Aprendizagem Organzacional

Aprendizagem Organzacional

A aprendizagem organizacional teve seu marco inicial com a obra "A quinta disciplina", escrita por Peter Senge e lançada em 1990. O interesse maior de SENGE (op.cit.) era que este “modismo” – ao contrário de outros, que nascem, crescem, declinam e morrem – se tornasse duradouro.

Para que isso fosse possível Senge apostou na origem de uma teoria que privilegia o pensamento sistêmico e os modelos mentais e que com o passar do tempo continuasse a ter sua valorização em sua implementação e desenvolvimento, ou seja, ele queria criar uma "nova filosofia" administrativa, e não apenas um modismo de vida curta.

Segundo as próprias palavras de Senge,a idéia nasceu numa manhã de outono de 1987:

“Durante minha meditação, naquela manhã, de repente me

conscientizei de que ‘a organização que aprende’

provavelmente se tornaria uma nova coqueluche da

administração”

O que Peter Senge quiz dizer com isso, foi que se a organização aprende ela seria muito melhor sucedida,pois teria mais pratica em fragmentar problemas.

Segundo Senge na tentativa de esmiuçar os problemas, para melhor entende-los e solucioná-los, acabamos perdendo a visão do todo, o “quadro geral”, como se o mundo fosse feito de forças separadas, sem relação entre si, porém, na prática não funciona realmente assim mas Peter complementa seu raciocínio,

afirmando:

Quando desistirmos dessa ilusão (de um mundo fragmentado, sem conexão), poderemos construir as “organizações que aprendem”, organizações nas quais as pessoas expandem continuamente sua capacidade de criar os resultados que realmente desejam, onde se estimulam padrões de pensamento novos e abrangentes, a aspiração coletiva ganha liberdade e onde as pessoas aprendem continuamente a aprender juntas”.

Além de Senge,houveram outros autores que complementaram o conceito de aprendizagem organizacional, entre eles estão:

Nonaka e Takeuchi (1997) que dizem que A aprendizagem organizacional é intimamente relacionada ao aprender fazendo. Quando são internalizados nas bases do conhecimento tácito dos indivíduos sob a forma de modelos mentais ou know how técnico compartilhado, as experiências através da socialização, externalização e combinação tornam-se ativos valiosos.

Thomas Stewart (1998) que diz que valor de uma empresa é determinado mais pelo seu capital intelectual do que por seu capital financeiro.

Balceiro & Balceiro (2001), três são os pilares da Inteligência Empresarial para se obter vantagem competitiva: o conhecimento, a inovação e o empreendedorismo.

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