantidade de princípio ativo que atingiu o alvo,atravØsdeprocessosdecolorimetria com adiçªo de corantes à calda de pulverizaçªo, ou de espectrofotometria.

Qualidade emAplicaçªo

Figura 1 - Exemplos de diferentes coberturas obtidas com diferentes tipos de pontas

Quadro 1 - Resultados de avaliaçªo de qualidade de 395 pulverizadores em quatro estados, em 2003. (CORDEIRO, 2004)

Estado Condiçıes gerais das mÆquinas avaliadasCondiçıes gerais das mÆquinas avaliadas

Ruim

RazoÆvel Boa

Estado

Qualidade da distribuiçªo sob a barra de pulverizaçªo Qualidade da distribuiçªo sob a barra de pulverizaçªo

Boa

RazoÆvel Ruim

Distribuiçªo noAlvo

Diâmetro MedianoVolumØtrico

Refere-se a quªo bem foi distribuída a pulverizaçªo no alvo. Especialmente no caso de fungicidas, o ideal Ø que tenhamos uma penetraçªo para as folhas inferiores das plantas, onde algumas doenças fœngicas tendem a se proliferar mais intensamente.

O Diâmetro Mediano VolumØtrico

(DMV), tambØm chamado de Diâmetro 50% VolumØtrico (DV0.5) pode serdefinidocomootamanhoda gota que divide o volume pulverizado emduasmetades.AprimeirametadeØ constituídaporgotasdetamanhoinferioraesteDMVeaoutrametadeconstituída por gotas de tamanho superior aesteDMV.

O DMV Ø expresso em micrômetros-µm,ummicrômetrorepresenta1 milØsimodemilímetro.Umfiodecabelo, por exemplo, tem a espessura de 100micrômetros.

O DMV Ø determinado utilizandose aparelhagem de laboratório que analisa o jato pulverizado. Sªo aparelhos altamente sofisticados, que utilizam feixe de raios para a anÆlise, e determinam nªo apenas o DMV como tambØm uma sØrie de outras características da pulverizaçªo. Pode ainda ser determinado pela anÆlise de imagem de papØis sensíveis por softwares apropriados como o "e-Sprinkle" (Figuras3a5 ).

laser

PerdasemAplicaçªo As perdas podem ser definidas como tudo aquilo que nªo atinge o alvo,eocorremprincipalmentepor:

É o movimento das gotas pulverizadas para fora do alvo no momento da aplicaçªo, ou imediatamente após ela. Normalmente, Ø causado pelo ventoquedesviaasgotasmenores.Ela pode ser facilmente visualizada quando ocorre em excesso. Entre os principais fatores que interferem na estªo: tamanho da gota produzida, velocidade de lançamento, velocidade do vento e sua direçªo. A evaporaçªo interfere na intensidade da pois à medida que a gota evaporadiminuiseudiâmetro,ficando maispropensaasedesviardoalvo.

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